Notas iniciais
Hello Guys... Aqui estou eu novamente!
E tenho novidades... Adivinhem! EU GANHEI MAIS DUAS RECOMENDAÇÕES! DUAS, DUAS! (Dancinha da Vitória)... OMG! Eu quase infartei aqui quando vi... Assim, queria agradecer profundamente á Giorgia Meirelles pelos lindo elogios a Fic (principalmente sabendo que você não lê qualquer coisa, certo? Hahahaha), e a fanficscarla por ter chegado com tudo nessa Fic e já ter me deixado super emocionada pelas maravilhosas palavras com relação á Fic e á autora! Amei...
Assim, dedico esse capítulo á vocês e (como sempre) á todos que comentam comigo... Amo vocês, guys!
Bom, agora é a hora do capítulo... Conversamos nas notas finais!
Boa Leitura!



Cheguei em casa eram mais ou menos umas quinze para a uma... Emily deixou claríssimo (e quando digo isso quero dizer que ela deu uma daqueles ataques) que eu só poderia voltar para casa depois da meia noite e meia, então decidimos dar uma volta pelo shopping para passar o tempo.

Mas não tenho nada do que me arrepender, não adianta, se você estiver com seus amigos qualquer lugar se torna ótimo, só de estar com eles tudo vale a pena, e essa noite foi demais... É tão bom sair, conversar, colocar o papo em dia...

Bom, voltando ao agora... Minha casa estava toda escura, apenas a claridade dos postes da rua iluminava a sala. Entre e fechei a porta, sorte que eu tinha levado a minha chave.

Eu estava realmente cansada... Joguei a bolsa no sofá e fui em direção á cozinha para tomar um copo de água.

Guiei-me na penumbra pelo caminho tão conhecido e cheguei aonde queria. A cozinha estava parcialmente iluminada graças a porta de vidro que deixava entrar a luz da piscina que sempre ficava ligada a noite.

Cheguei perto da bancada que se estendia ao redor de toda a cozinha e peguei um copo na bandeja, me dirigi ao bebedouro e enchi o copo... Tomei a água em goles calmos, apreciando a sensação refrescante do liquido, era meu último gole, mas um movimento atrás de mim fez com que eu assustasse:

–Isso é horas de se chegar em casa? – Um sussurro me surpreendeu.

O sussurro foi tão inesperado que me assustei ao ponto de soltar o copo que ia certeiro ao chão, mas antes que ele o tocasse uma mão forte o pegou no ar.

Assustada virei-me em direção a pessoa que me surpreendera e quase tive um tremendo treco quando o vi... Lá estava ele, tão próximo que quase sentia sua pele nua do peito tocando meu corpo, usava apenas uma bermuda simples e mostrava todo o seu peitoral definido; um arrepio tomou meu corpo.

Ai meu Deus! Ele tinha o cabelo bagunçado e uma expressão satisfeita, provavelmente por minha reação quanto a ele, os olhos azuis fitando os meus sem piedade alguma...

Minha respiração rapidamente se descompassou, mas me controlei para não deixar isso tão evidente...

–Quer me matar de susto? – Perguntei afetada e também sussurrando.

Ele sorriu... Ai meu Deus, muito perto! Muito perto!

–Não! – Declarou simplesmente e sorrindo. – E você... – Começou colando nossos corpos. – Quer me matar de raiva? – Perguntou lentamente e sério.

Estaquei por um momento com sua pergunta inusitada, mas logo me recuperei e disse:

– O que? – Perguntei com a voz mais desentendida que conseguia fazer naquele momento.

–Você sabe... – Sussurrou aproximando sua boca da minha. –... Quem era aquele cara? – Perguntou sério, mas com um tom possessivo na voz.

Controle-se mulher! Controle-se!

–Não vejo como isso possa ser do seu interesse... – Disse tentando manter o controle.

Ele riu irônico e seu hálito bateu em meu rosto... Ai, merda!

–Não brinca comigo, Maggie... – Disse quase tocando seus lábios no meu.

Estremeci com isso... Ele sorriu satisfeito com essa reação e então abaixou o rosto em direção ao meu pescoço enquanto seus braços se apoiavam no balcão atrás de mim prendendo-me de certa forma e depositando o copo em algum lugar; senti a ponta do seu nariz traçando uma linha em meu maxilar enquanto sentia meu perfume...

Mordi o lábio reprimindo um suspiro de prazer...

Ele chegou mais perto com os lábios e sussurrou sensualmente na minha orelha:

–Não gostei de te ver com aquele cara... – E mordeu o lóbulo da minha orelha. Golpe baixo!

Tive de impedir um sorriso que ameaçou tomar meus lábios... Ele estava morrendo de ciúmes.

–Sério? – Perguntei ainda tentando me controlar. – E no que isso me importa? – Eu sabia que estava provocando, mas esse era o motivo inicial de tudo.

Ele deu um selinho demorado no meu pescoço, fazendo-me sentir o calor de sua boca...

Golpe baixo!

– O que esse cara tem demais? — Perguntou enquanto descia os selinhos por meu pescoço lentamente...

Oh, meu Deus... Me ajuda!

Eu estava me controlando pra não fazer merda, o que estava praticamente impossível com o cara que eu amo me prendendo contra o balcão, sussurrando sensualmente no meu ouvido e beijando meu pescoço... Arrãn, exatamente! Estou fudida!

Eu simplesmente não sabia o que responder... Claro que eu poderia enumerar diversas qualidades que eu aprecio, mas na situação que eu estava, me concentrar em algo estava extremamente impossível...

Ele riu contra minha pele e senti seu hálito quente me atiçando...

Eu estou delirando aqui... Delirando de desejo por esse homem! Como é possível algo assim tão forte?

–Nenhuma declaração a fazer? – Ele provocou mordendo meu ombro exposto.

Gemi um misto de dor e prazer com essa... Isso não é justo! Como eu posso argumentar contra ele quando estamos dessa maneira? É golpe baixo... Ele sabe o efeito que tem sobre mim e está usando isso... Cretino!

Ai merda! Eu estou hiper ventilando aqui...

–Ótimo! – Declarou satisfeito com minha falta de reação.

Assim senti suas mãos me segurando pela cintura e me impedindo de sair de lá... Como se fosse possível ele me trouxe ainda mais perto para seu corpo me fazendo ofegar com o choque brusco...

–Então deixa eu te mostrar... – Começou a sussurrar lenta e sensualmente no meu ouvido. – Como é estar com um verdadeiro homem!

E num movimento inesperado ele me ergueu e me colocou sobre a bancada fazendo com que minha túnica erguesse e minhas pernas ficassem em tornou de sua cintura; Arfei surpresa e excitada por esse movimento ousado, mas logo gemi quando ele agarrou bruscamente minhas coxas e, se ainda fosse possível, uniu mais nossos corpos...

Como se fosse algo automático minhas mãos procuraram apoio em seus ombros e vi ele sorrindo satisfeito com isso...

Eu o olhava com um misto de surpresa e desejo, ele se limitou a me dar um sorriso de canto malicioso para logo abaixar a cabeça em direção ao meu pescoço... Porém dessa vez ele não foi nem um pouco gentil; suas mãos saíram de minhas coxas, a direita se enterrou em meus cabelos agarrando-os brutalmente e fazendo com que eu arfasse, enquanto a esquerda me dava um abraço de ferro na cintura impedindo que eu me movesse e me mantendo próxima a ele.

–Agora você não me escapa... – Disse em minha orelha para logo dar uma mordidinha doída.

Eu gemi de prazer sem nem ao menos notar... Só me dei conta do que fiz depois de escutá-lo saindo por minha boca, e, alias, por acaso eu virei masoquista agora? Para sentir prazer com dor? O que é isso?

Ele logo começou a beijar meu pescoço, mas muito diferente de antes... Ele realmente beijava minha pele, sugando e provando...

–Merda... – Gemi sentindo o prazer de seu toque possessivo na minha pele.

Aquilo era enlouquecedor... Seus lábios no meu pescoço, sua língua quente em contato com minha pele... Oh Deus! Eu mordia freneticamente meus lábios tentando controlar meus gemidos, sem muito sucesso devo avisar...

Ele continuou com essa tortura em mim, sentia sua língua traçando rotas e atalhos para o meu inevitável descontrole... Ele chegou à base do meu pescoço dando um forte chupão.

–Droga! – Gemi sentindo sua boca me sugando e sua língua provando. – Vai deixar marca...

Ele riu.

–Com medo do namoradinho? – Perguntou irônico para logo morder o local.

–Ai... – Gemi com a dor.

Ok, masoquista!

Ele seguiu seu caminho por meu ombro desnudo...

Quando terminou o percurso me encarou novamente frente a frente; aposto que minha situação era deplorável, o cabelo desarrumado por culpa dele, os lábios vermelhos de tanto que eu mordi e a respiração descompassada...

Ele me encarou profundamente e quase me perdi naquele mar de águas azuis... Vi o desejo puro lampejar por seus olhos enquanto ele me encarava:

–Você me enlouquece garota... De uma maneira... Inexplicável! – Sussurrou lentamente mais para ele mesmo do que para mim.

E então fez o que eu intimamente desejava desde o inicio daquela noite... Ele grudou sua boca na minha.

Começou com um simples toque, mas que ele não tardou a aprofundar. Sua língua violentamente abriu espaço entre meus lábios e preencheu minha boca, explorando, provando, marcando...

Eu não resisti á aquilo e passei os braços em volta de seu pescoço para logo responder o beijo.

Eu estava no mesmo ritmo que ele, estava louca, excitada... Minhas pernas se prenderam por vontade própria em sua cintura o puxando cada vez mais para mim enquanto meus braços puxavam seu rosto contra o meu... Queria senti-lo em todo lugar, queria matar esse maldito desejo...

Ele percebeu que eu correspondia e investiu mais bruscamente... Sua mão em meus cabelos se tornou mais rígida e puxava, de acordo com sua excitação, minhas mexas. A mão em minha cintura se apertava cada vez mais, fazendo com que praticamente não houvesse espaços entre nós...

Não resisti em sentir seu peito desnudo tão perto e tive de tocá-lo, minhas mãos desceram por seu peito e abdômen lentamente, decorando cada músculo, provocando-o... Senti os músculos contraírem com o carinho e seu corpo estremecer.

Sorri sem conseguir me controlar... É isso! Ele tem tanto poder sobre mim quanto eu tenho sobre ele... E é assim que eu vou conseguir o que eu quero!

Minhas mãos abraçaram sua cintura se infiltrando nas costas, alisei sua pele enquanto subia as mãos até pararem em seus ombros, ele estremecia e gemia com isso, logo depois desci as mãos, porém agora arranhando sua pele bruscamente também... Não era só eu que iria ter marcas desse pequeno episodio!

–Merda, Margareth! – Ela esbravejou por um momento, mas grudou novamente seus lábios nos meus...

Aquilo virara um frenesi... Era viciante! Enlouquecedor! Incontrolável...

Até que senti um volume em sua bermuda, o mesmo volume que eu sentira na piscina e que me despertou, mas dessa vez o efeito foi outro... Ao invés de me despertar eu fiquei curiosa.

Queria saber até onde eu conseguia influenciá-lo, assim, prendi ainda mais minhas pernas em sua cintura trazendo-o para mim e, conseqüentemente, fazendo com que seu volume se chocasse com minha intimidade... O resultado? Foi destruidor!

Tanto eu quando ele gememos intensamente com isso... Eu nunca pensei que seria tão bom, sabe, senti-lo assim tão perto, tão excitado por mim... Aquilo sim era a tentação! E um desejo que eu não tinha antes cresceu em mim, um desejo se sentir seu corpo junto do meu, de senti-lo em mim... De senti-lo me amando!

Deus!

Era esse o problema... Amar... Amor! Era essa a questão! Eu não sentia apenas um desejo carnal por ele, eu amo essa merda desse garoto! Amo a sua porra de sinceridade, seu gênio, seu ciúme, seu jeito possessivo, o jeito com que me faz rir, o efeito que tem sobre mim em um todo, e não apenas só em meu corpo!

Amo ele!

E eu tinha que ser forte... Ser forte e me controlar agora, para que depois as coisas não fiquem piores.

Ele ainda vai ser meu, oh se vai!

E, assim, uma idéia digna de Emily surgiu em mim...

Com uma determinação que partiu sabe-se Deus da onde empurrei-o o suficiente para que eu descesse, aproveitando esse momento de “baixa guarda”; ele me olhou ofegante, assim como eu, e estava pronto para me prender novamente, mas antes disso eu lhe dei um sorrisinho de canto, meio que maléfico e meio que sensual...

Ele parou confuso e eu o empurrei até que ele caísse sentado em uma das cadeiras da mesa que estava mais pra frente do que as outras, sentei em seu colo de frente para ele sem nunca quebrar o contato visual... Vi um sorrisinho maroto surgir na cara dele e impedi uma risada... Ok, isso será do mau! Mas é para um bem maior...

Abaixei a cabeça em direção ao seu pescoço mordendo seu lóbulo...

–Respondendo a sua pergunta... – Sussurrei me referindo quando ele perguntou o que Chris tem demais. – Uma coisa eu garanto... – Disse com uma mão arranhando seu ombro e a outra em seu cabelo. – O Chris não deixa a desejar... – Comecei e senti ele enrijecer completamente. – Nesse sentido! – Disse me acomodando em seu colo para mostrar do que eu estava falando e fazendo novamente com que ele gemesse com o contato de nossas intimidades.

Ele paralisou e senti seus músculos se contraindo por causa de sua rigidez... Suas mãos se fecharam violentamente como se ele se controlasse... Ok, hora de vazar!

–Agora... – Disse me levantando bruscamente e vendo sua cara de inconformado e... Porra! Furioso. Estou caindo fora... – Eu poderia até provar, mas não quero abaixar a roupa, então...

Vi ele se levantando furioso e eu logo disse:

–Bom, estou cansada... Vou dormir! – Disse rápido. – Noite cheia... – Terminei tentando controlar um sorriso de satisfação.

Socorro, vi que ele ficou vermelho!

E assim nem esperei ele tomar atitude, sai correndo temendo o que ele pudesse fazer furioso do jeito que estava, peguei minha bolsa no sofá e corri pro meu quarto... Bom, não sem ouvir antes um:

–Você me paga garota! – Vindo da cozinha.

Subi as escadas correndo e com um sorriso enorme no rosto... Jesus! Nem acredito que eu fiz isso... E melhor, nem acredito que deu certo!

Deus!

Acho que a Emily vai ter um infarto quando eu falar pra ela o que eu fiz!

Mas valerá a pena...

Ah, Andrew! Você não tem idéia do que estou fazendo por você...

Mas a recompensa virá depois... Ou assim espero!



Notas finais
Então, o que acharam?
Eu, particularmente, amei escrever esse capítulo... Não sou tarada, já avisando! Kkkkkkkkkkkk' Mas é sempre bom umas cenas assim para aquecer uma noite fria, certo?
Shaushaushush... Pretendo introduzir um novo personagem na história no próximo capítulo, alguém que terá certa importância... E um P.O.V. do Andrew também!
Bom, até mais! E ai, reviews? *-*