Notas iniciais
Heeey Peoples! Vamos aos recados!! Vocês conseguiram, okaay!!! E como!! Leembram que eu falei que eu queria 5 reviews, se não seria "By, By O Namorado da Minha Melhor Amiga" ?? Pois er, eu não tive apenas 5 Reviews... Eu tive 14 *-------* Tipo, esse sempre foi o meu numero da sorte, então... Foi Destino! (Produção: Acho que você precisa tomar seu remédio, querida!) (Naty: Produção, que tal você voltar pra minha outra fic!! E eu já tomei o meu Remedio, ok? Mas não esta mais fazendo efeito!) kkkkk' Querem conhecer a produção? (Produção: Todo mundo quer me conhecer!) (Naty: Onde esta a humildade deste mundo?) Bem, se quiserem, procurem minha fic "Loucuras na Adolescência" Link: http://fanfiction.com.br/historia/434372/Loucuras_na_Adolescencia/ Deem uma lidinha la ok? Me avisem! Enquanto isso, leiam essa gogoroba que eu escrevi! Espero que gostem!

Pov’s Percy

As aulas seguintes foram tediantes. Todos eram individuais, menos a de química, mas eu não sentei com a Annabeth. Não que eu me importasse, mas era a única pessoa que eu conhecia que tinha aulas comigo.

Na hora da saída, batemos mais um papo com o bonde, mas eu estava um tanto preocupado em estudar o mapa da escola. Depois Jason me puxou para um canto.

– Cara, eu estou com um problema! – ele disse.

– Eu também – eu disse distraído – Esse lugar er um labirinto!

– Er mais o meu problema er maior!

– O que pode ser maior do que se perder em uma escola? – agora eu estava zoando com ele.

Ele me olhou serio e eu sorri.

– Ok! – eu disse – E qual er?

– A Piper.

– Ahhhh – eu tinha um sorriso abusado nos lábios – Esse problema.

– Esta vendo como er grande?

– Não!

– Percy!

– Tudo bem – eu disse – O que você quer?

– Eu quero namorar!

– Comigo?

– Não, cara, com ela!

– Ufa! Que susto!

– Engraçadinho.

– Ok – eu ri – O que eu tenho a ver com você querer namorar com ela e não comigo?

– Percy, isso soou gay. Bem eu quero que me ajude.

– Te ajude com o que?

– A pedir ela em namoro!

– Você não sabe falar “Quer namorar comigo?”, não?

– Eu falei e você viu no que deu.

Lembrar da cena de hoje mais cedo me fez soltar uma rizada sozinho.

– Er – eu disse – Tem razão.

– Então?

– Então o que?

– Vai me ajudar?

– Creio que não.

– Cara, me ajuda!

– Ah... Tudo bem. Eu ajudo.

– Esta bem. Mas... O que você sugere?

– Hum – pensei um pouco no que fazer – Já sei! – contei o plano a ele.

– Meio simples não?

– Você nem me deu tempo de pensar direito. E, também, vamos começar por baixo. Se ela gosta de você...

– E gosta.

–... Uma hora ela vai ter que aceitar.

– Er. Espero que de certo.

Voltamos para perto do bonde.

– Percy, Rachel, vamos? – disse Annabeth.

– Vamos – disse Rachel, pegando a minha mão.

Vamos para a picape e partimos pra casa.

***

– O que você estava falando com o Jason? – quis saber Rachel quando estávamos assistindo tv à noite.

Nos estávamos no sofá, sentados um do lado do outro e eu estava com o braço em torno dela.

– Nada demais – eu disse – Ele estava me pedindo ajuda com a Piper.

Ela olhou pra mim.

– Porque você? – ela disse – O Léo er o melhor amigo dele.

– O Léo tem namorada?

– Não – ela sorriu – Então deve ser por isso. Ou por causa da discussãozinha de mais cedo.

– E deve ser. – ela voltou a atenção para a tv.

– O que você disse a ele?

– Ah... – contei minha ideia a ela.

Annabeth começa a rir descontroladamente. Ela estava sentada no sofá ao lado e eu não fazia ideia de como ela havia chegado ali sem fazer barulho. Digamos que ela não era o tipo de pessoa que chegava em silencio.

– Há. Há. Há. – ela ria – Acha que ela vai cair nessa? Ele vai levar o maior fora!

– Quem garante?

– Eu garanto.

– Não er o melhor tipo de garantia.

– Ah, Jackson. Acho que meu avo fazia isso. E depois de hoje ela o vai chamar de covarde. Vai por mim. Ela não vai aceitar!

– Vai sim! Você vai ver.

– Vou mesmo. Me avise que ate eu quero assistir o seu plano “Infalível” dar errado – ela voltou a rir.

– Iludida.

Ela cruzou os braços e sorriu, extremamente convencida de que ia dar errado.

– Ok. Se der errado, e vai dar, eu ajudo o Jason – disse ela.

– E porque você?

– Porque eu sou amiga dele e dela. E sou uma garota! Sei do que nos gostamos!

– Ok. Se meio plano não der certo, eu faxino a casa. Se der, você faxina a casa toda.

– Feito.

– Se prepare pra perder.

– Ate parece. Vai preparando o avental, Cabeça de Alga.

– Prepare-se pra estragar as unhas, Sabidinha.

***

No dia seguinte, eu coloquei o meu plano em pratica.

– Esta aqui, Jason – disse eu, entregando a ele.

Ele leu.

– Foi você que escreveu? – ele perguntou admirado.

– Bem, eu escrevi como se fosse mandar pra Rachel.

– Hum. Vai dar certo?

– Claro que vai! Você disse que não conseguia falar com ela, então, nada melhor do que uma carta pra você dizer o que sente.

– Er... Er. Tem razão. Mas... E agora?

– Coloca no armário dela!

– Mas...

– Na carta diz que er só ela te procurar e dizer a resposta.

– Será que ela vai gostar?

– Ela tem que gostar.

– Porque?

– Porque eu bati uma aposta.

– Com quem?

– Comigo – Annabeth do nada atrás do Jason e pôs a mão no ombro dele.

– Com você? – perguntou Jason.

– Não. Com a Fiona do Shrek. – disse Annabeth.

– Percy! – disse Jason.

– O que? – eu disse.

– Porque você contou pra ela?

– Eu não contei, ela me escutou falando.

– Falando com quem?

– Com a Rachel.

– Cara! Era segredo!

– Não se preocupe. Elas vão guardar segredo – virei-me pra Annabeth – Ne, Annabeth.

Ela arqueou as sobrancelhas.

– Quem sabe – disse ela.

– Annie, não fala nada ok? – disse Jason.

– Com uma condição. – ela disse.

– Qual?

– Se o plano do Jackson falhar, e vai, quem vai te ajudar sou eu.

– OK.

– Jason! – eu protestei.

– O que? Eu estou desesperado!

Revirei os olhos.

– Ok, mas, agora, ponha o nosso plano em pratica!

– OK. OK. – ele foi.

– Não vai funcionar! – disse Annabeth.

– Cara, larga do meu pé!

– Só depois que você ver que o seu plano não vai dar certo!

– Que aula er agora?

– Geografia, professora Hera. Mulher vaca.

– Tchau então. Estou indo. – virei às costas e sai andando.

– Você sabe, por um acaso, onde er?

– Não.

– Exatamente.

– Não se preocupe. Eu acho!

E assim sai.

***

Ok, eu não deveria ter saído.

Eu me perdi completamente. Não achava nada e nem ninguém. Os corredores estavam vazios. Ate que avistei um garoto loiro, alto e magricela, vestindo jeans e uma blusa com mangas ate o pulso, listrada em preto e branco. Ele parecia despreocupado em estar atrasado.

– Hey! Garoto! – chamei.

Ele me viu e esperou.

– Sim?

– Você sabe onde er a sala de geografia?

– Essa ai ao seu lado.

Eu virei o rosto e tinha uma porta bem ao seu lado. Pela janelinha que tinha na porta, eu vi a Annabeth lá dentro. Ela sorriu em deboche e acenou.

– Ah, obrigado – eu disse ao garoto – Por curiosidade, porque esta aqui fora?

– Fui mandado pra fora. Você er novato?

– Sim.

– Hum, entre logo.

– Ah sim, claro.

Entrei na sala.

– Com licença. – disse eu – Posso entrar?

– Quem er você? – perguntou a professora.

– Percy Jackson. Eu sou novato e me perdi.

– Ah, se perdeu? Que pena. – ela soava falsamente carinhosa – Não te deram o mapa da escola?

– Sim senhora. Mas... Eu perdi.

– Perdeu? Mas que mau começo, Percy Jackson.

– Com licença, professora. — disse uma menina de cabelos pretos, assim como os olhos e pele pálida – Fui eu quem perdeu o mapa dele.

– Você, Srta. Avila? – disse a Sra. Hera – Mas ele chegou...

– Hoje, sim, mas eu já o conhecia. – disse a menina.

– Isso er verdade, Sr. Jackson?

– Ah... – a garota deu uma piscadinha pra mim. Annabeth balançou a cabeça murmurando “Não, não, não” – Sim. Eu conheço.

Annabeth bateu a mão na testa. A garota de cabelos pretos abriu um sorriso.

– Han... – ela não parecia convencida – Ok. Sente-se.

Me sentei em uma mesa vazia na frente da garota de cabelos pretos. A aula prosseguiu. No final, na saída, a garota veio falar comigo.

– Oi, meu nome er Reyna – disse ela.

– Ah, oi Reyna, sou Percy. – disse eu – Obrigado pela força.

– De nada. Quando quiser er só me chamar. Pra qualquer coisa. Qualquer coisa mesmo.

– Ah... – ela estava me cantando? – Sim, não se preo...

Annabeth passa por trás de mim e me da uma ombreada.

– Bem, obrigado de novo. Vou indo – eu disse.

Sai de perto da garota e fui ate Annabeth. Ela estava na frente do armário dela arrumando o cabelo no espelho. Falei em seu ouvido.

– O que você quer em?

Ela terminou o que estava fazendo e fechou o armário.

– A pergunta er: o que você quer? Porque não vai procurar a Rachel? Eu, de repente, sou a única pessoa que você conhece aqui? Cara, me esquece!

– Acredite, se eu não estivesse curioso, não viria aqui. Me fala qual o seu problema em relação aquela menina que me ajudou? Sabia que você deveria ter feito isso.

– A culpa não foi minha que você se atrasou. Foi sua. E, aquela garota, er uma das piores oferecidas da escola se você não sabe. Você deu um dedo, e ela vai querer o resto do braço!

– Cara, pra que ela vai querer o meu braço? E, afinal, qual problema dela ter me ajudado? Você deveria ter feito isso! Por um acaso esta com ciúmes, loirinha?

– Oh, Santa Mãe Atena, claro que não! Isso não tem nada a ver! O que interessa er que... – sua expressão mudou de “durona dando bronca” pra “garota mais simpática do mundo” – Ah, Percy, não liga para aquela professora de geografia! Ela er chata assim mesmo!

– Am? O que?

Ela revirou os olhos e concentrou o olhar em alguém que estava vindo atrás de mim. Disfarçadamente, vi que era a Rachel.

– Ah... Ah, er. Eu vi! Cara, que mulher chata!

– Eu que o diga! Conheço ela há mais tempo.

Rachel já tinha chegado ate nos e estava escutando a nossa conversa.

– Já ate sei! – disse ela – Professora de Geografia?

– Isso ai! – Annabeth forçava um sorriso.

– Ata. Eai Percy, como estão as aulas? – Rachel passou as mãos em volta de minha cintura.

– Ah, se melhorar estraga!

Annabeth estava sorrindo de verdade agora. Parecia estar esperando que eu falasse da Reyna.

– Ok. – Rachel me deu um selinho – Eu estou indo. Aula de artes! Não quero perder nada! Tchau pra vocês dois. – ela saiu saltitante e balançando seus lindos cabelos ruivos e ondulados.

– Você pensa rápido, Sabidinha! – eu disse a Annabeth.

– Pena que eu não possa dizer a mesma coisa pra você!

– Sem essa.

– Céus! Você deveria ter falado pra Rachel da Reyna. Pra ela entender que er a Reyna que vai dar em cima de você, não o contrario.

– Desde quando você se preocupa com o meu relacionamento com a Rachel?

– Eu não me preocupo! Mas, também, tinha outras pessoas na sala pra você pedir ajuda. O Jason, a Thalia. Mas você tinha que pedir a ajuda dela?

– Er, mas foi ela que se ofereceu. Mas da próxima eu peço ajuda do Jason ou... Ai Meu Zeus! O Jason!

Sai correndo deixando Annabeth com cara de “WHAT?”.

***

Jason e Piper estavam no corredor na frente do armário dele. Pelo visto, não estavam indo nada bem. Eu fiquei parado longe o bastante pra não me virem, mas perto o suficiente pra escutar.

– Jason, eu não acredito que você fez isso! – dizia ela – De onde você tirou essa ideia?

– ER... – ele deu um sorriso tímido – Da minha cabeça?

– O que você tem nela? Vento? Porque você não veio me falar isso pessoalmente? Que covarde!

– Eu não sou covarde. Eu só queria...

– Me irritar? Er isso?

– Não, mas...

– Olha Jason, essa letra nem sua er!

Jason abaixou a cabeça e pôs a mão na nuca. Sua expressão era culpa.

Piper respirou fundo.

– Jason – ela disse – De quem er essa letra?

– Minha.

– Não... Minta... Pra mim. – ele tentava se manter calma – De quem er?

– Do... Percy.

– O cara que eu chamei de bonito e você não gostou? Pois bem. Diga a ele que ele também er um fofo! – ela virou-se e saiu andando.

– Espera! E eu? – Jason deu um passo a frente.

Piper parou e virou-se pra falar com ele.

– Você? Você fica exatamente onde esta. – ela virou-se novamente e foi embora.

Jason ficou plantado que nem uma estatua totalmente parado onde estava. Cheguem perto dele.

– Jason? – eu disse.

– Deu tudo errado.

– Er, eu vi.

– Mas eu sei que ela gostou.

– Como você sabe?

– Eu a conheço a anos. Sei como ela se sente. Mais porque ela não demonstra?

– Ela er mulher. O ser mais incompreensível que existe na face da terra.

Ele abriu um sorriso.

– Não há palavras mais verdadeiras que estas.

– Eu sei. Algumas garotas eu já tentei entender o que elas pensão, mas a cabeça delas er pior que um quebra cabeça.

– Mas pelo menos o quebra cabeça você consegue resolver.

– E são bem menos complicados.

Nos rimos.

– A Rachel er assim? – perguntou Jason.

– Ate que não. Er mais fácil decifrar o que ela esta pensando. Mas eu não estava falando dela.

– Então de quem?

– Há. Há. Há. – disse Annabeth, se aproximando com a maior cara de convencida – Eu disse que não iria funcionar!

– Não er hora pra isso Annabeth – eu disse – O Cara esta sofrendo.

– E devia estar – ela tirou um pedaço de pedaço de papel do bolso – Topei com ela.

– E o que ela disse? – perguntou Jason.

Ela ergueu o papel. Desdobrou e leu, com uma sobrancelha erguida. De vez em quando ela dava uma olhada pra mim e ria.

– Ela disse que... Bem, não posso dizer o que ela disse. – disse ela, guardando o papel no bolso novamente – A questão er que eu sei que ela gostou.

– Ela te disse isso? – perguntei.

– Não posso dizer. Mas, eu sei que sim. – ela pôs uma mecha por trás da orelha – Mas isso não foi o bastante pra impressioná-la.

Jason pôs a mão na testa. Deu uma volta complete sem sair do lugar e, por fim, virou-se pra Annabeth e disse:

– Então tá. O que você sugere, loirinha?

Notas finais
Eai? Que tal? Eu sei que não tem muito Percabeth, mas, como sabem, nosso Cabeça de Alga esta namorando com a Rachel, e não er agora que ela vai ganhar enfeites na cabeça! Vai ser depois! Mas já ta chegando! Eu realmente espero que leiam minha outra Fic e que tenham gostado do Capitulo! E não er so porque eu desisti da ameaça de apagar a fic que eu não quero mais Reviews, ok? Fantasminhas, podem aparecer! Rum! Se não eu dou de doida de novo! kkkk' Beijos!