O Mundo de Arton - Um mundo de deuses e conflitos
1 Capítulo 1 - O INICIO
Notas iniciais
No principio, havia apenas o Nada e o Vazio, duas entidades cósmicas extremamente poderosas que viviam em constante amor e ódio. De sua união nasceram vinte deuses, todos distintos entre si, com personalidades e poderes diferentes. Esses vinte deuses por sua vez, começaram a moldar o multiverso, cada um criou para si um reino, onde governariam absolutos. Em seguida, os vinte deuses se uniram para criar o lar de suas futuras criaturas, um pequeno plano composto pelos seis elementos essenciais para a vida: terra, ar, água, fogo, luz e trevas. Era um mundo pequeno, comparado ao restante do multiverso criado pelos deuses, mas imensamente grande para seus filhos. Esse mundo chamar-se-ia Arton. Repleto de maravilhas e bênçãos... E de muitos problemas.
Mesmo os vinte deuses sendo irmãos, muitos conflitos surgiam entre eles. Um desses conflitos durou cerca de dois bilhões de anos. Azgher, Deus do Sol, e Tenebra, Deusa da Escuridão, lutaram entre si pelo governo de Arton, a batalha fora tão grande que de suas cinzas nasceu um imenso deserto que ficou conhecido como O Deserto da Perdição, até os dias de hoje suas tempestades de areia são responsáveis por carregar viajantes incautos para outros planos, assim como trazerem seres de outras dimensões para Arton. A batalha cessou-se após milênios com a intervenção de Khalmyr, o Deus da Justiça. Graças a Khalmyr, Azgher e Tenebra foram julgados e obrigados a partilharem o governo de Arton, dividindo suas regências em doze horas de luz e doze horas de escuridão.
Mas ainda não existia vida em Arton. Devido à tristeza da Mãe Lena, nenhuma criatura viva ainda nascera, até que suas lagrimas preencheram os mares de seres viventes que foram moldados pelo Grande Oceano. Com a benção de Allihanna, partes desses seres evoluíram tempos depois, emergindo dos mares e se arrastando pela terra seca, preenchendo as planícies, florestas, bosques, montanhas, colinas, pântanos, e toda a extensão verde, povoando cada canto selvagem de Arton.
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