Notas iniciais
Então babies, primeira one de KuroBasu, ficou bem comprida até, mas vale a pena ler até o final, eu acho.
Boa leitura!

Taiga abriu os olhos, mas teve que fechá-los de novo, a fresta de luz que passava pela cortina acertava seu olho diretamente. Suspirou e levantou-se para fechar a janela enquanto bocejava. Fechou a cortina e virou-se para ir ao banheiro enquanto via Tetsuya acordando e coçando os olhos. O cabelo dele estava uma bagunça.

— Ohayo. — murmurou o azulado.

— Ohayo -ssu¹ — cumprimentou devolta.

Fazia mais ou menos uns quatro dias que já era assim. Taiga nem se importava mais com o fato de praticamente morarem juntos. Eles ainda estavam na Seirin,segundo ano pra ser exato. E, é óbvio, ainda alimentavam seu vício compartilhado pelo basquete.

Em alguns minutos estavam prontos para sair. Fizeram o trajeto de sempre e sentaram lado-a-lado no metrô.

— Kagami-kun. — Tetsuya chamou-lhe a atenção. — Eu tive um sonho estranho.

— Hein? — arqueou as sobrancelhas (todas as quatro) — Que tipo de sonho?

— Bem...

Sonho do Tetsuya

No sonho Kagami-kun e eu éramos dois camponeses. Um dia Kagami-kun foi pescar e voltou pra casa com um pêssego enorme.

— Veja, Kuroko! Olhe o tamanho disso!

— Oh! Podemos fazer cozido!

— Esse foi o seu sonho? — Taiga perguntou meio chocado.

— Por favor, deixe-me continuar.

O ruivo permaneceu em silêncio.

— Como eu dizia...

Kagami-kun levou o pêssego pra dentro de casa, e quando estavam prestes à comê-lo, ele se abriu. De dentro do p~essego, saiu uma menina de cabelos cor-de-rosas e olhos de mesma cor.

— Haai! Meu nome é Momoi Satsuki! Obrigado por me resgatarem do rio! — a menina disse agradecida.

Uma placa apontou para Kagami-kun dizendo “Ia comer o pêssego” e outra apontou para mim dizendo “Queria cozinha-lo”.

O metrô parou quando chegaram à estação, e logo duas pessoas conhecidas entraram.

— AHOMINE?! — Taiga berrou levantando-se sem ligar para os outros passageiros que lhe olharam estranhamente.

— BAKAGAMI?! — Daiki retrucou.

— Tetsu-kun! Kagamin! Que coincidência! — Satsuki sorriu para eles.

— Momoi-san... O que estão fazendo aqui? — Tetsuya perguntou educadamente.

— Ah, Dai-chan dormiu demais como sempre e acabamos perdendo o metrô, tivemos que vir nesse. Posso sentar com vocês?

— Fique à vontade.

Tetsuya e Taiga se espremeram um pouco para que a rosada pudesse se sentar. Pode parecer incrível, mas recentemente a garota havia assumido ter certo interesse romântico na treinadora da Seirin. Com base nisso afirmou que desistiria do azulado (para o alívio de Taiga).

— Sobre o que estavam falando? — perguntou sem querer deixar o papo morrer.

— Sobre o sono do Kuroko, aliás, continue. — Taiga disse.

— Obrigado. — limpou a garganta. — Continuando...

Momoi-san era muito inteligente, ela conseguia informações bem depressa, logo ficou sabendo que um gigante havia roubado todos os alimentos da aldeia Seirin e foi ajudar.

Kagami-kun e eu lhe demos um saquinho com bolinhos de pêssego para a viagem, e então ela partiu. Mas antes de ir realmente, ela precisava de um transporte, então ela ofereceu um bolinho a um rapaz de cabelos azuis e pele escura e ele a carregou pelo trajeto inteiro.

O metrô parou de novo, e mais dois conhecidos entraram.

— Olha Shin-chan! Veja se não é o Tetsu-chan e o Taiga-chan ali!

— Takao, pare de fazer escândal, nanodayo.

Satsuki sorriu para os recém-chegados.

— Midorin! Taka-chan! Juntem-se a nós! Estamos ouvindo a estória do Tetsu-kun!

O esverdeado e o moreno acabaram por não reclamar e juntar-se a eles.

— Merda, você é muito pesada! Não sei se é por causa desses peitões ou se você é gorda mesmo! — ele reclamava.

— EU NÃO SOU GORDA!

Durante sua exaltação, Momoi-san deixou um dos bolinhos cair e rolar para dentro do lago.

— NOOOOOOOOOO! O BOLINHO DO TETSU-KUN! — ela gritou pulando das costas de Aomine-kun e ajoelhando-se perto do lago.

Logo uma luz surgiu de dentro do lago, e um rapaz de cabelos verdes e olhos de mesma cor apareceu com um falcão no ombro. Nas mãos ele tinha o bolinho de Momoi-san e um ingresso para a Disney.

— Estes objetos caíram no lago. Qual deles lhe pertence? — perguntou Midorima-kun.

Todos no metrô olharam feio para Kazunari, que aora dobrava pra frente de tanto rir.

— SHIN-CHAN! VOCÊ É A ENTIDADE DO LAGO! AHAHAHAHAHAHAHAHA! — ele batia no ombro de Shintarou.

— CALE-SE! NANODAYO!

— C-Continue Kuroko... — Taiga disse contendo o riso.

— O INGRESSO DA DISNEY! ESCOLHE O INGRESSO DA DISNEY! — gritava Aomine-kun.

— O bolinho é nosso. — disse Momoi-san.

Midorima-kun jogou o bolinho para ela e logo voltou a mergulhar no lago enquanto murmurava algo sobre ser o dia de sorte do signo de touro.

— POR QUE INFERNOS VOCÊ NÃO ESCOLHEU O INGRESSO DA DISNEY SATSUKI?!

— EU FUI HONESTA POXA! TO ERRADA?!

— NÃO, MAS É A DISNEY PÔ! A DIS-NEY!

Aomine-kun e Momoi-san continuaram naquela discussão inútil por mais alguns minutos até Momoi-san voltar a subir nas costas de Aomine-kun e obrigá-lo a carregar-lhe. Durante o caminho, encontraram um garoto moreno de olhos cinzentos com asas e pernas de falcão.

— Meu nome é Takao Kazunari! Dê-me um desses bolinhos de pêssego e lhes direi onde encontrar o gigante!

— NEM VEM! — Aomine-kun jogou uma bola de basquete na cara de Takao-kun, que caiu da árvore.

— Que cruel Dai-chan! — Kazunari fez um beiço para Daiki.

Daiki apenas deu-lhe o dedo do meio.

— Vai se ferrar, continua logo Tetsu.

— Como eu dizia...

Mesmo sendo rejeitado, Takao-kun continuou a segui-los. Logo eles encontraram um garoto moreno de olhos azuis com cauda e orelhas de gato e um garoto loiro com cauda e orelhas de cachorro e uma flor azul no cabelo.

O metrô parou de novo, e novos dois passageiros entraram.

— MERDA KISE! FICA QUIETO!

— Mas Kasamatsucchi~! — o loiro percebeu os amigos ali presentes. — Kurokocchi! Kagamicchi! Que surpresa!

A dupla se aproximou. Daiki corou um pouco quando Ryouta sorriu-lhe.

— Naa~, o que estão fazendo aqui? Aominecchi e Momoicchi pegam o metrô das seis e meia, certo? E o que houve com a sua bicicleta, Midorimacchi?

— Ki-chan! O Dai-chan dormiu muito como sempre, só que dessa vez perdemos o metrô! Tivemos que vir nesse e encontramos o Tetsu-kun e o Kagamin! — explicou Satsuki com um sorriso no rosto.

— Ah, entendo! — Ryouta sorriu e balançou a cabeça positivamente. — E você, Midorimacchi?

— A bicicleta quebrou. — explicou Shintarou, arrumando os óculos no rosto.

— E você, Kise? Você não ia no metrô das seis e meia? — o de cabelos azuis escuros perguntou.

Ryouta inflou as bochechas e fez ara de tédio.

— Era pra ser, mas o Kasamatsucchi me fez acordar mais cedo pra ir ao médico.

— Esse idiota tinha que ir hoje às seis pra ver como tá o pé dele, mas nós acabamos perdendo o metrô por causa da fila de espera! Tudo culpa desse retardado! — Yukio estava irritado. Tinha levantado mais cedo só pra ir buscar aquele idiota e agora estava com olheiras e com sono, e agora ia chegar atrasado na aula. Que maravilha.

— Mas, Kasamatsucchi, a culpa não é minha se tinha fila!

— Cale-se! — ele deu um soco na nuca do loiro. — Se da próxima vez você me ouvisse e acordasse mais cedo, nós não teríamos que passar por isso!

Daiki sentiu um pouco de pena do modelo. O capitão da Kaijo parecia não ser um doce de pessoa.

— Naa, o que estão fazendo? — perguntou Ryouta, esfregando o lugar acertado pelo capitão.

— Ouvindo a estória do Tetsu-chan! — disse Kazunari sorrindo.

— Waa~! Eu quero ouvir também! Continue Kurokocchi!

— Acho que não tem problema ouvir uma estória pra passar o tempo... — murmurou Yukio.

— Ok, então... Onde eu estava?

— O cachorro loiro e o gato de pelo moreno e olhos azuis! — lembrou Kazunari.

— Obrigado, então...

O cão sentiu o cheiro dos bolinhos de pêssego e sorriu para Momoi-san e Aomine-kun.

— Ohayooo! Meu nome é Kise Ryouta ~desuu! Posso pegar um desses bolinhos?

Aomine-kun corou levemente quando o Kise-kun se aproximou sorrindo. Momoi-san sorriu para o cão. Logo o cão foi acertado pelo gato com uma voadora nas costas.

— OE! BAKISE! NÃO VÁ PEDINDO COISAS AOS OUTROS ASSIM SEM MAIS NEM MENOS!

— Mas Kasamatsucchi~!

— SEM “MAS”! CURVE-SE E PEÇA COM EDUCAÇÃO!

Kasamatsu-kun empurrou a cabeça de Kise-kun para frente fazendo com que ele se curvasse.

— AGORA PEÇA!

— P-Posso pegar... U-Um desses... Bolinhos?

— COM EDUCAÇÃO!

— ... Por favor?

Momoi-san sorriu amarelo enquanto Aomine-kun ficava meio espantado e meio com raiva da cena. Ela jogou um bolinho para Kise-kun que o pegou com a boca.

— ARIGATO...?!

— Momoi Satsuki.

— Aomine Daiki.

— MOMOICCHI E AOMINECCHI! MUITO OBRIGADO ~SSU! — ele agradecia repetidamente enquanto comia o bolinho com felicidade.

— Q-Que isso... — Aomine-kun coçou a nuca, esquecendo que segurava Momoi-san e fazendo com que ela caísse no chão.

— DAI-CHAN!

— Tsc, foi mau! — ele a pegou de novo.

Depois de se recompor, Momoi-san resolveu perguntar.

— Naa, Ki-chan, Kasamatsurin, sabem de alguma coisa sobre o gigante que roubou os alimentos da vila?

— Eu não sei de nada, mas o Kise sabe. — disse Kasamatsu-kun.

Kise-kun engoliu o bolinho.

— Hum, o nome dele é Murasakibaracchi.

— “Murasakibaracchi”? — Aomine-kun repetiu arqueando as sobrancelhas.

— Ele quis dizer Murasakibara Atsushi, é mania dele. — Kasamatsu-kun explicou.

— Ah tá. — disseram Momoi-san e Aomine-kun juntos.

— Ele vive na ilha Teiko com seu imperador, Akashicchi.

— “Akashicchi”? — repetiu Momoi-san.

— Akashi Seijuurou. — corrigiu Kasamatsu-kun novamente.

— O Akashicchi é o único que tem poder sobre o Murasakibaracchi desde que ele o ganhou em uma partida de basquete. Em troca da total devoção do Murasakibaracchi, o Akashicchi deixa ele ter todos os doces que quiser. O único jeito de recuperar a comida dos aldeões é derrotando o Akashicchi em alguma coisa.

— Então, tudo que nós temos que fazer é derrotá-lo em algo? — perguntou Takao-kun.

— Isso aí.

Aomine-kun sorriu.

— Então já temos a vitória garantida, afinal, o único que pode me derrotar sou eu. — ele disse.

Momoi-san bateu nele com um jornal enrolado.

— AI! QUE MERDA É ESSA SATSUKI?!

— Desculpe, mas, eu senti que devia fazer isso...

— To fora. — Takao-kun saiu voando. — Mandem um postal do inferno, otários!

— EI! — gritaram todos.

Então, agora sem Takao-kun no grupo, Momoi-san, Aomine-kun, Kise-kun e Kasamatsu-kun seguiram até a aldeia Seirin onde pegariam um barco para ir até a ilha Teiko.

Chegando à aldeia pararam um aldeão de cabelos castanhos chamado Kiyoshi-kun, ele lhes emprestou o seu barco de madeira em troca de um bolinho.

Agora, com o barco, e apenas dois bolinhos, o grupo seguiu em direção à ilha.

O metrô parou novamente. Dessa vez entraram Atsushi e Seijuurou.

— Akashicchi! Murasakibaracchi! Aqui! — Ryouta acenou.

— Ryouta, Shintarou, Daiki, Tetsuya, o que fazem aqui?

— Dai-chan e eu perdemos o metrô.

— A bicicleta do Shin-chan quebrou.

— E a fila do hospital tava enorme.

— Entendo. — ele assentiu com a cabeça.

“Entende?” Pensaram Taiga e Daiki.

— Sobre o que estavam conversando?

— Tetsu-chan estava nos contando uma estória. — disse Kazunari.

— Já acabou?

— Não. — disseram todos.

— Então prossiga, Tetsuya.

— Sim, Akashi-kun.

Quando chegaram à praia começaram a procurar pela morada de Akashi-kun e Murasakibara-kun, que, segundo Kise-kun, era em um castelo.

A busca teria sido árdua se não tivessem várias placas indicando a direção.

E então, quando finalmente chegaram, Momoi-san, Aomine-kun, Kise-kun e Kasamatsu-kun foram recebidos por um garoto ruivo de olhos heterocromáticos.

— Bem vindos ao meu castelo, Daiki, Ryouta, Satsuki, Yukio, Tetsuya e Taiga.

— Eh?!

Quando se viraram, Kagami-kun e Kuroko Tetsuya estavam parados na porta.

— Tetsu-kun?! Kagamin?! O que estão fazendo aqui?! — perguntou Momoi-san.

— Viemos torcer por você Momoi-san. — disse Kuroko Tetsuya.

— Fight! — Kagami-kun disse balançando uma bandeira.

— Dá isso aqui! — disse Kasamatsu-kun tomando a bandeira de Kagami-kun. — Vai lá que eu fico aqui! Cansei dessa palhaçada já!

— Tá bom...

E assim, com Kagami-kun (agora no lugar de Kasamatsu-kun), Kise-kun e Aomine-kun, Momoi-san começou a negociar com Akashi-kun.

— Ki-chan disse que se quisermos a comida de volta temos que derrotá-lo, é isso?

— Sim. Vocês podem escolher no que vão me derrotar.

— Hum... Que tal se for em uma partida de basquete?

Akashi-kun sorriu.

— Parece ótimo. Então será isso. Se conseguirem me vencer, devolverei seus alimentos, mas caso o contrário, serão meus escravos para sempre!

Os times se formaram. No time Momoi estavam Aomine-kun, Kise-kun e Kagami-kun, e no time Akashi estavam apenas Akashi-kun e Murasakibara-kun.

— Ei, está faltando um no time de vocês!

— Posso resolver isso. Ei, você! — ele chamou Momoi-san. — Dê-me esses bolinhos!

Akashi-kun tomou os bolinhos da mão de Momoi-san e jogou-os na fonte de água que havia ali. Novamente, o espírito Midorima-kun apareceu.

— Esses objetos caíram na fonte. Qual de-

— Não precisa dessa ladainha, Shintarou. Venha, você vai entrar no meu time junto com Atsushi. — declarou Akashi-kun enquanto puxava Midorima-kun para fora da ponte.

— O-OE! AKASHI! ESPERA AÍ NANODAYO!

Akashi-ku levou todos para uma quadra onde trocaram seus kimonos por roupas mais apropriadas para o basquete. Ele pegou uma bola em um cesto cheio delas e então, o jogo começou. Akashi-kun coordenava Midorima-kun e Murasakibara-kun pela quadra, Midorima-kun sempre acertava as cestas de três pontos e Murasakibara-kun defendia a cesta. O primeiro ponto do time Momoi foi marcado por Aomine-kun, que conseguiu driblar Murasakibara-kun com sua velocidade e diminuir a diferença de dez pontos. O segundo ponto foi de Kagami-kun, que conseguiu usar sua nova técnica chamada Meteor Jam para fazer o ponto e diminuir ainda mais a diferença. O terceiro foi marcado por Kise-kun, que conseguiu usar a Perfect Copy para copiar os movimentos de Aomine-kun e combiná-los com os de Midorima-kun, fazendo uma cesta de três pontos. Em seguida o time Momoi conseguiu diminuir totalmente a diferença e ultrapassar o time Akashi no último segundo do jogo, com mais uma de três de Kise-kun. O jogo ficou 94 a 95.

Akashi-kun cumpriu sua promessa, e todos os aldeões da vila tiveram seus alimentos de volta.

O faxineiro, Haizaki-kun, apareceu e disse.

— Nossa, não é que o Akashi foi derrotado mesmo? Ainda mais que essa cadela loira conseguiu fazer ponto, eu achei que ele era líder de torcida.

Kise-kun sorriu para ele cinicamente.

— O que você disse?

— ACHEI QUE VOCÊ ERA LÍDER DE TORCIDA, CADELA LOIRA!

—... Segura minha flor. — disse Kise-kun jogando a flor azul em seu cabelo para Aomine-kun.

— Chuta a bunda dele querido, eu seguro sua flor. — disse Aomine-kun enquanto pegava a flor de Kise-kun.

E foi isso, no final o time Momoi venceu o time Akashi e Kise-kun deu uma surra no faxineiro Haizaki.

— Foi isso que eu sonhei.

Todos ficaram em silêncio.

— Eu hein Tetsu, você tem umas ideias estranhas.

— Ah, chegamos! — disse Satsuki.

Assim que a porta se abriu podia-se ver um Ryouta sendo arrastado por um Yukio furioso na velocidade da luz.

— NOS VEMOS DEPOIS KUROKOCCHI, AOMINECCHI, KAGAMICCHI! — o loiro acenou.

— Vamos, Takao.

O moreno saltitou atrás do canceriano.

— Vem logo Satsuki.

— Espera um pouco Dai-chan!

— Me mostre onde é a loja de doces que você queria ir Atsushi.

E logo os quatro também se foram. Kagami se espreguiçou.

— Até que o Ahomine tem razão, Kuroko. Você tem cada ideia... Ainda bem que sonhos não viram realidade.

— Tomara que não, porque eu também sonhei que ficava grávido de você.

— OI?!

Notas finais
Bom, é isso! Comentem, recomendem, favoritem!

Hasta la vista, babies.
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!