.

Três anos atrás'


-Vamos Bella, ou vamos perder o vôo!
-Já vou mãe, só um minuto!


Minha mãe gritava do lado de fora da casa, morávamos em Washington um lugar úmido e chuvoso, e neste verão iríamos viajar, após tanto tempo.

Nunca tínhamos grana para as ferias de verão, até este,quando meu padrasto,um jogador de futebol americano fechou um contrato com um time grande, e agora estava ganhando pouco mais que 10 mil por mês, isso era muito bom, comparado a nossa realidade.

Normalmente vivíamos com uns 3, 500 por mês. Isso juntando o salário de professora do primeiro ano da minha mãe com o dinheiro que meu padastro ganhava do outro time,que além de ser de terceira divisão,ele ainda vivia no banco,até que um respeitado empresário deu a ele a oportunidade de fazer um teste para este atual time,e ele conseguiu a vaga.
Então,agora vivíamos confortavelmente bem,eles conseguirão pagar a hipoteca da casa que estava atrasada a quase um ano,e ainda conseguiram comprar um carro novo,o velho depois de reformado acabou ficando pra mim,o que eu agradeci feliz da vida,ir naquele ônibus amarelo chamativo todos os dias para escola,era um tormento,mas este será meu ultimo ano na escola,o ano que vem já estarei indo para faculdade,e graças ao bom salário do meu padastro Phil,poderei ir para uma faculdade particular.


-Bella falta apenas duas horas para nosso vôo querida, e ainda temos um longo caminho.


Minha mãe continuava a me chamar e eu terminava de colocar minhas coisas na mochila e pegava o Tom, meu gato, iria levá-lo para casa de minha avó e deixá-lo lá. E me despedir também de Helen,minha prima.

Ela morava com nossa avó desde que seu pai morreu há uns anos atrás, ele era policial, e morreu em confronto com bandidos em um assalto, e minha tia, mãe de Helen, infelizmente morreu no parto.
Mesmo com tantas tristezas em sua vida, Helen era doce, e muito carinhosa, uma ótima amiga, uma pena que ela não iria poder ir nesta viajem de ferias, ela estava num curso de verão, o que eu acho loucura, ela já é tão inteligente.

-Oh vó, cuide bem do Tom!
-Vou sentir saudades também. -Minha vó Marie disse bagunçando meus cabelos, eu odiava isso, mas amava minha avó.
— mãe,estaremos nestes telefones, qualquer coisa nos ligue, ok! -minha mãe disse entregando um papel com números de telefones do resort de ferias e celulares a minha avó, ela estava tão animada.
-boa viajem para vocês! -minha vó desejou-nos boa viajem e assim partimos rumo ao aeroporto, era minha primeira viajem para fora do país, estávamos indo para um tipo de colônia de ferias no Havaí, e algo em mim dizia que esta iria ser as ferias da minha vida!

...

Ao chegarmos ao aeroporto no Havaí, vi que havia um grupo de dançarinas de ULAULA e alguns homens com roupas muito coloridas, estavam recepcionando com colares de flores e tudo mais.

Aloha! Umas mulheres gritaram, dai eu percebi que havia mais uma dúzia de famílias que se encaminhavam para o mesmo ônibus, então estávamos indo para o mesmo Resort.
A viajem de ônibus até o Resort foi curta,em menos de meia hora chegamos ao Resort,que devo admitir,era lindo e caro,juro que não sei porque tudo aquilo!
Éramos uma família de classe media melhorada, e lá deveria ter multe milionários hospedados, obvio nosso quarto era um dos mais baratos, mesmo assim era um gasto desnecessário.

Logo que fizemos o check-in e estávamos acomodados em nossos quartos, minha mãe carregou o Phil para a praia, mas eu preferi ficar no quarto e descansar, estava exausta!
Após um banho fresco e roupas limpas e confortáveis, fui até a varanda do meu quarto, apreciar a vista.

Meu quarto era de frente para o mar, o lugar era linda, a água do mar muito azul, se misturava com o azul do céu, sem uma única nuvem. Eu então procurei uma espreguiçadeira na varanda e me sentei olhando toda aquela beleza, e fiquei ali, contemplando tudo aquilo. Até ser interrompida por uma guitarra barulhenta!
O som vinha da varanda ao lado, e eu me perguntei se isso era permitido. Resolvi entrar e ligar para recepção.

-oi, eu estou no 303 e tem um hospede visinho ao meu,tocando guitarra muito alto.
-ok,entendido senhorita Swan,vamos verificar,fique tranqüila,tenha um bom dia.

O cara da recepção desligou o telefone antes mesmo que eu dissesse qualquer outra coisa e pelo tom de voz, dava pra saber que eles não iriam tomar alguma providência, então sendo assim fechei as postas de vidro da varanda e liguei o ar condicionado, na intenção de abafar aquele som horroroso, me afundei na cama com os travesseiros na cara. Mas aquilo era o som do inferno!E não acabava nunca, parecia ficar ainda mais alto.
Irritada ao extremo, resolvi eu mesma dar um jeito naquilo, me levantei da cama, calcei meus chinelos e sai do quarto, vestindo um vestido de algodão branco, que estava meio transparente nos seios, mas eu ao menos notei isso ao sair do quarto, estava com tanta raiva.
Bati varias vezes na porta e ninguém atendia, batia e batia e nada,quando desisti e virei para ir embora,já estava de costas quando aquela voz, que mais parecia uma melodia, tomou meus ouvidos.

-hey, posso ajudá-la?

Ele disse e quando me virei para encará-lo, nada no mundo havia me preparado para o choque que levei ao encarar aqueles olhos verdes.

O dono daquele belo par de olhos me encarava com a boca entre aberta, tinha uma cara de espanto, o que eu achei estranho, e quando seus olhos percorreram meu corpo, os meus fizeram o mesmo, desci os olhos por aquele corpo, e ele era inteiramente perfeito!
Estava sem camisa, vestia apenas um short azul claro, e estava descalço, ele tinha o peito musculoso, mas nem tanto, uma barriga lisa, e com alguns pêlos que começavam do umbigo até adentrar seus shorts e. minha nossa eu já estava imaginando coisas!
Suas pernas eram perfeitas com pouco pêlo, mas muito definida, e seus pés eram lindos e branquinhos,assim como todo ele,sua pele era clara como a minha, mas perfeita.

Arfei e fiquei sem palavras por alguns segundos, até que ele voltou o olhar ao meu e falou.

-Então, você bateu na minha porta, quero saber se precisa de alguma coisa, terei o enorme prazer em ajudá-la? -ele disse com um sorriso sacana.
-me dês... desculpe...e eu...é...você poderia,quer dizer...-eu gaguejava feito uma idiota e ele se recostou a porta e me encarou divertido.
-é seu som...quero dizer,você tocando,ta muito alto. -consegui dizer.
— oh,me desculpe,vou diminuir o som do amplificador. -ele disse e voltou a me encarar dos pés a cabeça, me fazendo ferver a face de vergonha.
— obrigada. -eu me disse me virei para sair logo dali, antes que fizesse algo ainda mais vergonhoso que gaguejar na frente daquele homem lindo, que vergonha eu nunca havia gaguejado na minha vida!

Entrei no meu quarto arfando e corri pro chuveiro, e quando percebi já estava caindo à água do chuveiro na minha cabeça e eu ainda estava vestida.
Depois de me 'acalmar' com o banho frio, me troquei e fui tentar tirar um cochilo, afinal a noite prometia, ao lado de minha mãe sempre iria prometer!

Rolei na cama por quase uma hora até conseguir pegar no sono, aquele sorriso, aqueles olhos verdes não saiam da minha mente!Oh Deus, ele é perfeito!

Acordei com o quarto em breu total, dormi antes do almoço e quando acordei já era noite, estiquei meu braço até o abajur próximo, e no mesmo momento que fiz isso, o telefone tocou. Acabei levando um baita susto e por conseqüência cai da cama,batendo minha testa na quina da mesinha de cabeceira,que ótimo! Um galo horrível que nem maquiagem iria esconder perfeito!
-alô!
-filha,se arrume,irá a um luau, estou passando em meia hora pra te buscar ai!
-mãe é...
tuuuu — Minha mãe desligou antes mesmo que eu pudesse dar uma desculpa, iria ter que sair mesmo com um terrível galo na testa, tinha que dar um jeito nisso.


Corri para até as minhas malas e procurei tudo que podia ajudar maquiagem e acessórios, e após o banho rápido me vesti com um vestido de renda branco e curto com sandálias rasteiras, e ao abrir a gaveta do armário do banheiro do hotel tinha uma maleta de primeiros socorros, e nela achei uma tesoura, não pensei duas vezes, pus uma mecha do meu cabelo pra frente, cobrindo a testa, e cortei, quase chorei ao ver meu cabelo caindo ao chão, mas me senti satisfeita

Aquela franja improvisada iria resolver meu problema. Penteei ela de lado e isso cobriu totalmente meu galo da testa!

...

A festa se estendia até bem animada, estávamos agora numa mesa à beira da piscina do Resort, e a festa estava realmente animada, exceto pelo momento vergonhoso,quando minha mãe foi ao palco dançar,numa competição de ULAULA... que vergonha!

Meu padastro Phil aplaudia com tanta vontade, e vi em seus olhos toda a adoração que ele tinha pela minha mãe, mesmo com ela pagando esse baita mico!

Já se passava das duas da manhã quando finalmente minha enérgica mãe se sentiu cansada e pedi para irmos embora, eu agradeci mentalmente, ela e Phil se despediram de mim na porta do meu quarto e foi para o quarto deles que ficava um andar a cima.

Após o banho e vestir meu pijama eu fui para cama.

Rolei de um lado pro outro, mas não conseguia dormir, por ter dormido praticamente o dia todo,quando me senti de saco cheio de estar naquele quarto sem conseguir dormir,pensei em dar uma volta,achei que não teria nada demais um passeio pela orla!Achei errado!

Levantei da cama e troquei meu pijama por um vestido de tecido leve e calçando meus chinelos sai do meu quarto, ao passar pela porta tranquei e fui andando em direção ao elevador.
Apertei o botão do elevador e fique esperando,quando alguém parou do meu lado,mas eu não fiz questão de olhar para ver quem era até ouvir aquela voz...
-sem sono?


Ele estava lindo, com uma calça branca larguinha e uma camisa branca de botões que estava quase toda aberta, exibindo aquele peitoral!Jesus, ele quer matar alguém!Segurava um violão e eu apenas assenti que sim com a cabeça.


-sei, eu também. -ele continuava a falar eu continuava muda até que o elevador chegou e entramos


No silencio do elevador, estava apenas nos dois, eu fiquei parada próxima a porta quando ele foi pro fundo do elevador, eu podia sentir seus olhos percorrer meu corpo,quando as portas foram abertas,ele passou rapidamente por mim, e saiu do elevador ainda primeiro do que eu, me olhando de lado com um sorrisinho sacana, aquele mesmo sorriso que ele estampou pela manhã, aquilo só serviu pra esquentar meu corpo.


Fiquei alguns segundos imóvel na porta do elevador vendo ele se afastar saindo do hotel segurando aquele violão.


Suspirei fundo e dei os primeiros passos seguindo para fora do hotel,a festa que eu estava antes ainda tinha músicos tocando,pude ouvir.

Então resolvi ir até lá, mas quando cheguei não havia quase ninguém, além de alguns casais dançando abraçados na pista de dança, arrisquei pegar uma bebida, achei que ninguém iria notar uma menor de idade pegando uma garrafinha de vodka àquela hora da madrugada.

Feito!Ninguém viu.
Com a minha garrafinha de vodka segui para a orla da praia, tirei meus chinelos e continuei a caminhar pela areia fofinha da praia, até alcançar a margem do mar,e me sentei,abri a garrafa dando os primeiros goles, que queimaram na minha garganta, mas que eu estranhamente me sentia precisada daquilo estava chateado comigo mesma e sem saber por que, meu primeiro dia naquele lugar lindo e eu me sentindo assim, não entendia o que tinha de errado comigo.
Após alguns goles a vodka começava seu efeito,e eu já estava 'leve'.Foi quando ouvi a canção vindo de um violão,era linda,suave e doce,quando a voz acompanhou a canção no violão não tive mais duvida de quem estava tocando.

Olhei em volta e o vi, sentado a alguns metros de distância de mim.


Levantei-me cambaleando pela bebida e fui até ele, estava encorajada pela vodka.
— Ah!Não é que você consegue produzir musica além daquele barulho horrível de hoje cedo!? -eu disse com a voz rasteira.


Ele sorriu torto mais não parou de tocar, e eu então me sentei ao seu lado e ele voltou cantar, aquela voz me fez estranhamente bem, esqueci totalmente que estava irritada mais cedo.

Music song from a room-ROBERT PATTINSON.

Quando a musica cessou, ele depositou o violão com todo cuidado ao seu lado e se virou para mim, ainda com aquele olhar divertido.

-Você tem idade para beber?-ele me perguntou.
-A essa hora,acho que tenho! -disse e virei mais um gole.
-Acho que também preciso disso que você esta bebendo, me da um pouco?
-Claro. -eu respondi e passei a garrafa a ele...

Algum tempo depois.


-Hahahahahaha!Eu não acredito que você fez isso?-eu estava falando e rindo de suas histórias.
— Eu juro e mesmo depois de todos sair correndo do teatro, ainda se perguntava quem tinha soltado aquelas bombinhas lá, meu pai quando soube que fui eu, me deixou sem mesada quase o semestre inteiro.
-Mas eu te entendo um pouco. -eu disse retomando o fôlego.
-Porque, já foi obrigada a fazer algo que não queria? -ele me perguntou.
-Sim, eu não falo com meu pai há alguns anos, na verdade, desde que ele e minha mãe se divorciaram. -respondi suspirando e me deitando na areia.
-Não precisa falar sobre isso, já que se sente mal em falar. -ele disse todo carinhoso.
-Não, eu não me importo, mas pra dizer a verdade, não falo sobre isso há muito tempo. -tomei um ar e continuei. -Meu pai é uma pessoa totalmente ao inverso da minha mãe, e o casamento deles já não ia bem há muito tempo. Eu não tinha culpa,mas meu pai me fez sentir culpada,por muito tempo,até eu ter idade o suficiente para ver que eu não era a culpada,desde então não nos falamos mais,as vezes ele liga para minha mãe perguntando por mim,mas eu não atendo suas ligações e não o visito a muito tempo.
Quando terminei de falar,me virei para olhá-lo.
Ele estava deitado de lado me encarando bem próximo de mim,perdi as palavras presa a aqueles olhos verdes,ele foi se aproximando mais ainda de mim,e com uma mão forte e possessiva ele colou nossos corpos me puxando pela cintura.e sem cortar o contato visual,sua mão que antes estava em minha cintura,foi subindo por minha costa até minha nuca,ele agarrou com força meus cabelos e com a outra mão que estava apoiada na areia,ele me abraçou e num movimento rápido me pôs por cima dele,arfei com o movimento.
Ele foi baixando meu rosto até o seu,ainda segurando meus cabelos na nuca,e depositou um beijo em meu queixo,seguiu seu beijo pela linha do meu maxilar até encontrar a ponta da minha orelha e dar uma leve mordida nela,eu me senti relaxar o corpo e gemer baixo,e isso só o estimulou a continuar com sua sedução.
E entre leves mordiscadas e lambidas ele me perguntou o meu nome.


Foi ai que percebi que conversamos por horas e sorrimos juntos em total harmonia sem ao menos sabermos os nomes um do outro.


Apresentados um ao outro em meio a gemidos, Ed me tomou num beijo que deveria ser proibido a uma virgem.
Foi devastador o que senti com aquele beijo,molhado e demorado,com paixão e luxuria,forte e suave em alguns momentos,eu senti suas mãos subindo meu vestido e apertando minhas nadegas contra seu quadril,senti sua presente ereção,aquilo estava perigoso demais,e tomando um resquício de juízo que me sobrava,cortei nosso beijo
-Preciso ir. -eu disse e ele ainda insistia beijando meu pescoço.
-Por favor, agora não. -ele disse com uma voz rouco, claramente tomado pelo desejo.
-Ed,preciso voltar pro meu quarto,já esta tarde demais.
-Vamos então.
Ele disse e senti que foi a contra gosto ele ia se levantando comigo junto,pegou seu violão na areia e estendeu a mão para mim,eu peguei em sua mão senti meu peito inflar com este gesto.
Seguimos em silencio para o hotel.

Nosso silêncio só foi cortado por nossos beijos assim que as portas do elevador se fecharam.


Paramos em frente à porta do meu quarto e ele me deu um beijo de boa noite, um simples selinho, casto e doce.
-boa noite linda!
-boa noite.

Entrei no quarto ainda sem acreditar que eu tinha sido agarrada e beijada por aquele Deus grego, eu não podia ainda acreditar que um homem como aquele se interessou por mim, só podia ser efeito da vodka, e amanhã quando acordasse, talvez ele passasse por mim pelos corredores do hotel e nem ao menos me cumprimentasse,mas aquele amasso,já teria valido a pena...

Dormir depois disso não foi tão difícil, por conta da vodka.


Acordei com uma baita dor de cabeça e com o telefone tocando sem parar.


-aloooo... -disse preguiçosa.
-nossa Bella parece que esta de ressaca. -minha mãe disse, droga como ia esconder dela.
— um pouco de dor de cabeça, só isso vai ficar um pouco mais no quarto.
— nem pensar, ontem você já passou o dia trancado hoje vamos à praia juntas!
-mãe leva o Phil.
-filha, ele esta com uma baita ressaca, só me sobraram você!-disse minha mãe,mal sabia ela,,,aff
-ta ok,me de uns minutos vou me arrumar!
-em 20 minutos passo ai!

Quando minha mãe veio me buscar,sai do quarto e olhei para a porta do quarto do Ed pensando se ele estaria ainda dormindo ou já estava curtindo o dia também,balancei a cabeça,para tirar minhas esperanças.

Ele era o tipo de cara que fica com as universitarias altas magras e loiras,talvez nem iria me comprimetar hoje,eu sou baixa,magra mas sem atrativos,a unica coisa que mais gosto em mim,são meus cabelos,cheios lisos ondulados até a cintura e castanho mogno,tenho olhos castanhos comuns,e a frente daqueles verdes dele,é totalmente sem graça,alias,eu ao seu lado sou totalmente sem graça.

-mãe não acha que deve passar protetor solar?
-que nada Belinha,quero ficar bronzeada!

Ai minha nossa!Desse jeito ele vai acabar é como um camarão, mas minha mãe é do tipo que não se discute muito, então a deixei de lado e me levantei indo ao mar.

-vou dar um mergulho. -disse a ela e me levantei.

Estava caminhando de cabeça baixa até a água, minha cabeça ainda doía...

Estava dentro d'água com água pela cintura e assim que veio uma onda eu mergulhei,quando volte à superfície,só deu tempo de ver a prancha vindo em minha direção, eu me abaixei para fugir daquilo, e quando voltei a superfície ele estava lá,sentado boiando na prancha e me encarando.

-Oi linda!
-Ah. é..oi. -eu gaguejei de novo, idiota.
-Você esta bem?
-Oh... sim...estou sim -para de gaguejar Bella,mas que droga.
-Vai tomar outro porre hoje a noite,ou tem outros planos?
-Bem até agora, não planejo outro porre. -disse sorrindo.
-Vai ter uma festa, quer ir?
-Aham... sim,pode ser!
-Beleza, te espero na sua porta as 22hrs.
-Combinado.
-Até mais tarde linda!

Ele disse e se deitou na prancha e começou a remar com os braços voltando para as ondas, e eu, bem eu fiquei igual a uma pateta a admirá-lo, ele era perfeito demais, mais agora eu só tinha um problema, escapar da minha mãe à noite!

Continua...

Notas finais
E então...espero pelos reviews!!! até o proximo capitulo.