Desde o momento em que a mãe de Hugo conseguiu contatar o pai e a avó dos meninos — filhotes indefesos — até a chegada dos responsáveis, Tadeu não desgrudou do irmão, ouvindo dele algumas de suas favoritas do Caetano. Deu certo por alguns minutos, mas não o suficiente para as certezas dele fulminarem no ar.

— Eles vão brigar com ela… — Tadeu lamentou.

— Capaz. Só vão dizer pra ela não fazer mais — atenuava o possível opróbrio.

— É! — Hugo embarcou na conversa — Meu pai também passou por isso e hoje tá bem. Fica tranquilo!

Esperança para Tadeu.

Já Renato, incerteza.

Notas finais
Tadinhos, né? Esse capítulo me deixou com vontade de pôr num potinho! Gostou? Deixa um review! Abração e até o próximo!