O Momento dos Exilados
O Momento dos Exilados
O Momento dos Exilados
No princípio, havia o nada. A inteligência veio depois. Não estava sozinha, uma vez que não era única. Havia o homem e havia Deus. Reconheceram-se e admiraram-se simultaneamente. Talvez um dos dois tivesse surgido antes do outro. Meio segundo? Milésimos de segundo? Não se sabe. Fato é que O homem criou Deus e Deus criou o homem. Múltiplos eram os homens. Múltiplos eram os deuses. E a criação caminhou da melhor forma possível na interação dolorosa entre as inteligências.
A complexidade era inevitável e os resultados, incalculáveis. Panteões nasceram, prosperaram e morreram. Deuses, poderes supremos foram elevados e esquecidos pelas civilizações que igualmente desapareciam. Mas se o homem é eterno, os deuses também. E viveram como puderam, todos eles, em um mundo cada vez mais populoso daqueles que um dia foram divinos, os exilados. Enquanto as pessoas migravam, deuses desconhecidos se misturavam, se transformavam em outros e os planos, antes estanques e perfeitos, agora se sobrepunham.
Uma anormalidade, como não poderia deixar de ser, iniciou um processo corrosivo nos planos divinos e terrenos e, em pouco tempo, um Poder se sobrepunha a todos os demais. As inteligências, que sempre se respeitaram, finalmente se uniram, e da união, desapareceu a admiração. Um entre os vários exigiu o que até então não havia surgido: a exclusividade sobre a divindade. Foi então que algo impensável passou a acontecer: deuses começaram a morrer.
Acuados, exilados, destituídos, eles se reencontram, se reconhecem e se enfrentam naquela que será a batalha pela existência, pela continuidade, pela liberdade da tirania daquele que, entre deuses, coroou-se um deus.
A complexidade era inevitável e os resultados, incalculáveis. Panteões nasceram, prosperaram e morreram. Deuses, poderes supremos foram elevados e esquecidos pelas civilizações que igualmente desapareciam. Mas se o homem é eterno, os deuses também. E viveram como puderam, todos eles, em um mundo cada vez mais populoso daqueles que um dia foram divinos, os exilados. Enquanto as pessoas migravam, deuses desconhecidos se misturavam, se transformavam em outros e os planos, antes estanques e perfeitos, agora se sobrepunham.
Uma anormalidade, como não poderia deixar de ser, iniciou um processo corrosivo nos planos divinos e terrenos e, em pouco tempo, um Poder se sobrepunha a todos os demais. As inteligências, que sempre se respeitaram, finalmente se uniram, e da união, desapareceu a admiração. Um entre os vários exigiu o que até então não havia surgido: a exclusividade sobre a divindade. Foi então que algo impensável passou a acontecer: deuses começaram a morrer.
Acuados, exilados, destituídos, eles se reencontram, se reconhecem e se enfrentam naquela que será a batalha pela existência, pela continuidade, pela liberdade da tirania daquele que, entre deuses, coroou-se um deus.
R R Mariano
Sinopse
No princípio, havia o nada. A inteligência veio depois. Não estava sozinha, uma vez que não era única. Havia o homem e havia Deus. Reconheceram-se e admiraram-se simultaneamente. Talvez um dos dois tivesse surgido antes do outro. Meio segundo? Milésimos de segundo? Não se sabe. Fato é que O homem criou Deus e Deus criou o homem. Múltiplos eram os homens. Múltiplos eram os deuses. E a criação caminhou da melhor forma possível na interação dolorosa entre as inteligências.
A complexidade era inevitável e os resultados, incalculáveis. Panteões nasceram, prosperaram e morreram. Deuses, poderes supremos foram elevados e esquecidos pelas civilizações que igualmente desapareciam. Mas se o homem é eterno, os deuses também. E viveram como puderam, todos eles, em um mundo cada vez mais populoso daqueles que um dia foram divinos, os exilados. Enquanto as pessoas migravam, deuses desconhecidos se misturavam, se transformavam em outros e os planos, antes estanques e perfeitos, agora se sobrepunham.
Uma anormalidade, como não poderia deixar de ser, iniciou um processo corrosivo nos planos divinos e terrenos e, em pouco tempo, um Poder se sobrepunha a todos os demais. As inteligências, que sempre se respeitaram, finalmente se uniram, e da união, desapareceu a admiração. Um entre os vários exigiu o que até então não havia surgido: a exclusividade sobre a divindade. Foi então que algo impensável passou a acontecer: deuses começaram a morrer.
Acuados, exilados, destituídos, eles se reencontram, se reconhecem e se enfrentam naquela que será a batalha pela existência, pela continuidade, pela liberdade da tirania daquele que, entre deuses, coroou-se um deus.
A complexidade era inevitável e os resultados, incalculáveis. Panteões nasceram, prosperaram e morreram. Deuses, poderes supremos foram elevados e esquecidos pelas civilizações que igualmente desapareciam. Mas se o homem é eterno, os deuses também. E viveram como puderam, todos eles, em um mundo cada vez mais populoso daqueles que um dia foram divinos, os exilados. Enquanto as pessoas migravam, deuses desconhecidos se misturavam, se transformavam em outros e os planos, antes estanques e perfeitos, agora se sobrepunham.
Uma anormalidade, como não poderia deixar de ser, iniciou um processo corrosivo nos planos divinos e terrenos e, em pouco tempo, um Poder se sobrepunha a todos os demais. As inteligências, que sempre se respeitaram, finalmente se uniram, e da união, desapareceu a admiração. Um entre os vários exigiu o que até então não havia surgido: a exclusividade sobre a divindade. Foi então que algo impensável passou a acontecer: deuses começaram a morrer.
Acuados, exilados, destituídos, eles se reencontram, se reconhecem e se enfrentam naquela que será a batalha pela existência, pela continuidade, pela liberdade da tirania daquele que, entre deuses, coroou-se um deus.
Notas adicionais
Disclaimer #1: A história tem forte inspiração nos universos criados por Neil Gaiman em Deuses Americanos, Filhos de Anansi, Sandman, Lucifer etc.
Disclaimer #2: Toda e qualquer semelhança com Percy Jackson e pura coincidência. Não li os livros e só sei do que se trata por ter visto os primeiros 20 minutos do primeiro filme.
Disclaimer #3: A temática tem forte apelo religioso e pode ser ofensivo para pessoas muito devotas às religiões abraâmicas.
Disclaimer #2: Toda e qualquer semelhança com Percy Jackson e pura coincidência. Não li os livros e só sei do que se trata por ter visto os primeiros 20 minutos do primeiro filme.
Disclaimer #3: A temática tem forte apelo religioso e pode ser ofensivo para pessoas muito devotas às religiões abraâmicas.
Escrito por
R R Mariano
Classificação 16+
Livro em andamento
Publicado em 7 de jul. de 2014, 04:12
Atualizado em 7 de jul. de 2014, 04:12
3084 palavras
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Disclaimer #1: A história tem forte inspiração nos universos criados por Neil Gaiman em Deuses Americanos, Filhos de Anansi, Sandman, Lucifer etc.
Disclaimer #2: Toda e qualquer semelhança com Percy Jackson e pura coincidência. Não li os livros e só sei do que se trata por ter visto os primeiros 20 minutos do primeiro filme.
Disclaimer #3: A temática tem forte apelo religioso e pode ser ofensivo para pessoas muito devotas às religiões abraâmicas.
Disclaimer #2: Toda e qualquer semelhança com Percy Jackson e pura coincidência. Não li os livros e só sei do que se trata por ter visto os primeiros 20 minutos do primeiro filme.
Disclaimer #3: A temática tem forte apelo religioso e pode ser ofensivo para pessoas muito devotas às religiões abraâmicas.
Autor
R R Mariano
Classificação 16+
Livro em andamento
Publicado em 7 de jul. de 2014, 04:12
Atualizado em 7 de jul. de 2014, 04:12
3084 palavras