O Solitário

7 Capítulo 7 - Ataque Noturno


A escuridão ajuda Olig a se aproximar de mais um regimento que lhe procura. Eles estão todos acordados, apesar do tardar da hora.

Mas ele não se preocupa com isto. Mais uma vez a caça se tornará caçador.

Deve haver uns vinte sentinelas, mas ele parte em silêncio e, um a um, os derruba, antes que tenham qualquer tipo de reação ou possam alertar seus companheiros.

As armas dos Sapiens são realmente muito boas, mas são muito barulhentas. Nestas horas de infiltração, nada é melhor do que uma boa e velha faca Magnon.

As sentinelas foram tombadas. É hora de Olig realizar mais uma vez sua vingança.

Ele caminha por entre as tendas e cabanas, até chegar ao centro do acampamento e, retira um objeto de seu embornal.

Após digitar algumas teclas, ele larga o objeto e sai, tão silenciosamente quanto entrou e caminha rumo às montanhas.

Do alto da ravina, ele ouve os gritos de soldados que localizaram os corpos de seus companheiros. Depois olha para seu cronômetro e pensa : "tarde demais".

A explosão acontece no momento seguinte.

Olig não usou uma bomba tão poderosa quanto a Bomba V, mas usou uma forte o suficiente, para que as ondas de choque o atingissem no topo da montanha.

Ele observa a destruição causada pela explosão, enquanto os ventos tremulam seus cabelos e vestes.

Após alguns minutos, ele desce para conferir o resultado de seu trabalho. Todos mortos. Nenhum dos soldados teve tempo de fugir. Melhor assim. Ele não gosta de matar moribundos Sapiens com sua faca Magnon.

Após conferir se sobrou algum armamento em condição de uso, Olig parte. Em direção à capital da Nação Sapiens. Em direção ao seu destino.