O Que Eles Veem Em Você? 2
50 House Party - Part 3
Notas iniciais
Na rua à esquerda da grande festa um casal entrelaçava seus dedos, voltando para a festa alegremente. Os dois estavam extremamente bêbados, irremediavelmente acabados, mas extremamente felizes.
Thalia e Luke nem sequer se importavam com os olhares desconfiados em suas direções, estavam inebriados com a juventude e o álcool e a paixão que sentiam um pelo outro.
Nem sequer perceberam um garoto branco e pálido passava na calçada à esquerda, cansado e triste, cabisbaixo e confuso como uma pequena criança. Passaram pela entrada da casa, rindo e tropeçando juntos. Dando beijos de vez em quando.
Pessoas estavam deitadas na grama em frente à casa, bêbados ou drogados demais para saírem do lugar. Mas para Thalia e Luke, era como estarem num tapete vermelho entrando no castelo da Disney.
A porta foi aberta antes de Thalia colocar a mão na maçaneta, e uma garota com os olhos arregalados apareceu em suas visões.
–Megan? – titubeou Thalia, dando um passo para trás. Era para se sentir culpada por estar abraçada com Luke, mas o nível de álcool no seu sangue a deixou confusa e sonolenta. De fato, Megan nem sequer parecia ter percebido a presença de Thalia.
Ela bateu no seu ombro, correndo pela grama da casa. Luke riu olhando na sua direção.
–Ela corre engraçado – comentou ele, abraçando Thalia pela cintura. Ela também riu, olhando na direção dele e se esquecendo do desespero da sua amiga. Os dois entraram para a casa, onde namoraram até o fim da festa.
Megan não sabia se ia para a esquerda ou direita. Então optou por aquela que parecia mais provável e perigosa: o caminho mais escuro.
Saiu correndo pela esquerda, esbarrando em algumas pessoas que já saiam da festa. Nem sequer percebeu que estava começando a chover, e por isso as pessoas começavam a sair da e isso só a atrapalhava.
Precisava pensar melhor, não podia ser tão estúpida e inconsequente. Parou de correr, os pingos de chuva começando a atrapalhar sua visão. Fechou os olhos, tentando pensar para onde ir.
Então abriu os olhos assim que a ideia veio em sua mente como um raio de luz. Voltou correndo para a sua casa, no caso, para o seu carro. Já estava bastante molhada de chuva, mas não sentia frio. Estava inebriada pela adrenalina e a vontade de fazer o que iria fazer.
Estava chovendo mais forte, os pingos de chuva mais frequentes e barulhentos. Ela respirava fundo, o coração batendo mais rápido do que ela queria que batesse e a desconcentrava totalmente.
Estacionou o carro alguns minutos depois de uma forma totalmente errada, na diagonal. Não ligava, o lugar estava vazio. Saiu correndo, a chuva fazendo o seu cabelo cair pelo seu rosto, agora tinha sons de trovões retumbando o céu. Parecia que alguém lá encima estava realmente bravo.
Quando chegou aonde queria, respirou fundo. A ansiedade tomando conta de si, e mais precisamente do seu estômago. A chuva fez seu cabelo ficar totalmente escorrido, e o seu vestido ensopado.
Fechou os olhos, descendo as escadas de pedra. Megan estava na ponte quebrada entre os anexos F e G, não era necessariamente um lugar feliz para Nico e ela. Mas era o lugar que tinham em Durham.
Olhou em volta, e suspirou de decepção. Ele não estava ali. Seu coração parecia pesar quilos de chumbo. E o frio começou a espalhar pelo seu corpo.
–O que você está fazendo aqui? – disse uma sombra, Megan apertou os olhos da chuva. E percebeu que Nico estava encostado na parede, no canto em que havia um teto sobre ele. Ela respirou forte, o que exatamente estava fazendo ali?
–Eu não achei que você iria desistir assim – respondeu, juntou as sobrancelhas em seguida. Não tinha planejado falar nada, mas as palavras saíram inconscientemente. Ele desencostou da parede, seu rosto belo e pálido enfim aparecendo na luz da noite.
–Eu não desisti, só parei de tentar. É diferente.
–Para mim é a mesma coisa – respondeu Megan. A chuva agora parecia um pouco mais fraca, mas os pingos de chuva pareciam lembranças gélidas do porque dela ter ido até lá – Eu só vim aqui pra te dizer uma coisa.
Nico não falou nada. E Megan percebeu o quanto ele combinava com a noite, e com aquele lugar tenebroso num geral.
–Por mais que tudo pareça dar errado para nós há um tempo, e por mais que a gente tenha errado mais do que é permitido. Mesmo depois de todas essas mancadas, de todos estes tropeços. Eu ainda te amo. E... Eu acho que sempre vou gostar de você, pelo menos você vai ter sempre um lugar especial no meu coração. Se é para terminarmos de vez, que seja de uma forma legal e não... Do jeito que foi.
Nico saiu do canto onde não caía chuva e deu alguns passos para perto de Megan, agora também tomando os pingos gélidos da chuva.
–Eu só não quero mais brigar — ele disse, respirou fundo em seguida. Seu rosto agora molhado pela chuva – Eu sei que ficar distante é uma sensação horrível, mas brigar é infinitamente pior. Só quero que você seja muito feliz.
Megan percebeu que realmente estava chovendo bastante pela primeira vez, depois daquilo que Nico disse um trovão retumbou acima de suas cabeças, chacoalhando a ponte quebrada.
–Eu me sinto muito sozinha sem você – Megan disse, a chuva era boa porque ela podia chorar sem ele perceber. Nico olhava diretamente nos seus olhos –. Às vezes o amor não é suficiente, não sei por quê. Mas se você me fazer sentir do jeito mesmo jeito que antes... A estrada é longa, entende? Tente ser feliz nesse tempo.
Nico não falou nada. Mas seus olhos estavam tão conectados com o de Megan que ela se sentiu nua. Ele se virou, parecia que ia embora, passou a mão por seus cabelos molhados e suspirou. Megan sentiu mais uma vez seu coração pesado como chumbo.
Rapidamente ele se virou, puxando-a pela cintura e a beijando surpreendentemente. Foi um beijo molhado pela chuva. Os dois se separaram ofegantes, depois do beijo mais sedento que Megan recebeu na vida. Ele encostou a testa na dela, os dois recebendo a chuva como uma benção.
–Beijos molhados– ele sussurrou – Acho que agora eu sei por que são tão famosos.
Megan riu, e acabou abraçando-o pelo pescoço. Ele retribuiu o abraço levantando-a do chão, fazendo os dois rirem. Era até estranho como aquilo parecia tão certo. Eles se separaram e com as mãos entrelaçadas involuntariamente se sentaram no banco de pedra que os cobria da chuva.
Os dois ficaram um tempo apenas olhando a chuva, as mãos entrelaçadas. E depois de muito tempo Megan se sentia finalmente em paz.
–Megs – ele chamou, um sorriso de lado enquanto olhava em sua direção – Eu tenho que te falar, eu... Eu não sou o mesmo de antes. Aquele cara que você namorou no ensino médio, ele mudou bastante.
Megan deu um pequeno sorriso.
–Eu sei, e se não gostasse mesmo assim eu nem estava aqui – respondeu. Nico olhou para ela daquela forma que ela sabia que tinha ganhado nos argumentos. E depois ele pigarreou para continuar a falar.
–Eu também gosto de você assim, determinada. Você está muito mais forte que antes, e eu não estava aqui para ajuda-la quando isso aconteceu – ele juntou as sobrancelhas – Eu fiz umas coisas realmente ruins em Cancun e...
–Não fala nada – interrompeu Megan – Eu te conheço o suficiente para saber que você fez a coisa certa no final.
Nico sorriu de lado, um dos seus cotovelos estava apoiado na mesa de pedra. E a outra mão passou os cabelos pretos e repicados molhados de chuva para trás. Pela primeira vez, Nico parecia realmente sem saber o que dizer.
Os dois concordaram silenciosamente em irem embora, e mesmo na chuva parecia que abraçados nada poderia incomoda-los. Megan revirou sua bolsa em busca das chaves quando foi pressionada contra o carro de forma surpreendente.
O beijo de Nico foi definitivamente diferente, um tanto animalesco. No seu ímpeto, Megan se lembrou da vez que transaram na sala, no chão. E foi a melhor transa da sua vida. Não estava bêbada ou drogada como da última vez, e se sentia insegura em relação a milhões de coisas.
A chuva batia em suas cabeças, mas os pingos pareciam evaporar e o que restava de água ficar quente enquanto se tocavam. Era uma sensação excitante e distinta.
Megan abriu a porta de trás do carro, invertendo as posições e empurrando Nico para dentro. Ela fechou a porta em seguida e sentiu seu vestido molhado ser arrancado do seu corpo bruscamente, jogado no chão do carro.
Estava definitivamente escuro, e a chance de serem pegos era grande. Provavelmente foi a coisa mais rebelde que Megan fez na vida, e estava sendo realmente divertido para ela.
Seu cabelo estava pingando, mas Nico não parecia ligar. Beijava a parte não coberta dos seus seios urgentemente, como se tivesse pouco tempo para fazer aquilo. Megan começou a gemer vergonhosamente enquanto sentia o hálito gelado de Nico deixar rastro entre seus seios.
Ela passou por cima dele, cada perna de um lado do seu corpo, e enquanto suas mãos dedilhavam a blusa sua boca chegou perto do ouvido dele.
–Eu te conheço o suficiente – sussurrou, e Nico parou um segundo. O suficiente para Megan tirar sua blusa e passar os dedos lentamente por cima do seu abdômen, mas precisamente para a tatuagem que tinha no final dele.
Percebeu que ele se arrepiou, e sorriu levemente em resposta. Abaixou um pouco o rosto por estar alguns centímetros mais alta que ele, no seu colo.
–O que significa? – sussurrou, passando as duas mãos no cabelo, jogando-os para trás. Nico pigarreou, parecia de alguma forma sem jeito.
–É o pôr do sol numa praia – disse e mordeu a parte de dentro da bochecha. Megan deu uma pequena risada.
–Essa parte eu percebi, mas porque esta praia? – ela pegou no seu rosto, as duas mãos nas suas bochechas – Está com vergonha de quê?
–Foi nossa primeira semana em Cancun, eu usei heroína pela primeira vez – comentou, às duas sobrancelhas arqueadas- Eu me senti pleno como nunca antes. Como se tudo estivesse perfeitamente em seu lugar, a parte vergonhosa é que... Eu transei com uma garota nessa praia.
–E foi bom?- perguntou Megan, seus olhos vidrados na tatuagem com traços pretos, ao por do sol.
–Foi muito bom – ele respondeu, uma sobrancelha arqueada. Não conseguiu decifrar pela primeira vez na vida aonde Megan queria chegar.
–Não foi somente muito bom – bufou Megan – Foi a melhor, pra você ter tatuado.
Nico deu uma risada.
–Não foi pelo...
–Ei, não interessa – interrompeu. Além de dar um sorriso estranhamente malicioso. – Eu não ligo, eu sou sua garota. Não essa tatuagem.
Ela pôs as mãos atrás das costas, tirando o sutiã molhado e jogando na parte da frente do carro, sem o mínimo de pretensão. Seus seios vieram à mostra, maiores do que suas roupas normalmente mostravam como o usual. Nico arqueou uma sobrancelha, seus olhos vidrados nos seios agora tão perto dele.
Megan rebolou lentamente encima do seu colo, o barulho da chuva combinava bastante com os gemidos controlados de ambas as partes.
–Mas seria uma ilusão legal você falar que eu sou muito mais gostosa que essa tal garota – sussurrou, os seios pouquíssimos centímetros abaixo da boca de Nico.
Ele levantou a cabeça, olhando em sua direção. E como um quadro sendo pintado seu sorriso foi crescendo lentamente, o mais malicioso dos sorrisos e que combinavam perfeitamente com seu rosto de mau.
–Você é – ele sussurrou, as duas mãos na sua cintura enquanto sentia os rebolados lentos e cadenciados dela – Eu não preciso de heroína com você.
Megan não queria ser pega desse jeito, mas acabou sorrindo. Saiu perigosamente do colo de Nico, suas duas mãos tratando de tirar as calças escuras dele enquanto ela se ajoelhava no chão do carro.
Beijou suas pernas lentamente, deixando um rastro por onde passava. Sua mão passou por ciam do volume da cueca, arrancando urros sofridos de Nico. Ela beijou por cima da cueca, suas unhas arranhando a virilha dele superficialmente.
Megan olhava para cima, seus olhos conectados com os dele, tirou a cueca dele e mordeu o lábio inferior ao ver seu pau pular, extremamente excitado e lubrificado. Ela tinha uma memória fotográfica bastante detalhada de como era aquele pênis, e sorriu lentamente ao lembrar que sabia que quando ele estava daquele jeito era porque estava realmente excitado.
Chupou da base até a ponta, deixando uma camada de saliva e fazendo as costas de Nico se arquear. Fez os movimentos repetidamente, seus olhos ainda conectados com os dele. E ele puxou seu cabelo, afastando-a.
–Chega – sussurrou, mordendo o lábio inferior. Megan deu um sorriso vitorioso e voltou a ir para o colo dele, que penetrou de uma só vez fazendo-a dar um gritinho vergonhoso.
Ela começou a rebolar enquanto sentia seus corpos perfeitamente sincronizados, subindo e descendo cadenciadamente. Nico abocanhou seu seio esquerdo, chupando os mamilos e mordiscando levemente. Sua mão desceu até o seu clitóris, massageando-o lentamente e fazendo Megan golfar, sem ar.
Ficaram muito tempo naquela posição excitante, Megan rebolando lentamente. Os olhos estavam fechados porque seus gemidos começaram a ficar altos demais, e ela tentava controla-los.
–Eu vou... – ela sussurrou, jogando os cabelos molhados para trás e apertando os braços molhados de chuva e suor de Nico.
–Vem – murmurou ele, beijando sua bochecha. Ela fechou os olhos, um último longo gemido enquanto sentia Nico ainda massagear lentamente seu clitóris. Ela abriu os olhos, e quando mal se recuperou ele começou a fazer movimentos rápidos e bruscos, sua boca se abriu e ela ficou sem voz para gemer.
Do lado de fora, se houvesse realmente alguém no estacionamento da universidade àquela hora, veria um carro se mexer estranhamente. Megan abriu os olhos, fitando Nico enquanto sentia toda aquela intimidade maravilhosa.
Sua boca foi para o pescoço dele, beijando e mordiscando, chupando e lambendo. E sentindo tudo aquilo numa voltagem máxima, os movimentos que iam até o final e a sensação de preenchimento.
Os dois se beijaram arduamente, os dentes de Nico marcando seus lábios como propriedade particular, as mãos apertando sua bunda mais forte que o normal.
–Eu te amo – sussurrou Nico, sentindo que estava quase no ápice. Megan fechou os olhos.
–Também te amo – sussurrou de volta. Os dois chegaram ao orgasmo, os corpos molhados e em êxtase pelo sexo maravilhoso e a sensação de que estavam finalmente conectados. Nico não saiu de Megan, e ela ainda se mexia distraidamente, provocando sensações inebriantes.
Os dois entraram num acordo silencioso de que aquilo não havia acabado ainda, e Nico a deitou no banco, começando a se mexer lentamente. Beijou sua barriga, seios e pescoço, chegando por fim nas bochechas rosadas e os lábios preenchidos de batom. Chupou-os lentamente.
Megan deu um grande sorriso.
–Você quer saber de uma coisa? – sussurrou ela, e Nico acabou sorrindo em resposta – Eu gosto da sua tatuagem, acho ela sexy.
Riu em seguida, suas bochechas ficando vermelhas de vergonha. Nico parecia sério, fitando seu rosto.
–Você parece uma princesa – comentou, beijando suas bochechas em seguida – Bastante pervertida, mas uma princesa.
Ela deu um tapa em seu braço, rindo. Os dois transaram mais algumas vezes naquela noite. E ao fim, no orgasmo de Nico, para quem estivesse de fora se via sua mão contra o vidro embaçado, escorregando lentamente enquanto sentia-se como que livre e relaxado. Maravilhosamente pleno.
(...)
Thalia acordou com uma dor esquisita na bochecha esquerda, e quando abriu os olhos preguiçosamente percebeu que era porque estava deitada no chão, no tapete. Levantou um pouco a cabeça, percebendo que já era de dia e que tinha dormido no meio da sala, coçou um olho e viu que no sofá Luke e Percy dividiam o espaço sentados confortavelmente, Luke com a cabeça baixa e Percy babando.
Annabeth estava caída no balcão da cozinha, cochilando e sentada na cadeira num ângulo bastante estranho.
Thalia se levantou de vez, a sensação que cada centímetro do seu corpo estava moído. Olhou ao redor, não tinha mais ninguém na casa, o que era algo bom porque sempre sobrava um ou outro normalmente.
A parte ruim é que estavam dormindo no que poderia ser um chiqueiro, cheio de copos de bebidas para todos os lados e garrafas e comida e sujeira. Thalia passou as mãos nos olhos tentando focar na claridade, sua cabeça parecia que iria explodir.
Ficou um tempo parada, sua cabeça demorando alguns minutos para processar a nova realidade que era estar acordada e sóbria. Então o telefone tocou estridente, fazendo Percy e Luke acordarem num pulo.
Thalia foi andando lentamente até o telefone e Percy limpava sua baba enquanto fechava os olhos mais uma vez para voltar a dormir. Luke deu um tapa em seu braço.
–Acorda, cara.
–Mas eu dormi agora – respondeu, sussurrando. Luke deu um meio sorriso, seu rosto também não estava dos melhores. Tinha bebido demais. Thalia se enrolou no fio do telefone, respirando fundo antes de atender.
–Alô?
–Thalia? – a punk ouviu a voz alta de Atena pelo telefone, o que a fez afastar o aparelho do seu ouvido por alguns segundos- Nenhum de vocês atende o telefone? Estamos tentando ligar a dois dias e vocês parecem que desapareceram!
–É sim... É – respondeu ela, a dor de cabeça fazendo seus olhos se fecharem. Ela não tinha ouvido nem uma palavra sequer de Atena.
–Vocês não se esqueceram do evento do ano, não é? Ela vai acontecer daqui a três dias, e vocês precisam estar aqui.
Thalia jogou a cabeça para trás, quase dormindo.
–Ok, foi um prazer conversar com você Atena, estaremos... – ela desligou o telefone. A cabeça encostada na parede de tanta dor. Depois abriu os olhos mais uma vez contra a sua vontade – Onde estão Megan e Nico?
Luke olhou na direção dela, os olhos estreitando-se por estar pensando. Depois ele riu.
–Dormindo num lugar mais confortável, com certeza.
O que Luke não sabia era que eles não estavam dormindo num lugar mais confortável, e sim entrelaçados no banco de trás de um carro, no estacionamento da universidade Duke.
–Quem era?- perguntou Percy, coçando os olhos e se levantando preguiçosamente do sofá.
–Atena – sussurrou Thalia – Evento há dois dias e ninguém atendeu...
Thalia bufou, massageando as têmporas. Percy arqueou uma sobrancelha, pensando no evento que seria dali a três dias e como seria importante, depois olhou na direção de Annabeth. E algo em seu coração se apertou. Foi andando em sua direção e a pegou no colo, tentando aproveitar cada segundo ao seu lado.
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