Notas iniciais
Boa leitura!!!!! E DESCUPEM OS ERROS!!!

Inês- Pois, agora te exijo o direito que tenho sobre elas, a partir de amanhã quero uma oficina nesta empresa. Irei trabalhar como acionista da empresa San lácteos e terei voz e voto no conselho.

V- E por quê?

Inês- Debora te enlouquece tanto, que não se da conta do dano que está te causando a sua filha?

V- Vejo que já se inteirou do que aconteceu.

Inês- Quero que amanhã esteja pronta minha sala nesta empresa.

Despois desta ordem ela sai.

Inês passou por Débora, a olhou com desconfiança, pois, não sabia de quem se tratava, como nunca há viu passou reto como um furacão, entrou no elevador e se foi. Mas imaginou que talvez pudesse ser a tal Débora só pelo olhar de bandida, mas não estava em condições de falar, queria apenas sair dali.

Victoriano saiu correndo atrás de Inês na esperança de alcança-la, mas foi inútil o elevador já havia se fechado.

Débora cruza os braços e diz:

D- Esta é a famosa Inês?

Victoriano ignora o comentário debochado de Débora, ele se dirige a sua nova secretária Elvia (secretária de Victoriano em las amazonas Carla Stefan) e diz:

V- Prepare uma sala, para a nova e acionista desta empresa.

Débora toda sorridente diz:

D- A melhor que tiver, pois, quero estar bem instala.

Victoriano a olha respondendo:

V- E acha que com 5% já tem direitos de uma sala? Lamento te decepcionar, mas a sala será preparada a maior acionista desta empresa.

D- Quem? Diana kkkkkkk

Ela ri em tom de deboche, Victoriano a olha ignorando sem responder e sai.

E- Muito Linda e Elegante a senhora Santos, não acha?

Disse Elvia admirada com tanta beleza, pois, também era a primeira vez que viu Inês, soube por que quando ela chegou disse que precisava falar com o marido e por este motivo não precisava ser anunciada.

Realmente ela estava linda com uma camisa amarela com um leve decote V que complementava sua feminidade e além de realçar a beleza natural do seu charme e usava também uma calça flear escura e uma sandália caramelo salto 15.

Débora fez uma cara de poucos amigos, pois, nunca tinha visto Inês tão de perto, mas não iria dar o braço a torcer, pois, também achava Inês bonita. Fazendo uma cara de poucos amigos pergunta.

D- Já sabe quem é a acionista maior?

E- Ai não Senhorita, eu não me meto nos assuntos dos chefes, só faço o que mandam.

D- Então descubra inútil.

Débora sai bufando de raiva.

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Algumas horas depois.

Inês finalmente conseguiu comprar o apartamento que queria. E passaria parte dos próximos dia decorando seu novo lar, além de ter que separar tempo, para trabalhar na empresa, ajudar sua filha com o casamento, visitar Suzana, desfrutar da companhia de Emiliano e procurar seu filho que Loreto roubou esta seria sua primeira função do dia.

Naquele mesmo dia Inês passou à tarde para ver Suzana, pois, queria saber onde ela viveu para buscar uma pista de seu filho. Depois de vê-la, passou na sala do Dr. Eduardo, para se despedir, já que não trabalharia mais lá.

Inês- Mas não vamos deixar de nos ver Dr. Eduardo.

Ele pega em uma das suas mãos acaricia com um dedo e diz:

E- Eduardo! Por favor Inês.

Inês- Oh! Sim Eduardo, é que é difícil chama-lo assim.

Ele beija a mão dela diz:

E- Vou sempre te visitar.

Victoriano chega bem neste momento, pois, a recepcionista pediu para ele entrar e sem ser anunciado.

Inês- Victoriano?

Disse ela assusta por vê-lo ali. Ele a olha com raiva e ciúmes dizendo.

V- Imaginei que estivesse aqui, precisava falar contigo... Mas não imaginei que estivesse tão ocupada.

Diz ele grosso demonstrando raiva na voz.

Inês- O que quer?

V- Preciso que venha comigo, não vou dizer nada na frente de estranhos.

E- Como você entrou aqui e sem ser anunciado?

Victoriano o ignora e diz

V- Venha Inês ou quer que eu te arraste.

Disse ele impondo a Inês que viesse com ele, mas não que ele faria.

E- Você não vai tocar um dedo nela, se ela não quiser ir ela não vai.

V- QUEM VOCÊ PENSA QUE É PARA FALAR ASSIM COMIGO?

Disse ele já alterado, Inês se coloca na frente de Victoriano e colocando uma mão no ombro dele dizendo;

Inês- Vamos Victoriano! Aqui não é lugar para escândalos.

E- Se você não quiser ir, não precisa Inês.

Disse Eduardo enfrentando Victoriano. Inês diz encarando Victoriano:

Inês-Eu vou, preciso falar com ele. Vamos! Tchau Eduardo.

Disse isso e saindo, Victoriano foi atrás dela. Ela parou em frente ao portão esperando ele dizer o que queria, ele quebrando o silencio ordenando.

V- Vamos para fazenda!

Inês ri não acreditando responde:

Inês- Se vim contigo certamente não era para ir à fazenda e sim porque não estava aguentando sua cena patética de ciúmes, se fosse em outras épocas eu até acreditaria.

Um silêncio pairou por alguns segundos

Inês- Bom se não ter nada a dizer eu já vou.

Disse se virando com pressa quando sentiu uma tontura ameaçando cair. Victoriano a segura e diz preocupado:

V- O que você tem?

Inês tenta se recuperar colocando uma mão na testa, pois sentiu uma súbita tontura e disse mentindo.

Inês- já passou preciso ir.

V- E onde pensa que vai sozinha há esta hora, se não quer ir à fazenda, vou no mínimo te levar no médico ou te deixar onde você esta alojada.

Inês o olha como se dissesse não estou alojada lá agora é minha nova casa.

Inês- Não precisa! Já estou melhor!

V- Eu insisto, não vou te deixa-la sozinha.

Inês não conseguiria dirigir estava muito tonta e não poderia se negar a ir com ele, pois aquele horário não conseguiria um taxi tão fácil, foram até o apartamento dela.

V- Aqui é onde você mora? Acredito que não vai me convidar para entrar?

Inês- Não!

Diz ela seca.

Inês- E se não tem mais nada a dizer vou subir.

V- Conversamos amanhã na empresa, mas antes de ir quero saber como você está?

Inês- Bem! Vou descansar, tive um dia muito exaustivo... Provavelmente isso seja stress acumulado.

Ela diz e entra para em seu apartamento o deixando para o lado de fora.

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Dia seguinte

Inês foi até a casa em que Suzana morava e não obteve informações necessária que pudesse leva-la a seu filho, e logo foi ao hospital onde teve Alejandro. E lá conseguiu pistas de como encontrar a enfermeira que fez a troca dos bebes. Como já estava atrasada para sua primeira reunião como acionista maior da empresa San Lácteo, deixou suas investigações para depois.

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Empresa San lácteo

Todos já estavam na sala de reuniões aguardando a maior acionista.

Quando ela abre a porta e todos a olham admirando tamanha beleza, pois, aquele dia estava radiante vestida de executiva, usava um vestido tubinho clássico, na cor vermelha até o joelho, que delineava suas curvas afinando sua pequena cintura, destacada por um cinto preto verniz e calçava um lindo sapato preto também acompanhando o tom do cinto (preto verniz), um scarpin meia pata salto grosso, delongando suas pernas, já sua maquiagem era suave, porém expressiva que destacava seus lábios pelo baton matte cor vermelho que passou e nada destacava em seu colo se não apenas os seus cabelos esvoaçantes que estavam soltos sobre ele.

Vendo a ponta da mesa vazia, indicando que lá seria seu lugar, se dirigiu até lá e fiou em pé esperando Victoriano, puxar a cadeira para ela, já que era o único cavalheiro da mesa.

V- Oh sim, Claro!

Disse ele entendendo que ela estava esperando ele para puxar a cadeira.

Inês- Obriga!

Disse Inês se sentando e colocando sua agenda sobre a mesa.

D- Bom... Estávamos te esperando mamãe, embora uns e outros não entendam a regra desta empresa, enquanto o acionista maior não chega à reunião não pode começar.

D- Diana querida! O maior acionista ainda é o seu pai, até onde sei.

D- Débora minha querida, meu pai tem apenas 25% vale lembrar que ele está representando os outros 20% que é do meu irmão.

D- Então! Ele representa 45% mais de que qualquer outro desta mesa.

Inês- Eu não vim perder meu tempo, para saber quem é o maior acionista desta empresa, até porque Débora, este é o seu nome não é? Até onde sei você tem apenas 5% das ações e conforme o regimento desta empresa, você não precisa fazer parte desta comissão, exceto quando for solicitada se você puder nos dar licença, agora! Pois, vamos tratar de assunto no qual você não poderá fazer parte.

D- Como? Victoriano?

Diz Débora esperando que ele a defendesse.

V- Sim Débora, só pode fazer parte desta mesa quando você for convidada.

D- Lamento te informar queridinha, mas precisa ter no mínimo 10% das ações para tomar alguma decisão nesta empresa.

Diz Diana satisfeita. Debora se levanta com raiva dizendo.

D- Isso não vai ficar assim!

Inês com um olhar de superioridade diz:

Inês- Bom!Vamos começar.

Durante toda reunião ela liderou, falando como se já estivesse ali há anos, pois, demonstrava ter um conhecimento fora do normal, Victoriano ficava mais admirado e surpreso com tanto conhecimento a cada minuto que ouvia aqueles lábios vermelhos falarem.

Inês- Bom e para encerrar, o ultimo assunto acredito que teremos que fazer uma auditoria, onde vou precisar que todos colaborem.

V- Auditoria?

Inês- Sim! Inclusive vamos começar pelo seu setor, pois, é por onde passa a maior parte da receita desta empesa.

V- Está desconfiando de mim?

Inês-Não, por que... Tenho motivos?

Diana respira aliviada, pois, sua mãe seria a melhor aliada para enfrentar Débora e seu pai quando necessário.

V- Você não acha que eu estou roubando minha própria empresa, acha?

Inês- Não Victoriano, só acho que esta assistindo a tudo de camarote e não faz nada para impedir que sejamos roubados.

V- Como não! Trocamos todas as senhas de segurança!

Inês- Não foi suficiente, pois, a empresa continua sendo roubada. Precisamos saber de onde está saindo este dinheiro e só o auditor poderá nos ajudar.

V- O que temos que descobrir é quem e não de onde estão nos roubando.

Diz ela imponente.

Inês- Esta é a decisão mais sensata, mas vejo que você se opõe e você Diana me apoia?

D- Claro, em número, gênero e grau.

Inês- Votado. Como tenho a maior parte das ações e com o voto da Diana.

V- você tem apenas 50% dos votos.

Inês- Então creio que vamos precisar de Emiliano, porque ele é quem poderá representar os 20% para desempatar, não acha?

V- Eu sempre representei a ele, quer tirar isto de mim também?

Inês- Não Victoriano! O que quero é só impedir que continuamos a ser roubados, mas se você se nega a fazer uma auditoria, creio que esta é uma resposta que Emiliano possa dar, afinal, não é justo que alguém com 25% das ações decida algo que possa comprometer a todos da mesa. Se não tem mais nada a dizer eu vou me instalar na minha sala.

Ela se levanta e vai e direção à porta, mas antes que abra Victoriano diz.

V- Não preciso de Emiliano, eu aceito esta auditoria.

Inês- Ótimo, então começaremos o trabalho nesta tarde.

D- Nossa que eficiência hein!

Disse Diana surpresa por sua mãe já ter encontrado um auditor.

Diana a acompanhou até sua sala, lá apenas teve tempo de ligar para o auditor vir naquela tarde e se preparava para ir almoçar, quando Victoriano entra na sala e a vê em pé com sua bolsa pronta para sair.

Inês- Ah! Que bom que apareceu, já liguei para o auditor, preciso que o receba, não estarei aqui nesta tarde, preciso resolver outros assuntos, já falei com Diana ela vai te acompanhar.

V- E um desses outros assuntos é Aquele doutorzinho, com quem anda se encontrando?

Inês- Creio que não lhe devo satisfação, afinal somos quase divorciados.

V- Disse bem quase, mas ainda é minha mulher e quero que me diga onde vai e com quem?

Disse ele alterado apertando um dos braços dela. Ela se solta dizendo.

Inês- Creio que não te importa COM QUEM EU ANDO, JÁ HÁ MUITO TEMPO DEIXEI DE SER SUA MULHER. 20 ANOS PARA SER MAIS EXATA.

Ela se solta o encarando, ele olha para os lábios dela querendo beijá-la e se redime dizendo:

V- Às vezes me pergunto como teria sido nossas vidas se nunca tivéssemos nos separados?

Inês- Escolhas! Você preferiu não acreditar em mim.