O Sultão

64 A Sultana


Notas iniciais
Oi flores e queridos. Esse é o terceiro dos seis capítulos finais da O Sultão, o próximo vai ser dia dezesseis e não atualizei ontem pelo adiantamento de uma consulta médica. Momentos Íntimos vai ser minha nova fanfic e vou estar postando ela no penúltimo capítulo da O Sultão. Muito obrigada pelos comentários de vocês,

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Capítulo 63

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Bella

Edward e eu voltamos a Suma para o casamento do Jasper com Alice e por ela ser cristã como Rosalie, também foi uma cerimônia ecumênica ── A festa para eles durou quatro dias e por Rose e ela serem filhas de importantes empresários americanos o casamento religioso delas com os dois príncipes árabes do mundo foi notícia em muitos países do ocidente também.

Sorri.

Pela mistura de oriente com ocidente na nossa família muitas pessoas começaram a olhar para os árabes-muçulmanos no geral com um olhar mais leve.

Edward se emocionou vendo a mãe entrar com seu irmão na área organizada para a benção religiosa.

— Eu ia adorar ter tido meus pais no casamento da gente.

O olhei.

— Você os teve no seu primeiro casamento. — minha voz esteve mais gentil. — Os erros da princesinha morta não transformam não transformam os sentimentos que você teve por ela numa mentira.

Edward se emocionou mais, beijando meu rosto ── Não tinha pessoas olhando para a gente.

Por ter recebido tudo dele antes mesmo de o conhecer sempre vou estar tentando dar o melhor de mim a ele.

Meu marido me convidou para bailar quando esteve na hora de abrimos o salão de festas, mas numa mudança de ritmo trocamos de par com Jasper e Alice a pedido deles ── Os dois estavam cheios de alegria.

Jasper e eu sorrimos, só que na segunda mudança de ritmo seu pai me "roubou" dele para bailar comigo também e na primeira semana de março fotos roubadas de um arquivo pessoal de Edward foram mostradas na imprensa.

Elas mostravam Alice e eu como líderes de torcida e para proteger a gente Jasper e ele estiveram na frente do escândalo ── O arquivo estava no escritório privado do meu sogro quando as fotos foram roubadas e o principal suspeito é o avô da Lady Nádia e Lady Leena

Nossos sogros não gostaram nada da primeira escolha profissional da gente, só que estamos aliviadas por terem descoberto antes desse escândalo ter acontecido e para ajudarem a conter a indignação dos conservadores os dois divulgaram uma nota pública mostrando que apoiam nossas escolhas.

— As fotos da minha cunhada e da minha esposa, mostradas na imprensa de Suma como líderes de torcida foram roubadas do meu arquivo privado. — muita gente na praça principal o ouvia.

— Nada do comportamento das duas esteve escondido da gente e pela paz de todos têm perdoado ofensas e tentativas de agressões que Jasper e eu nunca íamos perdoar. — surpresa. — Elas não são perfeitas, mas sempre tentam escolher o que é melhor para todos e é justo que serem respeitadas por vocês.

As pessoas falaram entre elas.

No Manhattan Dragons para proteger a vida privada das suas líderes, ── ou ex líderes de torcida ──, só apelidos profissionais da gente são divulgados e todas colocavam ou colocam perucas e maquiagem que ajudam a esconder mais nossa identidade, só que as fotos do arquivo de Edward eram de quando estávamos nos bastidores sem proteção e por contrato pessoas que são ou foram da equipe, não podem estar falando o nome verdadeiro de outras que são ou foram também, para quem não é do Manhattan Dragons.

Jasper levantou a mão pedindo para calarem.

— A vida privada delas antes do casamento com a gente não é uma desonra para nossa família, mas um orgulho pelo bonito coração que têm e os culpados pelo roubo do arquivo do meu irmão vão ser punidos.

Todos perceberam que não era só o marido da Princesa deles que estava falando, mas também o Ministro da Defesa e novas fotos que mostravam Edward vendo a gente no estádio e não apareceram na imprensa sumanesa, foram mostradas nos telões para confirmarem o que estavam falando de nada ter estado sendo escondido deles.

— Alice não nasceu na cultura da gente, ela não tem obrigação de cumprir nossos costumes e todas as escolhas de Isabella tiveram a aprovação do seu pai e a minha. — mais surpresa pelo que Edward falou. — Vocês não têm nada de mal para falar delas como Princesa ou Sultana e se aceitamos as escolhas que tiveram no ocidente não tem nada na vida privada das duas para estarem condenando.

Jasper olhou para o povo.

— Não temos que viver a vida privada da gente pelo conservadorismo das outras pessoas. — suas palavras pesaram para o povo. — A constituição sumanesa permiti liberdade de escolha a todos e temos obrigação de defender a lei do nosso país.

Edward esteve falando de novo:

— Cidadãos ou governantes, temos que respeitar as leis sumanesas ou vamos perder a paz que reconquistamos e com ela toda a liberdade da gente.

Alice só esteve nas fotos por ele conhecer pelas suas investigações a amizade da gente.

— Não é a escolha profissional que mostra o verdadeiro caráter de uma pessoa, mas as atitudes delas e se precisam de um bom exemplo olhem para tudo o que a Princesa Jamillah escondeu atrás do seu falso comportamento perfeito.

As discussões pela nossa escolha profissional colocaram instável a economia de muitos países mais fracos que Rajar ou Suma no ocidente ou oriente e ouvindo Jasper as pessoas falaram entre elas novamente.

— Também é importante falar que Suma e Rajar assinaram com o consórcio mundial de vacinação contra a pandemia o compromisso de mandar vacinas para países que não têm condições financeiras de comprá-las para seu povo.

Fotos desses países foram mostradas também.

Aplausos pelo que meu marido falou.

— Vamos começar entregando doze milhões para Alveniz*, Antuniz* e a Vanizia*.

Mais aplausos. Os três são países da Ásia e África.

— Como membros do conselho da ONU também vamos mandar para eles medicamentos, insumos e alimentos para que alcancem cuidar melhor dos cidadãos deles.

Por escolha nossa Edward e Jasper só não falaram que também vamos estar construindo abrigo para sem tetos, pessoas com deficiência, idosos e órfãs.

Os dois caminharam para o interior do palácio e nos próximos dias pela cirurgia no coraçãozinho do Husam, meu marido e eu estivemos nos dividindo nos cuidados com a saúde dele no hospital e as obrigações no governo.

Nosso bebê estava se recuperando bem, mas para evitamos mais problemas com os conservadores pelas fotos Edward e Jasper participaram mais dos eventos públicos do que eu ou Alice ── A justificativa oficial dela é está com um bebê de três meses e meio ainda e a minha a cirurgia do Husam.

Edward entrou no quarto que nosso bebê estava internado.

— Dormindo de novo.

— É a melhor maneira para se recuperar mais ligeiro.

Me beijou de leve.

— E você, como está?

Sorri um pouquinho.

— Ansiosa para o ver brincar sem a gente ter que estar falando para ele não correr.

Edward também sorriu.

— A noite vamos dormir no palácio, meus pais pediram para dormir com ele hoje.

Movi a cabeça e ele me abraçou quando estive de pé.

Mesmo no hospital as pessoas não alcançam esconder seus olhares chateados de mim e, apesar de tentarem falar baixinho acabo ouvindo as grosserias que falam quando estou me afastando delas.

Coloquei a cabeça no peito de Edward e pela manhã escolhi não estar mais me escondendo das pessoas.

Se Alice e eu não mudamos de comportamento o povo não vai parar de pressionar a gente pelo conservadorismo dele.

Caminhei para a sacada principal do palácio para falar para com as pessoas de compromissos que estive adiando pelos muitos problemas que tivemos.

— A escolha que estive organizado para crianças carentes também vai estar aberta para as que têm problemas de saúde, como meu filho, e para os mais conservadores, não me importa mais o que achem de mim ou da Princesa Alice.

Surpresa.

— Se desejam estar julgando as pessoas olhem para vocês. — olhei para a multidão na praça. — Não foi a gente que tentou envenenar meu marido ou me matar pelo mal comportamento de outras pessoas. — Também não fui eu que coloquei um escorpião na minha gaveta para me matar, só que cumprindo a tradição de um governante de Suma perdoar os erros de uma pessoa no aniversário do seu sultanato pelo Primeiro-Ministro Denali pedi a Edward que perdoe Tanya Denali pelos seus crimes contra mim.

Mais surpresa.

Como mãe alcanço compreender um pouco de como o Eleazar pode estar sentindo longe da filha.

— Mas, com a condição que ela nunca mais esteja perto da minha família ou de mim ou um novo crime vai ter como preço sua vida e apesar de amamos a paz Alice e escolhemos não estar mais tolerando insultos.

Silêncio.

Não estão acostumados a me verem chateada.

— Também desejo falar da minha joia mais preciosa, o Príncipe Husam está tendo uma boa recuperação e a tarde vai estar no palácio.

Aplausos.

— Por seis meses ele vai continuar precisando de todos os cuidados da gente, mas logo vai estar brincando como uma criança saudável.

Mais aplausos.

— Não falo "pessoa normal", porque não tem "pessoa anormal" ou "especial", só diferente e para vivemos num mundo melhor o preconceito tem que acabar.

Aplausos novamente.

Meus novos projetos no governo vão estar olhando para as crianças com a saúde mais "complicada".

Caminhei para o interior do palácio.

— Está segura do futuro da Tanya?

Movi a cabeça para Edward.

— Vou assinar a documentação. — murmurou, beijando a minha testa e com Husam em casa de novo me "dei" licença de quinze dias do trabalho para estar mais com ele ── O Sultão Carlisle esteve me substituindo nesses dias e no final de maio no segundo mês de recuperação do nosso bebê, Edward e eu tivemos que viajar para os EUA para uma reunião na ONU e uma visita especial no estádio do Manhattan Dragons.

— É muito bom tê-los no país da gente de novo.

Sorrimos para a nova primeira dama dos EUA.

Suma e Rajar são dos poucos países árabes-muçulmanos que não estão na lista de terroristas daqui.

O presidente só colocou sua mão na minha, mas sua esposa errou a etiqueta abraçando Edward.

Meu marido esteve desconfortável, ── continua não sendo da nossa cultura homens abraçarem as mulheres que não são da sua família, só que não é a primeira vez que estamos numa situação como essa.

Na Suécia o Rei me abraçou ── Estive aliviada por Edward compreender que é um costume normal no ocidente.

O Presidente se moveu desconfortável também, ── Ele conhece a etiqueta da gente ──, mas meu marido é muito bom escondendo suas reações quando não deseja mostrar nada.

— É um prazer. — falei.

O presidente sorriu, com os quatro sentando no nosso salão de recepção do hotel que escolhemos.

Alice e Jasper viajaram com a gente, mas escolheram não estarem na recepção para o presidente, ── Husam e Samia estavam com os avós ──, e na visita no Manhattan Dragons o estádio deles estava aberto a um quarto da sua capacidade de público ── Pela pandemia achamos que só em setembro ou outubro os jogos vão ter seu público normalizado.

Todos aplaudiram de pé quando mostraram a gente no telão e estiveram doidos quando a famosa câmera kiss mostrou Alice e meu cunhado de novo.

Ela não teve ideia de como se comportar.

Apertei os lábios para não rir e Jasper se moveu desconfortável, com o público falando "ah" por ele só ter beijando a mão dela.

Os dois sorriram um pouquinho.

Sem olhar para as laterais sorri de maneira gentil quando a câmera mostrou a mim e Edward.

Eu não ia virar para beijar ele, mas o vi sorrir mais e ele surpreendeu por colocar seus lábios de leve nos meus.

Se um dia os americanos mostraram um dos seus presidentes com a esposa nela por que não iam brincar com a gente?

Rimos.

A câmera virou para outros casais.

Olhamos para o jogo que estávamos vendo e no final também estivemos falando com a equipe de líderes de torcida, mas é uma visita que não desejamos repetir.

Angela foi a única que não mostrou inveja ou falsidade por nós duas sermos da realeza e no segundo dia de junho quando voltamos a Suma estivemos organizado o aniversário de trinta e um anos do Edward e o quinto aniversário do seu sultanato.

Um ano aconteceu ligeiro e nesse não vai ter gente só da nossa família na sua festa de aniversário.

— O que acha de temos outro filho? — me perguntou.

Estávamos descansando na nossa cama no começo da noite.

Virei para ele.

— Está falando de um...?

— Biológico.

O olhei.

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Notas finais
Alveniz*, Antuniz* e a Vanizia* são países criados por mim.