O Mundo de Pocema

1 Capítulo 1: Laranjas


Notas iniciais
Quero agradecer a Deus e a minha família por me ajudar a realizar o sonho que você está lendo! Dedico este livro a minha família que me incentivou tanto! Ao meu irmão que me deixou usar a palavra inventada por ele: "Bundones". E dedico a mim por ter a coragem de usar umas frases que eu inventei: "Sacanojo"; "É isso que dá fumar!" E dedico esta história à Suzanah de dezesseis anos de idade que iniciou este projeto pioneiro que só está sendo levado a sério pela Suzanah de vinte e dois anos de idade. Mudamos, e muito. Nossas ideias se tornaram diferentes, mas eu prometi publicar O Mundo de Pocema. Mesmo que eu sinta vergonha alheia. Nós duas ansiamos para, finalmente, mostrar nossa obra ao mundo e irei realizei o seu sonho!

No começo da tarde, Lokita estava fazendo um recheio para torta. Enquanto a Talita fazia a salada para o jantar com a Pocema.

Quando a Lokita terminou o recheio, de cor roxa, pegou um apetrecho interessante.

— O que é isso? — Pocema perguntou.

— É tipo um 'mini ventiladorzinho' que você põe dentro da fruta e tritura dentro dela e sobra quase só a casca.— Lokita tirou o suco da fruta e pôs num copo, pegou o recheio de torta e colocou dentro da fruta "oca".

— Opa!— Talita deu uma corridinha, girou, pegou o copo de suco e voltou, como no começo, que nem uma bailarina.— Toma um suquinho gostoso, Pocema!

— Obrigada, cozinhar é muito quente!— Disse Pocema gentilmente.

— Mas é só salada.— Talita.

— Droga!— Lokita interrompeu.

— Que foi, irmã?— Talita perguntou.

— É, amiga.— Disse Pocema.

— A mola desta coisa saiu! Ainda faltam duas tortas de maçã para o lanche!

— Há uma feira aqui perto. — Disse Talita.— Vai que vende essa coisa?

— Não seria mix?- Pocema.

Lokita as puxou correndo de casa e chegaram em menos de dez minutos em seu destino.

— Não, nenhum utensílio de cozinha! — Lokita reclamou.

Pocema olhou para o lado direito e viu uma barraquinha com uma vendedora, cuja idade é avançada, acompanhada por sua neta que aparentava ter vinte anos vendendo laranjas (Pocema era viciada em laranjas).

— Vamos dar uma paradinha? — Pocema já se imaginava bebendo uma deliciosa laranjada.

— Não temos tempo para laranjas, Pocema!

— Pfff! Relaxa Lokita!— disse Talita— O lanche é só às quatro da tarde, irmã! E ainda é uma e quinze.— Talita pegou no braço da sua irmã— Deixa a Pocema aí enquanto nós damos uma volta e comer petiscos grátis!— Talita até babava.

— Eca! Tudo para você parar de babar!— Lokita.

Pocema dirigiu-se à barraquinha.

— Bom dia, menina.

— Olá senhora, quero uma laranja, por favor!

— Claro. Mas.......! Que tal dois sacos de um quilo de laranja e que, de graça, leva um mix? Farei uma demonstração!

A senhora furou a laranja, com o apetrecho, e começou a triturar. Dava para ouvir os gominhos se desmanchando.

— Prontinho! — Colocou um canudo e entregou para a Pocema.

Ela bebeu e pôs a mão na boca, impressionada.

— Parece que tô bebendo água de coco, só que em uma laranja! Que delícia!— Aqui está o dinheiro.

— Essa nota é alta. Só um minuto que vou no meu carro pegar o troco, hu hu!

A senhora deixou a Pocema com sua neta.

— Hey, psiu!

— Ah, olá, moça!— Disse Pocema, lembrando da sua presença.

— Vaza daqui.

— Quê?

— Rápido antes que minha vó volte.

— Não! Isso é roubo! Por que está dizendo isso?

— Esse mundo não precisa de dinheiro para coisas tão banais!

— Quê? Do que você tá falando?!

— Aqui, mocinha. Seu troco! — A doce senhora retornou.

— Obrigada, senhora.

Pocema deu uma última olhada para aquela jovem mulher. O olhar dela era desafiador.

Quando virou-se de volta para frente, apareceu um monstro enorme na feira. Logo apareceu Lokita e Talita perto da Pocema.

— Um monstro!— Talita.

— Vamos atacar!— Lokita.

Então Lokita dá um soco de leve na barriga da Talita e sai dois lenços amarrados da boca dela. Lokita os puxa mais e saiu mais lenços (como nos mágicos) e jogou a Talita no monstro se levando junto na outra ponta da "corda". Uma delas parou na cabeça do monstro e a outra no ombro e começaram a dar chutes e socos nele. O monstro começou a ficar irritado e se sacudiu todo.

O monstro ficou girando e, quando ele ficou se virou, mostrou uma farpa nas costas dele. Pocema olhou para o seu apetrecho e teve uma ideia.

— Gente, me põe aí em cima! — Pocema gritou.

— Não. É muito perigoso! — Lokita gritou de volta.

— Mas eu sei como acabar com o monstro!

— Ahh!!! — Lokita resmungou — Está bem! Talita, por favor.

— Tá certo! — Talita tirou um monte de lenços amarrados de trás de sua orelha e deu para a Lokita.

— Pega!

Pocema pegou a "corda" e a Lokita a puxou para o ombro do monstro.

— O que vai fazer? — Perguntou Talita.

— Isso! — Mostrou a espécie de mix e desceu até o meio das costas do monstro.

— Que não o quebre, por favor! — Lokita implorou. — E não se machuque, Pocema!

Então Pocema ativou o módulo de "girar" e cortou, bem rente as costas dele, removendo farpa.

O monstro se sacudiu e jogou as três no chão.

— Talita!- Lokita pediu ajuda.

Talita deu a sua irmã uma asa-delta para salvá-la. Talita desceu de paraquedas mesmo.
Lokita conseguiu pegar a mão da Pocema e pousaram em segurança.

— Podemos lanchar agora? — Pocema.

— Sim. Compramos o que precisava.— Lokita estava satisfeita, mesmo com o dia turbulento.

As três estavam na sala assistindo filme e comendo torta de maçã.

— Acabei minha torta! — disse Pocema — Agora vou beber meu suco de laranja! — Furou a fruta e colocou um canudinho.

— Ai, ai, só podia ser a Pocema mesmo!— Disseram as irmãs ao mesmo tempo.

— He he! — Pocema riu fofamente.

Notas finais
Quero agradecer a Deus e a minha família por me ajudar a realizar o sonho que você está lendo! Dedico este livro a minha família que me incentivou tanto! Ao meu irmão que me deixou usar a palavra inventada por ele: "Bundones". E dedico a mim por ter a coragem de usar umas frases que eu inventei: "Sacanojo"; "É isso que dá fumar!" E dedico esta história à Suzanah de dezesseis anos de idade que iniciou este projeto pioneiro que só está sendo levado a sério pela Suzanah de vinte e dois anos de idade. Mudamos, e muito. Nossas ideias se tornaram diferentes, mas eu prometi publicar O Mundo de Pocema. Mesmo que eu sinta vergonha alheia. Nós duas ansiamos para, finalmente, mostrar nossa obra ao mundo e irei realizei o seu sonho!