Notas iniciais
Hello pessoal! Como estão?... Bom, eu estou com o tempo cada vez menor, Jesus, segunda começam as aulas, atividades à tarde... Estou ferrada!
Mas agora isso não importa, por enquanto ainda consigo escrever no prazo...
Primeiro, queria esclarecer uma coisa para vocês, eu apenas não posto todos os dias, porque eu tiro um dia para pensar, escrever, revisar e acrescentar! Não sou aquele tipo de autor que tem tudo planejadinho ao pé da letra, é claro que tenho uma noção de toda a Fic, mas gosto de deixar rolar, entedem? De começar a escrever e deixar meus dedos me levarem! Kkkkkkkkkkk'
Segundo, eu só não postei dois capítulo dessa vez quando atingi 200 reviews, porque eu realmente estou tendo falta de tempo de escrever! Assim, começo num dia, ás vezes, termino no outro e assim posto, Ok?
Me desculpem! Mas quem sabe quando eu estiver com um surto criativo eu faço outro bônus... Hahahaha!
Terceiro, EU GANHEI MAIS DUAS RECOMEDAÇÕS! AI MEU DEUS! MAIS DUAS, DUAS, SIM! VOU JOGAR NA LOTERIA, SÓ VAI SER NÚMERO COM 2! Kkkkkkkkkkkkkkk'
Muito obrigada à BruRosa, que não apenas me fez uma linda recomendação como conversa muito mesmo comigo nos reviews e eu amo isso; e à Talita Oliveira que fez eu me sentir uma autora de ouro (modesta, né? Hahaha...), tirando a brincadeira que eu fiz amei muito ambas as recomendações e dedico principalmente à vocês essa capítulo!
E por último, eu juro, anda não respondi aos reviews do outro capítulo pelo mesmo motivo de antes, falta de tempo, preferi postar antes pra não ter que fugir das pedras depois se não desse tempo! Mas vou lá agora, começar eu começo, mas acho que acabo amanhã, mas pensamento positivo!
Ok, parei, parei!
Aproveitem esse capítulo que é um dos mais QUENTES! Uhuuulll... (Ok, me ignorem!)
Have Fun!!


–Oi, Chris! Estava pensando mesmo em você... – Com a voz mais doce e sensual que consegui.



Escutei Emily rindo do outro lado da linha:

–Essa foi ótima amiga! – Disse em sua voz normal para logo engrossar fingindo ser um homem. – Tudo bom com você, gatinha? – Perguntou.

Eu tive que rir dessa, ela realmente entrou no papel. Andrew pareceu perceber minha “animação” e logo fechou completamente a cara; logo que atendi ao telefone ele desviou o olhar de mim, mas percebia que ainda observava com o canto dos olhos e fingi que não prestava atenção nele, o que era exatamente o que eu estava fazendo.

–Melhor agora que você ligou! – Respondi da mesma maneira que atendi.

Andrew revirou os olhos e sorriu sem humor como se não acreditasse no que estava ouvindo.

–Boa! – Emily me incentivou rindo do outro lado da linha. – E então, gatinha, estou com saudades de você... – Falou engrossando novamente a voz.

Eu ri de novo, qual é?! Isso é cômico! A Emily se passando por homem era ridículo e eu não conseguia evitar.

–Também estou com muitas saudades de você, Chris! – Continuei no mesmo tom.

Andrew me olhou incrédulo enquanto eu fingia nem perceber.

–Então... O que acha de sairmos hoje à noite? – Perguntou ainda se passando por homem.

Rá, queria saber se o coitado do Chris sabe desse suposto encontro de hoje!

–Se estiver tudo bem pra você eu adoraria! – Disse fazendo um sorrisinho de canto do tipo encantada.

Andrew passou uma mão nos cabelos bufando, como se estivesse se controlando para não arrancar o telefone de mim.

–Claro que sim, linda! – Emily disse rindo e entrando no papel. – Às oito?

–Claro, ás oito seria perfeito! – Disse deixando claro para o Andrew que estávamos planejando sair de novo.

Vi o apoiar os cotovelos nos joelhos e segurar a cabeça entre as mãos.

–Então até mais tarde, gata! – Emily disse rindo pra valer antes de falar o que tinha planejado. – Agora, Maggie, vai ser a despedida e tem que ser fatal pra ele perceber o perigo da situação.

Eu ri para que Andrew não percebesse nada e falei:

–O que é que você está planejando, ein? – Perguntei tentando soar maliciosa.

Agora, realmente, vi o Andrew se enfurecer e me olhar com raiva.

Ok, acho que a malicia deu certo demais!

–Agora que tal você dizer: “Tudo bem então, Chris! Até mais tarde, a noite será inesquecível!” – Disse rindo, mas fazendo uma vozinha sensual e falando lentamente a última palavra, como que para fixar.

NEM PENSAR!

Ok! Até parece! O que eu queria dizer no momento era: “Emily, você bebeu? Nem pagando que eu vou dizer essa merda!”

Mas, como eu preso o plano apenas ri de uma forma que dizia: Eu não vou dizer isso, Emily!

–Vai lá, então... – Ela disse emburrada. – Mas não me estraga a despedida!

Pensei rápido numa alternativa e acho que achei uma bem adequada.

–Tudo bem então, até mais Chris! – Disse com aquele mesmo sorriso. – Beijos...

Assim, ri e fiz uma cara de quem que acha graça, mas gosta e disse:

–Tudo bem, a gente deixa os beijos e o resto pra depois! – Terminei dizendo de forma divertida.

Escutei Emily rindo do outro lado:

–Boa! Digna de despedida... – Disse entusiasmada e surpresa. – Tchau, amiga! Se cuida agora... E agüenta firme! – Disse se despedindo animada.

Coloquei o telefone no gancho ainda rindo da situação em que Emily me colocou, qual é?! Quantas pessoas no mundo já passaram por essa situação? Fingir que está falando com um garoto, mas na verdade está falando com a amiga para fazer ciúmes para um outro garoto?

Só a Emily mesmo!

Olhei para Andrew ainda rindo da situação e vi sua face numa careta de indignação e raiva.

–Isso, fica ai toda animadinha por causa desse garoto! – Disse mal humorado.

Ainda sorrindo levantei uma sobrancelha como uma pergunta muda.

Ele bufou:

–Então quer dizer que vai sair novamente com esse ai? – Perguntou irônico.

Eu me joguei no sofá de três lugares que era ao lado do que ele estava, os dois sofás formavam uma ponta de flecha na sala, formando um quadrado com a televisão na parede e a parede de canto apenas com um quadro e almofadas, ficando o meu sofá de costas para as escadas (deixando um pequeno corredor para ir para a cozinha e os fundos) e o dele de frente para a televisão e de costas pra porta de entrada.

–“Esse ai” tem nome! – Eu disse provocando. – E sim! Vamos sair de novo, não vejo por que a surpresa... – Disse como se fosse algo esperado, já que só saímos uma vez.

Ele riu irônico.

–Então quer dizer que o que aconteceu na cozinha não significou nada pra você? Ou melhor, não te mostrou nada? – Ele perguntou tocando em terreno frágil.

Ele sabia que iria me afetar, mas eu não me deixei mostrar:

–E o que você quer dizer com isso exatamente? – Perguntei disfarçando e fazendo pouco caso.

–O que eu quero dizer com isso? – Ele perguntou irritado e indignado para mim.

Eu acenei com a cabeça despreocupada, bom, pelo menos por fora, mas por dentro... Meu Deus, era como se um trem tivesse me atropelado!

Agora sim ele se irritou, vi ele se levantando bruscamente e vindo em minha direção... Eu que estava jogada no sofá tentei me levantar rapidamente antes que ele ou eu fizéssemos merda, mas...

–Não vai fugir agora não, Maggie! – Ele disse irônico quando eu fiquei em pé na frente do sofá com ele em pé na minha frente.

O medo passou por meu rosto e ele viu, pois riu:

–Está com medo agora, é? – Perguntou provocando. – Pois deveria mesmo ter, mas provocou, agora agüenta...

E nisso segurou com ambas as mãos em meus braços e me empurrou no sofá fazendo com que eu deitasse nele... O fitei surpresa, mas antes que eu fizesse algo ele veio pra cima de mim, apoiando uma mão no encosto do sofá e o outro no braço do sofá onde eu deitava a cabeça.

–Andrew! – Exclamei surpresa e excitada pela situação. – O que diabos você pensa que está fazendo?

Ele riu perto de meu rosto. Ai meu Deus, perto demais, perto demais!

–Eu não penso, eu faço! – Disse me olhando com desejo e luxuria.

Oh meu santinho protetor das cunhadas tentadas, onde estás nessas horas?

–E se alguém pega a gente aqui? – Perguntei desesperada antes que não conseguisse mais dizer nada pela proximidade.

Ele riu novamente e abaixou a cabeça em direção ao meu pescoço onde deu um beijinho que me arrepiou até a alma:

–Estamos sozinhos, Margareth! – Sussurrou sensualmente no meu ouvido.

–O QUE? – Bradei incrédula.

Ele riu no meu pescoço me fazendo morder o lábio:

–Sua mãe foi visitar uma amiga e só volta mais tarde; sua irmã, aparentemente, recebeu uma ligação desesperada da Caroline que precisava dela e se eu bem conheço a Elizabeth ela não volta tão cedo... Assim, somos só nós dois... – Disse sensualmente dando uma mordidinha na minha orelha. – Por um bom tempo... – E beijou meu pescoço. – Para fazermos o que quisermos. – Concluiu mordendo meu queixo.

O meu Pai! É tentação demais... O Jesus, por que me fazes passar por provações dessas? Sinceramente, tem alguém lá em cima rindo às minhas custas, eu sei disso...

Socorro! Socorro! Incêndio... Eu estou queimando aqui! A Emily vai me matar!

Assim, ele me encarou novamente e vi um turbilhão de emoções passando por seus olhos, aqueles malditos olhos azuis... E então nos encaramos pela primeira vez sem provocações, sem limites, só nós e nossos desejos um pelo outro! Era algo realmente intenso, algo que ainda não havia ocorrido conosco...

Ele veio se aproximando ainda sem quebrar o contato visual e me beijou calmamente.

Fechei os olhos provando o toque macio de seus lábios nos meus, suas mãos saíram de seus apoios, a direita se afundou no meu cabelo e a esquerda foi para minha cintura. Senti o peso de seu corpo sobre o meu, mas isso me excitou ao invés de qualquer outra coisa, eu sentia todo o seu corpo colado no meu pela força da gravidade que, aparentemente, compactuava com ele para me enlouquecer.

Ele não tardou a aprofundar o beijo, sua língua invadiu minha boca e reivindicou seu poder sobre mim, eu correspondi à altura... Minhas mãos invadiram seus cabelos puxando-o mais para mim.

Meu Deus que frenesi! Aquilo era loucura, pura loucura!

Ele, como que para me enlouquecer mais, esfregou seu corpo no meu se impulsionando mais para cima de mim e se acomodando entre minhas pernas... Eu gemi com isso e abracei sua cintura com elas.

Ele sorriu com isso entre o beijo e investiu mais furiosamente no mesmo. Nos beijávamos de forma irracional, sedenta... Eu o puxava para mim e ele friccionava seu corpo no meu, deixando ambos excitados.

Gemidos eram ouvidos de ambas as partes...

Ele deixou minha boca e investiu bruscamente no meu pescoço... Eu mordia meu lábio inferior freneticamente, e dançava minhas mãos por seus cabelos, minhas pernas passavam pelas dele em movimento de vai e vem acariciando-o:

–Andrew... – Eu gemi irracionalmente. – Deus... Isso é loucura! – Disse num fio de voz tentando convencer a mim mesma e sem resultados aparentes.

Ele aparentemente nem ouviu, mas se ouviu ignorou completamente! Vi que ele se apoiou nos joelhos e levantou o tronco me encarando.

Ele estava com a boca toda vermelha, os cabelos bagunçados sensualmente e ofegante... Eu não estava nem um pouco melhor.

Sua mão que estava em meu cabelo foi para minha cintura junto com a outra e entrou por baixo de minha blusa... Arrepiei com o toque frio em minha pele, ele passava as mãos subindo pelas laterais de meu corpo e levando consigo minha blusa... Eu simplesmente não sabia o que fazer e como reagir, apenas o via concentrado em cada centímetro de pele minha que se revelava.

Ele parou quando a blusa estava logo abaixo de meu busto e assim se afastou um pouco...

Olhei-o confusa... Será que ele iria se afastar de mim agora?

Mas ele vendo meu olhar apenas sorriu e se abaixou novamente com o rosto na direção de minha barriga, logo entendi o que ele ia fazer, mas nada se compara à sensação que senti.

Gemi alto quando sua boca encontrou minha barriga, a diferença de temperatura era excitante, sua boca quente beijava e sugava sensualmente minha pele...

–Meu Deus... – Gemi quando ele sugou e logo mordeu.

Vi um sorriso safado se formar em sua boca, ele beijava, mordia, sugava e lambia sem quebrar o contato visual... Puta que pariu!

Ele foi descendo os beijos logo abaixo do meu umbigo; Deus! Aí não! Merda!

Meus olhos se fecharam tentando fazer eu me controlar o que não deu certo... E quando seu beijo chegou à barra do short eu puxei seus cabelos fazendo-o vir até meu rosto onde o encarei profundamente:

–Você é deliciosa, Margareth! – Declarou fitando desejoso meus lábios.

Eu ri com isso:

–Não sou comestível, Andrew! – Disse me referindo ao “deliciosa”.

Ele riu também:

–Eu posso e adoraria te mostrar que é sim! – Disse sensualmente.

Revirei os olhos e ele atacou minha boca novamente e, como se fosse possível, mais intensamente!

Agarrei novamente sua cintura com minhas pernas enquanto meus braços se infiltravam em suas costas por baixo da sua camiseta. Acariciei sua pele e ele estremeceu, passei os dedos levemente por toda sua extensão arrepiando-o, ele gemeu contra minha boca e levantou o tronco novamente, mas dessa vez sorriu para mim e tirou a camisa:

–Peça por peça, querida! – Disse malicioso se referindo à minha blusa também.

Eu ri com isso e fitei aquela visão de deus grego na minha frente! Nossa, como podia ser tão gostoso? Aquele abdômen definido, o peito forte, e aquelas curvas do quadril que se projetavam para dentro da calça fazendo um caminho para o pecado.

Mordi o lábio inferior olhando-o e ele viu, sorriu maroto:

–Pode tocar, sou todo seu! – Disse vendo meu olhar.

Delicadamente toquei seus músculos definidos, contornei seu abdômen, espalmei as mãos no peito forte, enquanto ele revirava os olhos de prazer. Vi quando ele não agüentou mais e me atacou novamente, sua investida e minha resposta foram tão rápidas e bruscas que acabamos caindo do sofá e indo em direção ao tapete.

Agora era eu quem estava por cima, sentada num ponto bem crucial e já se mostrava “presente” na situação.

Ele gemeu sentindo meu peso bem aonde seu corpo se exaltava, eu apoiei minhas mãos ao lado de sua cabeça e o beijei profundamente, as suas mãos voltaram para minha cintura erguendo novamente minha blusa e parando logo abaixo dos seios, mas ainda subindo alguns milímetros como se pedisse permissão, assim, sabe-se lá com que idéia ou falta dela ergui o tronco e os braços junto, ele entendeu a deixa e levantando também o tronco agarrando a barra da minha blusa e a tirando lentamente, aproveitando o momento e depois a jogando para o lado em qualquer lugar.

Ele deitou novamente me observando penetrante, sinceramente, não sei o que ele via, pois não era aquele tipo de garota que tem tudo e mais um pouco, na verdade, tenho seios pequenos, delicados...

–Você é linda, Margareth! – Disse vendo meu receio com um olhar tão apurado.

Sorri verdadeiramente para ele e ele correspondeu da mesma maneira.

Abaixei lentamente e sem quebrar o contato visual, de uma hora tudo se tornou tão intenso que... Que eu não sabia mais como parar.

Nos beijamos profundamente e calmamente, apreciando o momento, suas mãos acariciavam minhas costas e se encaminhavam para o fecho do meu sutiã.

Nesse momento eu já tinha mandando o mundo pro inferno, mas, aparentemente, o mundo era quem queria me mandar para o inferno... Motivo? Barulho de carro, mas não qualquer carro, e sim o carro esportivo do papai. Estou ferrada!

Levantei o tronco bruscamente vendo-o abrir a porta do carro pela janelinha perto da porta:

–Merda! – Disse me levantando bruscamente e procurando minha blusa desesperada.

–O QUE? – Andrew bradou indignado por minha súbita ação.

–Meu pai. – Disse aos sussurros achando minha blusa.

Ele olhou pela janelinha:

–Porra! – Disse enfurecido e se levantando também a procura de sua camiseta.

Eu colocava minha blusa enquanto meu pai procurava a chave no paletó, graças a Deus ele não prendia a atenção no que ocorria na sala.

Andrew colocava a camiseta enquanto disparava mil e uma maldições ao mundo e a todo quanto é tipo de deus...

Me joguei num sofá enquanto Andrew se jogava no outro e colocava uma almofada no colo para disfarçar a “animação”.

Papai entrou e nos cumprimentou alegre:

–Ah, olá Princesa! – Me disse beijando minha testa. – Oi Andrew. – Disse cumprimentando-o com um aperto de mão.

–Oi, pai! – Disse sorrindo.

–Senhor. – Andrew cumprimentou meio que carrancudo.

–Está tudo bem, Andrew? – Meu pai perguntou percebendo o humor dele.

–Claro que sim, senhor! É só que... – Pigarreou. – Estou com alguns probleminhas.

Eu controlei uma risada, eu sei exatamente em que local estão concentrados esses probleminhas.

–Será que posso ajudar em algo? – Papai perguntou inocente.

Eu ri mentalmente, “o senhor já ajudou o bastante por um dia papai”, pensei!

Notas finais
E então, o que acharam? O que será que a Emily vai fazer quando souber disso? E o John?
E quanto a Maggie e o Andrew, como eles vão reagir depois dessa? Ein, ein, ein? Ok, chega Anny!
Então... Até o próximo capítulo pessoal!
Beijos...
Reviews?