O PREÇO DA MENTIRA
6 Capítulo 6
Notas iniciais
Ela se vira e se deita de costa para ele mostrando-se furiosa. Ele a abraça por trás colocando seus dedos massageando o grilo dela e toda desejosa sorri.
Logo começaram mais um momento intenso e assim passaram a noite se amando.
Já havia se passado um mês e Victoriano manda uma carta para sua amada.
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Inês estava sozinha, Rosa tinha saído para fazer compras junto com Diana, alguém bateu na porta, imaginando que fosse alguns dos peões querendo algo ela abriu, quando foi atender percebeu que era Loreto, ela tenta fechar a porta, mas ele coloca o pé impedindo que ela trancasse. Forçou até entrou, trancou a porta com a chave, Ela se afastou assustada, usava um de vestido florido que torneava seu corpo valorizando suas curvas, ele a olhava de uma forma que a deixava apavorada, até que ele avançou pra cima dela apertando contra seu corpo. Ela tentando se soltar diz.
Inês- O que pensa que está fazendo? Me solta
L- Calada!
Ele disse, puxando seu cabelo com uma de suas mãos. Ela sentia uma sensação de medo e ao mesmo tempo tudo que queria era se livrar dele.
Tentou resistir, ele a jogou no sofá, e se jogou por cima dela e sussurrou no ouvido dela.
L- Vou te fazer minha.
Em seguida ergueu o vestido dela forçadamente fazendo com que o mesmo se rasgasse, ele já sem camisa, logo tirou abriu as suas calças ficando sobre ela a deixando com mais nojo, se remexia tentando se levantar, mas o peso dele contra ela não a deixava nem ao menos se mover. Assim ele a possuiu e ao mesmo tempo pressionava o pescoço dela com uma mãos de forma que a machucava no desespero ela grita:
Inês- PARE, POR FAVOR! ESTA ME MACHUCANDO! EU SUPLICO! NÃOOO...
L- ISSO GRITA! É ASSIM QUE EU GOSTO!
Ele a tratava como um animal, arrancou o que restava do vestido no corpo dela e começou Apalpa-la, deixando marcas, pois, era violento enquanto ela suplicava por clemencia, ele deu um tapa na cara dela. Que desesperada chorava querendo morrer.
L- VOCE INSISTE EM ABRIR A BOCA NÉ?
Apertou Seu rosto enquanto ela apenas chorava.
L-TA APRENDENDO NÉ, Inezita? VOU DAR SUA LIÇÃO FINAL.
Ela Engoliu em seco e gritou ainda mais, sabia que ele ia machuca-la ainda mais, já estava sentindo muita dor. Depois de satisfeito ele se levantou, colocou sua calça, se aproximou dela que estava jogada acabada em cima do sofá.
L-ACHO BOM LEVANTAR E SE LIMPAR, NAO VAI QUERER QUE NINGUÉM A VEJA ASSIM. SE FALAR PARA ALGUÉM EU TE MATO OUVIU BEM?EU QUERO QUE VOCÊ VENHA COMIGO QUANDO SEU ESPOSO VOLTAR E SE NEGAR EU MATO ELE E SUA FILHA.
Ela sabia que ele não estava blefando ele certamente o faria. Ela se levantou se apoiando e com muita dificuldade de foi até ao banheiro e se sentou na banheira ligou a torneira e deixou a água escorrer pelo seu corpo e a mesma caia pelo ralo, se sentia suja e ali permaneceu por horas. Tudo nela doía, mas não era só o físico, era a alma.
Mais tarde Rosa chegou com Diana feliz, trazia uma carta de Victoriano nas mãos. Procurou por Inês, que estava no quarto deitada.
R-Senhora Inês?
Inês ouvia, mas não quis responder, não queria falar com ninguém. Mesmo assim Rosa entrou com Diana, pois, queria ler a carta e saber como estava seu filho.
R- Trouxe a carta de Victoriano.
D- Mamãe o papai escreveu para nós!
Inês- Deixe ai Rosa, depois eu leio.
Disse ela sem olha-la em baixo da coberta.
R- Mas senhora...
Inês- Deixe ai Rosa!
Rosa saiu triste com a menina deixando a carta no criado mudo.
D- Eu quero o papai!
Diana saiu chorando e Rosa entendendo que Inês não estava bem consolou a menina naquela noite.
Na manhã seguinte Rosa preparou uma um café da manhã farto, colocou em uma bandeja e levou para quarto de Inês, porque já eram quase 10h da manhã e ela ainda não havia descido o que estranhou, pois, Inês sempre se levantava muito cedo. Vai até o quarto e bate entrando.
R- Sra. Inês trouxe seu café, já que ontem você não jantou.
Inês- Não estou com fome Rosa.
R- Come ao menos um queijinho.
Inês- Não quero nada Rosa!
Rosa olhou a carta lacrada no criado mudo e viu que Inês ainda não tinha lido.
R- Não vai ler a carta?
Inês- Victoriano está atrasado uma semana! Não se importou com a gente, por devo lê-la.
R- Poço?
Disse pegando a carta e leu em silêncio. Inês faz sinal de positivo e se deita.
R- NÃOOOO... Não pode ser!
Disse Rosa colocando a mão na boca! E chorando desesperadamente.
R- O que aconteceu com Victoriano?
Inês ficou desesperada, imaginando o pior.
R- Ele...Ele....
Rosa, gaguejava em meios aos planos e não conseguia falar.
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