O Príncipe e a Aldeã
8 O 'Casamento' e o Reencontro
Notas iniciais
O Príncipe e a Aldeã
Capítulo 8 – O ‘Casamento’ e o Reencontro
Narrador POV
Passaram 5 dias, e Sulfus cumpriu conforme o combinado com Eric. Disse aos seus pais que tinha a mais completa honra de casar com a princesa francesa, e que no momento certo durante o casamento, todos os nobres daquele e doutros reinos iriam ficar a saber a fraude que o rei francês sempre foi, é e sempre será.
Sulfus estava no seu quarto a preparar-se para o seu casamento arruinado até que o seu pai bateu à porta “Entre” disse o príncipe.
O rei chegou-se mais perto dele “Tens a certeza que queres fazer isto?” perguntou o seu pai.
“Sim pai. Prometo que nunca te vou desiludir e que serei um rei tão bom como tu foste” disse o noivo.
“Falas mesmo como um rei” disse o homem sorrindo e que o seu filho retribuiu “Agora vamos que já estão todos à espera”
Sulfus assentiu e desceu com o seu pai.
Sulfus POV
“Em nome do pai, do filho e do espírito santo. Ámen” disse o bispo “Estamos aqui reunidos para celebrar a união de Príncipe Sulfus de Gales e Princesa Kabalé de França, e assim manter a paz entre França e Inglaterra. Quem se opõe a este casamento que diga agora ou cale-se para sempre” disse o bispo e de repente Eric entrou porta dentro.
“Eu oponho-me” disse Eric “Porque o rei de França é uma farsa” disse ele.
Eu fui logo ter com ele “Ah!” disseram os convidados.
“Senhores, o rei de França raptou uma das empregadas que é especial para o nosso príncipe, para lhe fazer chantagem e assim fazê-lo casar com a princesa” disse Eric.
“Ah!”
“E-Eu?!” perguntou o mau da fita “Chamem os guardas e prendam este rapaz, que ele só sabe dizer mentiras”
“Sou eu, ou é o senhor? E eu tenho a prova escrita nas mãos” disse Eric mostrando o bilhete que eu tinha dado “E ainda por cima para o rei francês não ser descoberto que era ele pôs como seu nome ‘Anónimo’”
“Pai isto é verdade?” perguntou Kabalé ao pai. O rei não sabia para onde é que havia de se meter.
“E-Eu…” gaguejou o rei estrangeiro.
“Pode gaguejar à vontade que não lhe vai servir de nada. Prendam-no!” disse eu.
“Sim, guardas, prendam este patife” disse o meu pai. Os guardas vieram e amarraram-no a umas cordas.
“Eu vou voltar e vou vingar-me! Até podem registar isto!” exclamava o ‘rei’ de França.
“Agora vai ter com a Raf, que ela está ansiosa por te ver” murmurou Eric e eu assenti.
Eu fui até à cozinha e vi-a finalmente “Raf!” exclamei eu e ela virou-se e veio para os meus braços e abraçamo-nos…afinal já não nos víamos há 5 dias.
“Sulfus!”
Nós soltamo-nos “Estás bem? Fizeram-te muito mal?” perguntei eu preocupado com o meu anjo.
“Sim…agora estou bem” disse Raf e beijamo-nos.
Finalmente agora éramos livres para vivermos felizes, beijarmo-nos em plena luz do dia, sem ter de esconder.
Notas finais
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