O Resgate
3 Assunto Privado
Notas iniciais
A partir de agora os capítulos serão narrados por Mônica, OK?
No Capítulo Anterior...
Mônica foi raptada! Ainda ninguém sabe disso! Mas o que irá acontecer?
Pois é. Agora já sabem a história. A partir de agora, sou eu a narradora, Mônica, ao seu dispor. Agora vos vou contar...
Me senti estranha. Me puseram um saco preto na cabeça — eca! — e eu quase não conseguia respirar. Desmaiei, ali no chão.
Na carrinha iam 2 homens. Um gordo, forte, e outro magro. Quando a gente pensa que essas coisas só acontecem aos outros... pois é... estamos muito enganados. Voltando à história:
Magali tinha revistado todos os sítios da escola, logo depois de acabarem as aulas, juntamente com Cebola e Cascão.
- Turma... a Mônica desapareceu... — disse Magali.
- Isso não é verdade... não pode ser... — disse Cebola.
- Logo pensando pela negativa... isso não adianta de nada... nós ainda não fomos a casa da Mônica, ela pode estar lá! — disse Cascão.
- Mas porquê? — perguntaram Magali e Cebola.
- Pode estar doente... — respondeu Cebola.
E partiram, à minha busca. Chegaram a minha casa.
- Oi dona Coisa! A Mônica está? — perguntou Magali.
- Primeiro, não é dona Coisa! É dona Luíza. E não, a Mônica não está. — respondeu Luíza — mas ela não esteve com vocês na aula?
- OK, dona Luíza — Magali lhe piscou o olho — não, não esteve! Ela desapareceu, enquanto nós estávamos na praia!
- Isso é grave! O que aconteceu à minha filhota! Ai, meu Deus, que eu desmaio!!
- Calma, dona Luíza!
- Como eu posso ter calma! Amor de mãe não há igual!
- Eu sei... eu compreendo.
- Não você não compreende! — e desmaiou naquele momento.
A galera ficou de boca aberta.
- Depressa! Liguem para as emergências! Meu Deus!
Enquanto isso...
Eu não sabia de nada. Finalmente, pararam a carrinha numa fábrica abandonada, com um ar assustador. Me agarraram com força (claro, como eu disse no mangá #10, bons dias esses que eu podia resolver tudo com uma boa coelhada), tanta força que eu não podia aguentar, mesmo com toda a força natural que eu tinha.
- Você é pesada! Portanto, entre para dentro da fábrica! JÁ!!
- Você me chamou de gorda?! Foi?! Ai vai levar um sopapo tão grande...
E antes de eu falar tudo me interromperam, e me apontaram a pistola à cabeça. Eu entrei na fábrica. Continuava com a pistola apontada à cabeça, e me disseram:
- Oiça, baleia...
- Você está falando comigo, seu...
Ele quase apertou o gatilho. E me disse:
- Você foi raptada, oiça bem.
- Isso eu sei.
- Não me interrompa!!
- OK.
- Bem...
- Mal, quer dizer.
- AI!! EU JÁ LHE DISSE!!
- OK.
- Bem, você foi raptada, e então, vou finalmente lhe dizer: aqui, você, para mim, vale 100 000€.
- Não percebi... o que disse...
- Você percebeu, sim! Seus pais ou alguém têm 48 horas (2 dias) para me pagar 100 000€. Se não me pagarem, eu a mato. Seu namorado, seus amigos, tudo pelo cano abaixo!
Eu fiquei sem palavras. Não arrisquei falar.
Notas finais
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