O Primeiro Amor de Ally

12 Austin, tranca a porta?


Notas iniciais
Desculpa não está respondendo os comentários, estou em uma corrida contra o tempo. Tenho que sair agora, e prometo que assim que eu chegar(se eu não desmaiar de sono) eu irei comentar os seus comentários. Espero que gostem. Boa leitura Kisses - F

Austin POV's

Não acreditava que ela tinha dito sim para o Elliot. Que ela tinha combinado dele ir na sua casa depois da escola. Entrei no meu quarto e tomei um banho... Mas eu tinha que fazer alguma coisa! Não podia deixar que ele ficasse com a Ally. Ela não era nada minha, eu não tinha pedido ela em namoro nem nada, e ainda não gostava nada dessa ideia.

Ah, foda-se também!! Se esse era o critério dela eu não ia ceder. Eu não queria namorar. Aquilo ia durar quanto tempo? Os casais sempre falam que com o passar do tempo os namoros mudam, que não fica bom pra sempre. Pra que alguém ia querer algo assim??

Pronto. Já tinha me convencido de que não ia namorar com ela. Por mais que eu quisesse ela só pra mim. Se eu tivesse ela e depois a perdesse ia ser muito ruim e...

Enquanto eu filosofava sobre minha vida amorosa abri a cortina e vi que o Elliot tinha ido mesmo a casa da Ally. !!

Dei de ombros.. mas depois de um minuto comecei a imaginar o que ele poderia estar fazendo com ela. Acho que o Elliot nunca namorou na vida, mas isso não ia ser problema pra ele. E se ele a pedisse em namoro e ela aceitasse? E pior, e se depois disso eles transassem?

Puta que pariu! Depois de ter esse pensamento sai correndo pra casa da vizinha. Bati na porta, entrei após o pai dela ter atendido, e subi o mais rápido que pude para o quarto dela.

Depois de vê os dois quase se beijando de novo... depois de vê o jeito que ela ficava com ele... Tive que arrumar uma desculpa pra ficar lá e não deixar nada mais acontecer e, se possível, ainda ficar a sós com a Ally.

Agora eu me encontrava em cima dela. E por mais relações que eu tivesse tido em toda minha vida eu não sabia o que fazer com ela. Eu estava em dúvida se eu ia mesmo fazer sexo com ela. Além disso, já esperava que ela pedisse para eu parar ou qualquer coisa do tipo.

–Aus-Austin... – Sabia que ela ia pedir para eu sair de cima dela e blá blá blá... – Tranca a porta?

Espera. Se ela estava pedindo para eu trancar a porta era porquê..

–Hn. –Como a cama dela ficava bem perto da porta, tranquei ela rapidamente e voltei a ficar por cima dela. Nossos corpos quase não se tocavam e a única luz que entrava no quarto era a mistura da luz do poste com a luz da lua.

Eu queria muito sentir o corpo dela, mas não sabia o que fazer por onde começar.

Mas que merda! Por que ela me deixava assim? Eu já tinha feito aquilo um milhão de vezes e...

Ally POV's

Eu pedi para o loiro trancar a porta... vai que meu pai vem até o meu quarto e encontra nós dois naquela cena? Eu estava nervosa. Muito nervosa! E o pior é que depois dele trancar a maldita porta ele não fez mais nada. Nem me tocar ele tocava. Ficamos lá, os dois olhando uma pra cara do outro no breu do meu quarto.

Saco! Não ia ser EU a começar. Só de pensar em eu fazendo alguma coisa, mil opções vieram a minha mente! Vergonha, muita vergonha em pensar nessas coisas com o Austin em cima de mim.

Acabei virando de barriga pra baixo. Não queria encara-lo, mesmo com a pouca luz que entrava no quarto.

Acho que ele achou graça daquilo.

– Ally? O que você está fazendo exatamente?

– Eu acho que estou com vergonha de você... só isso.

–“só isso” ?

– Hn. – Afundei meu rosto no meu travesseiro.

– Alls, eu posso fazer carinho em você ?

– Acho que pode. – Minha voz saiu num fio.

Então eu senti uma de suas mãos na minha coxa. Ele foi subindo devagar me alisando até chegar na minha bunda. Aquilo era tão bom..

Então, depois de ficar fazendo carinho ali ele desceu a mão e, como resposta, abri um pouquinho minhas pernas. Sua mão agora procurava por meu sexo e fazia carícias ali. Tive que tirar meu rosto do travesseiro pra ver se eu conseguia respirar melhor.

Austin continuou brincando comigo ainda por cima da minha calcinha, e seu corpo agora estava colado ao meu.

– Aus...tin.

– Hn?

– Faz aquilo de novo?

– Você tem certeza?

– Aham, aquilo foi bom.

Ele rapidamente tirou minha calcinha e colocou dois dedos de novo dentro de mim. Gemi com aquilo e meu corpo queria mais... mesmo tendo um certo receio daquilo.

– Eu sabia que você ia gostar disso. – O engraçadinho disso em meio de um ar de vitória.

– Quem disse que eu tô gostando?

– Hn, você não está gostando? Então eu vou parar e....

– Não!

– Mas você não disse que não estava gostando ? – Agora o moleque brincava com a minha cara. Tive que me virar para encará-lo. Seu corpo tinha se distanciado um pouco do meu, e eu não tinha gostado nada daquilo.

Coloquei minha mão em seu pescoço e o trouxe pra mais perto de mim.

– Alls...?

Cansei dele falar e me zuar. Cadê o Austin pegador de que todas falavam ?

Beijei o loiro.

Coloquei minha língua dentro de sua boca e ele correspondeu. Ele voltou a ficar com o corpo perto do meu, então, coloquei minhas pernas por cima dele. Agora ele mordia meu lábio inferior e me beijava devagar. Aquilo estava me deixando louca. O fato de eu sentir sua ereção me pressionando também me fazia querer mais.

Ele parou de me beijar e eu aproveitei para tirar a camisa dele. Ele puxou meu sutiã que já estava desabotoado e colocou sua boca no meu pescoço. Por onde ele passava ia deixando um rastro de pequenos beijos. Ele preencheu todo o meu pescoço com aquilo até chegar sua boca perto dos meus peitos. Eu ainda estava de camisola, mas ela era fina. Se ele resolvesse colocar sua boca lá...

E foi isso que ele fez em seguida. Ele chupou os biquinhos do meu peito enquanto sua mão fazia carinho no outro. Fechei os olhos e deixei que ele continuasse enquanto mexia em seu cabelo.

Não demorou muito e ele desceu sua boca pelo meu corpo e chegou até minha intimidade. Eu sabia o que ele ia fazer e fiquei ansiosa por aquilo. Austin então levantou minha camisola até minha barriga. E parou...

– Austin?

– Alls, geme pra mim?

– Como assim?

Depois de eu ter feito a pergunta idiota ele enfiou dois dedos de novo e começou a me masturbar...

– Geme Alls.

Falando isso ele começou a me chupar lá.

Gemi.

Austin não parava de fazer sexo oral comigo. Ele me beijava devagar e depois lambia minhas pernas enquanto seus dedos mexiam no meu clitóris. Ai ele alternava de novo e me chupava mais. Ele enfiava a língua dentro da minha intimidade e depois colocava os dedos.

– Ausstin.

– Gemendo meu nome agora? – Ele já estava vaidoso com a reação que ele conseguiu que eu tivesse aos seus carinhos.

Pensei que logo em seguida ele ia meter em mim, mas isso não aconteceu.

Ele me chupou até eu gozar.

Aquela foi a primeira vez que aquilo acontecia comigo. Meu corpo ficou meio mole, mas a sensação era maravilhosa. Ele me limpou com a língua mesmo e deitou-se ao meu lado. Eu ainda estava ofegante e não disse nada pra ele. Austin então me abraçou e dormimos de conchinha.