O Segredo dos teus Olhos
13 Capítulo XIII - A Cabana parte II
Notas iniciais
Lorenzo e Clara se amaram noite adentro dormiram serenos e cansados, horas depois Clara acordou ainda era madrugada, saiu da cama lentamente Lorenzo a abraçava como se não a quisesse perder, mas ela calmante se desvencilhou de seus braços e saiu da cama, colocou o robe e foi para a cozinha, precisa comer algo, estava com fome. Na cozinha pegou pão e queijo e fez um chá, ela não estava tomando nada com álcool por recomendação médica. Lorenzo sentiu que o calor do corpo dela já não estava ali, assustado se levantou vestiu a calça e saiu.
L: Meu amor, que suto. Acordei e não te vi pensei que tinha ido. — falou e olhou para ela que devorava um sanduiche, ele riu. – Estava com fome e nem me chamou.
C: Vida estava morrendo de fome como se não como há dias. – riu e voltou a comer, ofereceu a outra metade para ele. — Você quer minha outra metade, mas terá que fazer outro para mim ainda estou com fome, sim. — colocou o prato na frente dele e sorriu. Lorenzo abriu uma garrafa de vinho que estava na adega da cozinha e pegou duas taças, abriu e serviu os dois.
C: Obrigada meu querido, mas não posso tomar nada de álcool por um tempo, e estou tomando chá. – ela empurrou a taça para ele de volta e continuou a falar. – Estou tomando medicamentos para ter uma gestação saudável, pois na minha idade é gravidez de alerta, ainda não é de risco, mas temos que cuidar. – Lorenzo parou de tomar o vinho e deixou a taça cair no chão, estava em choque, um choque de felicidade, depois de uns segundos ela caminhou até ela, ajoelhou-se na frete dela e beijou seu ventre com lágrimas nos olhos. Clara observou e sorriu chorando.
L: Minha vida você me dará outro filho, isso é a mais pura felicidade, eu não.... Estarei do seu lado sempre, quero ver ele crescer a cada dia aqui. – tocou o ventre dela e beijou. – E ver crescer aqui fora com a família. Clara de quanto tempo, e por que não me contou antes.- se levantou e tocou seu rosto.
C: Eu iria contar para você no dia da festa, pois estava desconfiada, mas aconteceu tudo, e voc....- ele não deixou ela terminar de falar e a beijou.
L: Sim me perdoa, mas tem que entender que passei tanto tempo longe de você sem saber nada sobre ti, e quando voltou só via gaviões em sua volta, isso me deixou louco. – estava abraçado a ela, que fazia carinho em suas costas.
C: Eu sei, mas isso terá que mudar, e terá que ser rápido. Por que quando falar para todos que estou grávida, ahhh Lorenzo meus irmão vão te matar. — deu uma gargalhada gostosa e ele a seguiu fez um sinal para que ela o esperasse e saiu da cozinha.
L: Aqui, isso não vai ser problema. – pegou a mão dela e colocou a aliança novamente no dedo dela. – E então aceita casar comigo amanhã?- sorriu e a beijou.
C: Amanhã é domingo e padre Benito celebrará a missa na cidade, Vicente e Antony estão na capital, Enzo e Isabella estão na sua fazendo, ou seja, amanhã esta fora de cogitação, e sexta feira será aniversario do Enzo. – ela saiu dos braços dele e foi em direção a porta. — Uma semana, teremos uma semana para nos organizar e praticar mais até a lua de mel. – andou rápido em direção ao quarto sabendo que Lorenzo a seguia.
L: Praticar, hummm, já estou gostando disso. – deu uma gargalhada e a pegou no colo. Você é minha vida, eu te amo tanto. – ele a deitou na cama e desamarrou o robe dela e começou a beijar seu pescoço percorrendo todo seu corpo com beijos e se amaram mais naquela madrugada.
Era manhã Clara acordou e não vou Lorenzo ao seu lado, levantou foi ao banheiro tomou um banho rápido e saiu, ao entrar na sala sentiu cheiro de café, sorriu e foi para a cozinha, à cabana não era tão grande mais depois da reforma tinha ficado mais aconchegante. Lorenzo estava fazendo um delicioso omelete, a mesa estava arrumada e tinha até flores.
C: Adoro omelete, e com esse café preparado por você, ou melhor, tudo preparado por você, e acho que é a primeira vez que você prepara um café para mim. – falou abraçando ele por trás e beijando suas costas.
L: Em primeiro lugar não é omelete, é "malassada", como diria minha mãe. D. Angelina ainda faz todas as manhãs para mim. Em segundo esse é o primeiro de muitos, e em terceiro você vai preparar o almoço para nos três. – virou e a beijou com ternura. – Vem sente aqui, eu iria te chamar, mas como a senhorita já acordou. – ajustou a cadeira para ela se sentar e a serviu, frutas, suco, café, "malassada"
A manhã passou rápido para os dois, ficaram horas conversando, sobre Enzo, e a preocupação de Clara em relação a saúde dele. Sobre que ela achava que Fabrizio iria aprontar logo, falou que achava que Enzo estava "curioso" sobre Luiza, pois via as trocas de olhares deles, Falaram sobre as empresas que e o que pretendiam no futuro, planejaram o futuro deles juntos. Clara fez o almoço, depois descansaram um pouco, era inicio da tarde, quando Clara chamou Lorenzo que dormia sereno.
C: Meu amor, acorde, sim vamos dar uma volta na cachoeira, Lorenzo, acorda soneca. – ela riu e ele a pegou e um giro a colocou debaixo dele.
L: Onde pensa que vai vestida com esse pequeno maiô, você é uma mulher quase casada e esta gravida de um filho meu, não quero você assim por ai, mas podemos ficar aqui assim, de chamego, hum. – ele beijou o rosto dela que sorria feliz, desceu os beijos para o pescoço onde mordeu a ponta a orelha dela, mordiscou mais o pescoço e chegou entre os seios dela que inalou forte ali sentido o cheiro dela, o cheiro de sua amada.
C: Lorenzo para, isso não é justo, quero ir na cachoeira com você, e quero que você em ame lá. – falou gemendo tentando sair debaixo dele, tentando resistir as investida dele, e sentindo o membro dele roçar suas pernas, pois ele estava nu e ficando ereto para ela. – Vamos amor na cachoeira.
L: Clara está frio lá fora e vai chover, eu quero você na cachoeira, mas quero você aqui e agora. – falou beijando o ombro dela e descendo a alça do maiô.
C; Amor estou com desejo. – ele parou na hora de beijar e se levantou olhando para ela.
L: Me fala o que você quer, eu vou buscar e se não conseguir mando buscar onde for, vamos me fale o que quer comer, qual é so seu desejo minha vida. – falou todo apressado, olhando onde estavam suas roupas, para ir buscar o que ela queria comer. Clara sentou na cama e começou a rir alto, do jeito dele, de como ele estava se, portanto com ela gravida.
C: Vida vem aqui. – ela abriu os braços e ele foi. – Eu tenho desejo de ter você comigo assim, juntinho, mas hoje meu desejo é que você me ame na cachoeira, sei que esta frio, mas quando estivermos lá ficaremos quentes, sim. – o beijou com amor, depois de muitos beijos eles foram para a cachoeira. Lorenzo ficou de olho caso alguém além dele estivesse ali,
L: Clara vai com cuidado, sim além de fria a água esta descendo a correnteza para o outro lado. – falou apontando para o lado onde as águas da cachoeira descia para o lago maior que era muito profundo. – Vem pra cá Clara, desse lado não. – falou entrando na água que para ele estava congelante, quando se deu por conta Clara tinha sumido. – Clara, Clara, que inferno falei pra não ir, Clara cadê você. – ficou procurando por ela, seu coração estava a milhão, não sabia onde ela estava, e já estava pensando bobagem quando a ouviu rindo e se virou, ela estava na pedra sentada olhando para ele que estava olhando em outra direção.
C: Você acha mesmo que ainda sou aquela menina, que não sabia nadar, e tinha medo de tudo que não podia ver na água, que se assustava com um simples folha boiando, achando que era um bicho. Lorenzo essa menina virou uma mulher, a mãe do seus filho e sua mulher, agora para de gritar e venha aqui. E me ame sim que já estou congelando nessas águas.
Lorenzo mergulhou e foi até ela, quando chegou puxou as pernas delas que entrou na água gelada novamente, ela deu um grito e o abraçou.
L: Ué não queria que eu te amasse na cachoeira, agora aguenta a água frio. – deu uma gargalhada e a abraçou com beijos quentes.
C: Amor eu sei que, bom vamos ser rapidinhos tá aqui ta muito frio, e olha. – mostrou as mãos para ele, as pontas estavam ficando roxas de frio. – Rapidinho e vamos voltar pra Cabana. Lorenzo sorriu maldoso e pegou as mãos dele e colocou no membro dele.
L: Vamos esquentar.....- ele a ajudou ela a esquentar aas mãos até que ele estivesse ereto, e quando um movimento ele a suspendeu e colocou o maiô de lado para que pudesse penetra-la, foram estocadas rápidas e fortes, Clara gemia e ele via que seus lábios estavam ficando arroxeados, ele ficou com medo. – Vamos Amor, goze, vamos esta frio aqui.- ele fez movimentos intenso e Clara gemia, ele apertou o traseiro dela que gemeu mais e sentou que os dedos deles gravavam na sua carne e por ele ter a mão grande a pegada ficava melhor. – Ahhhhhhh Clara vamos vá minha vida, rebole, assim.
Clara gemeu alto e gozou, Lorenzo fez deu mais umas estocadas e gozou, saindo da água com ela nos braços que tremia de frio, ele colocou uma manta por cima dela e deixou o restante das coisas ai e subiu para a cabana, Clara estava gelada e não falava nada, estava abraçada a Lorenzo que estava irritado, por fazer a vontade dela e ir para a água gelada. Chegando na cabana ele entrou rápido para o banheiro e colocou ela sentada no balcão da pia e foi ligar o chuveiro bem quente para aquecer ela mais rápido. Ela estava triste, por mesmo sabendo que estava frio insistiu para ir, e agora ela estava gelada e tremendo de frio.... estava ficando mais roxa.
L: Ah Clara, se você ficar doente e acontecer algo com você ou como nosso filho eu nunca vou me perdoar. – ele a colocou debaixo da água quente e saiu deixando ela ali. – Fica aqui eu já volto. – ele saiu do banheiro arrumou um cobertor e colocou na cama, ascendeu a lareira, fez o mais rápido que podia, quando voltou para o banheiro Clara estava sentada no chão deixando a água escorrer pelo seu corpo. E ela estava chorando, por ter feito o que fez.
C: Eu virei àquela adolescente burra, fazendo isso, entrando naquela água frio, mesmo você tendo me dito para não fazer, me desculpe. To ficando velha e burra. – ele não falou nada a pegou no colo desligou o chuveiro a secou e colou um roupão e a levou para cama, a deitou colocando o cobertor por cima dela, beijou sua testa, não era um beijo simples ele queria sentir se ela estava ainda gelada ou quente demais.
L: Vou fazer um chá para você, já volto. – ele ia saindo e ela segurou sua mão. – Eu já volto, sim. – ele a beijou e saiu. Minutos depois voltou com o chá, mas ela estava dormindo, e ele não quis acordá-la. Entrou no banho ficou ali por um tempo se secou vestiu uma cueca e deitou junto a Clara.
Horas depois já se fazia noite, quando Lorenzo acordou e ouviu Clara gemendo, um gemido baixinho como se ela estivesse com dor. Lorenzo sentou algo molhar o lençol, olhou para Clara que estava suando e ardendo em febre, tirou o cobertor e viu sangue na cama, ele saltou da cama, se vestiu rápido e a pegou nos braços e a levou para o carro, ele acelerou o que pode e segui para o hospital. Ele entrou com ela nos braços e pedindo ajuda. Ele a colocou em uma maca e eles a levaram, uma enfermeira mandou que ele esperasse aii.
Lorenzo passou um par de horas, ali, quando viu chegar Enzo, Luiza, sua mãe e Antony, que logo partiu para cima de Lorenzo o pegando pelo colarinho.
A: Se acontecer alguma coisa com a minha irmã eu te mato, te mato Lorenzo. – Enzo segurou o braço do tio, e pedindo que eles se acalmassem.
An: Parem vocês dois, estão como adolescente, resolvendo tudo a golpes. Vamos ser civilizados e aguardar os médicos. Agora meu filho o que foi que aconteceu na cabana.
L: Como sabia que esta lá mamãe?
An: Isabella.
L: Clara queria ir à cachoeira, eu falei que estava frio e que o tempo não ajudava, mas ela me convenceu, quando sai de lá com ela esta estava gelada e fomos pra casa, depois dormimos e acordei como ela com febre e gemendo. Ai mãe sabe que fiz besteira, se algo acontecer com ela e o ... Não vou me perdoar nunca. – ele iria falar mais como Clara não tinha falado com Enzo e nem com os irmãos não quis dizer nada.
Todos ficaram ali na sala de espera aguardando notícias de Clara, quando uma enfermeira veio.
En: Familiares de Clara DeMarco, Clara deMarco. – todos se levantaram e como um coro .
T: Aqui.
En: Podem entrar no quarto o médico esta com ela e os aguardam. Eles a seguiram quando Lorenzo olhou para todos e falou.
L: Peço a gentileza a vocês que me deixe entrar primeiro. Eu seu Antony é sua irmã, mas tenho que falar com ela primeiro, por favor.- eles se olharam e consentiram, mesmo Antony que estava bufando, fez que sim com a cabeça e Lorenzo entrou. Clara estava sorrindo quando ele entrou, foi meu que um alivio ver ela bem e sorrindo pois sabia que eles estavam bem.
C: Meu amor, estamos bem, e pode tirar essa cara de preocupação sim, Esse é Santiago o chefe interino do hospital e meu ginecologista e quem está cuidado de mim.
L: Prazer doutor, que bom e como eles estão. Bem preciso saber de tudo. – Santiago o cumprimentou sorriu.
S: Sim Clara e o bebê estão bem, é comum no inicio de uma gestação ter sangramentos, mas no caso de Clara fez bem e trazer ela de imediato para o hospital, a febre baixou com a medicação, os cuidados foram tomados e você já pode levar sua amada pra casa, mas com algumas restrições sim, nada de banhos gelado em cachoeiras, sim, — eles se olharam e deram uma gargalhada, que foi ouvida no corredor e os de fora se olharam e entraram correndo.
Continua......
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