Notas iniciais
Olá pessoal! Cá estou eu novamente... E mais uma vez com novidades maravilhosas, porque... EU GANHEI MAIS DUAS RECOMENDAÇÕES! OMG! OMG! SABIAM QUE DOIS É MEU NÚMERO DA SORTE? Porque está sempre aparecendo para mim em diversos lugares!
Então gostaria de agradecer do fundo do meu heart á Carol s2 Tatah por ter acreditado na história desde o título e ter gostadao tanto assim de minha história(como você mesma disse.. Hahahah) e a LariSalvatore pela lindas palavras, pela sinceridade e por TODOS os maravilhosos os elogios á Fic e a autora aqui! Obrigada meninas, muito obrigada mesmo!
Agora, apresento aqui um novo capítulo... E como sempre com uma especial dedicatória ás meninas que me indicaram, e á todos os que comentam comigo... Amo conversar com TODOS você! TODINHOS!
Fiquem á vontade e divirtão-se!



Acordei no domingo mais ou menos meio dia e dez, coloquei um short e uma blusa confortável e desci...

Cheguei à sala e vi meu pai zapeando pela televisão.

–Bom dia, pai. – Disse indo em direção á cozinha.

–Boa tarde, querida! – Ele disse irônico.

Eu ri e logo entre na cozinha, minha mãe arrumava a mesa para o almoço.

–Bom dia, mãe. – Disse me sentando em uma das cadeiras.

–Bom dia, filha. – Disse parando de mexer uma panela para me olhar.

Eu tinha um sorriso satisfeito no rosto, vi minha mãe me dar um olhar sugestivo:

–Foi bom o encontro? – Ela perguntou marota.

Eu ri disso. Quem diria, minha mãe?

O motivo do sorriso era, obviamente, o oposto do que ela pensava. Eu tinha esse sorriso na face por causa do que aconteceu muito depois do “suposto encontro”; era um sorriso satisfeito por ter conseguido perceber que eu afeto o homem que amo tanto quanto ele me afeta.

Mas... Por enquanto, vamos deixar que ela tire sua próprias conclusões. Alias, em que canto da casa ele está? Será que ainda está muito zangado? Quase ri com o pensamento...

–Foi ótimo! – Declarei pensando no que acontecera naquela mesma cozinha.

Ela sorriu.

–Ah, a adolescência! – Ela começou. – Uma época tão boa, os amores, os garotos bonitos da sua idade...

–O que tem os garotos bonitos da idade dela? – Meu pai entrou na cozinha perguntando ciumento.

Eu ri com essa amostra de ciúme.

–Ah, Amor! – Minha mãe disse dando um selinho nele. – Só estou comentando sobre essa idade... Além do mais, você não tem do que reclamar... – Ela disse olhando-o apaixonada. – Eu me lembro de como você era o garoto mais bonito que já havia visto...

–E você a garota mais linda e inteligente que eu já tinha conhecido! – Disse olhando-a da mesma maneira.

Eu sorri boba diante deles... Ah, era tão bonitinho!

Será que um dia serei que nem eles?

–Mas agora... — Minha mãe disse. – Hora do almoço.

Meu pai se sentou enquanto minha mãe terminava de arrumar as coisas...

Mas... Que estranho, ainda não vi os dois “pombinhos”!

–Mãe, onde estão o Andrew e a Lizzie? – Perguntei curiosa.

–Sua irmã foi ao shopping com as amigas e o Andrew foi embora cedo... Eu estranhei isso, mas ele disse que tinha que entregar um trabalho na faculdade. – Disse se sentando.

Dei de ombros tentando mostrar normalidade, mas por dentro eu estava curiosíssima... Será que ele realmente tinha um trabalho ou foi por causa do que eu fiz?

Prendi uma risada, quem diria! Andrew Lerroy fugindo de uma garota?



O almoço terminou e logo fui para meu quarto para ligar para a Emily, primeiro por que ela deu ordens explicitas para isso, e segundo por que eu tenho que contar o que aconteceu.

Disquei o número e o telefone mal deu o primeiro toque:

– MARGARETH! – A voz de Emily gritou do outro lado da linha me fazendo pular. – ME CONTA TUDO!

–Primeiramente: oi Emily! Dormi bem e você? – Perguntei provocando e certa de que ela iria se irritar.

–É... Tudo bem, tanto faz! – Ela disse rápido. – Mas vai, me conta, Maggie! Vou morrer aqui! – Ela disse impaciente.

–Bom, depois dessa amostra de delicadeza e educação... – Disse ainda provocando. – Eu só tenho uma coisa pra dizer... – Fiz mistério. – A noite foi bem quente!

Emily ficou quieta por um instante e escutei um baque do outro lado da linha, como se alguém tivesse caído:

–Emily, você está bem? – Perguntei preocupada.

–Nada de mais! – Ela disse rápida e ofegante. – A culpa é dessas cadeiras fracas de hoje que não aguentam nem mais uma encostada!

Escutei um barulho de cadeira sendo arrastada, como se estivesse sendo levantada, e logo percebi que Emily havia sentado novamente, pois bufou como se sentasse de mau gosto.

Ri imaginando ela se encostando na cadeira rapidamente e a cadeira virando!

– Agora me explica! Como assim quente? – Perguntou com sua costumeira curiosidade.

Eu ri e disse o que havia acontecido ontem... Contei também sobre minha ideia repentina e como ele reagiu á ela.

Emily paralisou do outro lado da linha novamente e escutei outro baque seguido de um palavrão:

–Malditas cadeiras! – Escutei uma voz irritada dizendo.

Controlei uma gargalhada:

–Emily, você está bem? – Perguntei de novo.

–Não se preocupe! – Ela disse rápida. – É que sabe... Você me surpreendeu, Maggie. – Disse alegre. – Não acredito que você fez isso! Ai meu Deus! Quem diria em Margareth Lilian Grant?! – Ela provocou.

–Emily! Parece minha mãe... – Declarei rindo.

Ela riu também.

–Estou tão orgulhosa de você! – Ela disse emocionada.

Revirei os olhos sorrindo.

–Mas... Nossa, o Andrew respondeu melhor do que eu mesma tinha previsto! – Ela disse impressionada.

–Por acaso você tinha previsto alguma coisa? – Perguntei irônica.

–Minha amiga, um artista sabe como impressionar seu publico alvo! –Disse segura como se fosse mais um de seus ditados milenares.

–Desculpa ai, Da Vinci! – Ironizei.

–Desculpas aceitas! – Ela disse rindo.

–E agora, Em? O que acontece? – Perguntei querendo saber o que vinha a seguir.

–Já que o Andrew gostou tanto assim do Chris... – Ironizou. — Acho que ele terá de aguentá-lo por mais algum tempo! – Disse com tom maléfico.

Eu ri da forma com que ela se envolvia com “O Caso”.

–Vai demorar muito? – Perguntei falando sobre o objetivo de tudo isso.

–Menos do que eu e você pensávamos, minha amiga! – Ela disse segura. – Eu sei que você vai ter que ser forte agora, mas vai por mim... Melhor agora do que depois!

Eu suspirei.

–Ele me deixa louca! – Declarei frustrada.



P.O.V. do Andrew



Eu havia chegado em casa á mais ou menos quarenta minutos. Sai de lá antes que ela acordasse e eu acabasse fazendo alguma merda na frente de todo mundo!

Mais que garota atrevida! Deus, que raiva que eu passei essa noite... Só de pensar...! Argh!

Escutei a porta do meu quarto abrindo e logo vi meu melhor amigo, John, entrando:

–Você chamou... Eu estou aqui! – Disse me cumprimentando com um toque de mãos.

–Demorou... – Reclamei carrancudo.

Por algum motivo aparentemente tudo estava me irritando hoje!

–Nossa, cara! É pleno domingo, você sabe como são as coisas em casa! – Disse erguendo as mãos para cima como que se rendesse. – Vim o mais rápido que pude! Seu tom no celular não era dos melhores! – Disse se sentando na poltrona que estava virada de frente para onde eu estava sentado na minha cama. – E ai, o que aconteceu? ... Não, não! Espera! Eu adivinho... – Ele ironizou já sabendo o assunto. – Margareth, mais conhecida como Maggie... Seu maior sonho que se tornou... Espera! Ah, é! Continuou sendo só sonho mesmo! – Disse irônico.

–Filho da puta! – Xinguei enquanto me controlava para não explodir na frente desse idiota.

Ele sabia de tudo, desde o começo, afinal, era com ele que eu falava quando a vi pela primeira vez naquela festa! E desde então conto tudo a ele... Que sempre fica me enchendo o saco e falando que eu não vou conseguir nada do meu jeito!

–Nossa! – Disse vendo minha cara. – Aparentemente dessa vez ela bateu o recorde! O pé na bunda foi tão forte assim? – Perguntou irônico

–Por que eu ainda te aturo mesmo? – Perguntei olhando-o com raiva.

–Porque eu sou o único que te escuta e que te ajuda! – Disse nada convencido. – E porque sou seu melhor amigo que tenta corrigir esse teu jeito ineficaz de correr atrás dela!

Eu ri com isso! Realmente, ele sempre me diz que nunca vou conseguir nada dessa forma, mas... Não sou lá muito bom ouvinte!

–O que foi, Drew? – Ele perguntou ficando sério.

Eu suspirei e passei a mão no cabelo num gesto desesperado:

–Ela está saindo com um cara, John! – Disse abalado.

Ele arregalou os olhos, mas logo se recompôs do susto:

–Você quer dizer que ela está envolvida com alguém? – Ele perguntou surpreso.

Em dois meses eu nunca havia visto ela saindo com ninguém, eu também havia ficado chocado, bom, muito mais do que isso!

–Aparentemente sim! – Declarei sentindo minhas mãos se fecharem em punho me lembrando da cena que vi ontem dela com aquele tal de Chris.

Ele suspirou e me olhou de um jeito acusatório:

–E o que você fez? – Perguntou desconfiado.

–O que? – Perguntei tentando parecer ultrajado. – Como assim você sabe que eu não... – Então vi ele erguendo uma sobrancelha. – Que droga! Como você sabe?

Ele riu.

–Cara, eu te conheço desde a infância, e você é impulsivo, age sem pensar... Ainda mais quando está com raiva! – Disse com aquele ar de sabe-tudo.

–Idiota! – Disse sorrindo por ser tudo a mais pura verdade.

–Me conta... O que aconteceu? – Perguntou se acomodando na poltrona.

Eu suspirei e comecei a contar... Desde o começo, ela saindo com ele, como eu me senti, a Liza fazendo aquela loucura na minha frente (ele caiu na gargalhada na minha frente, afinal, nunca gostou dela), e então de quando escutei a porta abrindo, quando desci e a encontrei na cozinha virada de costas , e de quando não aguentei e agarrei-a de jeito.

Depois contei o que aconteceu e o que ela fez... Terminei de falar já com a raiva voltando, mas quando olhei pra ele vi que estava com a boca fechada se projetando num sorriso e todo vermelho, entendi na hora o que se passava:

–Pode rir seu viado! – Disse tentando me controlar.

Ele caiu na gargalhada novamente, tanto que até caíram lagrimas de seus olhos:

–Cara... – Disse ofegante. – Dessa vez ela foi brilhante! – E voltou a rir. – Ela te enganou de jeito! – E mais risadas. – Que broxante!

–Broxante? – Perguntei perdendo de vez a calma. – BROXANTE? AQUILO FOI MAIS QUE BROXANTE, FOI HUMILHANTE! – Disse socando o travesseiro.

Ele parou de rir, mas ainda tinha um sorriso no rosto.

–Ela, de certa forma, me comparou á aquele... Garoto! – Disse fechando os olhos para me acalmar. – Ela insinuou que eles... – Ok, eu não consigo dizer isso! É demais pra mim! – Ai que raiva!... Se eu pudesse socaria aquele garoto até a morte por ter relado nela!

John suspirou.

–Você realmente acha que ela falou sério? – Me perguntou irônico. – Você acha que ela realmente tran...

–Não fala isso! – Cortei-o no meio da frase.

Ele me olhou confuso, mas revirou os olhos.

–Você realmente acha que ela... Hum, fornicou com ele? – Perguntou novamente.

Eu ri com essa:

–Quem te disse isso? Sua avó? – Perguntei rindo.

Ele sorriu maligno:

–O que? Quer eu falei que ela fez se...

–PARA! – Cortei-o no ato.

Ele sorriu satisfeito e eu revirei os olhos.

–Ah, sei lá! – Disse sincero. – O lado racional diz que não e o emocional... Bom, ele diz pra eu socar o cara de qualquer jeito! E eu nunca fui lá um cara muito racional.

Ele sorriu.

–Eu penso que ela não fez nada com ele! E que só disse aquilo para te provocar... – Declarou seguro. – Mas é verdade que ela está saindo com ele, assim, ela deve ter algum interesse nele...

–Isso é para ajudar? – Perguntei novamente me irritando com suas “suposições”.

–Sempre! – Disse sorrindo.

–Ótimo! – Declarei irônico. – Por que é exatamente o que você não está fazendo!

Ele revirou os olhos:

–Ok, vamos então para o que eu penso... – Disse sendo direto. – Como sempre disse, acho que você não vai conseguir nada com ela desse jeito! Com seus joguinhos de sedução de sempre, com suas provocações... Você mesmo me contou que na primeira vez você precisou de muito mais que isso... Que ela não é como as outras! – Disse tentando me mostrar seu ponto de vista.

–Não, ela não é! – Disse pensando na garota maravilhosa que ela é.

–Então! – Declarou exasperado. – Para de ser tão impulsivo e passa a ser mais racional, Andrew! Pensa antes!

Eu suspirei.

–Você sabe que eu não sou assim, John! – O vi revirar os olhos. – Eu sou impulsivo, sou irracional, faço o que tenho vontade... E eu a quero! Mas não é minha racionalidade que entrou nessa batalha, foi... Foi...

Ué, que estranho! Por que diabos eu não consigo completar essa frase?

–Fala, Andrew... – John disse agora animado, como se esperasse por uma revelação astronômica. – Como você a quer? – Incentivou. – O que entrou na batalha...?

–Isso não importa! – Disse estranhando seu interesse súbito.

Vi sua expressão se tornar desapontada, mas o que será que ele queria que eu falasse? Será que ele sabe algo que eu não sei?

Ele suspirou e continuou:

–Então o que você pretende fazer? – Perguntou.

Eu pensei e um sorriso maroto surgiu em meus lábios:

–Quem sabe mostrar a ela que eu sou muito melhor que aquele garoto... – Declarei gostando da idéia.

John se recostou na poltrona bruscamente e bufando:

–Deus... – Ele começou olhando para o teto e levantando as mãos. – Eu tento ajudar! Juro que tento! Mas o Senhor não facilita... Por que tens de fazer com que o garoto mais obtuso do mundo seja meu melhor amigo?

Eu revirei os olhos sorrindo e lhe joguei uma almofada fortemente...

Ele gemeu de dor e a arremessou de volta sorrindo...

–Idiota! – Disse rindo.

Ele riu também.

–Pura verdade! – Declarou dando de ombros.

Revirei os olhos e começamos a falar de nossas semanas... Era bom ter um amigo com quem conversar! Além do mais, odiando admitir, o John é o melhor que amigo que alguém poderia ter! É como se fosse, praticamente, um irmão para mim...

Um irmão sábio que aparentemente percebeu algo que eu não percebi!



Notas finais
E então? O que acharam do novo personagem, o John?
Eu pensei assim: a Maggie teve alguém para fazer ela parar e pensar no que ela realmente sentia, mas e o Andrew? Então, decidi criar o John que será como a luz no final do túnel para o Andrew...
Mas e ai? Já sabem o que o John aparentemente percebeu e o Andrew não?
Beijokas... E reviews?