O Pilar do tempo
6 Capítulo 5-Visito o zelador
Notas iniciais
Quando acordei estava na enfermaria uma doce mulher verde e de cabelos laranja me viu abrir os olhos e disse:
–Ah! Finalmente acordou, está se sentindo melhor?
Eu respondi:
–Estou sim, mas por quanto tempo eu estive dormindo?
Ela respondeu:
–Umas 72 horas
Eu fiquei espantado mais não duvidei, olhei para os lados e sentado em uma cadeira eu vi Rick dormindo, ela viu que eu o tinha visto e logo disse:
–Ele é um bom amigo, desde que você chegou aqui ele sentou nessa cadeira e me ajudou a cuidar de você quando era necessário
Dei um sorriso meio bobo e disse:
–Sim, ele é um grande amigo
Depois dessas palavras percebi que estava com o terno, o mesmo que eu estava na luta, e a bengala estava do meu lado, eu olhei para a enfermeira e perguntei:
–Por que eu estou com esse terno?
Ela disse:
–Porque eu não posso tirá-lo sem sua permissão senhor shinigami.
Eu, pasmo, me levantei o mais rápido que pude e me dirigi à sala do diretor marco, só ele poderia me esclarecer aquilo.
Chegando à sala o diretor fala em alto e bom som:
–Olha quem está aqui, você me surpreendeu garoto, por um minuto achei mesmo que fosse humano, nunca imaginei que fosse um shinigami.
Eu disse a ele surpreso:
–Como isso aconteceu? Por que eu tenho que ficar de terno? E pra que serve aquela bengala?
Ele respondeu:
–São muitas perguntas, mas vamos lá, a primeira você sabe pai que você conhece não é seu pai, ou talvez a mãe que você conheça não seja sua mãe, talvez um dos dois, você sabe tenha se apaixonado por um shinigami e você nasceu, a segunda é simples, o terno é a roupa padrão dos deuses da morte, mas se você quiser é só você se concentrar e pensar em outra roupa que ela vai aparecer, a minha é um terno porque eu sou adulto e sou um diretor tenho que parecer bem vestido...
Eu cortei sua fala fechando os olhos e imaginando a roupa, num passe de mágica a minha roupa mudou era uma camisa de mangas longas e preta, uma calça jeans preta e sapatos pretos o que fazia bem mais o meu estilo. Ele viu o que eu tinha feito, abriu um sorriso e continuou sua fala.
–Muito bem, a bengala é a sua arma, ela n vai mudar independente da sua transformação.
Eu perguntei:
–Como uma bengala pode ser uma arma?
Ele se levantou, pegou sua bengala, se concentrou, girou a parte de cima da bengala, e ela se transformou em uma espada longa de duas mãos. Ele disse:
–as bengalas possuem seus nomes, a sua também tem, e quando você descobrir, um poder incomparável vai surgir.
Eu estava com medo, nervoso, mas sentia uma energia interessante, foi quando Marco olhou para mim e disse que ia me oferecer um treino especial, algo que faria me descobrir o nome da bengala e a transformar em uma grande arma, porém algo inusitado aconteceu o céu ficou verde e apareceu um grande símbolo no céu como se fosse uma grande coluna e nela havia uma ampulheta, logo depois a imagem mudou e apareceu um garoto com um manto e uma bengala roxa, a mesma que a minha, e esse garoto com seus amigos impediam que o pilar caísse. O diretor olhou para mim e disse:
–Você precisa ver o Darius.
Eu disse:
–O zelador?
Ele respondeu?
–Sim ele mesmo, mas ele não é só o zelador, ele é o oráculo, e você vai para a sua primeira missão.
Eu nervoso obedeci, fui até a pequena casinha do zelador e ele estava lá varrendo, ele era gordo, 1 metro e 85 mais ou menos, cabelos negros e usava óculos. Cheguei até ele e disse:
–Darius? É você? O diretor me mandou vir pra saber se eu era o garoto da missão.
Ele me olhou e disse:
–Entre.
Ele me mandou sentar e olhou no fundo dos meus olhos, de repente os olhos dele se tornaram verde limão, completamente verde, um gás saiu de sua boca e um som grave e forte falou:
–Eu sou o grande oráculo, não tenha medo pequeno shinigami, você tem uma grande jornada pela frente.
Meu nervosismo se intensificou, eu não parava de tremer, mas decidi ouvir a grande profecia que o oráculo iria falar, ele mudou de forma, parecia a minha mãe, ele então começou a falar a profecia:
–Um shinigami perdido enfrentará um hibrido apesar de empecilhos, para proteger sua terra e seus amigos no pilar, medo, angústia e tristeza sentirá, e depois de tudo isso sofrer, uma escolha terá que fazer, a terra destruir ou proteger.
Depois de ouvir aquelas palavras fechei os olhos por alguns segundos, e quando abri Darius não estava mais lá, não havia ninguém na pequena casa, apenas eu. Quando notei isso me levantei olhei para cima e disse:
–Aí vamos nós.
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