Notas iniciais
Hello Guys, como estão?
Eu continuo quebrada... Isso é visível no horário em que estou postando, aqui!
Bom, primeiro...
A MEU SANTINHO PROTETOR DAS AUTORAS REALIZADAS! MUITO OBRIGADA! EU GANHEI MAIS QUATRO RECOMENDAÇÕES! SIM, MEU CARO WATSON! QUATRO! OMG, OMG, OMG, OMG!
Queria agradecer à...
-Ruuh: pela linda recomendação e por todos os elogios à Fic! Fico muito alegre em saber que é uma das melhores que já leu e que a considera perfeita! Muito obrigada mesmo!
-Cat Hathaway: por se envolver tanto com a Fic ao ponto de me dar uma recomendação maravilhosa e se apaixonar por ela! Fico contente que goste dos personagens, e espetacular é você!
-Lily: que sempre esteve aqui comentando e que agora me surpreendeu com uma recomendação inspirante! Me sinto honrada em escrever sua história favorita! Você me deixou ainda mais feliz em escrever essa história... Obrigada! E se serve de consolo, o Andrew te mandou um beijo, mas é na bochecha (se não a Maggie fica com ciúmes)! Hahahaha...
-Marca Negra: que já lia antes, mas tinha perdido a conta... E agora voltou, e chegou com tudo! Muito obrigada pela recomendação e me sinto muito honrada por saber que essa é uma das história que você mais gosta de ler! Obrigada!
Assim, dedico principalmente à vocês esse capítulo!
Segundo... Ah, depois conversamos!
Boa Leitura!

O beijo iniciou-se calmo, delicado, carinhoso... Ambos mostrávamos nossos sentimentos nesse singelo beijo. Seus lábios macios massageavam os meus delicadamente, sua língua provava de minha boca com calma, conhecendo cada detalhe e cada pequeno sabor; eu fazia o mesmo.

Meu peito gritava de tanta felicidade... Eu me sentia completa com ele do meu lado.

Suas mãos corriam calmas por minhas costas, contornando minhas curvas e acariciando meu tronco por cima da blusa; minhas mãos estavam em seus cabelos, massageando-os... Deus! Como eu gostava de tocar esses cabelos!

Alguns segundos depois nos separamos precisando de ar.

Ele retirou levemente sua boca da minha me dando dois selinhos carinhosos por fim; eu mantinha meus olhos fechados e um sorriso calmo do rosto.

Abri os olhos de vagar, rezando para que não fosse tudo um sonho e que ele não desaparecesse, mas para minha felicidade quando os abri encontrei dois mares me olhando profundamente.

Sorri ainda mais fazendo-o sorrir comigo.

Tirei a mão direita de seu pescoço e acariciei a maça de seu rosto ainda fitando aqueles mares.

–Amo seus olhos... – Sussurrei me perdendo naquela profundidade.

Ele sorriu.

–Amo você... – Respondeu da mesma forma.

Revirei os olhos com essa cena clichê. O clichê mais perfeito que eu já ouvira.

Sim... Eu me derretia por dentro e por fora com ele e com cada palavra vinda dele.

Ele sorriu com minha reação... Sua mão direita segurou delicadamente meu queixo novamente trazendo-me em sua direção lentamente, sem perder o contato visual.

Quando estávamos a poucos centímetros de distância ele ergueu meu rosto e deu um beijinho delicado no meu queixo para logo depois mordê-lo.

Fechei os olhos aproveitando a sensação de ter seus lábios em meu rosto...

Ele seguiu um caminho de pequenas mordidinhas por minha maxila até chegar à ponta da orelha; era um caminho lento e tortuoso... E muito sensual.

Meu corpo reagia de maneira inusitada a esse carinho, eu senti que minha pele começava a esquentar, meu sangue corria mais rápido e minhas batidas aceleraram.

Escutei-o ofegar em minha pele, como se estivesse se controlando... Mas mesmo assim, as mordidas se tornavam mais fortes.

Quando terminou seu percurso, mais uma vez, ele me olhou de frente e nos olhos...

Seus olhos azuis haviam escurecido e eu vi que eles haviam sido tingidos dessa maneira por causa de um desejo tão evidente quanto o meu.

Sim. Eu o desejava.

Naquele momento eu pedia por ele... E ele pedia por mim.

Nos aproximamos novamente tocando nossos lábios, mas não ocorreu como da primeira vez.

Logo que sentimos um ao outro nossas bocas se abriram simultaneamente deixando que todo o desejo agisse. Sua língua travava uma batalha com a minha por espaço, ambas em uma dança sensual e excitante... O beijo se tornava sôfrego, brusco.

As mãos faziam movimentos inconscientes; as minhas estavam novamente em seus cabelos, mas em vez de massagearem, elas davam leves puxões, colando sua boca ainda mais na minha. As dele que estavam em minha cintura se infiltravam por baixo de minha blusa, espalmando-se em minhas costas e me fazendo arrepiar pela diferença de temperatura.

Quando precisamos de ar novamente ele desceu os beijos para o meu pescoço... Sentir sua língua quente em minha pele fazendo movimentos lentos e sensuais não ajudava na situação.

Ele beijava, lambia, mordia... E eu delirava.

Joguei levemente a cabeça para trás para lhe dar mais acesso a aproveitar melhor as caricias, quando chegou à curva do meu pescoço com meu ombro direito deu uma mordida.

Eu gemi inconscientemente.

As caricias continuaram enquanto eu com os olhos fechados me deliciava a cada toque dele em mim... Toques que já não eram errados, pelo contrário, eram certo em todos os sentidos.

Quando chegou até o fim de meus ombros se endireitou novamente me olhando frente a frente com o rosto sério e com os olhos tingidos de desejo e certeza.

Puxei-o para mim bruscamente, colando nossos corpos... As bocas se chocaram desastrosamente, ele reagiu rápido fazendo com que suas mãos colassem nossos quadris, seu aperto quase me levantava do chão.

Era tudo muito brusco, muito intuitivo.

Mas antes que pudéssemos dar continuidade a algo escutamos:

–Margareth!

Nos separamos assustados.

–Margareth, você está ai? – Uma voz estridente perguntava na minha porta seguida de batidas.

Andrew e eu nos olhamos... Ele estava com raiva por termos sido interrompidos, era evidente em sua expressão, e eu também.

–Me dá a chave... Vou me livrar dela! – Disse a ele.

Ele retirou-a do bolso da calça a foi se sentar no canto da minha cama onde não se dava para ver da porta.

Abri-a de mau humor, eu poderia dizer que estava dormindo, pois meu rosto estava amassado e a blusa desarrumada... Mas não era por causa de travesseiro ou cama.

–Finalmente... – Disse desdenhosa quando me viu.

–O que você quer, Elizabeth? – Perguntei irritada.

–Só avisar que não vou dormir em casa... – Disse simplesmente.

Olhei-a pela primeira vez e vi que estava bem arrumada... Mas é claro que ela não usou nem um metro de pano para isso!

–E vai aonde? – Perguntei surpreendida pela sua rapidez.

Ela é, com certeza, bem rápida! Mal terminou um namoro e já vai sair... Como se nada tivesse acontecido!

–Não que seja da sua conta, mas eu vou dormir na Caroline... – Disse contra gosto.

Eu ri irônica.

–Ok, vou fingir que acredito!

–Vai te catar, Maggie... – Ela disse virando as costas.

–Vai você. – Retruquei com raiva.

Ela me tira do sério.

Fechei a porta trancando-a com a chave novamente.

Andrew estava sentado na cama com os antebraços apoiados nas pernas, fazendo com que ficasse um pouco curvado; carregava um sorriso irônico.

–Ela superou rápido... – Declarei incrédula de como Elizabeth era uma poça de sentimentos.

Ele riu.

–Eu nunca duvidei disso! – Falou com certeza.

Sentei-me ao seu lado.

–Mas por que ela veio avisar a você e não aos seus pais? – Perguntou confuso.

E foi nesse momento que minha mente voltou a trabalhar e percebi uma coisa... Andrew e eu estávamos sozinhos em casa.

Fiquei vermelha.

–Maggie? – Perguntou desconfiado.

–Bom, é que... Meus pais... Eles... Bom, eles saíram. – Disse ficando mais vermelha a cada palavra.

Olhei-o e vi um sorriso malicioso em seu rosto.

–Estamos sozinhos? – Perguntou interessado.

–S-Sim... – Gaguejei com a expectativa de ter uma noite sozinha com Andrew.

Ele riu de mim.

–Maggie, eu não mordo! – Falou irônico.

Eu sorri e revirei os olhos com isso.

–Só se você pedir... – Completou se aproximando de mim novamente.

Sua mão se infiltrou em meus cabelos e chegou em minha nuca puxando novamente meu rosto em direção ao dele.

Sua boca voltou a provar a minha, nossas línguas em sincronia... Os movimentos se completavam fazendo com que ambos déssemos leves gemidos um na boca do outro.

Meu corpo novamente começou a se esquentar... E percebi que o dele também.

Sua mão em meu cabelo se tornou mais rígida, junto com seus movimentos... Em intervalos curtos de tempo ele dava mordidinhas doídas em meus lábios, mas em vez de sentir dor eu apenas sentia prazer com isso.

Eu gemia em sua boca, conseqüentemente incitando-o a continuar.

Sua outra mão foi em direção a minha cintura, puxando-me em sua direção bruscamente...

Eu estava com os braços em volta de seu pescoço novamente, trazendo-o ainda mais para mim...

Meu corpo queimava, ardia por ele...

Queria senti-lo por toda parte... Queria que ele beijasse todo o meu corpo!

Assim, num movimento impensado, levantei da cama rapidamente, sem desgrudar nossas bocas e muito menos sem retirar meus braços de seu pescoço, e sentei em seu colo.

Vi que ele se surpreendeu com minha atitude, pois soltou minha boca e me encarou extasiado.

Eu havia gostado de sua reação e beijei-o antes que ele fizesse algo.

Seus braços se tornaram correntes de ferro em minha cintura que me puxavam de encontro a ele... Assim, pouco tempo depois, percebi realmente o quanto ele estava “excitado” com a situação.

Mas como ocorreu naquele episodio da sala, eu não tive vontade de repeli-lo, pelo contrário, aquilo era bom... Era muito bom!

Meu shortinho fino fazia com que eu sentisse muito mais do que naquela vez... E era muito excitante!

Partes do meu corpo que eu não mal sabia a verdadeira utilidade começavam a se mostrar presentes.

O fôlego novamente faltou e ele voltou a chupar meu pescoço enquanto eu jogava a cabeça para trás aproveitando... Os gemidos vindo de ambos eram inevitáveis.

Porém, agora ele desceu ainda mais... Indo de encontro ao meu colo.

Seus beijos eram possessivos, territorialistas, luxuriosos...

Eu estava completamente desestruturada por ele.

Percebi que ele não conseguia descer mais seus beijos, por causa de nossa posição... Mas é claro que ele logo resolveu o problema.

Dois segundos depois senti minhas costas irem bruscamente contra a parede oposta.

Gemi de dor e prazer ao mesmo tempo.

Sua "excitação" se fez ainda mais presente na situação... Fazendo com que eu enlouquecesse com o contato.

Ele fez o mesmo quando me ouviu.

Minhas pernas agarradas em sua cintura junto da pressão do corpo dele contra o meu, me mantinham sustentada, já que suas mãos se entrelaçaram nas minhas e me imobilizaram acima de minha cabeça contra a parede enquanto ele refazia o caminho de beijos.

–Droga, Andrew... – Gemi quando ele me deu um chupão que com certeza iria deixar marca.

Minhas pernas amoleciam aos poucos e eu já me via indo em direção ao chão, mas Andrew pensou nisso antes...

Assim, ele me sustentou novamente e nos guiou até minha penteadeira, onde me colocou sentada depois de derrubar tudo com a mão.

–Eu tomo o prejuízo... – Sussurrou sensualmente no meu ouvido se referindo as coisas no chão, algumas, com certeza, quebradas.

Logo mordeu o lóbulo da mesma e novamente infiltrou as mãos por baixo de minha blusa.

As coisas começavam a ficar bem quentes... E eu sabia exatamente aonde chegaríamos se continuássemos assim... Mas quem disse que eu me importo?

Andrew é o homem que eu amo... E que também me ama! Eu o desejo da mesma forma que ele me deseja.

Eu quero senti-lo por todo meu corpo, quero que ele seja meu do mesmo modo como quero ser dele... Quero sentir o prazer de tê-lo em mim.

Vi que ele queria, mas ainda hesitava em retirar minha blusa.

Assim, numa atitude de confiança tomei coragem e espalmei minhas mãos em seu peito afastando-o um pouco.

Ele me olhou confuso, e com certo brilho nos olhos, como se estivesse sendo rejeitado.

–Maggie, eu não queria obrigá-la... – Começou sussurrando.

–Shii... – Eu disse colocando o indicador em sua boca.

Ele ficou mais confuso, mas eu logo tratei de explicar minhas ações.

Controlando a vermelhidão que ameaçou vir segurei firmemente a barra de minha blusa e a puxei para cima tirando-a.

Ele me olhava atônito, extasiado, excitado e em jubilo, ao mesmo tempo.

Joguei-a em um canto sem importância e o encarei... Um olhar de confiança que traduzia meu desejo.

–Você tem certeza? – Ele perguntou educado, mas ao mesmo tempo via que ele desejava o mesmo que eu.

Eu sorri com sua atitude.

–Absoluta! – Disse confiante.

Assim, um sorriso enorme iluminou seu rosto. Lindo!

–Me faz sua, Andrew... – Sussurrei aproximando nossos rostos.

Mais uma vez ele juntou-nos, porem dessa vez não haveria mais barreiras entre nossas peles... Assim como já não havia mais barreiras entre nossos corações.


Notas finais
Então, o que acharam desse início da "noite" do nosso querido casal?
Me digam se gostaram... Ou não! Isso é pessoal!
Muito obrigada pelo apoio de todos... Saibam que eu leio os reviews, viu?! Mas responder é praticamente impossível, mas já estou prevendo um tempinho para respondê-lo...
E ai... Mereço reviews??
Beijokas...