O Renascimento.

1 Capítulo 1 — Você vai ficar bem.


Notas iniciais
Todos os personagens desta história, foram criados por mim (Gustavo) baseados em filmes e qualquer outra história cliché envolvendo mutantes.
Peço que se for ler, tente imaginar todas as cenas.

Eu estava deitado no meio da rua, numa rua molhada, com um cheiro de sangue... eu estava com uma dor extremamente forte em minha cabeça, nem sei o porque... só queria a parar, quando eu levantei vi carros batidos, gente morta para todos os lados, mas, elas não estavam apenas mortas... estavam em decomposição e nuas, revirei todos os corpos, um a um, porém teve um que eu consegui virar com o meu pensamento, sinceramente, eu nem sei como, ou o porque, mas eu consegui, me senti um pouco estranho, e assimilei a dor de cabeça com aquilo, parecia que todos os corpos tinham algum machucado profundo, uns eram na cabeça de todas as formas e profundidades, alguns eram queimaduras, tiros, roxos... alguns ainda tinham sangue, estavam quentes... eu não fiquei assustado, me senti tão nojento... alguns corpos tinham buracos grandes, onde era para ser o coração... não tinha, todos tinham ossos quebrados, era tudo tão exposto.

Esqueci de me apresentar... prazer, Ackel eu achei tão estranho acordar num lugar, no meio da rua, era caótico aquele lugar, sério... eu achava tão bonito, porém, era assustador todas as manchas de sangue nos carros, na minha roupa... e eu não sei da onde pode ter vindo aquelas manchas... eu só queria achar minha família e sair dali... era um lugar, que parecia de filmes de terror, tipo Resident Evil... depois de andar um pouco, me deparei com uma criatura que tinha as mãos em forma de foice, que arrancava o coração de algumas pessoas, me escondi atrás de um carro e fiquei observando tudo aquilo, minha perna doia um pouco, então caí para o lado fazendo barulho, percebi que aquele bicho olhou para trás, e ficou me procurando, comecei a correr um pouco lento, porém, conseguia... vi uma lojinha com a porta aberta, corri e entrei e fechei a porta, nisso, eu vi aquele bicho enfiando aquelas facas na porta, e abrindo um buraco, corri até o fundo da loja, e tinha uma porta... porém estava trancando, em cima da porta tinha uma janela, eu conseguia passar porém, quando eu caísse ia me machucar, porém, antes me machucar do que perder minha vida, quebrei o vidro, olhei para ver se o bicho ainda estava lá, e sim, ele estava, juntei umas caixas certifiquei-me que estavam boas, coloquei num banquinho bambo, quase caí, pulei e cai encima dos cacos de vidro, cortei minhas costas e meu cotovelo, ouvi umas pessoas gritando “rápido, corra aqui”, e do nada quando levantei, eu desmaiei, apaguei total! Acordei numa van, com um menino por volta de uns 7 anos, com uma faixa molhada em minha cabeça, dizendo “Você vai ficar bem”, confiei nele, aquela inocência, um sorisso lindo... perguntei o nome dele, e ele respondeu “Tommy”... então, começamos a conversar:

— O que você sabe fazer... ? – Ele parecia confuso sobre meu nome, então me apresentei.

— Ackel, meu nome é Ackel... Mas, como assim, o que eu sei fazer?

— É que todos nós somos especiais, e temos poderes... todos que sobreviveram. — Ele começou a chorar — Eu quero minha mãe.

Então um homem, falou:

— Tommy, já disse que você verá sua mãe em breve... Desculpa, eu sou Azaleo, sou um mutante, como você, como Tommy e como Azafria, que é minha parceira.

— E onde está Azrafia?

— Azafria é mãe de Tommy, ela está em uma base a 542 km daqui, estamos indo buscar ela... você parece não saber, o que está acontecendo...

— E não sei, eu acordei deitado numa rua, ensanguentado com uma forte dor de cabeça.

— Drogdal — Ele gritou, como se fosse um surto de raiva, como se tivesse errado o caminho... porém, ele falou como se fosse um marciano, ele falava outras línguas, achei que era alemão.

— Que foi?

— Eles te pegaram... você desmaiou quantas vezes hoje?

— Uma, aquela hora que vocês me pegaram... por que?

— Eles, no caso... — Ele hesitava em falar, e eu não entendia o porque — são agentes que implantam um vírus nas pessoas, e largam elas nas ruas, quando esses experimentos dão errado, os infectados adquirem poderes... parabéns, você sobreviveu.

Nesse momento um daqueles bichos, conhecidos como “Aptedaron”, atacaram a van que estavamos, Tommy tinha o poder de se teletransportar, sem contar que conseguia prever todos os golpes do inimigo, Azaleo conseguia ficar invisível sem contar, que ele era extremamente forte e tinha uma inteligência sobrenatural... Eu? Conseguia entrar na mente de todos, consigo visitar lugares com minha mente... como se eu estivesse lá, sem contar que eu podia mover as coisas com minha mente, explodir, quebrar, tirar, por... TUDO!

Eles me contaram que Azrafia, consegue voar, sem contar que ela consegue fazer com que você faça tudo que ela quiser, se tocar em você e ela consegue gritar tão alto que ela consegue matar alguém só com um grito, sem contar que ela consegue entrar na mente da pessoa, e gritar só para ela... eles tinham o costume de deixar as unhas crescerem e afiarem elas, eu não achava aquilo muito útil... mas, aderi aquilo, pois era uma coisa “segura”... foi o que Azaleo disse, depois de Tommy se teletransportar para fora da van e quebrar o pescoço do Aptedaron, seguimos em frente, paramos em um postinho onde ele lavou suas mãos e roupas ensanguentadas. Continua.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.