O Mundo Secreto de Bonnie
19 Fugitivos
Notas iniciais
—Edem. Sam correu até a entrada onde Bonnie vacilava e já estava debruçada no chão.
—Bonnie!!! – ele gritou em vão. Algumas pessoas se aproximaram para ver o que havia acontecido e ajudaram Sam leva-la até o banco mais próximo lá ele a ajeitou em seu colo e ligou para uma ambulância, logo ela chegou e os levou até o hospital mais próximo. O coração de Sam palpitava, o que havia acontecido com ela? Seria algo grave? Como ele explicaria isso para os outros se por um acaso Bonnie tivesse que ficar no hospital, realmente leva-la naquele museu não tinha sido boa ideia e o que ela havia dito de conversar com o prefeito só lhe traria dor de cabeça. O hospital era imponente e sua entrada era recoberta por um tintura marrom nas paredes, por dentro era como de se esperar, branco, moveis brancos, mesinhas de centro brancas, tapetes brancos, vasos brancos, o único suspiro de uma nova cor vinha da mesa da recepção que era de um verde claro, com a logomarca do hospital pintada de verde mais escuro. Enquanto ela era levada para um dos quartos Sam ficou na recepção para dar os dados da garota para a secretária, depois de alguns minutos ele foi liberado para vê-la, abriu a porta do quarto vagarosamente, Bonnie estava repousando na maca, ela não vestia mais o vestido vermelho que usara no passeio até o museu, agora estava com um tipo de camisola branca, seus olhos estavam fechados privando Sam da bela visão da íris azul da garota, ela dormia, Sam logo foi interrompido pelo médico que entrara no quarto sem bater.
—Bom dia – ele disse, o homem tinha cabelos espeços e negros, tinha um ar jovial também, uns 26 anos de idade – Talvez você queira saber em qual quadro, a Srta. Skylark se encontra. Sam concordou com a cabeça e se virou para o médico.
—Seu estado não é grave mas ela terá que ficar em observação pelos próximos dois dias, seu desmaio causou algumas complicações na sua cabeça mas nada grave, alguns exames a mais iram dar o diagnostico completo dessa parte, até agora o que eu posso dizer com certeza é que ela acordara em breve.
—Mas ela não pode ficar aqui...-Sam suspirou e revirou os olhos – É que...nós estamos em horário de aula – como ele iria explicar que os dois tinham saído da escola sem permissão, era pra ser só um passeio bobo, olha a confusão em que eles tinham se metido – Não era para nos estarmos fora da escola, se é que você me entende. O medico suspirou.
— Eu já tive a idade de vocês mas infelizmente não poderei libera-la, seu quadro não é grave mas também não pode ser ignorado. Mas posso fazer algo para ajudar, talvez se eu ligar para sua escola e falar que Bonnie está aqui, eles não levem tão a mal.
—Não! Se você ligar, eles avisaram os pais dela e tudo só vai piorar...- disse Sam gesticulando com a mão.
—Bem...Maas eles vão procurar por ela depois de três dias de sumiço! – rebateu o doutor.
Sam pensou melhor, era provável mesmo que elas procurassem mas ele podia dizer que Bonnie havia ficado doente por isso não foi a aula, Angelina, Carmen e Olivia o ajudariam ele tinha certeza, era a ideia perfeita...Talvez não desse certo mas era a única saída.
— Eu já sei o que fazer, mas por favor não avise minha escola..-. suplicou mais uma vez Sam – O médico consentiu e saiu da sala, Sam se virou olhando mais uma vez para a ruiva.
— Você tem sérios problemas sereia...- ele falou sobrepondo sua mão sobre a dela, os dedos da ruiva se mexeram capturando os dele, sua respiração começou a ficar mais acelerada até que ela abriu os olhos novamente, eles estavam pesados e a respiração de Bonnie mais lenta que o comum.
— Sam? Ai meu deus...O que aconteceu comigo? – na mente de Bonnie se passavam vários flashs, e sua cabeça ameaçara explodir com a tamanha pressão que estava fazendo...cavalos, flechas e árvores gigantescas tomavam conta dela, ela não podia diferenciar as várias cenas que se passavam lá mas podia dizer que aquele sonho, tinha sido incrivelmente maluco e muito mais real do que ela jamais tinha sonhado antes, Bonnie ainda podia sentir o vestido de seda que usava no sonho e o cheiro da grama que ficara gravado em sua mente.
—Você desmaiou quando saiu correndo do museu, sem me esperar, por sinal...e agora está em um hospital e graças a senhorita, você não terá alta logo, apenas daqui dois dias. – Sam respondeu, eram muitas informações, todas de uma vez só! Ela mal conseguia processar todos seus pensamentos no momento, Sam tagarelava algo sobre a escola...sobre Angelina, mal lhe importava, ela estava se sentindo totalmente desnorteada mas conseguiu sussurrar:
—Está bem...Só me de dois minutos, minha cabeça está explodindo. – Ele parou por um instante a observou.
—Oh, desculpe majestade, eu só estava tentando lhe informar sobre todos os problemas que iremos ter por causa disso...- ele apontou para a cama e depois para Bonnie que olhava possessa para ele.
—Ah, eu não tenho culpa pelo que aconteceu, não foi proposital!
—Isso não vem ao caso agora, o problema é você não vai poder voltar a escola até ter alta e como você sabe a nossa escola/prisão checa os alunos toda santa sexta, caso o contrario, detenção. Bonnie se encolheu na cama e tapou os olhos com a mão dando uma espiada novamente no garoto que a observava com aqueles olhos de uma cor indefinida...talvez fossem cinza.
—Antes que você me responda minha ideia é o seguinte, aquelas monitoras são praticamente todas velhas então se dermos sorte de pegar a Sr.Finney ou uma de suas companheiras da idade da pedra vai ser fácil, a única coisa que precisaremos é de uma peruca ruiva e muita, mais muita lábia.
—E você está sugerindo..que?
—Alguma de suas colegas de quarto, vão fingir que são você hoje, nenhuma delas tem doença mental é só colocar a peruca e se enfiar debaixo dos cobertores,a desculpa vai ser...gripe altamente contagiosa e essa desculpa também servira para a sua despensa nas aulas, então quando você sair do hospital é só levar o atestado e tudo vai sair exatamente como eu planejei.
—Você conseguiu bolar tudo isso só agora? – perguntou ela rindo por debaixo dos cobertores.
—Quase tudo, estava guardando essa desculpa para uma noite mais especial mas já que a senhorita resolveu dar uma de bela adormecida e cair no meio da rua, vou ter que usa-la agora...- o garoto sorriu e veio se sentar na borda da cama ao lado dela.
—Engraçadinho...- Bonnie passou a mão pelo rosto dele e depois deu um peteleco em seu nariz.
—Ai..sua estupida, isso doeu – Sam disse olhando diretamente para ela e levando a mão até seu próprio nariz.
—Me desculpe...mas não pude resistir.
—Vai ter troco – Ele avançou para cima dela e subiu em cima da espécie de cama em que Bonnie estava, ele apertou o olhar e deu um sorriso de lado.
—Nãooo...por favor, tudo menos isso – a ruiva se encolheu mas não conseguiu se manter firme por muito tempo, pois Sam começara a fazer cócegas nela, Bonnie já não aguentava mais, lhe faltava ar. – Por favor, ai, para com isso, eu acabei de acordar de um des-ahhh desmaio, quer m-me matar de vez? O garoto sessou por um instante e Bonnie pode respirar normalmente mais uma vez.
—Eu preciso ir... – ele disse se levantando da cama
—Mais já?
—Preciso arrumar a bagunça que você fez . – ele riu se aproximando mais uma vez sua face da dela.
—Falando assim eu me sinto uma idiota impotente – Bonnie choramingou. Ela se levantou um pouco para alcançar o rosto do garoto e o beijou. Depois disso ele se acariciou mais uma vez seu cabelo e se dirigiu a porta.
—Volto amanha para te ver, prometo
—Estarei aqui esperando...– ela jurou, mas não tinha muita opção mesmo que quisesse sair não poderia.
No caminho da escola, Sam tentava deixar sua mente o mais vazia possível, ele passou pelos grandes e imponentes portões da escola, na ponta do telhado um brasão guardava a entrada. Enquanto caminhava pelos corredores ele tirou o celular do bolso e começou a digitar uma mensagem.
"ond você está?"
"no meu quarto, mas já estou saindo pra próxima aula"
"tudo bem..sabe onde a Carmen está ?"
"cmg, temos essa aula juntas"
"encontro vcs duas na porta da sala que vc estiver quando acabar a aula. Ah e aproposito, qual é?
"Bloco D, sala 4, mas posso saber por que?"
"é importante, vamos aproveitar e já falar como vai ficar a banda"
"SEU PUTO AGR ESTOU CURIOSA P/ CARALHO"
Ele a ignorou "Não vai me responder? ok, a amizade continua a mesma tá? Mas quando eu te trocar pelo Nath tu n reclama" Sam revirou os olhos e deu um sorrisinho...Essa era Angelina, ela não ia mudar nunca, nem por aquele engravatado do Nathaniel pelo menos era o que ele esperava. Sam se dirigiu ao bloco D, como a maioria dos colégios por lá, tudo era divididos por blocos, ele se sentou em um dos bancos que ficavam quase em frente da sala de aula que as garotas estavam e esperou até que a aula das meninas terminasse, isso iria demorar pois elas acabaram de entrar na sala, sua última imagem antes de adormecer no banco fora o cabelo extremamente loiro de Angelina passando pela porta de entrada da sala de aula. Seu despertar não foi realmente como ele esperava, Angelina e Carmen o cutucavam com as pontas finas de seus dedos, o rapaz incomodado com os toques insistentes levantou a cabeça e esfregou os olhos.
—Mas já acabou a aula? Eu deitei não faz nem cinco minutos. – falou Sam esfregando os olhos sonolentos, um dos seus talentos era pegar no sono em qualquer lugar, ele poderia dormir até em pé se tentasse.
—Na verdade já fazem duas horas que você pegou no sono, deu até tempo da gente ir na lanchonete comer alguma coisa antes de voltar pra te encontrar Sammy. – disse Carmen se sentando ao lado do garoto no banco, Angelina permaneceu de pé.
—Ta bem agora que estamos todos aqui, me fale logo o que você queria nos contar por sms.
—Prometa que você não vai surtar. – disse Sam ríspido.
—Fale logo o que é! – Angelina revirou a cabeça como quem estava prestes a atacar a primeira coisa que passasse por ela.
—Prometa! – o garoto insistiu, Angelina bufou e Carmen resolveu intervir -Você está me deixando preocupada Sam, o que é que aconteceu?! –ela disse se levantando e ficando ao lado de Angelina.
—Ta bem, tá bem, eu prometo que não vou arrancar seu coração, fale logo – a loira disse se aproximando mais do garoto e ficando cara a cara com ele.
—Bonnie está no hospital. – ele disse entredentes.
—O que? – Ange e Carmen disseram em uni som.
—O que aconteceu com ela? – Carmen perguntou, seu delineador de gatinho ajuda seu olho totalmente arregalado ficar ainda maior.
—Ela desmaiou, assim que saiu do museu de Blois, aquele com o acervo do prefeito.
— E o que exatamente vocês estavam fazendo lá ? – disse Angelina
—Só fomos dar um passeio mas tudo saiu do controle depois disso, ela só vai ter alta daqui dois dias.
—Ah! Ótimo e como você, capitão-solução vai resolver isso ? – Carmen disse se sentando novamente no banco ao lado de Castiel.
—Eu tenho uma idéia, mas uma de vocês vai ter que se candidatar a me ajudar. – ele disse encarando Angelina e logo depois Carmen. As duas se entreolharam.
—E o que exatamente a gente teria que fazer. – perguntou Carmen.
—Vocês sabem, as inspetoras passam nos quartos uma vez por semana, para dar um olhada geral nos alunos e relatar problemas, e pela minha má sorte a inspeção da semana é justamente hoje, a ideia é: peruca ruiva mais gripe altamente contagiosa.
—Espera...espera, deixa eu ver se eu entendi você quer que uma de nós finja ser a Bonnie, só por que você não cuidou direito da sua namoradinha. – riu Angelina
—Exatamente. – Sam sorriu de volta pra ela, sem se preocupar em retrucar
—Impar. – disse Carmen, revirando os olhos para Ange.
— Par. Carmen havia posto três e Angelina dois.
—Te odeio vadia – resmungou Carmen.
—Não me odeie, odeie ele e a ruiva com o coração fraco. Carmen bufou e cruzou os braços.
—Tá certo, mas agora o mais importante dessa reunião e a banda como fica?
—Continua a mesma – Sam deu ombros.
—Falo serio, a gente não pode continuar sem o T.
—Ele não saiu da banda, só quer dar um tempo. – disse Angelina, cruzando os braços.
—Ah falando na criatura – Carmen acenou para Toulouse que passava do outro lado do gramado, ela fez sinal para ele se aproximar deles, mas Toulouse apenas seguiu reto. Carmen fez um biquinho. – Por que ele está me evitando?
Sam bufou e revirou os olhos. –Não é você a pessoa que ele não quer ver. – e logo em seguida olhou para Angelina.
Carmen levou as mãos a boca. – Desculpe, eu não queria tocar nesse assunto de novo Ange.
Angelina deu um sorrisinho sem graça. –Temos uma apresentação amanhã, já decidiram o que vão querer tocar?
—Por mim, vocês podem escolher dessa vez.
—Eu posso tocar bateria em vez de teclado dessa vez, o que vocês acham?
—Por mim...- Angelina sorriu.
—Então fica decidido assim, Carmen toca bateria, eu canto e o San na guitarra, mando uma mensagem pra vocês depois falando das músicas. Ah!E ensaio hoje no porão depois que vocês resolverem a confusão que deu com a ruiva.
—Ok, eu não vou poder estar com você lá no quarto, então você vai ter que improvisar Carmen. Bom, obviamente eles vão querer te ver também, então a ideia é o seguinte, você se veste de Bonnie e deita na cama, tente se cobrir o máximo e tente não falar, deixe que a Angelina dá um jeito, só responda com a cabeça, depois, quando a inspetora estiver falando com a Olivia você corre pro banheiro e tira a peruca, ai elas te veem como você mesma e tudo certo, todo mundo sai feliz.
—E você acha mesmo que esse plano brilhante vai dar certo? – resmungou Carmen, cruzando as pernas.
—Temos que contar com a sorte. – disse ele dando uma risada.
Carmen bufou e disse –Só te aviso uma coisa, se eles nos pegarem, saiba que a culpa vai ser absolutamente e inteiramente sua. Sam levantou a mão se rendendo e revirou os olhos.
Já era noite e todas as meninas estavam reunidas no quarto, uma cena rara depois de tanta confusão entre elas mas elas não se falavam diretamente. Olivia mexia em seu celular bem quieta em sua cama, Carmen estava no banheiro ajeitando a peruca ruiva que Sam lhe entregara e Angelina lia em sua cama.
—Carmen, você já está pronta? A inspetora vai chegar a qualquer momento.- disse Angelina
—Estou quase – ela gritou de volta – a garota saiu do banheiro e desfilou com a peruca até o primeiro cômodo onde Angelina estava, ela vestia um pijama de Bonnie de coelhos rosa.
—E ai como eu estou, acha que eu consigo dar uns pega no Sam vestindo essa belezinha? – ela disse entre risos e deu uma girada.
—Ah claro, ele vai cair direitinho na sua, queria ver se seu namorado ouvisse isso.- Angelina disse dando risada juntamente com a amiga.
—Arrrgh eca, o Sam é meu amigo, seria, uh! Estranho. – respondeu ela mostrando a língua.
A morena correu para a cama de Bonnie e se cobriu, depois de uns cinco minutos Olivia ouviu alguém batendo a porta e ela estava decidida do que ia falar para a inspetora, era uma coisa que não tinha volta. Ela foi até a porta e a abriu
—Boa noite Senhorita.
—Boa noite, pode entrar. – Olivia respondeu, a mulher de meia idade usava um terninho rosa e tinha cabelos loiros, era a própria Barbie, só que velha. Sra.Finney entrou no quarto e o observou por completo.
—Preciso das quatro garotas aqui. – disse ela.
Angelina apareceu e disse –Senhora a Bonnie não está muito bem, ela está muito gripada e não consegue levantar da cama, você poderia vir até aqui?
Ela caminhou com seu terninho rosa até o corredor até finalmente chegar ao quarto das duas garotas, Carmen estava deitada na cama com a coberta até os olhos.
—Você está bem Srta. Skylark? – perguntou a Sra. Finney. Carmen balançou a cabeça com um sinal positivo, Angelina resolveu intervir.
—Ela já tomou um analgésico e logo vai cair no sono. – disse a loira.
—Sendo assim, assine aqui Srta. – disse a senhora
Carmen tirou a mão de baixo das cobertas e assinou o papel branco com o nome de Bonnie Grandier Skylark.
—Muito bem, melhoras pra você querida, tudo bem, Senhora Angelina – falou Finney – assine aqui também. E a Senhorita Carmen onde está?
— Ahh...ela está no banheiro, err..- eu vou chama-la, um minuto.
Olivia resolveu falar com Sra. Finney nesse exato momento
—Ahm..posso falar com você á sós – disse Liv.
—Tudo bem querida, vamos pra lá, enquanto sua amiga termina o que tem que fazer no banheiro. Saindo do quarto Olivia fechou a porta.
—Pode dizer, tem alguma coisa errada com suas colegas de quarto?
— Na verdade...Sim, nós não estamos mais nos dando bem e eu gostaria de mudar de quarto.
—Bem..isso é meio complicado, você tem que me contar o que está acontecendo primeiro. Ah, ótimo como Olivia explicaria que simplesmente se sente melhor com Connie do que com as garotas, como ela explicaria de seu distúrbio, mentir era a única saída.
—Eu tive uma briga...Com uma das meninas, não quero dizer quem pela ética, ela disse coisas horríveis pra mim eu prefiro realmente mudar de quarto se for possível.
—Bem...se é por isso, eu vou conversar com a diretora já sabe pra que quarto quer ir?
—Minhas amigas...Connie, Skey e Soph tem uma vaga no quarto delas, eu gostaria muito de ir pra lá se for possível. – Olivia deu um sorrisinho.
—Farei o possível, não é sempre que colegas de quarto se dão bem eu sei muito bem como é. Um dia...- Sra. Finney começara a contar uma longa história sobre sua vida de estudante, por sorte Angelina e Carmen chegaram a tempo.
—Bonnie pegou no sono – disse Angelina – mas eu trouxe a Carmen comigo.
—Ah, coitadinha ela deveria estar cansada mesmo. –Finney disse levando a mão ao rosto – Assine aqui Senhorita, Carmen foi até ela e assinou tentando mudar sua caligrafia.
—Bem por hoje é só meninas, vejo vocês semana que vem, alguma de vocês tem mais alguma coisa a falar? Algum conflito? Sabem que não toleramos brigas e desrespeitos entre colegas de quarto – ela disse isso olhando diretamente para Olivia.
—Não nenhum senhora, nós nos damos sempre bem – disse Carmen sorrindo.
—É o que eu espero, melhoras para a Senhorita Bonnie. – dizendo isso Sra. Finney se dirigiu até a porta e saiu a fechando logo em seguida.
—Ufa..essa foi por pouco – disse Ange se jogando na cama.
—Eu vou dormir – disse Liv, tentando ser o mais seca possível.
—Tá bem...–disse Angelina sem se importar muito com a raiva que Olivia estava tentando demonstrar, Angelina era meio inflexíveis á indiretas — Ah, Carmen quer fazer minhas unhas ?
—Uh! Claro, amanhã temos um show.
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