O Resgate a Deusa- INTERATIVA
7 Caça a Bandeira parte 2- A Distração
Notas iniciais
POV PERCY JACKSON
Ainda não consegui entender o motivo da demora dos Stol, do jeito que são desconfiei que eles fossem tentar alguma coisa contra as caçadoras, só pra ganhar uma vantagem contra elas. Não sou a favor disso, mais também não posso culpa-los por fazerem isso, até por que com o pai que eles tem, já é de se esperar.
–Percy, você acha que eles estão com problemas? -Peter perguntou.
–Eles quem? -Eu disse.
–Connor e Travis, será que estão nas mãos das caçadoras? -Peter perguntou.
–Acho que não, eles são safos. Com certeza estão querendo criar um pouco de drama. -Eu disse.
–Ei, pessoal parem...-Johnny disse.
–Que foi? -Peter perguntou.
–Os ventos... Preciso escutar.-Johnny disse tomando uma expressão mais séria no rosto.
–O que quer dizer com isso Johnny? -Perguntei.
–Estou escutando flechas... pequenas explosões... vozes... -Johnny disse.
–Consegue identificar de quem são essas vozes? -Perguntei.
–Annabeth, Joshua... E outras que não consigo identificar.-Johnny disse.
–ANNABETH? ELA ESTÁ BEM? OUVIU GRITOS DELA? -Perguntei assustado.
–Não relaxa, os gritos não são dela. -Johnny disse.
–Como você consegue escutar tudo isso? Não tô conseguindo escutar nada.-Peter disse.
–São os ventos, eles que trouxeram os sons. -Johnny disse.
–Você consegue enviar mensagens pelo vento? -Perguntei. -Eu até posso, mais de nada iria adiantar, seria preciso ter um filho dos ventos por lá. Um filho de Zeus, Éolo, Zéfiro... Qualquer um iria conseguir escutar.
–Percy, devemos voltar? -Peter perguntou.
–Não, acho que não... Annabeth é corajosa, já passou por muitas coisas difíceis, e alendo mais ela é a nossa líder.
–Tudo bem então. -Peter disse.
Depois de andarmos uns 10 minutos nada de estranho nos aconteceu. Nenhuma armadilha mortal, nenhuma flecha banhada em veneno de górgona, nada, absolutamente nada, nenhuma caçadora. Tínhamos duas opções :Achar que aquilo era vantajoso ou ficar o mais alerta possível. No final das contas ficamos com a segunda opção.
–PREPAREM-SE! -Peter disse erguendo sua espada e tirando o escudo das costas.
–O que foi Peter? -Eu disse tirando a tampa de contra corrente e tomando minha posição.
–Abaixem, AGORA! -Johnny disse.
Não entendi direito o que Johnny queria mais assim que ele disse, tanto eu quanto Peter nos baixamos. Senti uma forte onda de vendo passar por cima das minhas costas. Quando me levantei vi Johnny terminando de girar uma lança.
–Vocês estão bem? -Johnny perguntou.
–Sim, estamos sim.-Consegui dizer.
–Johnny oque foi isso? -Peter perguntou.
–Sou filho de Éolo, Deus dos ventos. -Johnny disse.
–Poxa...-Peter disse.
–Johnny isso é legal mais por que fez isso? -Perguntei.
–Os ventos não trouxeram boas notícias. -Johnny disse.
–Como assim? -Perguntei.
–Escutei barulhos vindo da frente, caçadoras. Elas estão vindo. -Johnny disse.
–Johnny, sabe quantas são?- Perguntei.
–Não, mais é melhor assumir seus lugares. -Johnny disse.
–Elas estão perto, Percy PROTEJA-SE! -Peter gritou.
Senti passar bem diante dos meus olhos e bem perto de meu nariz a ponta da flecha fincar na árvore.
–MAIS QUE DROGA É ESSA? -Eu disse.
No mesmo instante Johnny fincou a ponta da lança no chão fazendo um redemoinho se formar no centro do chão.
–Johnny oque você vai fazer? -Peter disse.
–Somos a equipe da distração não somos? Pois então, vamos distrair! -Johnny disse.
Pode parecer estranho mais por um segundo senti meu corpo levitar com a força dos ventos. Vi uma caçadora sair de trás de uma moita e rodopiar pelo céu como uma folha rodopiando no meio do vento.
–Peter, Percy agarrem as árvores. -Johnny ordenou.
Não fiz diferente, me segurei em uma árvore com toda força que pude, e quando olhei na direção de Peter ele já estava com sua espada cravada na árvore e as mãos entrelaçadas em outra.
–Oque você vai fazer Johnny?-Gritei a Johnny.
–Distrair! -Johnny disse rodando sua lança e voando em direção a caçadora.
Fiquei segurado a árvore só observando tudo que eu podia. Quando Johnny pegou a caçadora pelos braços percebeu que não era uma caçadora, mais percebeu perto de mais. A caçadora que todos nós pensávamos estar desmaiada apenas rodopiando pelo ar na verdade era um bomba que explodiu no instante que Johnny enconstou nela.
Com o canto do olho vi dois vultos pularem em cima de Johnny e tirarem a lança de suas mãos. Ambas as caçadoras pareciam sedentas por sangue, se eu não soubesse que elas eram caçadoras eu poderia dizer que eram Fúrias.
–Percy, precisamos ajudar Johnny! -Peter disse gritando.
–Vamos sim.-Eu disse.
Peter tirou sua espada da árvore e foi correndo na direção de Johnny e das caçadoras. O impacto que Johnny recebeu da "caçadora bomba" fez os ventos de Johnny se dissiparem rapidamente. Ambas as caçadoras e Johnny já estavam no chão. Peter correu pra cima de uma, esta mesma que sacou uma espada e começou a duelar contra Peter. Quando cheguei mais perto de Johnny reparei que toda sua roupa estava chamuscada, a explosão não tinha sido tão grave assim. Johnny ainda iria sobreviver.
–Acho melhor se afastar filho de Poseidon. -A caçadora me disse.
–Ele é meu amigo, e ele vai comigo. -Eu disse erguendo contraconrrente.
–Não se eu ainda estiver aqui.-A caçadora disse entre os dentes.
Johnny ainda estava um pouco desacordado, foi então que aproveitei a vantagem. Investi direto contra a caçadora, que conseguia se defender muito bem com seu arco. Não podia deixar ela ganhar distância, eu tinha que mantê-la perto de mim, assim não daria pra ela empunhar uma flecha.
–QUER FICAR PARADA? PARE DE PULAR! -Ouvi Peter dizer.
Olhei na direção de Peter e vi que sua oponente estava apenas brincando com ele. Tentei alertar que se ele não parasse, logo iria se cansar e iria se tornar um alvo fácil. Mais fui surpreendido pela caçadora com cara de fúria. Ela desferiu um golpe com uma faca de caça em meu braço que me fez cair no chão.
–Ahrg! -Exclamei de dor. -O que você tá fazendo? -Perguntei.
–Destruindo você, Perceu Jackson. -Ela disse com uma voz fantasmagórica.
–Oque? -Perguntei.
–Você, filho de Poseidon, deve morrer. -A caçadora disse.
–Isso, é só um jogo, é contra as regras morrer. -Eu disse.
A caçadora investiu contra mim com sua faca de caça, era uma arma pequena, mais a caçadora era habilidosa, sabia quando atacar, quando recuar. Eu não podia deixar que ela me encostasse.
–Você é maluca? Tá querendo me matar? E nada da caçadora responder.
–Percy, se abaixa. -Ouvi uma voz dizer.
Me baixei na hora exata, e vi a caçadora ser arrastada floresta a dentro por uma lufada de vento.
–Johnny? -Perguntei. Você já está melhor?
–Ainda não tô 100%, mais posso ajudar meus amigos quando eles precisarem.
–AHHHRG! — Ouvi Peter gritar.
Fomos na direção dele que estava com uma grande ferida nas pernas, urrando de dor.
–Peter, oque aconteceu? -Perguntei.
–Essa caçadora, ela não está normal. -Ele disse.
–Mais desde quando elas são normais? -Johnny perguntou.
–Não é isso, Johnny. Olhen pra ela. -Peter disse apontando para a caçadora que estava no chão se contorcendo.
–Oque houve com ela Peter? Oque você fez? -Perguntei.
–Não fiz nada. Ela que está assim por si só. Quando ela me atacou sua voz ficou diferente, ficou parecendo que era de um...-Peter disse tentando se lembrar.
–De um fantasma. -Eu disse.
–Fantasma?- Peter perguntou.
–Não é um fantasma, é um Eidolon.-Ouvi a voz de Annabeth atrás de mim dizendo.
Olhando pra trás percebi que Annabeth estava ótima, sã e salva. Sua equipe também estava em perfeitas condições. Jake e Elizabeth estavam com suas roupas um pouco surradas, mais pareciam estar bem. Matthew e Joshua aparentavam um pouco de cansaço, mais ainda sim estavam firmes. Não contive minha emoção e fui correndo abraçar Annabeth. Annabeth me devolveu o abraço com ternura, carinho e amor. Parecia que não nos víamos a séculos. Despertei do momento quando Matthew perguntou:
–Oque que está acontecendo com ela? -O filho de Quione perguntou apontando para a caçadora que se debatia e se contorcia.
–Ela está lutando contra o eidolon. -Annabeth disse.
–Oque é um eidolon? -Peter perguntou.
–Eidolons são espíritos de possessão. Eles conseguem entrar em seu corpo e controlar, suas ações, suas vontades, se um eidolon te possuir pode ser o seu fim.-Annabeth disse chegando mais perto da caçadora que se debatia.
–Nunca vi ninguém lutar contra um eidolon desse jeito. -Joshua disse.
–De que jeito ?-Perguntei.
–Olhe, ela está lutando contra o eidolon, nunca vi algo do tipo, ela está lutando por dentro. -O filho de Hecate disse.
–Jake rápido, ela precisa de sua ajuda. -Elizabeth disse.
–Ah, sim claro. -Jake disse. Jake chegou mais perto da caçadora, respirou fundo e começou a falar.
–Saia! Agora! Você é um espírito, seu lugar não é aí.-Jake dizia.
Era claro que Jake usava o charme pra poder fazer com que o eidolon saísse do corpo da caçadora. Mais realmente fiquei impressionado com o poder que emanava da voz de Jake, eu mesmo fiquei com vontade de executar as ordens que Jake dava aos eidolons. A caçadora se contorcia e se revirava de dor.
–Vamos, saia! -Jake ordenava.
–Será que não é melhor parar? Ela não parece muito bem. -Peter disse
–Tem que continuar, ela precisa ser salva. -Annabeth disse seriamente.
–Não se preocupe, as caçadoras são fortes, ela vai ficar bem. -Elizabeth disse.
Derrepente os olhos da caçadora ficaram dourados, tão dourados quanto o ouro. Ela olhou pro ceu e com a boca gritou. Não foi um simples grito de dor, ou alerta, mais pareceu ser sim um grito de alívio. Depois do ato a caçadora caiu desmaiada.
–Ela está bem? -Perguntei alarmado.
–Ela vai ficar, ela é forte. -Matthew disse.
–Que bom, mais na boa gente, eu não quero ser indelicado nem nada, mais alguém pode me explicar oque está acontecendo por aqui? -Joshua perguntou.
–Eu também gostaria de saber.-Peter disse.
–As caçadoras estão com problemas. -Annabeth disse seriamente.
–Problemas? -Perguntei. -Que tipo de problemas?
–Eidolons. -Ela disse.
–Não são todas, mais parece que ao menos 1 caçadora de cada grupo está possuída por um eidolon.
–Nós tivemos que lidar com uma caçadora possuída por um eidolon, conseguimos deter ela, e agora vocês tiveram que lidar com essa. -Matthew disse.
–Duas já foram, agora falta apenas uma. -Joshua disse.
–Mais como vocês sabem de tudo isso? -Johnny questionou.
–Nós interrogamos o eidolon antes de expulsa-lo. -Elizabeth disse.
–Com a sua ajuda, certo Jake. -Eu disse olhando para o filho de Afrodite.
–Sim, é só saber usar as palavras certas. -Ele disse um pouco constrangido.
–Bom, então acho que agora precisamos ir atrás de Clarice o os outros.
–Annabeth disse. Todos concordaram e decidimos ir para o ponto onde Clarice estaria com os outros.
–Joshua, consegue sentir a Megan? -Annabeth perguntou.
–Não consigo dizer, eu sinto magia mais é diferente,não consigo explicar.-Joshua disse.
–É como se algo, ou alguém estivesse nos confundindo. -Johnny disse.
–Exatamente. -Concordou Joshua.
–Tudo bem, então eles estão a um passo antes de nós. -Elizabeth disse.
–É estranho, não consigo imaginar que simples espíritos de possessão possam estar criando tudo isso. Oque eles ganhariam afinal. -Peter disse.
–Desconfio que tenha alguém ou até mesmo outros por trás disso. -Annabeth disse.
–Então oque faremos? -Perguntei.
–Uma coisa de cada vez, vamos nos concentrar em ajudar os outros e tirar todos daqui em segurança. -Annabeth disse.
–Pessoal, olhem. -Matthew disse apontando para frente.
Clarice, Natalie, Connor, Travis e Carol, todos eles estavam caídos no chão. Estavam machucados, parecia que um furacão tinha passado por cima deles. As armas deles estavam jogadas pelo chão, ossos de esqueletos rodeavam todos eles, destroços de flechas por todos os lados era evidente que ali tinha ocorrido uma batalha, e que infelizmente eles perderam.
–Onde está meu irmão? Onde está Juan? -Peter questionou.
–E Megan? Onde ela se foi? Não consigo nem ao menos sentir sua magia. -Joshua disse.
–Ótimo, antes era só os Sttols que estavam sumidos, agora Juan e Megan também estão. -Johnny disse.
–Rápido, vamos ajudá-los. -Jake disse correndo na direção deles.
–JAKE NÃO! -Annabeth gritou segurando o garoto com suas mãos.
Bem enfrente aos pés de Jake uma flecha fincou no chão, reparei bem na flecha e percebi que a flecha estava banhada com veneno de cobra.
–Mais, mais... -Jake disse.
–É uma armadilha.-Annabeth disse.
–Devemos tomar mais cuidado, não podemos esquecer que elas são caçadoras. -Johnny disse.
–Annabeth, está pensando o mesmo que eu?-Peter perguntou.
–Sim.-Annabeth disse.
–Oque vocês estão pensando? -Perguntei.
–A flecha veio daquela direção. -Annabeth apontou pra cima em direção a direita. Então é óbvio que ali tinha uma caçadora.
–Como assim tinha?- Joshua perguntou.
–Ali tinha uma caçadora, ela atirou a flecha e como a flecha não acertou o alvo, obviamente ela saiu dali. -Peter respondeu.
–Se ela não saísse dali ela seria um alvo fácil pra nós. E como você mesmo disse Johnny, não podemos esquecer que elas são caçadoras. -Annabeth completou.
Depois dos filhos da guerra se pronunciarem sobre o ocorrido, ficamos um tempo em silêncio. Até que finalmente, Matthew quebrou o silêncio:
–Annabeth, oque faremos, se as caçadoras ainda estão aqui não podemos ficar parados.-O filho de Quione disse.
–E além disso temos que fazer alguma coisa pra ajudar os outros. -Jake disse.
Annabeth, olhou pra nós com uma expressão serena no rosto e disse:
–Não se preocupem, Atena sempre tem um plano.
–Annie, qual é o plano. -Perguntei.
–Elizabeth. -Annabeth olhou para a filha de Hades. -Preciso que convoque esqueletos pra nos ajudar, eles faram parte da distração.
–Pensei que Elizabeth era parte da defesa.-Johnny disse.
–Planos mudam conforme a guerra muda. -Peter disse.
–Isso mesmo Peter, e quanto a você Johnny. -Annabeth fulminou com os olhos o filho de Éolo. -Você vai fazer os ventos carregarem Clarice e os outros até nós. Entendeu? -Annabeth perguntou por último.
–Sem problemas. -Johnny disse.
–Jake, será que você consegue criar mais pétalas de rosas como aquelas que você usou pra distrair as caçadoras? -Annabeth perguntou ao filho de Afrodite.
–Claro que sim.-Jake disse.
–Matthew, assim que Johnny chegar quero que fique atento a tudo que possa nos atacar, você ficará encarregado de proteger nossos amigos. Entendido? -Annabeth disse ao filho de Quione.
–Joshua será, que você consegue realizar alguma magia pra curar eles? -Annabeth perguntou ao filho de Hecate.
–Annabeth, não sou um curandeiro de Apolo, mais conheço magias de revigoração, e vou dar o meu máximo pra ajudar eles. -Joshua disse.
–Obrigada, Peter e Percy agora quanto a vocês, quero que fiquem ao meu lado, vamos entrar no campo de batalha, junto com os esqueletos. Todos prontos? -Annabeth perguntou.
–Pode deixar, damos conta do recado. -Peter disse tirando sua espada da bainha.
–Vamos Annie. -Eu disse.
–Que os deuses nos ajudem, agora vamos. Todos tomamos postos, Elizabeth invocou diversos esqueletos, pareciam guerreiros mortos em batalha pois vestiam armaduras completas. Esses foram os primeiros a entrar em campo.
Jake criava diversos canteiros de roseiras, nunca vi um filho de Afrodite com tal habilidade. Era impressionante. Assim que os esqueletos entraram em campo diversas flechas caíram sobre eles.
–Johnny agora. -Annabeth ordenou.
No mesmo instante Johnny fechou os olhos, ergueu as mãos pra frente e os corpos dos semideuses desacordados começaram a flutuar e vir na nossa direção.
–Peter, Percy vamos. -Annabeth ordenou.
Saímos em direção ao campo onde os esqueletos estavam sendo alvejados com as flechas das caçadoras.
–Ali, olhem em cima da árvore, há uma caçadora lá. -Annabeth disse apontando.
–Deixem comigo. -Peter disse indo em direção a árvore.
No mesmo instante em que Peter deu seu primeiro passo indo em direção a árvore sua perna vacilou. Sua perna começou a sangrar.
–Peter você foi alvejado! -Annabeth exclamou.
–Pelos Deuses como eu pude esquecer, uma das caçadoras tinha conseguido ferir Peter. -Eu disse.
–Por que você não me avisou? -Annabeth perguntou com raiva.
–Eu fiz um curativo, pensei que iria aguentar até sairmos daqui, mais acho que me enganei. -Peter disse.
–Percy, leve Peter daqui, eu cuido delas. -Annabeth disse.
–Deixar você sozinha aqui no meio desse fogo cruzado? Tá doida? -Eu disse.
–Sou a única que consegue prever os ataques delas, elas estão atacando em sequência, só preciso de um minuto pra saber todos os pontos e ataca-las. -Annabeth disse.
–Mais Annie...-Tentei dizer. -
PERCY JACKSON VAI LOGO! -Annabeth gritou.
–Não pensei duas vezes, Annabeth quando está com raiva consegue ser pior que Zeus. Annabeth retirou o escudo das costas de Peter e disse que seria útil pra ela. Levei Peter junto aos outros. Matthew estava fazendo uma espécie de iglu ao redor dos outros. Joshua tinha preparado um tipo de chá medicinal que tinha cheiro de terra.
–Temos mais um paciente pessoal. Eu disse aos dois. -Cuide bem dele.
–É só um ferimento na perna, não consigo andar. -Peter disse.
Quando me levantei deixando Peter aos cuidados da nossa enfermaria improvisada escutei o pior som da minha vida. Escutei um grito de dor, um grito de clemência, um grito de indignação.
Eu reconheceria essa voz em qualquer lugar, eu pedia pra que não fosse a voz dela, mais eu sabia que era. Era a voz de Annabeth, que gritava. Olhei pra trás rapidamente e vi Annabeth caindo no chão. Atrás dela estava a última pessoa que eu esperava ver fazendo tal ato. O algoz de Annabeth, da minha Annie era minha prima Thália.
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