O Reencontro

14 Recomeço - Parte II


Notas iniciais
Isso não é uma miragem, é mesmo um capítulo. Nem sei se alguém ainda acompanha essa história, afinal faz um ano, um mês e dois dias desde a última atualização aqui, mas antes tarde do que nunca, né? Pra quem não viu no meu perfil eu passei por um bloqueio terrível, que me impossibilitou de escrever as fics, às vezes batia uma inspiração pra algo aleatório e saia uma one, mas por mais que tentasse não conseguia escrever nada nas histórias em andamento, principalmente nessa aqui (que eu só não excluí para reescrever tudo novamente por respeito a todos vocês que acompanham, comentam e recomendaram a fic). Como o planejado esse capítulo é sobre a Alice e o Jasper, o próximo será sobre a Rose e Emmett, e depois teremos mais 3 capítulos beward e fim. Eu acho que o bloqueio finalmente me abandonou, mas tô passando por um aperto com a falta de tempo, então provavelmente só aparecerei por aqui a cada quinze dias (não necessariamente nessa fic, tô indo onde a inspiração me levar, não vou forçar nada para manter o bloqueio longe). Aproveitem o capítulo...

Alice

Eu não havia ido ao coquetel, talvez Jasper pudesse estar lá, e eu sabia que a próxima vez que nos encontrássemos, que nós conversássemos de verdade, eu revelaria tudo para ele. Ele saberia sobre Megan, e, muito provavelmente, me odiaria por não tê-lo procurado mais, por não ter insistido ou contado sobre a gravidez para seu pai.

Talvez ele me culpasse por bagunçar sua vida agora, ele a mulher da loja com certeza tinham algo, descobrir uma filha de sete anos não estava nos planos da maioria dos homens, principalmente de homens comprometidos. Isso seria tão difícil, principalmente para Megan, que sempre sonhou com um pai, ser renegada por ele a destruiria de diversas formas. Eu jamais deixaria isso acontecer, minha filha não sofreria de forma alguma pelos meus erros, pelos erros de Jasper. Megan era minha vida, eu era capaz de tudo por ela, inclusive continuar escondendo quem era seu pai, se esse não estivesse disposto a aceita-la.

Eu estava trancada no quarto desde que cheguei da rua mais cedo, eram tantas coisas a se pensar, por mais que eu não quisesse eu estava afetando a minha filha, que me olhou preocupada quando não quis descer para jantar, ela só tinha sete anos, mas sempre fomos só nós duas, éramos ligadas demais.

Resolvi descer um pouco, minha filha precisava de mim, Edward e Rose tinham saído, meu pai estava de plantão, mamãe estava lá em baixo com Megan e Lucca. Ficar aqui no quarto sofrendo por antecipação não resolveria nada, pelo contrário, quando chegasse a hora, Jasper saberia a verdade e eu veria no que ia dar.

Ainda era surreal pensar que ele não podia mais enxergar, não que isso mudasse algo para mim, mas era triste. Jasper sempre amou ver as coisas, os lugares, ver o mundo. Agora eu o entendia, entendia porque me largou para fugir pelo mundo, mas eu ainda sofria por isso, uma dor de rejeição, eu poderia ter ido com ele, ficado ao lado dele nos momentos difíceis, podia ter estado lá para ele quando tudo apagou.

Desci as escadas indo para a sala onde eu podia ouvir risadas e um som de violão. Meg tinha um violão vermelho proporcional ao seu tamanho no colo enquanto assistia uma vídeo aula pelo iPad , Lucca pedia animado para tocar também, e minha mãe sorria carinhosamente para os dois. Ela amava quando tinha os netos em casa.

— De onde surgiu esse violão? ‒ perguntei curiosa.

Megan levantou do sofá animada, trazendo consigo o instrumento para me mostrar.

— A vovó foi na loja de música e o tio Jasper me deu um violão, ele disse que ia me dar um cachorrinho, você deixa eu ter um cachorrinho? Por favorzinho, mamãe...

— O que? ‒ disse assustada. Meu coração perdeu uma batida. Como assim ela tinha encontrado com Jasper, porque ele havia dado um violão pra ela?

Caminhei para trás sentando no sofá mais próximo, acho que minha pressão havia caído.

— Filha, você está bem? ‒ minha mãe perguntou, mas eu tinha um zumbido nos ouvidos.

— Eu estou...

— Crianças acho que está na hora de vocês deitarem. ‒ minha mãe falou. Ela tinha percebido algo.

— Mas ainda é cedo vovó... ‒ Megan reclamou. — Mamãe, e o cachorrinho?

— Vá dormir, depois nós conversaremos sobre isso. ‒ me forcei a dizer.

— Mas...

— Sem “mas”, filha. Está na hora de ir dormir.

— Venham crianças, vão dormir comigo hoje. ‒ minha mãe chamou.

— Ebaaa! ‒ Lucca comemorou, mas Megan ainda me olhava confusa.

Eu a puxei para mim, fazendo com que ela sentasse no meu colo.

— A mamãe não está se sentindo bem meu amor, por favor, vá com a vovó, amanhã conversamos sobre o cachorrinho, prometo.

— Tudo bem, mamãe. Acho que você não está bem porque não comeu, vovó fez macarrão com queijo, tá uma delícia. ‒ ela disse, sua mão pequena no meu rosto.

— Tudo bem, meu amor. A mamãe vai jantar.

— Tá bom, te amo, mamãezinha. ‒ ela disse beijando meu rosto.

— Também te amo, princesinha. ‒ beijei seu nariz. — Agora suba com a sua vó.

Minha mãe me deu um olhar antes de subir. Era o olhar “eu sei de tudo” da Dona Esme. Ela sempre havia me cobrado uma resposta sobre o pai da Meg, mas eu nunca disse nada. Um segredo só durava por muito tempo quando era de apenas uma pessoa. Eu sabia que se eu contasse para minha mãe ela faria de tudo para que eu falasse para minha filha sobre Jasper, e eu acho que saber quem o pai era, e que ele fugiu de mim quando eu disse que o amava, seria ainda pior para minha filha do que eu continuar fingindo que eu não sabia quem era seu pai.

Eu fiquei ali sentada por um tempo, encarando o violão vermelho que minha filha havia deixado sobre o sofá. Jasper era um músico foda, cheguei a brigar com ele quando não quis ir para Julliard depois de ser aceito lá com honras, mas agora eu também entendia porque a ideia de ficar anos preso numa universidade o assustava.

Porque será que ele havia dado o violão a Meg, será que minha mãe comentou que ela era minha filha, e ele a presenteou em nome dos velhos tempos? Será que ele desconfiou de alguma coisa? Bem, se ele pudesse olhar para ela não restaria dúvidas de que ela era sua filha, eles era tão iguais...

— Por incrível que pareça eles ficaram entretidos com um filme de heróis. ‒ a fala de Esme interrompendo o silêncio me assustou.

— Que bom. Eu...

— Eu já entendi tudo, Mary Alice. ‒ minha mãe sentou ao meu lado.

— Ele foi embora, mãe. Fugiu quando eu disse que o amava, eu não sabia o que fazer... ‒ soltei em meio a um soluço.

Esme me abraçou.

— Eu te entendo filha, não foi culpa sua.

— Eu não sei, deveria ter procurado por ele, falado com o pai dele quando descobri sobre a Megan, quem sabe assim ele não voltaria, poderia ter visto a filha...

— Tá, você poderia ter contado para o pai dele, e para mim também. Mas você só tinha dezoito anos, Alice. Era apenas uma menina. Mas não se martirize por isso, sempre foi uma mãe excelente. Você enfrentou uma gravidez muito jovem enquanto cursava uma faculdade longe de casa, você criou sua filha sozinha enquanto construiu uma carreira brilhante em outro país.

— Sim, eu fiz tudo isso. Mas também menti para Megan sobre não saber quem era o pai dela.

— Não existe um pai ou mãe que não tenha errado pelo menos uma vez na criação dos filhos, meu amor. ‒ ela disse acariciando meu cabelo.

— Eu sei, eu estou me sentindo tão perdida... Ele precisa saber a verdade, mamãe.

Esme me olhou séria.

— Ele já sabe.

— O que? Como? ‒ perguntei chocada. Não podia ser possível.

— Hoje cedo eu fui até a loja dele, Megan estava comigo nós conversamos, da mesma forma que eu liguei os fatos durante a conversa, ele o fez. Eu sinto muito por isso, filha. Se ao menos eu soubesse, isso poderia ser evitado, mas...

— Está tudo bem. ‒ a interrompi.

O que eu faria agora? Mesmo que ele soubesse, nós precisávamos conversar.

— Qual foi a reação dele? ‒ perguntei curiosa.

— Ele parecia perdido, acho que não teve muito tempo para processar. Talvez eu dizer que a Megan era a versão feminina dele não tenha ajudado...

— Mãe!

— Não me culpe, Alice. Eu estava animada por finalmente descobrir quem era o pai misterioso da minha neta. ‒ ela deu de ombros. Ela deu um pequeno sorriso, me fazendo rir também.

— O que acha que eu devo fazer?

— Bem, acho que deve conversar com ele o quanto antes.

— Essa é a parte difícil.

— Imagino que deva ser difícil, mas é inevitável. Você tinha que ver como eles se deram bem. E como ele ficou animado ao presenteá-la.

— É muito difícil conversar com ele depois de tanto tempo, ainda é perturbador pensar que ele não pode mais me ver, que nunca vai poder olhar para o rosto da filha.

— Você ainda o ama, não é?

Eu nem precisava pensar para ter essa resposta. Nunca havia superado Jasper, mesmo tendo conhecido caras legais nos últimos anos, tive inclusive dois relacionamentos mais duradouros, mas não vingaram. Talvez o fato de ter uma filha que me fazia lembrar dele todos os dias só de olhar para ela dificultasse o esquecimento.

— Não precisa responder. ‒ Esme disse interrompendo meus pensamentos. — Está estampado no seu rosto.

— Isso só dificulta mais as coisas, mãe.

— Não vejo por esse lado, talvez, depois que tudo for esclarecido, vocês possam se acertar. ‒ ela disse esperançosa, mas eu não me permitia sentir o mesmo.

— É tarde demais, mãe. Ele tem uma pessoa.

— Ele disse isso a você?

— Não, mas havia uma mulher com ele e...

— Maria é só um caso, filha.

— Como sabe disso?

— Todo mundo aqui sabe, bem, digamos que ela não é uma pessoa discreta com a própria vida. A família dela se mudou pra cá há uns três anos, e ela está trabalhando com ele desde que ele abriu a loja de música, todo mundo sabe que ela é louca por ele, mas ele não assume nada com ela porque acha que é um estorvo ou algo assim. ‒ ela explicou.

— Talvez ele goste dela...

— Ele não gosta. Eu praticamente moro naquela loja desde que ele a abriu, e também sempre converso com Peter na igreja. Jasper é muito independente apesar da deficiência, filha. Ele não é estorvo nenhum, isso é apenas desculpa para não se envolver. Se ele fosse apaixonado por Maria ou algo assim não ia se impedir por não poder enxergar.

— Isso são só suposições, mãe... ‒ Ela era minha mãe, não devia ficar alimentando esse tipo de esperança.

— Converse com ele, meu anjo. Vai ver que minhas suposições estão completamente certas.

— Okay. Eu vou pensar sobre isso.

Eu precisava tomar coragem de uma vez por todas.

***

Eu respirei fundo antes de tocar a campainha. Havia passado a manhã toda protelando sobre isso, mas finalmente havia saído do quarto e vindo até a casa de Jasper.

O fato de o meu irmão ter se acertado com Isabella contou muito para minha coragem. Edward havia me contado tudo finalmente, toda a história por trás daquele dia do baile, eu finalmente o compreendi. E se ele e Bella se acertaram depois de anos, talvez eu e Jasper...

— Alice? ‒ foi Peter Whitlock quem atendeu a porta.

— Olá, Sr. Whitlock, faz muito tempo, não? ‒ sorri pra ele, o pai do Jasper era sério, mas era muito legal. Ele cozinhava pra gente na época do colegial.

— Sim, muito tempo. Você sumiu, nunca mais apareceu por aqui.

— É, a vida estava corrida. Eu vim falar com o Jasper, ele tá aí?

— Está no quarto dele, você sabe o caminho. Eu vou dar um pulo na quermesse agora, pode ficar a vontade. ‒ ele disse passando pela porta.

Estava mais que óbvio que o pai de Jasper sabia de alguma coisa, e queria nos deixar a sós.

Eu caminhei pela casa, um lugar onde eu tinha passado bastante tempo entre meus dezessete e dezoito anos, não havia mudado muita coisa, fora um detalhe ou outro, claramente adaptado para Jasper se locomover melhor ali. Quando eu finalmente parei na porta de seu quarto meu coração estava acelerado. Eu simulei essa conversa na minha mente durante anos, mas nunca estive preparada para tê-la.

A porta estava entre aberta e eu podia ver Jasper na cama com fones de ouvido. Eu bati levemente na porta me anunciando.

— Posso entrar?

— Alice? ‒ ele levantou imediatamente sentando-se na cama. Um labrador que estava deitado no tapete com cinco filhotinhos em volta olhou em minha direção, mas não se moveu.

— Sou eu. Eu vim conversar.

— Estava te esperando. — ele disse jogando seus pés pra fora da cama, mas continuando sentado na mesma. Ele bateu ao seu lado para que eu sentasse ali. Eu fui.

Estar perto dele era incrível, seu cheio, o calor que emanava do seu corpo, eu tinha vontade de abraça-lo e não soltar nunca mais.

— Bem, eu sei que você já sabe sobre a Megan, vim aqui esclarecer as coisas. ‒ comecei meio sem saber como.

— A ficha de que eu tenho uma filha ainda não caiu. ‒ ele comentou.

— A minha ficha também demorou a cair quando eu descobri que estava grávida e não fazia ideia de onde o pai do meu bebê estava. ‒ confessei.

— Eu não fazia ideia, se soubesse eu voltaria pra casa. Eu jamais abandonaria um filho, Alice.

— Mas você me abandonou. ‒ eu acusei. Eu conseguia entender a atitude de Jasper de ter ido embora, imaginava a barra que ele tinha passado ao perder a visão, mas ele ter me abandonado ainda doía muito. — Eu fiquei muito arrasada quando percebi que você tinha ido embora quando eu disse que te amava, ser rejeitada daquela forma foi terrível. ‒ mesmo tentando eu não consegui segurar o choro.

— Ei, não chora. ‒ ele disse me puxando pra si. Jasper me abraçou apertado enquanto acariciava meus cabelos. — Eu fui um idiota por ter fugido daquele jeito. Mas eu estava apavorado, tive medo de te contar que estava perdendo a visão, não queria que ficasse comigo por pena.

— Eu não ficaria com você por pena, Jazzy. ‒ resmunguei usando seu apelido. — Eu te amava pra caralho, eu só ficaria com você por amor.

— Eu nunca disse, mas também te amava, Lice. Na verdade, eu nunca deixei de amar. Eu viajei pelo mundo, vi tudo o que eu podia e não podia, mas eu sempre estava pensando em você, me senti tentado a ir atrás de você por diversas vezes, mas lutei contra isso. Eu pensava que estava sendo forte resistindo, mas era o contrário, estava sendo fraco por fugir de você.

— Eu pensei em vir atrás do seu pai, contar sobre a Megan e pedir para ele te avisar, mas também fui covarde. Eu tive medo de que você pudesse ficar comigo só por causa dela. Eu fui horrível ao privar minha filha de ter um pai. ‒ confessei. Nós erramos tanto por medo.

— Nós ainda temos tempo. Eu a conheci e ela é incrível. Eu juro que vou correr atrás para compensar o tempo que eu estive afastado dela, que eu estive afastado de vocês, na verdade. ‒ ele acariciou meu rosto. — Eu ainda te amo, Alice. Por mais que eu ache que não sou bom o bastante para você, eu te amo.

— Você sempre foi bom pra mim, Jasper Whitlock, e não é o fato de que não pode mais enxergar que vai me fazer pensar diferente. Eu te amo da mesma forma, como se nada tivesse mudado, e se você estiver disposto a nos dar uma chance eu posso te provar que eu tenho razão.

Tudo o que eu mais queria era que ele dissesse sim, que esqueceria qualquer medo. Então nós contaríamos a verdade pra Meg e seríamos uma família feliz, como deveríamos ter sido desde o início.

Jasper não falou nada, apenas puxou meu rosto para si e me beijou. A sensação era a mesma, nada havia mudado. As borboletas continuavam no meu estomago e a cabeça ainda nas nuvens, a gente ainda era feito um para o outro.

— Eu sou mesmo um idiota por ter perdido isso por tanto tempo. ‒ Jasper falou quando desgrudou seus lábios dos meus.

— Um grande idiota, mas você pode consertar isso me dando um desses filhotinhos, eles são tão fofos. ‒ eu disse pegando um cachorrinho que lambia a ponta do meu sapato.

— Que tal se cuidássemos de todos eles juntos? Eu, você, a Megan...

— Seria perfeito. Nós seríamos uma família feliz. ‒ eu falei beijando o seu rosto. Estava tão feliz por finalmente estar com o grande amor da minha vida.

— Nós vamos ser. Mas antes temos algo muito importante pra fazer.

— O que?! Sexo? ‒ perguntei, eu estava morrendo de vontade de chegar nessa parte logo.

— Você não mudou nada! ‒ Jasper riu. — Eu estava falando sobre contar sobre mim a Megan.

— Ah, claro. Eu acho que podemos fazer isso aos poucos, ela ainda é muito nova pra receber uma notícia dessas de uma única vez, vocês podem conviver um pouco antes de revelarmos.

— Eu concordo com isso. Se ela gostar de mim antes de saber que sou pai fica mais fácil de me aceitar, eu acho.

— Ela já é louca por você, ontem estava toda animada com o violão que você deu. Disse que será uma grande cantora, mas não leve muito a sério, semana passada mesmo ela queria ser astronauta. ‒ comentei, fazendo com que Jasper risse.

— Eu adoraria que me contasse tudo sobre ela, por favor. ‒ ele pediu.

— Claro. Eu tenho inúmeros álbuns dela, prometo de descrever detalhadamente cada foto.

— Eu nem acredito que estamos aqui juntos novamente. Que Alice Cullen está de volta no meu quarto.

— Sim, é realmente inacreditável. Mas posso te provar que é real e relembrar os velhos tempos. ‒ dei um leve selinho em seus lábios.

— Eu te amo, Alice Cullen. Vou te dizer isso todos os dias para compensar aquela vez que eu não te disse de volta.

— Eu vou adorar ouvir.

Notas finais
Então, curtiram? Eu queria escrever alguma coisa pelo pov do Jasper tbm, mas não vai rolar. Tudo o que saiu foi esse capítulo aqui, não está do jeito que eu imaginei, mas foi o que consegui escrever com todo amor e carinho para vocês. Beijinhos! 10/11/18