O Som do Coração .i And Ii.

34 Capítulo 19 - My Magic Dream


Notas iniciais
Meninas...que sofreram e se revoltaram com o capitrulo anterior...Calmaaaaaaaa...eu imploro! rsrsrs
este é basicamente pov Bella, e com melhores explicações do anterior....
enjoy.

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POV BELLA

Eu tentei juro que tentei ficar limpa, tentei a todo custo Me matriculei na faculdade, vendi aquele apartamento depressivo que era da minha mãe. E agora morava num apartamento menor, de apenas um quarto, um loft pra dizer a verdade, mas gostava dele, era pequeno, mas acolhedor.

Durante um mês inteiro eu me preparei para o inicio das aulas, e arrumei a minha vida aqui em NY, até que veio o dia da mudança.

E eu levei pouquíssimas coisas do antigo apartamento luxuoso de minha mãe, tirei de La todos os livros da minha mãe, sua escrivaninha, algumas fotos, abjetos pessoas, e algumas roupas que eram de minha mãe eu passei a usá-las, gostava delas em minha mãe, e isso me acalmava, o restante doei para um brechó de caridade.

Garimpei junto com Helen por varias lojas vintage da cidade por moveis e objetos de decoração para meu loft, e tudo estava perfeito. No dia em que me mudei Helen passou o fim de semana inteiro comigo me ajudando a organizar as coisas. Ela bebeu vinho e eu continuei longe de qualquer bebida alcoólica.

Meu primeiro dia de faculdade foi difícil, mas logo me acostumei, até que uma semana depois vim à primeira festa dos calouros, eu tentei a todo custo não ir, mas por insistência de alguns amigos novos que fiz, acabei indo, e isso mudou todos os meus planos.

Eu achei que estava imune ao meu vicio, achei que poderia freqüentar a faculdade, e até ter amigos que nunca iria me ver frente à droga de novo. Mas isso não aconteceu.

A festa foi meu precipício, eu acabei comendo uma gelatina que me deram, e sem saber ela era feita de vodka, isso despertou meu desejo em beber, e quando vi, já estava com uma garrafa de cerveja na mão, e dançando feito uma louca, até que um rapaz que estava jogado no sofá a minha frente acendeu um baseado, e eu não consegui me segurar.

Em menos de dois meses meu rendimento na faculdade caiu, assim como as aulas perdidas, por conta de eu estar jogada em algum lugar de porre, mas até então eu estava destruindo apenas a minha vida.

E quando eu pensei que nada poderia ficar pior, tudo se tornou dolorosamente insuportável.

Eu estava na sala de aula, em uma das raras manhãs que freqüentava a faculdade, quando sentir a dor me atingir, olhei para Helen que estava ao meu lado e ela se assustou comigo.

- Bella você esta pálida! – Ela disse baixo me encarando, e não vi mais nada, quando acordei estava numa cama de hospital

...

- O que conheceu comigo Helen, porque esta aqui? – Perguntei quando acordei, tinha um soro pingando em minha veia, e eu tentei puxar,\\ sendo logo impedida por uma enfermeira.

- Se acalme amiga, logo o medico ira vir aqui falar com você. – Ela disse segurando minha mão.

Mas quando o medico chegou ao quarto e disse o que tinha acontecido comigo eu fui transportada ao passado recente, aos melhores momentos da minha vida ao lado de Edward. E a dor cortou pelo meu peito.

Eu estava grávida de três meses e nem sequer havia notado, as noitadas se drogando não me deram tempo de sentir o que acontecia ao redor, muito menos com o meu corpo.

Passei a mão pelo meu ventre e chorei. Pedi perdão mudo ao pequeno ser que estava em mim, mas era em vão, o medico disse que era muito cedo para saber se ele teria uma formação boa, mas que eu deveria parar com as drogas naquele instante se quisesse levar a gravidez a frente.

Eu sai do hospital no dia seguinte quando tive alta, e passei numa farmácia para comprar todos os medicamentos receitados, eu estava com uma serie de problemas de saúde, entre eles a pressão alta e anemia.

Passei um mês dentro de casa sem animo o coragem para encarar o mundo, estava depressiva, a falta de droga às vezes me atingia em cheio. Cheguei uma vez a me trancar e jogar as chaves pela janela do meu apartamento que ficava no quarto andar. Para que a tortura não vencesse e me fizesse ir atrás das drogas, eu precisava me cuidar, eu precisava proteger o pequeno ser que crescia em mim.

Quase no quinto mês de gravidez foi quando comecei a senti-lo mexer, e isso me ajudou a me afirmar, me ajudou a me manter longe do álcool e da maldita droga.

Eu tranquei minha matricula na faculdade e passei a freqüentar um grupo de ajuda, que o medico havia me indicado, tudo estava indo bem, apesar das freqüentes crises de abstinência.

Até o dia que o vi pela TV. Ele havia ganhado um campeonato de surf, e estava lindo, mesmo mais magro, ele ainda era perfeito como a minha mente ainda lembrava, mas vê-lo na TV, não me fez bem, meu estado de depressão piorou e a dor cortou todo meu peito, quando dei por mim, já estava numa esquina suja de NY, comprando a minha droga, não esperei chegar a casa, ali mesmo na sarjeta eu a usei.

E encorajada pela droga eu liguei para o celular dele, sua voz era a mesma voz que eu amava ouvir, e como uma enorme covarde eu desliguei o telefone, e me joguei no chão em choro, logo passou um carro da policia e eu sai de La antes que fosse presa, confundida com alguma baderneira.

Aquela noite eu rodei a madrugada inteira e consumi toda a droga que comprei, e mais uma garrafa de vodka.

Quando o dia amanheceu, eu me vi dormindo no banco de um ponto de ônibus. Cena deprimente, me senti um lixo!

Quando abri os olhos e vi que uma menininha me encarava, ela estava de mãos dadas com uma mulher, provavelmente sua mãe, e quando eu a encarei ela sorriu para mim, sorriu doce, de uma forma que eu não merecia. Da mesma forma de Susan me sorriu quando todos me viravam a cara. Foi quando me lembrei do presente que ela havia me dado, o seu tesouro, eu nunca havia aberto e folheado ele.

Levantei-me daquele lugar sujo, e me encolhendo no casaco. E segui a pé para minha casa, já que não tinha um tostão no bolso, tinha gastado toda a grana que tinha em drogas e álcool.

O tesouro de Susan me abriu os olhos, as palavras dela ali a cada linha escrita, me faziam quase ouvi-la falar, eu tinha certeza que ela era meu anjo.

Em uma das passagens de seu tesouro, eu li o que me fazia levantar a cada dia da cama e lutar contra a vontade de se drogar. Mantinha-me firme na promessa que fiz em minha mente quando soube que estava grávida, de proteger o pequeno ser em meu ventre.

Livro diário de Susan quando ela tinha 10 anos de idade.

*Hoje eu pedi em minha oração a Jesus, que me protegesse que fizesse meus pais orgulhosos de mim assim como sou deles, sei que um dia irei ser grande e forte um suficiente para ganhar esse bichinho que tem dentro de mim e vou ficar boa para deixar todos que eu amo feliz, então eu vou pedir ao meu anjo da guarda que leve esta mensagem pro meu amado Jesus cristinho.

Jesus, hoje quero pedir-lhe uma porção de coisas, porque eu sei que você escuta sempre a oração dos pequeninos.

Veja Jesus, eu sou ainda uma criança, mas faça que eu cresça e seja gente de verdade, como papai e mamãe. Que eles sejam muito felizes; que eu os ame sempre seja uma filha obediente, e um dia grande e bom como eles.

No domingo que passou ouvi meu pai dizer durante o culto que um dia você disse: "Deixai vir a mim os pequeninos". Então, Jesus, acolha nos seus braços a mim, todos os meus coleguinhas e as crianças do mundo inteiro. E também a aquelas que ainda vão nascer como a filha da senhora Madison, que esta com um barrigão e disse que a Anne esta quase nascendo.

Que todas nós sejamos alegres e felizes, e amanhã possamos fazer alguma coisa por aqueles que hoje fazem tanto por nós. Jesus, eu lhe peço: fique sempre conosco e abençoe, hoje e sempre, todas as crianças do mundo inteiro. Amém.

A doçura de criança de Susan me fez ver como ela pediu a Deus para continuar vivendo, mas ele a levou, e por um propósito maior com certeza. Ela agora deve estar tocando harpa com muitos outros anjos, e de onde ela estar, ela deve olhar por mim, e tenho certeza que Deus também, ou ele não me enviaria esta criança que esta se formando em meu ventre.

Há dois dias eu fiz uma ultra e estou com sete meses, mas ele ainda é tão pequenino, meu menininho mesmo com dificuldades esta crescendo em minha barriga.

Eu descobri que era um menino a menos de dois meses, e fiquei maravilhada com a idéia de ter um menininho com aqueles olhos que eu amo tanto, mas a forma que sai da vida dele tem certeza que nunca mais ele me perdoaria, ele fez tanto por mim e eu hoje posso ver que fui uma impulsiva, agi da forma que na época achei estar sendo correta, mas estava sendo infantil e mimada.

Reconheci tarde demais que nunca iria deixar de amar aquele ser tão lindo e bondoso que me amou com todos os meu defeitos.

O mais estranho foi que depois que Sai da vida dele, eu nunca mais tive aqueles sonhos estranhos, e quando sonhava eram tomados por momentos maravilhosos que vivi com meu amor.

...

Era por volta de 11 e meia da manhã e estava arrumada esperando por Helen, tínhamos combinado de almoçar juntas, para ela de despedir de mim, porque a noite ele iria viajar para as férias de verão com Ben, o romance deles ainda durava mesmo a distancia, namoravam por telefone e skyper.

Quando o interfone tocou eu já sabia que era Helen, e pegando a minha bolsa eu sai do meu apartamento, vestindo uma sapatilha baixa e um vestido curto mais larguinho na cor nude, com uma faixa amarrada na cintura.

- Ola amiga, como vai meu afilhado hoje? – Helen disse quando eu entrei no seu carro.

- Esta mexendo como nunca, um tanto agitado! – Eu respondi passando a mão sobre a minha barriga nem tão grande para sete meses, e era verdade ele estava mexendo bastante, depois de passar a semana inteira mexendo pouquíssimas vezes.

Almoçamos num restaurante Italiano que eu adotei como favorito nos últimos dois meses, e foi muito bom conversar com minha amiga e ouvi-la fazer planos para seu futuro, e dizendo sobre sua viajem de férias, eu a adorava, e vendo-a feliz me fazia bem.

Helen me deixou em casa no inicio da tarde, estava me sentindo cansada, e uma leve pressão no baixo ventre. Resolvi descansar para poder ir a noite acompanhá-la ao aeroporto, ao invés de segui-la até o shopping como Helen sugeriu.

Entrei em casa tirando minhas sapatilhas, meus pés estavam muito inchados há quase um mês, o medico disse que era por conta da pressão alta, mas que não era o caso de me preocupar, era comum grávidas ficarem com os pés inchados mesmo sem terem pressão alta, mas no meu caso agravou. Tranquei a porta e fui direto pro meu quarto, joguei minha bolsa em qualquer lugar e me deitei na minha cama, e acabei pegando no sono.

Quando acordei já era noite, e ao me levantar senti uma forte pontada na barriga, precisei respirar fundo e esperar alguns segundos para dar algum passo, fui até o banheiro e lavei meu rosto. Sai em direção à pequena cozinha para fazer um lanche, um dos meus lanches naturais, já que estava proibida de comer inúmeras coisas, inclusive pizza, ou lasanha por conta do meu colesterol também alto.

Me sentei no sofá frente à TV, comendo um sanduíche de pão sírio com ricota e frango e um copo de suco de maçã, zapeando pelos canais de TV. Até que enjoei e voltei pro quarto para me deitar mais confortável, o peso no pé da barriga estava demais, e o desconforto em ficar sentada piorava a pressão no local.

Quando cheguei ao quarto meu celular tocava baixo dentro da bolsa.

- Oi – Eu respondi e resmunguei sentindo outra forte pontada na barriga. – Ai!

- O que você tem Bella? – Helen perguntou nervosa do outro lado da linha.

-Não é nada amiga, é só o desconforto da gravidez mesmo, me diz por que esta ligando? Ainda é cedo pro seu voo!

- É por isso mesmo que estou te ligando, teve um probleminha e tive que adiar meu voo, e vou embarcar de madrugada, então vou passar ai daqui a pouco para te dar um beijo. E não precisar ir comigo ao aeroporto! –

- Tudo bem amiga, então venha, vou fazer uma salada pra nós!

Desliguei o telefone e vi que ainda eram sete horas da noite, deite-me na cama e relaxei o corpo, descansando mais um pouco.

Helen chegou por volta de nove e meia da noite, e fui atender a porta. Quando minha amiga entrou ela me deu um beijo e foi direto para a cozinha e eu a acompanhei. A observei abrir a geladeira e separar ingredientes para nossa janta, filés de peixe e salada verde com grãos de bico.

Conversamos por quase duas horas e quando Helen foi embora eu fui direto pro banheiro e tomei uma ducha quente relaxando meu corpo pesado, e vestindo uma camisola de algodão que ia até o joelho, eu me deitei na cama sem por uma calcinha, era impressionante como o elástico da calcinha me incomodava nos últimos meses.

Meu sono foi tranqüilo até as cinco da manhã, quando fui despertada por uma dor que passou pela minha bacia e atingiu o baixo ventre numa cólica forte que me fez curvar o corpo na cama, o grito não veio, eu não tinha fôlego para gritar por conta da forte dor, e ela durou cerca de um minuto, e quando passou senti que minha cama estava totalmente molhada, e então eu me desesperei, minha bolsa havia estourado, mas ainda era muito cedo pro meu pequeno querer nascer.

Levantei o mais rápido que pude, e indo até o meu closet eu peguei uma pequena maleta azul, que tinha uma troca de roupas minha, duas camisolas, e roupinhas de bebe, e ainda documentos e exames e números de contato, tudo que meu medico disse que deveria deixar pronto assim que completasse sete meses.

Não me importei em me trocar, apenas vestir por cima um sobre tudo e sai de casa com a pequena maleta nas mãos, assim que cheguei ao hall do meu prédio o porteiro me ajudou e conseguiu um taxi para mim, e assim fui parar no hospital.

E após ser atendida por uma enfermeira que me pareceu muito gentil, eu não vi mais nada, a dor veio tão forte que eu desmaiei.

FIM DO POV DE BELLA

A enfermeira gritou por uma maca e logo Bella foi levada para a sala de parto, sendo induzida a uma cesariana, já que estava desacordada. A enfermeira vendo o conteúdo de sua pequena mala pegou todos os seus documentos e fez a ficha dela, e procurou ligar pros números que tinham num bilhete.

O numero de primeira urgência era o de Helen, mas ele estava desligado, provavelmente pela hora ela ainda deveria estar no avião, então a enfermeira viu que tinha um segundo numero, ela ligou, mas também caiu na caixa postal.

O bebe nasceu muito pequeno, com má formação nos pequenos pulmões, e Bella teve um principio de eclampse, quase a perderam na mesa de cirurgia, e agora ela estava descordada mais fora de perigo, mas o pequeno bebe lutava pela vida na UTI NATAL do hospital.

Era por volta das sete da manhã quando a enfermeira tentou os números novamente, e o primeiro continuava desligado, mas ao ligar para o segundo numero ele chamou duas vezes até que a vozeia de soprano atendeu.

- SIM!

- Senhorita Alice Masen?

- Sim é ela, quem fala?

- Aqui é do Rochester Medical Center, eu encontrei seu numero na agenda de uma paciente.

– Que paciente?

- Isabella Swan, ela deu entrada aqui esta amanhã em trabalho de parto e este numero estava em sua maleta para números de urgência, qual o parentesco da senhorita com a paciente? – A enfermeira perguntou e ficou calada por uns segundos esperando a resposta que não veio.

— Alo! Ta me ouvindo? Senhorita Alice, ainda esta na linha? – A enfermeira perguntava, até que resolveu desligar o telefone.

Outra enfermeira que estava no posto de enfermagem disse. – Tente mais tarde Ângela! – E continuou a assinar a alguns prontuários.

- Eu vou tentar sim! Deixe me ver como ela esta, já que ela pode acordar a qualquer hora, e sozinha, pobrezinha! – Ângela disse e saiu, ela tinha pouco tempo trabalhando como enfermeira, e ainda tinha o coração amolecido, e quando algumas outra enfermeira mais antiga dizia que logo ela deixaria de se abater com todo paciente, ela duvidava disso.

...

Alice acordou cercada por empregados, seu pai não estava em casa, havia passado a noite fora de casa e ela nem tinha idéia de onde.

Alice olhou em volta e piscou os olhos voltando à realidade. Quando o choque passou por sua mente ela grito. – Bellinha! Oh my god!

Alice deu um pulo do sofá e correu a sala atrás do celular, e quando encontrou retornou a ligação.

- Alo! Aqui é Alice Masen, eu acabei de receber uma ligação sobre uma paciente chamada Isabella Swan.

- Sim. – A voz da enfermeira era de pouco caso. – Vou chamar Ângela, ela foi à enfermeira que te ligou só um momento.

- Não! Espera, me diga o que aconteceu com a Bellinha? – Alice perguntou nervosa.

- Ah! Ela teve bebe. – A mulher respondeu como se isso não fosse nada.

Alice abriu um enorme sorriso e começou a pular e gritar. – Oh God! Eu sou titia, eu sou titia! – E de repente ela caiu em si, e na noticia. – Como assim ela teve bebe?

- Ué minha filha, você não sabe de onde os bebes vem? – A enfermeira fria debochou de Alice.

- É claro que eu sei! – Alice respondeu ofendida.

- Então ta! Pelo menos isso! Vou chamar a Ângela. – A enfermeira colocou o fone sobre a mesa e saiu para ir chama Ângela no quarto da paciente. A enfermeira Martah ela tinha quase vinte anos de profissão e saco algum para o chilique das pessoas.

...

Alice estava aflita e se sacudia enquanto esperava a enfermeira na linha, e quando ela atendeu ao telefone o coração de Alice disparou.

- Alo Alice? – Ângela perguntou.

- Sim, como esta a bellinha? – Alice foi logo perguntando.

Ângela respirou fundo e começou a explicar a situação de Bella, inclusive à do bebe, que era bem delicada, e Alice já chorava de soluçar do outro lado da linha, e quando a enfermeira terminou de explicar tudo Alice tomou fôlego e disse.

– Irei embarcar no primeiro voo, e já estou chegando ai!

Alice desligou o telefone e correu pro seu quarto para arrumar tudo que iria precisar.

E quando desceu as escadas correndo e arrastando a mala pela mão Carlisle entrava em casa.

- Hey! Aonde é o incêndio? – Ele perguntou com a cara amassada,assim como suas roupas, Alice o encarou de cima a baixo e disse seria.

- Acho melhor o senhor tomar um banho e curar essa ressaca! E depois pegar o primeiro voo para NY, para conhecer seu neto, antes que seja tarde demais! – Alice disse e saiu de casa batendo a porta. Deixando Carlisle a encarando sem resposta.

Durante o pequeno percurso até o aeroporto Alice se viu na obrigação de ligar pro seu irmão, mas tinha medo que ele não a atendesse como vinha fazendo há vários meses, então mandou uma mensagem de texto e rezou para que ele lesse.

...

Edward passou toda a manhã no mar, e quando voltou pra casa tinha um peixe de pelo menos uns três quilos preso por ganchos num cinturão em sua cintura, e segurava o arpão numa mão e na outra tinha sua prancha em baixo do braço.

Largou seu arpão e prancha na varanda e entrou em casa indo direto para cozinha para limpar seu peixe, e não viu seu telefone ascender com mensagens não lidas.

Ele limpou, temperou, e pôs o peixe no forno de pedra que tinha na cozinha e foi tomar um banho.

Vinte minutos depois ele voltava com uma toalha enrolada na cintura e outra ele secava os cabelos molhados quando passou pela sala. Foi ai que ele viu o telefone ascender o tempo todo.

Ele largou a toalha em cima de uma cadeira e pegou o celular, quando ele leu na tela a mensagem, suas pernas bambearam e ele caiu sentado na cadeira, e sussurrou. – Bella!

Estou indo para NY conhecer meu sobrinho, pegue o primeiro voo e volte para a Bellinha!

De. Alice

Continua...

Notas finais
E então...me contem tudooo...devo dizer que não tenho tido tempo para respoder review por review...mas que leio a todos sempre, e me divirto demais com seus comentarios... é muito bom saber o que estão acgando sobre a fic...beijos e um otimo fim de semana ara todos, eu volto com um novo capitulo na segunda ou terça. Povavelmente na segunda se tudo der certo...
beijos e até!