Renato aproximou-se do corpo estirado da mãe, a fim de algum sinal que não indicasse o pior. Seu coração suspirou um pouco mais aliviado ao ouvir algumas palavras balbuciadas de sua boca.

— A mãe tá bem, Rê? — o pequeno questionou, aflito.

— Tá. Só precisa de ajuda — tentava não cravar um espículo no coração dele — Vem comigo.

Enquanto corriam até três casas acima, atrás de Hugo, entregou o celular de sua responsável e pediu que o menor ligasse primeiro a avó.

Em vão.

Depois para o pai.

Também em vão.

Quando bateram no portão do vizinho, torciam por um milagre.

Notas finais
Emoções fortes hoje, hein? hehe Gostou? Deixa um review! Abração e até o próximo!