O Resgate

13 O Resgate Aumentado


Notas iniciais
Os últimos capítulos de O Resgate!
Eu estava na fábrica. Tinha almoçado. Querem saber o que eu almoçou? Água. E pão. Fui ao pé de Kiki, uma mulher raptada (já anunciado num capítulo anterior) pelo misterioso homem. Tentou falar com ela.

- Oi.

- Oi — disse Kiki, com uma cara triste. Tinha lágrimas nos olhos.

- Kiki... me explique, porque está assim.

- Você não deve querer ouvir minhas tristezas...

- Se eu perguntei, é porque quero. Diga lá, não esconda tudo para si. Hoje é o último dia que eu posso viver. Tenho de desabafar.

- OK... então, lhe vou dizer.

Eu fiquei um pouco entusiasmada.

- Eu me chamo Kiki Santos. Era uma rapariga de 5 anos quando aquele homem horrível me raptou. Eu estava na sorveteria, sentada ao balcão, juntamente com minha mãe. Minha mãe me disse, \"vou ao banheiro, você fique aí a conversar com essa menina.\". Sim, é verdade, ao meu lado estava minha vizinha. Era uma menina de 5 anos e meio. Era um pouco mais velha do que eu. De repente, eu estava falando com Iara, enquanto vi alguém todo vestido de preto entrando na sorveteria. Estava com uma pistola com muitas balas. Ele chegou e gritou para ninguém se mexer, com as mãos no ar. Ele me viu, e como eu não estava com as mãos no ar, ele me levou. Me pôs um saco preto em cima de minha cabeça, e desmaiei. Desde aí, minha vida foi horrível.

Eu começei chorando. Coitada da Kiki... eu fiquei emocionada. E lhe disse:

- Preciso de ir ao banheiro...

- Não sei se o raptor vai deixar...

Eu tentei, e pedi ao raptor. Ele me deixou, e, me indicou a direcção. Ele ficou à porta, esperando por me levar outra vez para a \"sala dos hóspedes\". Ele abriu a porta do banheiro. Eu entrei. E vi que, só tinha uma pia muito suja, e a sanita... era feita de palha. Um grande cubo feito de palha, com a face da frente não tapada, apenas com algumas margens. Eu disse ao raptor:

- Mas que raio é isso?

- É o que é! Agora se despache, tenho mais coisas pra fazer!

E fechou a porta. Finalmente, aquele cobarde me deixou fazer alguma coisa. (bondoso, hein? ^^)

Muito longe dali...

Luíz bateu à porta de casa de Maurício e Luísa. Luísa atendeu.

- Mas o que você quer de minha casa?

- Quero você — respondeu Luíz. — e a tentou agarrar. Luísa lhe deu uma chapada. E lhe fechou a porta na cara, mas Luíz parou o processo e empurrou a porta com força, para avisar Luísa.

- Que eu saiba, os pais da Mônica ainda têm o direito de pagar 50 000 reais.

- Mas que raio! O resgate não era de 40 000 reais?

- Agora é de 90 000!

Luísa ficou pasmada e lhe fechou a porta.

Notas finais
Agora haverão muitos capítulos, porque Mônica está no último dia pra viver. O Dia da Decisão...