O Namorado da Minha Melhor Amiga

17 Capitulo 17 - No Hospital


Notas iniciais
Oii Peoples *----------------------------* Eu não demorei pra voooltaaaar ^^' Sim, gente, eu cumpri minha promessa, podem aplaudir hehehehehe' Bem, eu também tinha que cortar a curiosidade do final do capitulo passado! Cara, você estão quase tento um chilique! hihihi' Mas, primeiro, eu tenho que agradecer a duas divas! É sério, duas divas mesmo! " Little Girl " e " KagomeChan ", muito obrigada pelas recomendações de vocês *----------------------------* Ai, eu vomitei arco íris de mais de tanta fofura ♥ Lindas, eu amo vocês ♥ Bom, também quero agradecer as meninas mais que lindas que comentaram ^^ Obrigada! Bom, bom, bom, vamos ao capitulo logo, que eu sei que vocês estão mais ansiosos por ele do que por mim hehehehehe' BOA LEITURA!

Pov’s Percy

Rachel foi encaminhada pra emergência imediatamente.

Fiquei ao seu lado o tempo todo, segurando a sua mão, mesmo ela estando inconsciente. Queria que ela sentisse que eu estava com ela.

E, claro, eu estava muito desesperado. Ela estava mais pálida por causa da luz branca hospitalar. Havia três enfermeiras cuidando do oxigênio e dois médicos fazendo uma fixa.

Então ela entrou no quarto e não me deixaram entrar a partir dali. Um médico com uma prancheta na mão se aproximou de mim e perguntou:

– Muito bem, rapaz. Pode me dizer o que você é da menina?

– Namorado – respondi na hora.

– Muito bem. Agora, me explique o que aconteceu.

Contei toda a historia pra ele. Tudo o que Annabeth havia me falado. Então a hora dela ter desmaiado e chegarmos aqui.

– Ah – disse o médico sério – Acho que já sei. Mas vou fazer os exames só pra comprovar.

E assim ele entrou no quarto.

E eu fiquei parado ali, olhando pra porta como se ela fosse me dar algum consolo. Tentei até olhar pelo buraquinho da fechadura. Ate que uma senhora com aparência muito simpática chegou até mim, pondo a mão em meu ombro.

– Filho, não adianta olhar por ai. Não vai conseguir ver!

– Ah, me desculpe, senhora – eu disse, obviamente constrangido – É que minha namorada está lá dentro, e...

– Ah, sua namorada? Agora entendo sua preocupação! Deve ama-la muito, né?

– É... Sim – eu disse, mas acabei refletindo sobre minha resposta.

– Ah, o amor dos jovens! Sempre o mais intenso! – e, assim, saiu pelo corredor de volta ao seu trabalho.

É, dona, os jovens. Você só se esqueceu de acrescentar como eles também são confusos. E também são muito revoltados. E, a maioria, cabeça dura de mais!

Ah, e isso me lembra a Annabeth. Onde será que ela está? Me lembro de tê-la visto saindo da ambulância, mas depois disso nada.

Ando até a sala de espera. Tinha muita gente lá. Muita mesmo. Mas, felizmente, não tinha nenhuma loira. Então, se ela estivesse ali, ficaria fácil de encontra-la.

Dito e feito.

Bem no canto da sala, em uma cadeira sozinha, Annabeth estava sentada com um lenço na mão. Provavelmente, enxugando as lagrimas. Mas, quando me viu de longe, limpou-as tudo de uma vez, e instantaneamente parou de chorar, como se fosse uma coisa perigosa.

Afinal, qual é o problema dela chorar na minha frente? Ela acha que eu filmar e sair zoando ela por ai?

– Não precisa parar de chorar na minha frente. – eu disse, quando me aproximei – Não vou fazer nenhum comentário, se é do que tem medo.

– Não tenho de nada que vem de você – ela disse, secamente. – Meu único medo agora é o que pode acontecer com a Rachel.

– Então porque parou de chorar quando cheguei?

– Porque você é tão repugnante que, quando você aparece, eu tenho vontade de gritar, e não chorar.

– Olha – virei-me pra ela – Eu não sei o que você vai pensar sobre isso – com o indicador em seu queixo, a fiz olhar pra mim – Mas se vamos ter que enfrentar a doença da Rachel, seja lá o que for, vamos ter que enfrentar os dois juntos. Então quer, por favor, parar de bancar a durona num momento como esse? Quer, por favor, esquecer suas ilusões malignas sobre mim, pra pelo menos nós cuidarmos dela?

Ela me olhou tão fundo nos olhos que eu achei que seria perfurado. Mas, ao mesmo tempo, foi assentindo, o que me surpreendeu muito. Pus uma mão em seu rosto e limpei uma lagrima que desceu. Até que escuto um pigarro.

Olhamos pra direção do som. Era o médico.

– Noticias dela, senhor? – perguntei, levantando-me, e Annabeth me seguiu.

– Ah, sim. Mas não são das melhores.

Eu e Annabeth nos entreolhamos.

– Já tem alguma suspeita? – ele nos perguntou.

– Eu tenho. E quase concreta. Só basta a palavra do senhor – disse Annabeth.

– Muito bem – disse o medico. – Bem, indo direto ao ponto: ela está com anorexia.

Foi um choque pra mim. Não só o fato de ela estar com essa doença tão grave, mas pelo fato de eu não ter percebido.

– Eu sabia – disse Annabeth.

– Bem, digamos que ela ainda está no começo da doença – explicou o medico. – Isso é a parte boa.

– E tem parte ruim? – perguntei.

– Sim. Sua...?

– Namorada.

– Sua namorada teve um caso meio que especial. – explicou o médico – A maioria das garotas vai cortando a comida por etapas. Vão diminuindo refeição por refeição. Já sua namorada, pelo que ela disse, está a quatro dias sem comer. Ela estava mantendo mais ou menos o mesmo ritmo anteriormente. Ou seja, ela cortou a alimentação de uma vez. E seu organismo não estava preparado. Por isso, ela desmaiou.

– Então ela está acordada? – perguntou Annabeth.

– Estava. – disse o médico – Demos um remédio de sono para ela recobrar as energias. Vai ficar aqui essa noite em observação. Mas, enquanto ela estava consciente, a perguntei se ela tinha vomitado ou feito algo que a indique Bulimia. Mas, não, diz ela que não estava vomitando.

– Ela não comia, como vomitaria? – Annabeth murmurou ao meu lado.

– Pelo que concluímos durante um rápido exame, ela está, pela falta de alimento, com anemia. Portanto, vamos deixa-la no soro por enquanto. Ela nos passou o numero dos seus pais e eles já foram avisados.

– E o que a gente pode fazer? – perguntei.

– Por enquanto, nada. Apenas vão pra casa de vocês e descansem. Hoje ela não vai acordar. Voltem amanha cedo.

– Não precisamos trazer nada? – perguntou Annabeth – Roupas, alguns...

– Sim, sim. Talvez, por conta de sua falta de nutrientes, ela possa ficar aqui por alguns dias, mas não garanto. Dependendo do caso dela, podemos libera-la mais cedo. Mas... Uma pergunta: vocês sabem o motivo de ela ter começado com isso? Porque, bem, como sabem, tudo isso começa com algum tipo de problema psicológico.

– Não, eu não sei. – disse Annabeth – Só sei que ela fez uma viagem de um mês e voltou assim.

– É. – eu disse – E, quando eu a conheci, ela... – vacilei. – Esquece.

A verdade era que eu nunca tinha reparado em nada disso. Nunca me senti tão culpado na minha vida.

– Vamos precisar descobrir – disse o médico.

– Ok – disse Annabeth – Mas eu posso ficar aqui, senhor?

Ele parecia mais espantado do que eu.

– Mas, qual o motivo, sendo que ela vai dormir o tempo todo?

– Eu quero ser a primeira a falar com ela quando ela acordar! – Annabeth disse.

– Não, senhorita, é melhor...

– Por favor, senhor! – Annabeth chorava – É importante pra mim. Eu... Eu tenho medo de ela estar brava comigo, entende? É culpa minha de ela estar aqui!

– Não, não é – eu disse, e voltei-me pro médico – Desculpe, senhor, ela só está preocupada de mais, entende?

– Percy, cale a boca! – Annabeth cerrou os punhos – Eu quero ficar aqui!

– Não vai – eu disse – Ela não pode, não é? – falei para o médico – Menores não podem ficar, certo?

– É, sim, exatamente – disse o medico – Então, mocinha, é melhor você seguir o rumo de casa.

– Mocinha é o escambau, ok? – ela gritou, chorando – E você, Jackson – ela voltou-se pra mim – Você não sabe como eu estou me sentindo, então cale a boca!

E saiu andando em direção a saída.

– Desculpe por isso – eu disse ao medico – Ela é meio cabeça dura.

– Sim, sim, eu percebi. – disse ele – Mas, não se preocupe. Aqui tem muito disso.

– Sim, claro. Vou indo. Amanha cedo voltamos. – e corri atrás de Annabeth.

Ela estava sentada na escada da saída do hospital. Chorando, claro. Aos prantos, praticamente.

Me sinto culpado por admitir, mas vê-la desse jeito, chorando, fragilizada, simplesmente acabou mais comigo do que o desmaio da Rachel. Não que eu não me importasse mais com ela, totalmente pelo contrario. Se acontecer alguma coisa mais grave com ela eu piro. Mas a Annabeth... Ela não estava com uma doença que você pode ajudar. Ela estava aos prantos, e simplesmente não tinha como dizer nada pra ajuda-la. Mas eu tinha que tentar, não ia aguentar vê-la assim.

Andei até ela, sentei ao seu lado na escada (ignorando completamente as pessoas que nos olhavam) e a enlacei com meus braços.

– Annabeth...

– Não comece... a falar – ela olhou pra mim, lagrimas descendo – A culpa foi minha, Percy. Se eu não tivesse... Se eu não tivesse falado nada com você... Ela não teria se sentindo mal.

Olhei bem nos olhos dela e disse:

– Acha mesmo que fez mal a ela falando comigo? Annabeth, você a ajudou! Se você não tivesse falado nada e ela não tivesse passado mal, sabe os deuses até quando ela continuaria com isso!

– Eu sei, mas... E se ela ficar brava comigo?

– Isso não vai acontecer.

A abracei. Me lembrei do dia da faxina, em que pensei que poderia ficar nessa posição com ela durante horas e horas. A mesma sensação eu tinha agora.

– Nunca imaginei que você me abraçaria em publico – não consegui segurar essa.

– Cala a boca, Percy!

Eu sorri e me afastei.

– Vamos pegar um taxi, e vamos até o parque de diversões. Pegamos sua picape e vamos embora.

– Ok.

***

Já estávamos no carro dela. Bom, se é que podemos chamar aquilo de carro. Annabeth, com um milagre da vida, me deixou dirigir. Mas, claro, antes ela me perguntou se eu tinha carteira, se já tive um carro, se já o tinha batido e não esqueceu de demonstrar todo o seu ciúme por essa lata velha!

Ela foi do outro lado do carro. E ela tremia.

Com certeza era frio, porque, com a proximidade do inverno, a temperatura da noite estava caindo.

Com pouca dificuldade, tirei meu casaco.

– Aqui, vista – ofereci a ela.

Ela me olhou como se eu fosse louco.

– Eu não vou aceitar.

– Deixa de ser orgulhosa e vista logo!

Acho que soei muito mandão, porque ela pegou a blusa na mesma hora e vestiu. Bem, pelo menos funcionou.

– Melhorou? – perguntei sorrindo.

Ela assentiu tímida.

– Que bom. – eu ainda sorria.

Seguimos praticamente o resto do caminho em silencio.

Já em casa, guiei Annabeth pelos ombros até o seu quarto.

Ela parecia estranhamente perdida. Não se encontrava, não se ligava de onde estava.

– Tudo bem? – eu disse, quando sentamos na cama dela – Quer alguma coisa, ou...

– Não, Percy, tudo bem – ela disse delicadamente – Eu vou dormir logo. Só estou com um pouco de dor de cabeça! Nada que um sono não resolva. E eu posso me cuidar sozinha, obrigada.

Sorri.

– Quando você vai aprender a deixar de ser orgulhosa?

– Quando você deixar de ser lerdo e entender que eu quero ficar sozinha!

– Está me expulsando?

– Finalmente você entendeu!

Gargalhei.

– Ok, madame. Vou te deixar sozinha.

– Obrigada.

Essa garota não tem jeito! Quem aguenta Annabeth Chase? Toda orgulhosa, toda mandona, se acha independente... Ela é completamente apaixonável! O que não é o meu caso, ok?

Bom, só sei que um impulso me fez dar-lhe um beijo na bochecha. Ela me olhou um tanto confusa, mas não reclamou. Simplesmente abriu um pequeno sorriso e empurrou meu rosto de leve com a mão.

Levantei-me e sai do quarto. Não sei o que ela fez durante toda a noite, mas o que eu fiz foi apagar instantaneamente.

***

– Percy? – uma voz dizia, enquanto uma mão mexia em meu ombro – Cabeça de Alga? Jackson? Sobrinho do Michael? Aff, não tem mais apelido. ACORDA!

Senti uma travesseirada em minha cabeça. Abri os olhos tão depressa que a luz solar os fez arder.

– Annabeth... – eu disse sonolento.

– Já disse que você baba quando está dormindo? – ela tinha um sorriso brincalhão no rosto.

Como ela mudou de humor da noite pro dia? E literalmente?

– Já! – eu disse ainda sonolento – Porque está tão alegre?

– Oras, nós vamos lá ver a Rachel! Ela deve ter acordado! Vamos, Cabeça de Alga, ela vai estranhar se não estivermos lá!

– Primeiro: que horas são?

– Seis da manhã.

– Ah, Annabeth, num domingo?

– Não, numa primeira feira! Levanta logo! – ela puxou a minha coberta.

Meia hora depois, nós já estávamos a caminho do hospital. Dessa vez, a loira foi dirigindo. Bem, eu insisti que poderia fazer isso, mas o ciúme daquela lata velha é incontrolável!

Quinze minutos depois, nós já estávamos no hospital. Chegamos a recepção.

– Queremos ver Rachel Elizabeth Dare. – Annabeth disse.

Ela estava vestindo um jeans comum, e uma camiseta laranja. Laranja? Seus cabelos estavam trançados lateralmente. Havíamos parado em uma floricultura, que milagrosamente estava aberta, e comprado um buquê de rosas vermelhas pequeno. Annabeth carregava, feliz da vida.

Acho que não estava mais se sentindo culpada pelo que aconteceu. Talvez tivesse se ligado de que ela realmente não tinha nada a ver com isso, o que era a verdade mais lógica.

– Quarto 407 – disse a recepcionista.

Seguimos pelos enormes corredores. Nem me lembrava em qual andar era o quarto, mas Annabeth não esquecera.

Ao chegarmos na porá do quarto, o médico que vimos ontem saiu de lá de dentro.

– Ah, bom dia doutor – disse eu – Como está a Rachel? Ela está bem?

A cara do doutor não era das melhores.

– Bem, que bom que chegaram cedo. – ele disse – Temos que conversar antes de vocês entrarem.

Eu e Annabeth nos entreolhamos.

– E... – eu comecei – O que aconteceu?

– Bom, vocês é que moram com ela, certo? – concordamos – Então, quem melhor pra informar. – ele deu um suspiro – Bem, sua amiga e namorada, está se recusando totalmente a comer.

– O que? – perguntamos eu e Annabeth juntos.

– Exatamente o que escutaram. Ela acordou a poucas horas, e já foi logo perguntando sobre um tal de... Percy. É você?

– Sim. – confirmei.

– Bom, e há rumores de que ela sonhou com um garoto também, só que não me lembro o nome.

– Deve ter sido ele. – Annabeth me indicou – Mas... Ela perguntou por mim?

– Não, por nenhuma garota.

Annabeth abaixou o olhar.

– Mas o que interessa, é que, hoje de manha, ela não queria comer. – prosseguiu o medico – Uma das nossas enfermeiras tentou dar comida a ela, mas a garota não queria comer nem que a pagassem. Acho que teremos que mantê-la aqui por mais alguns dias.

Eu e Annabeth nos olhamos preocupados.

– Podemos falar com ela? – perguntei.

– Sim, podem.

Abrimos a porta quase imediatamente. Annabeth foi logo atrás de mim, hesitando.

Vi Rachel deitada naquela cama alta hospitalar, pálida como na noite anterior, os cabelos ruivos soltos e brilhantes, e uma agulha ligada a um caninho que vinha de um saco de soro perfurando sua mão.

– Rachel – andei até ela e lhe dei um abraço, forte, e lhe dei um beijo na testa. Ela parecia decepcionada.

Afastei-me e olhei pra trás. Annabeth veio andando hesitando com as flores na mão.

– Amiga... – ela começou.

– Você não sabe o significado dessa palavra – Rachel disse.

Annabeth se encolheu.

– Rachel, o que...? – comecei.

– Percy, por favor, agora eu quero falar. – Rachel disse – Annabeth, você acha que você tinha o direito de dizer o que você prometeu que não contaria? Principalmente, pra ele? – Rachel me indicou – Eu pensei que você honrasse suas promessas, Annabeth. Pelo menos as que você fazia a mim! Me diz: que tipo de melhor amiga você é?

– Rachel – vi que os olhos de Annabeth marejaram – Eu...

– Você nada, Annabeth, você nada! – disse Rachel – Eu pensei que você era minha amiga! E, como se não bastasse fazer de tudo pra irritar o meu namorado o suficiente pra querer me largar, ainda faz isso!

– Rachel, ela estava tentando te ajudar! – eu disse – Não seja dura com ela! Ela fez isso pro seu bem.

– Meu bem? Me ver presa aqui? É isso o que ela vê como bem pra mim?

– Rachel, eu não fiz nada disso pra te fazer mal. Você estava ficando doente! – disse Annabeth, chorando.

– Tá, tá, sei, então você queria o meu bem? Pois da próxima vez, não queira! Estou melhor sem a sua ajuda! – disse Rachel, com muita raiva na voz.

Annabeth largou as rosas no chão e saiu correndo, chorando. Dei um passo pra ir em sua direção, até que Rachel disse:

– Percy, deixe ela! Ela vai se recuperar rápido. Fica aqui comigo.

– Rachel, o que aconteceu com você? Porque você fez isso com ela? Ela fez tudo aquilo pra te ajudar!

– Me ajudar? Ela me fez ficar presa aqui! Não vou poder sair até comer e estar com o organismo bom novamente. Perder aula, tudo!

– Você não se toca que se isso não for feito e você continuar com essa sua “dieta” você pode morrer? Rachel, essa doença é mais grave do que você pensa!

– Ai, Percy, que exagero! Nem era pra tanto.

– Não era pra tanto? – a indignação em minha voz era obviamente visível. Respirei fundo e expirei – Rachel, eu vou ligar pros seus pais...

– Mas...

– E vou manda-los arranjar um bom psicólogo pra você. Eu quero saber o que aconteceu pra você ficar assim.

– Você não faria isso...

– Faria, e tudo pelo seu bem. – suspirei – Eu venho te visitar depois, até você esfriar essa sua cabeça.

– Percy, espera...

– Não vou ficar aqui. É doloroso te ver com isso e você não querer ser ajudada.

– Mas...

– Rachel, não posso ficar com você desse jeito.

– Ah, chegou ao ponto que você queria.

– O que?

– Você vai me deixar, não é? Annabeth fez de proposito! Ela...

– Olha, Rachel, eu não quero brigar com você, ok? Então, por favor, retire o que disse agora. A Annabeth nunca faria isso, entende? Ela te ama muito pra isso. Parece que você não percebeu isso ainda, né? Se não fosse por ela, você ainda estaria se matando. Ela arriscou a amizade de vocês pra poder ter ver bem. Viu como ela gosta de você? Nunca vi um laço de amizade tão forte. E se você não tomar cuidado, ele pode se romper.

Suspirei. Tentei não soar tão duro, mas a menção dela sobre isso da Annabeth me deixou nervoso, e eu não acreditava que estava ressentido com a Rachel por falar mal da Annabeth.

– Desculpe. – ela disse, de cabeça baixa.

– Não é pra mim que você precisa pedir desculpa.

Abaixei no chão e peguei as flores que Annabeth deixou cair. Aproximei-me dela, lhe dei um beijo na testa e lhe entreguei as flores. Ela olhou pra mim e sorriu constrangida. Mas eu dei um sorriso sem mostrar os dentes indicando que estava tudo bem.

Então, sai do quarto, sem hesitar. Precisava achar uma certa loira por aí.

Notas finais
Put'z, meio tenso, né? Bom, ainda não teve "o Beijo" (o tão perdido por todo mundo), mas teve algumas ceninhas Percabeth! Mas não se preocupem, ele já está chegando :D E já até sei que vai ter gente com raiva da Rachel! Que bom, porque eu fiquei com raiva dela escrevendo esse final! Perdoem-me se tiver muito erros de ortografia! É que acabei de digitar agora mesmo, e já vim postar! Agora, assuntos importantes: ALGUEM JÁ VIU ACEDE? Pelo amor de Deus, porque na minha cidade não tem cinema? Argh! Que raiva! :( Pronto, não posso falar muito! hihihihi' Mas, espero realmente que tenham gostado! Próximo vai sair semana que vem, em! Me aguardem *----------* E deixem reviews *--------* Obrigada novamente as meninas que recomendarão! Sigam o exemplo delas, ok? :D Beijos da doida da Naty e até o próximo ♥