Notas iniciais
Meus queridíssimo leitores... Hoje eu estou pulando de alegria aqui, sabem o motivo? EU GANHEI MAIS UMA LINDA RECOMENDAÇÃO! DÁ PRA ACREDITAR? EU TENHO TRÊS RECOMENDAÇÕES!
Aaahhhhhh... Ok, parei! Mas antes de tudo eu queria agradecer á Little Demonic Girl pelos lindos elogios á história e á autora (eu, eu, eu!), assim dedico esse capítulo para você e a todos que comentam e aos que realmente conversam comigo nos reviews, amo muito saber o que vocês esperam, o que gostaram, o que acham, o que querem...
Bom, já vou parando por aqui... Enfim, aqui vai um capítulo com revelações sobre quem realmente é a Elizabeth, vulgo Barbie (Hahahaha...);
Have Fun!



Eu amo Andrew Lerroy, o (maldito, idiota, cretino e... lindo) namorado da minha irmã!



–Bom, eu tenho uma bela ideia do que fazer agora! – Emily disse respondendo animada a minha pergunta.

Como ela podia se animar nesse momento? Eu tinha acabado de descobrir que amava Andrew, isso não é motivo para festejar! Ao contrário...

–Como assim uma bela ideia? Que tipo de ideia? – Perguntei desconfiada e temerosa com o que aconteceria a seguir.

–Calma, não é algo novo! – Ela disse colocando a mão no meu ombro direito.

Não é algo novo? Hãn? Estou confusa.

–Em, você está me confundindo! – Declarei.

Ela riu.

–Eu já disse minha ideia uma vez, mas você não concordou...

–Qual seria? – Perguntei desconfiada.

–Simples! – Ela declarou tirando a mão do meu ombro e rodopiando pelo quarto. – Vamos roubar o namorado da sua irmã!

–O QUE? – Bradei surpreendida.

Como assim ela me diz uma coisa dessas dessa maneira? Como se fosse algo casual e extremamente comum... “Então, vamos roubar o namorado da sua irmã, depois apresenta-lo para toda sua família como se nada tivesse acontecido e ver sua mãe e seu pai terem um ataque fulminante no meio da sala, sim todo mundo faz isso... E, hãn, o que acha de tomar sorvete depois?”

O QUE? Ok, eu ainda não esqueci do psiquiatra!

–Exatamente o que você ouviu! – Ela disse animada. – Vamos roubar o Andrew...

Eu estava com os olhos arregalados.

–Mas... Mas... Emily! A gente não pode fazer isso, e se ele não quiser ser roubado? – Perguntei ainda incrédula e mal falando coisa com coisa.

–Amiga, ninguém quer ser roubado, só depois de ter sido roubado que se percebe o quanto queria ser roubado! – Ela disse como se fosse outro ditado milenar.

–Hãn? – Bradei ainda mais confusa.

–Esquece! – Ela disse revirando os olhos. – Mas eu te garanto que o Andrew não se importaria nada em ser roubado por você!

–Mas... Emily! Eu não posso fazer isso! Eu não sou assim... – Disse percebendo realmente como a situação era absurda. – Eu não vou acabar com o namoro de ninguém! Mesmo porque eu não sou minha irmã! Eu não sou baixa a esse ponto! – Declarei.

–Mas, Maggie, vocês se amam... – Ela disse tirando o sorriso do rosto.

–Eu amo ele, Em... Eu! – Disse me abatendo imediatamente de uma estranha tristeza...

Ele não me ama!

E novamente as palavras finais dele vieram, e como se possível me atingiram mais do que na ultima vez...

Ele me considera só mais uma!

–Margareth! – Ela disse agora exasperada. – Eu tenho certa absoluta, escutou? Absoluta! De que ele te ama também...

–Mas eu não! – Disse cortando ela triste.

Sentei na cama com uma dorzinha incomoda... Dói... Dói saber que quem você ama não sente o mesmo que você! E no caso do amor, se ele não for correspondido com amor as duas partes se ferem...

Ela sentou ao meu lado... Suspirou e disse:

–Mas eu tenho! – Falou como se fosse só isso que importasse.

Eu ri com isso e olhei para ela:

–Me desculpa, Em! Mas eu não vou fazer isso... – Disse de uma forma que terminava a discussão.

Ela revirou os olhos:

–Você é certinha demais!

Eu ri.

–Já escutei essa, fala uma nova!

Ela bufou e se jogou na minha cama deitando... Assim, pegou o controle da televisão e a ligou, ficou zapeando pelos canais procurando algo, até que ela disse:

–Hey, pega um chocolate pra nós de sobremesa?! – Ela pediu voltando a se animar.

–Chocólatra! – Declarei rindo e me levantando.

–Você também é! – Ela me acusou indignada.

Ergui as mãos como quem se entrega e sai do quarto rindo.

Olhei para o fim do corredor e vi a porta do quarto da minha irmã aberta, nossos quarto eram em extremidades opostas... Entre nossos quartos estava o quarto de nossos pais, um quarto de hospedes e um banheiro, exatamente nessa ordem começando pelo lado do quarto da minha irmã.

Eu me encaminhei á escada e desci os dois primeiros degraus, mas logo escutei algo que me chamou a atenção... Foi algo do tipo: “Claro que sim, Caroline... Acha que eu vou deixar esse gatinho escapar?”.

Então voltei em direção ao corredor e me aproximei mais do quarto da minha irmã, fazendo com que a conversa se tornasse mais audível, mesmo porque o celular estava no viva voz enquanto a Barbie passava algum creme no cabelo...


–E o Andrew? – A voz de Caroline falou.

Minha irmã riu:

–O Andrew nunca precisou saber disso e não é agora que irá precisar saber! – Declarou.

O QUE? Pensei, será que eu realmente estou escutando direito?

–Mesmo por que ele não vem fazendo a lição de casa direito, não é? – Ela perguntou com uma voz provocativa.

A Barbie suspirou estressada:

–Eu não sei o que deu nele! – Ela declarou frustrada. – Antes... Meu Deus! – Ela declarou com um sorrisinho malicioso... Não sei por que, mas naquele momento eu queria socar aquilo que ela chamava de cara. – Mas nesses últimos dois meses... Eu não sei o que aconteceu! – Ela falou irritada.

Eu estou ouvindo isso certo? Quero dizer... Será que ele realmente...? Ele falou a verdade pra mim? Não era só mais uma mentira pra ficar comigo?

Senti aquela pequena chama voltando a se acender devagar dentro de mim.

–Perdeu o “jeito”, amiga? – Caroline provocou ainda mais.

–Nunca! – Ela disse ainda mais irritada para logo mudar para uma expressão maliciosa. – Deixa ele comigo... Preparei uma surpresinha para ele sábado que vem aqui em casa!

O QUE? Biscate!

–Surpresinha, é? E isso tem a ver com “aquilo”? – Ela perguntou.

Aquilo? Hãn?

–Exatamente! – Ela declarou satisfeita.

–Pensei que fosse usa-lo com o Scott! – Caroline disse.

Mas... QUE VADIA!

–Eu posso usar com os dois, Caroline! – Ela disse sorrindo marota. – E te garanto que ambos vão amar!

–Eu ainda não entendo por que você insiste no Andrew... – Caroline disse interessada.

–Você já olhou para ele? Ele é tudo o que uma garota poderia querer, mas eu não vou deixar de me divertir por ai! – E riu. – Porém ele é meu, e dele eu não largo!

Eu estava completamente e irrevogavelmente... Puta! Me desculpe a palavra mãe, mas é isso... Eu estou puta da vida! E quero matar minha irmã... Não, melhor... Quero bater nela até ela virar gente...

Nem escutei o resto da conversa, não me importava! Eu só queria mostrar ao mundo que tipo de garota era essa... Bom, a ideia de bater não é tão ruim assim, mas... JÁ SEI!

Não me permiti em nenhum segundo contestar essa ideia, pois a raiva era ainda maior...

Segui novamente correndo para o meu quarto, quando entre e fechei a porta comecei a verbalizar tudo o que eu pensei:

–BISCATE, VADIA, VAGABUNDA...

–Ou, ou, ou! – Emily disse levantando da cama. – Calma! O que foi que eu fiz? – Perguntou exasperadamente confusa.

–Você não fez nada Emily! – Declarei andando pelo quarto rapidamente descontando minhas frustrações.

– O chocolate? – Ela perguntou temerosa.

–Quem? – Perguntei confusa, mas logo me lembrei do que eu ia fazer... – Não, não tem nada a ver!

–Então o que aconteceu? – Ela perguntou confusa agora.

–Você parece ser vidente Emily, porque logo que você pediu para eu ir buscar chocolate eu escutei a única coisa que faltava pro meu dia ficar completo...

E então contei tudo á ela... Bom, ela ficou mais ou menos assim:

–BISCATE, VADIA, VAGABUNDA...

Eu ri, foi inevitável.

–Viu? Entendeu meus motivos? – Perguntei.

–Vi, entendi e assino em baixo! – Ela falou nervosa para logo desmanchar essa expressão e perguntar confusa... – Ué, você disse que ia fazer algo...

Eu concordei com um sorriso realmente maligno.

–O que? – Ela perguntou agora interessada.

–Eu aceito a sua ideia Emily! – Declarei me virando para ela.

Vi o rosto dela se desmanchar em pura incredulidade.

–Mas... Mas... Você disse que você não... – Ela começou ainda incrédula.

–Eu não estou descendo um único nível se for me comparar a ela! – Disse segura. – E ela merece...

–Mas e o papo de você estar apaixonada e ele não? – Ela perguntou menos incrédula.

Eu sorri e olhei para ela:

–Você vai me ajudar nisso já que você tem tanta certeza assim! – Eu disse andando e parando na sua frente... – Você vai me ajudar a fazer ele provar para mim que também me ama, e quando isso acontecer...

Emily sorriu diabólica também.

–Quando isso acontecer você terá Andrew aos seus pés e somente para você!

Eu sorri concordando!

–Exatamente, minha cara amiga! – Disse só imaginando. – Eu estou mais disposta que nunca!

Ela riu.

–Então vamos lá...

–Vamos lá... – Concordei. – Vamos roubar o namorado da minha irmã!

Notas finais
E então? O que acharam?
No próximo capítulo a Emily vai expor o que sua mente brilhante pensou para o caso... Já podem até imaginar! kkkkkk'
Beijokas e... Reviews?
Obs: estou curiosa, por acaso alguém ai "Apaga A Luz" lá no ínico do capítulo para ler? Shsaushaush... Faz diferença para alguém ai?