O Reino Perdido
10 Capítulo 10 - Mistérios e Verdades.
Notas iniciais
– Vamos entrar! – Scott os guia até a casa.
É uma casa normal de madeira e está para cair por conta do tempo. Existem teias de aranha por todo lugar e ratos passando por todo lugar também.
– É melhor voltarmos para o nosso novo esconderijo, amanhã voltamos aqui – diz Scott cansado.
– É mesmo, vamos.
– Ei! – Tonny aponta para o lado onde têm uma casa de pedra que aparenta guardar algum mistério. – Aquilo ali!
– Amanhã voltamos aqui!
– Ok.
– Ok.
Eles andejam até o novo esconderijo que fica em cima de uma caverna e que em frente têm um riacho
– Ué, já chegaram¿ — pergunta Ector.
– Sim, vamos todos voltar amanhã para dar uma olhada lá. – fala Heloisa.
– Ok... Mary terminou de limpar a caverna agora e eu a ajudei a colocar algumas coisas lá. Ela agora está dormindo, e eu fiquei aqui esperado vocês.
– Tudo bem... vamos entrar pois eu estou com muita fome. Tonny¿ — fala Anna.
– Affz! Vocês já chegam querendo comer! Por quê não tomam banho antes¿ Dá uma agonia você dividir a mesa com gente que está suja! – fala Tonny indignado.
– Tonny têm razão, e por isto eu vou primeiro! – Gabriel dá um impulso e surfa na sua prancha telepática, pegando a toalha e indo ao banheiro do quarto dos garotos.
– Eu já tomei banho. E acho que a Mary também. – fala Ector.
– Eu vou primeiro viu Helô e Elizabeth¿ — Anna corre, pega a toalha e adentra no quarto das garotas.
– Olá Ector! – fala Hikawa subindo no colo de Ector.
– SANTO CRISTO! Você fala¿ — grita Ector surpreso.
– Mas é claro! Não está vendo eu falando não¿
– Ok... – diz Ector o acariciando.
Tonny acaba de tomar banho e só falta Scott terminar de tomar o banho dele. Tonny senta na mesa e pega o caderno e começa a desenhar o jantar, pois eles vão dormir bem mais cedo para acordarem dispostos para a caminhada.
– Pronto! De comida têm feijoada, a tempo que eu não como uma, arroz, couve refogada com vegetais e legumes selecionados, frango assado, farofa de bacon e suco de laranja! De sobremesa têm pudim e mousse de chocolate. – fala Tonny com felicidade.
– Nossa! Nunca comi isto que você falou, a não ser arroz e pudim. – exclama Anna.
– Fiz uma comida mais simples. Porque afinal, amanhã andaremos muito!
– Pois é...
– Cheguei! – fala Scott – Nossa! A comida hoje está simples e cheirando bastante!
Todos se sentam e começam a comer. Hikawa está em um lugar da mesa criado para ele onde ele come normalmente e todos observam ele comendo que nem gente.
– O que vocês acham que guarda naquela casa de pedra¿ — pergunta Tonny.
– Eu não sei! Nem parece que está guardado alguma coisa lá. – fala Scott.
– Que casa¿ — pergunta Mary.
– Nós encontramos duas casas, uma de madeira que está para cair. E a outra de pedra. Mas só entramos na de madeira. – fala Heloisa.
– Que louco – responde Ector.
Todos terminam de comer e vão para a sobremesa. O pudim acaba rapidinho e só sobra um pouco do mousse de chocolate. Todos eles vão escovar os dentes e se arrumam para dormir.
– Boa noite Anna! – diz Scott dando um beijo na bochecha dela.
– Boa noite Cott.
– Boa noite pessoal!
– Boa noite.
– Boa noite.
Scott vai para o quarto dos garotos onde fica ele, Tonny, Gabriel e Ector.
– Boa noite caras – fala Gabriel se cobrindo e todos respondem.
Ector se cobre e começa a dormir. Tonny ainda está arrumando a cama e Scott vestindo o pijama.
– Que horas iremos sair amanhã¿ — pergunta Tonny à Scott.
– A gente acorda às quatro horas da manhã e saímos às cinco.
– Bem cedo hein¿ Mas é bom, porque assim nós vamos explorar tudo quando estiver amanhecendo. E será bem romântico para você e para a Anna – diz Tonny rindo.
– AH! – fala Scott indignado – Deixe de ser bobo Tonny. Eu não quero que sairemos cedo por conta disto. Mas é uma boa ideia para eu ficar de mãos dadas com a Anna.
– Sei... né¿ — diz Tonny rindo de Scott – Boa noite.
– Boa noite.
Enquanto isto, no mundo normal:
– Capitão – um policial chega perto do capitão que dorme na rede.
– O que foi policial Sammers¿ — fala ele acordado e se espreguiçando na rede.
– Os governos internacionais estão de olho nos nossos estudos com a radiação. Precisamos esconder nosso lixo tóxico em algum lugar, onde ninguém irá perceber.
O capitão se levanta da rede, ele dormiu com o uniforme e por isto não precisa colocar nada, a não ser o chapéu.
– Me diga policial... – diz o capitão andando envolta dele – Aqueles jovens têm... poderes¿
– Isto é uma informação confidencial senhor.
– Eu sei – diz o capitão dando tapinhas nas costas do policial – Mas imagine só... nós dois... dominando aquele lugar estranho onde eles estão¿
– Como assim senhor¿ O senhor descobriu onde eles estão¿
– Imagine um reino onde eu sou seu rei e você é meu mais fiel agente¿ Podemos enganá-los e com o poder deles, dominar aquele reino! Me diga agente... existe mais um mutante aqui no país¿
– Sim! Ele está preso por ajudar a criar portais e invadir a mente de pessoas inocentes para roubar bancos. Eu aceito sua proposta mestre! Mas eu não sei os poderes de nenhum daqueles mutantes que está no estranho lugar.
– Sim... sei... podemos libertar este mutante que você me disse e teletransportar o lixo tóxico para o reino. Depois vemos como enganamos eles.
– Sim... boa ideia! Ele está em uma prisão secreta no fundo do Oceano Atlântico, dentro do nosso territória, o brasileiro. O lugar foi feito para ele não usar os poderes dele senhor.
– Muito bem! Podemos libertá-lo de lá! É só falarmos com o agente de segurança máxima, para podermos libertá-lo e usá-lo para encontrarmos os jovens. Entendido agente¿
– Entendido! – o agente pega o telefone e começa a ligar para o agente de segurança máxima – Falar com o agente de segurança máxima por favor! – a ligação passa para a secretária do agente – Eu sou agente Sammers, 145378, passe para o agente de segurança máxima por favor! – a secretária passa o telefone para o agente.
“Olá senhor Sammers!” – fala o agente.
– Olá chefe! O capitão Larry South precisa falar com o senhor!
“Ok, passe para ele.”
– Olá chefe!
“Olá Larry! No que posso ajudar¿ Alguma pista dos jovens¿”
– Não! Mas agente, eu preciso que o Senhor liberte o prisioneiro mutante do Oceano Atlântico!
“Mas por quê eu faria isto comandante Larry¿”
– Porque ele pode entrar na mente dos jovens para saber se eles estão vivos ou não. E para saber onde eles estão – o comandante já sabia onde eles estão, mas disse para poder enganar o agente – Ok¿
“Ok! Mas mantenha isto em segredo total! As pessoas não podem saber que existe pessoas mais evoluídas que elas no mundo! Ele será levado com o capacete de força que o impede de ter poderes. Estou confiando em você comandante.”
– Você sabe que pode confiar agente! Tchau.
Uma hora depois três carros chegam com o homem com poderes. Os policiais descem e trazem ele nos braços. É um jovens de 19 anos, seus cabelos são cinzentos, seus olhos são castanhos, têm pele clara e têm uma expressão fria no rosto.
Eles o levam até um sala onde têm uma mesa e duas cadeiras uma de frente com a outra. O comandante está na sala com o jovem, o jovem está com um capacete que o impede de usar seus poderes.
– Olá meu caro! Qual o seu nome¿ — pergunta o comandante ao jovem.
– Hanslei – responde calmamente.
– Nós o trouxemos aqui para nos ajudar em uma missão. Porém... para isto você têm que assinar dois documentos bem simples... – diz o comandante pegando duas folhas na gaveta. Um é que você saiu da prisão e que estará trabalhando para nós para sempre! Assine – o comandante entrega a folha e o jovem assina – Muito bem! Agora este é o de que você não fará mal algum para nós ou usará seus poderes contra nós para sempre! – ele entrega a folha para Hanslei e Hanslei assina com felicidade.
– Pronto!
– Isto! Agora vamos colocar este relógio em você. Este relógio não marca apenas as horas, ele têm acesso ao seu sistema nervoso e ao seu cérebro e se você for fazer qualquer coisinha que nos prejudique e que estiver fora dos nossos mandatos, ele tá uma fisgada agoniante em você. Ok¿ — comandante coloca o relógio nele e tira o capacete dele.
– Ok. Sem problemas.
– Agora venha.
Eles andejam até a caverna, seguidos pelo policial Sammers e por mais dois agentes secretos.
Os baús de lixo tóxico já estão lá do lado da caverna.
– Você têm o poder de criar portais, de infiltrar na mente das pessoas e também pode levitar objetos. Queremos que você crie um portal e jogue este lixo tóxico em algum lugar perto de onde os jovens estão.
– Eu consigo fazer isto! Eles estão dormindo, eu sinto. E têm uma casa de pedra que fica a alguns quilômetros do esconderijo deles, eu coloco lá. Eu já visitei este lugar. Fui eu que fiz aquela casa de pedra! Consegui sair criando o portal.
– Muito bem! E saiba que eu quero perto deles para que eles saibam que nós estamos de olho neles e que aquele lixo tóxico é uma das coisas a mais que faremos com eles. Agora comece!
Hanslei estende as mãos em frente ao buraco e começa a movimentá-las, um brilho branco começa a sair delas e ele é estendido no ar e começa a flutuar. O portal branco começa a se formar e com suas lembranças, eles cria um outro portal na casa de pedra e os baús se estendem no chão e começam a serem jogados no portal e a serem perfeitamente colocados no fundo da casa. Ele termina o trabalho e os portais desaparecem.
– Pronto! Eu tive uma ideia! Eu sei dos seus desejos comandante e eu acharia uma boa ideia raptar, daqui a um tempo, um dos jovens. Assim poderemos conhecê-los melhor. O que acha¿
– Depois pensamos nisto melhor... vamos descansar! Praticamente nem dormi hoje à noite.
Eles vão dormir.
Já no reino:
– Ah... – Ector acorda se espreguiçando – Que fome! Ei, TONNY!.
– Ah! – Tonny se levanta da cama assustado – Ah... é você! O que é¿
– Já são três e meia da manhã! Vá desenhar nosso café e as coisas que vamos precisar!
– É mesmo... quase me esqueci! Vou escovar os dentes e descer.
– Ok, eu também.
Os dois escovam os dentes e descem, a noite ainda está totalmente visível, a lua e as estrelas refletem no riacho e iluminam todo o reino e as montanhas. Eles estão sentados na mesa e Tonny está desenhando o café da manhã.
– Tonny...
– Sim Ector¿ O que foi¿
– É sobre a Avril...
– A tá... – Tonny começa a esfregar os olhos – O que têm ela¿
– Ela viajou para outra cidade e não voltará por tão cedo. Que pena... vocês formam um casal tão massa e não vão se ver por um tempão.
– Ok... mas estamos aqui né¿ Não sabemos quando vamos embora! E pare de falar do mundo normal. Vamos nos preocupar com aqui e tentar sair daqui não é¿
– Sim... quer que eu ajude a desenhar¿
– Affz Ector... você sabe que só eu posso desenhar aqui. A não ser que eu compartilhe este dom com outras pessoas.
– E por quê não compartilha com a gente¿ — pergunta Scott descendo as escadas.
– Porque é preciso muito treino mágico para manuseá-lo Scott.
– Que pena... queria desenhar uma vez nele. Depois você me ensina¿
– Depois. Scott, você é nosso líder, então você define os horários que vamos sair de lá.
– Não acho bom definirmos horários Tonny. Vamos voltarmos na hora certa ok¿
– Ok. Pronto! Terminei! – Tonny fecha os olhos e estala os dedos, fazendo a mesa se cobrir de lanches naturais e leves. – Eu fiz bastante sanduíche de peito de peru! Pois eu amo peito de peru fatiado com pavê de frango!
– Eu também – fala Ector e Scott juntos.
– Desenhe logo os coisas que vamos precisar, e uma mochila para o Ector. – fala Scott.
– Ok...
Todos vão acordando e se sentando à mesa.
– Para Scott! Seu bobo!
– Quê que foi Anna¿ — pergunta Heloisa vendo que Anna está falando sozinha.
– É o Scott que está infiltrando minha mente e fazendo eu procurá-l...
– BUM – Scott pula e dá um susto em Anna, seguido de um beijo.
– Hm... que romântico... que tal se beijarem lá fora¿ — fala Mary rindo junto com Heloisa e com os outros.
– Seu bobo! – diz Anna dando murrinhos no peito de Scott.
– Parece que eu perdi uma cena romântica daquelas hein¿ — diz Gabriel descendo as escadas e se sentando à mesa e todos riem e se sentam também.
– Terminei! Tudo prontinho! As mochilas de vocês já estão cheias e a sua mochila já está lá Ector. Está tudo preparadíssimo para a viajem. Agora vou comer, pois estou com fome e quero sair antes das cinco.
Todos comem calmamente, às 4:45 eles pegam as coisas na garagem e os armamentos também. E bebem água antes.
– Pronto. Já são 4:50 vamos logo – Todos seguem Scott até lá fora.
A lua e as estrelas iluminam muito bem os espaços abertos e iluminam pouco os fechados. Eles acabam de entrar na floresta que depois de lá têm a ponte.
– Nossa... aqui tá muito escuro... – fala Elizabeth com medo.
– Sim está! Não posso deixar você flutuando Elizabeth, pois aqui têm lugares com muitas coisas que atrapalham a passagem.
– Tudo bem tio Biel...
– Ei! Aqui tá muito escuro! Não conseguimos ver mais nada! Olhem – fala Heloisa apontando para uma passagem coberta – Ali vai estar muito escuro!
– Eu acho que consigo fazer criar iluminação, esperem – Ector pede e todos param – Não sou tão bom nisto, mas aprimorei muito e muito mesmo nos últimos dias e agora eu posso criar bolas de luz e posso captar a energia da luz e trazer ao meu corpo e lançá-la em forma de energia. Digamos que eu já estou pronto para dominar a luz!
– Ok, então faça logo! – Scott apressa Ector.
– Tenho que abrir espaço para eu receber luz, esperem. – Ector estende as mãos e as move em cima, fazendo as árvores se afastarem e entrar uma grande brecha de luz – Eu poderia fazer isto na viajem toda, mas cansa, então vou fazer as bolinhas de luz — Ele fecha os olhos e abre as mãos, suas mãos brilham com uma luz amarela e ele cria duas bolinhas de luz brancas, ele posiciona uma atrás de todos e uma na frente de todos, a da frente ele deixou quase invisível para não atrapalhar a visão.
– Nossa! Que legal! – Hikawa corre e sobe no ombro de Scott e começa a dormir.
– Ele é tão fofinho! – Elizabeth fala com carinho e frieza.
– Vamos andando!
Eles andam e andam, muitas vezes eles têm que cortar folhas no caminho e Ector vai na frente para mover as plantas para outro lugar, já para não atrapalhar a passagem. Eles chegam a um lugar mais plano, já são 5:45 e o sol está começando a nascer.
– Alí! – aponta Anna – A ponte ali!
– Bem... o sol já está nascendo e o Ector criou estas luzinhas. Acho que podemos passar por lá – fala Tonny.
– Têm razão tio Tonny – Elizabeth vai e dar um abraço aperta do em Tonny e Tonny começa a ficar enjoado e cai no chão.
– Tonny¿ — Gabriel e Scott vão correndo até ele, enquanto Mary pega um pano úmido na mochila.
– O que foi tio Tonny¿ — pergunta Elizabeth quase chorando.
– Nada... eu consigo me levantar... – Tonny se levanta com a ajuda de Gabriel e de Scott e pega o pano úmido que Mary pegou na mochila dela e coloca na testa.
– Vamos descansar um pouco antes de atravessarmos – fala Mary.
– É mesmo. Ainda falta uns 200 metros para chegarmos á ponte – fala Anna tirando um pano quadriculado e colocando no chão e todos se sentam.
Scott se senta do lado de Anna e começam a se beijar, Scott pega na mão de Anna e a abraça.
– Ei! Calma! Faz quanto tempo que vocês não se beijam hein¿ — fala Gabriel rindo.
– Cala a boca Gabriel! – fala Scott colocando uma uva na boca de Anna enquanto Tonny olha pra Scott com uma expressão de “eu disse que você queria sair neste horário por causa disto” e rindo, enquanto Scott ri também e com uma expressão diz “cala a boca Tonny”.
Todos lancham frutas e barras de cereais com sucos e chocolates. Depois se levantam e guardam as coisas. E começam a andejar novamente. Ector apaga as luzes flutuantes pois a luz do sol já estava começando a iluminar tudo.
– Sorte que esta ponte é de pedra. Porque se fosse de madeira daria um trabalhão para passar, pois ficaria balançando o tempo todo. – fala Heloisa.
– Pois é...
– Gabriel, conserte os lugares falhos. – fala Scott.
– A é – Gabriel se concentra e vai colocando o que falta nos lugares falhos na ponte. Todos atravessam.
– Pronto! Chegamos! Nossa... vamos entrar nesta casa de madeira¿ — pergunta Mary.
– Vamos! Nós entramos ontem, mas vamos entrar hoje também!
Eles entram na casa de madeira que já estava para cair. Elizabeth sai correndo com Hikawa pela casa até que ela tropeça segura em um pedaço de madeira. Este pedaço de madeira balança e atrás dele têm mais vinte pedaços do mesmo tamanho e com um efeito dominó, o pedaço de madeira cai, empurrando os outros e eles batem na parede ao fundo da casa, e a casa começa a balançar.
– Vamos sair daqui! Rápido! – Scott puxa Anna e eles correm até fora da casa. Elizabeth corre junto com eles, acompanhada por Hikawa, e a casa desaba jogando aranhas, ratos e poeira por todo lado.
– Por quê vocês fez aquilo Elizabeth¿ — diz Scott indo em direção dela e a segurando – Você queria nos matar era¿
– CALMA SCOTT! – fala Hikawa indo em direção à Scott – Ela só tropeçou, não queria fazer nada demais com com a gente. E a casa já estava caindo!
– Ele têm razão Scott – fala Anna – A casa já tava pra cair!
– Ok... vamos logo para aquela casa de pedra! – Scott diz e todos o seguem até a casa.
A frente da casa é toda feita de pedra e dentro também. Eles entram lá e percebem que lá não há cômodos, é como se fosse uma caverna construída pelo homem.
– Ector.
– Ok – Ector cria duas bolas de luz grandes que ficam flutuando no alto – Ei, gente! Olhem!
Ector aponta para o fundo e eles se deparam com inúmeros baús de metal.
– Ei! Isto é lixo tóxico! Como veio parar aqui¿ — pergunta Tonny.
– Nenhum de nós sabe né¿ — fala Heloisa.
– Gente! – Ector aponta para um baú no canto, ele cria uma bolinha de luz para iluminar melhor o local – Aqui têm a bandeira do Brasil e uns dizeres assim: Lixo tóxico de alta tecnologia e bioquímica.
Todos se aproximam mais.
– Será que o governo está no reino¿
– Duvido muito Mary – fala Hikawa – É impossível trazer isto para aqui sem ter nenhum poder.
– É verdade – fala Ector – Eles devem ter usado o poder de teleporte de algum mutante. Alta tecnologia e máquinas feitos pelo homem aqui é impossível. Só o Tonny que pode virar um robô aqui, porque ele usa o poder dele.
– Isto é estranho!
– Muito estranho!
– Eu e Hikawa vamos lá fora ok¿ — fala Elizabeth.
– Vá então. – fala Scott preocupado.
Elizabeth e Hikawa saem e no momento que saem uma dor de cabeça atinge todos e todos caem no chão.
– Scott¿ PARE! – grita Heloisa.
– Eu não estou fazendo nada! Não sei oq ue está acontecendo! – grita ele.
Todos ficam gemendo de dor de cabeça.
Elizabeth e Hikawa estão lá fora olhando os dois. Os olhos de Elizabeth estão negros.
– É agora Hikawa! – ela fala com um tom sombrio – Vá por cima da casa e atinja o lixo tóxico! Este lixo tóxico é um milagre! Não importa quem colocou e para o quê ele serve. Vá e lance sua luz e ele vai explodir!
Hikawa ri e fala:
– Mas é claro! Estou indo agora! Mantenha-os com dor de cabeça até eu gritar “Bomba”,
Hikawa sobe na casa e encontra uma brecha. Ele coloca suas patas da frente na brecha.
– Um... – as patas começam a se esquentar como brasa – Dois... – começa a sair uma luz amarela muito forte de lá – Três! – a luz atinge um dos baús de metal que começa a se esquentar muito até que ele começa a pegar fogo e Hikawa sai rapidamente da brecha, todos lá ainda estavam gritando, e grita:
– BOMBA!!!
Elizabeth fica com os olhos normais e Hikawa consegue pular no seu colo e uma explosão ocorre dentro da casa de pedra e só dá para se ouvir os gritos.
E agora¿ O que será dos jovens¿
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