Notas iniciais
Bom, acho que esse é o último capítulo de hoje!
Mas, eu tenho um pedido a fazer e prometo que vai ter uma recompensa [se é que isso é recompensa].
Bom, eu sei, eu sinto, eu posso até te ver lendo agora.
É você mesmo LEITORA FANTASMA. Eu sei que você ta aí.
Bom, eu queria te pedir por favor, deixa nem que seja apenas um oi. Eu juro que conta muito pra mim :D
Aí eu prometo que eu ainda posto um capítulo hoje, sim, MAIS UM CAPÍTULO :D

- Água, apenas. — Ele se apoiou em um dos balcões da cozinha.

Eu peguei o copo de água e perguntei: — Como foi ficar fora por um tempo?- Eu disse dando um gole no suco que eu tinha pego.

- Foi divertido, no começo, mas depois a saudade bateu. Eu queria muito desistir e voltar pra casa, não há nada pior do que ficar longe de casa. — Ele sorria olhando pela janela as nuvens, como se mergulhasse em pensamentos.

- Freddie você é um menino especial, sabia? — Eu disse. Na mesma hora ele tirou os olhos das nuvens e me olhou:

- Sou é? — Ele deu uma gargalhada.

- Sério. — Eu o encarei. — Conheço vários garotos que iam adorar ficar em outro país conhecendo garotas, nas festas, e você queria largar tudo por saudade dos seus pais. Você é muito fofo. — eu me aproximei apertando as suas bochechas.

- Ah para. Sério. — Ele sorriu sem graça. -Ei posso te pedir uma coisa? — Ele me seguiu enquanto eu jogava o copo na mesa.

- Urrun. — Eu falei.

- Pode me emprestar seu caderno, tenho que pegar algumas anotações das últimas duas semanas, pra tentar entender melhor. — Ele falou, enquanto passava uma de suas mãos na sua nuca.

- Vamos até a sala, ele está lá. — Eu falei correndo de um cômodo para o outro. Peguei o caderno na bolsa e entreguei a ele.

- Bom, obrigado. Te vejo à noite? — o Freddie falou.

- É... Pode ser. Tchau. — Eu disse abrindo a porta. Ele passou e falou:

- Tchau. — E saiu pelo corredor, eu fechei a porta e fui pro computador. Eu não estava mais com sono.

Entrei nas redes sociais, dei uma olhada ans novidades mas não tinha nada demais. Tudo estava intediante, eu devia tentar fazer as tarefas mas, o Freddie tinha levado o caderno, o trabalho eu e o Justin tínhamos feito, não me restava mais nada pra fazer. Eu deitei na cama e fiquei escutando músicas no celular, e acho que acabei dormindo. Acordo com uma mensagem no meu celular.

"Saudades de vocês :/"

Era do J, eu não estava nem um pouco com vontade me levantar, então, eu voltei a tentar dormir, mas não consegui, aumentei o volume e os meus ouvidos pareciam que iam estourar, mas eu não ligava, quando eu colocava os fones de ouvido eu podia viajar e às vezes esquecer dos problemas. Eu olhei no relógio e ainda era 5 e meia. Eu fiquei ali deitada e olhando pro teto, virei de lado e fui tentar dormir de novo, se eu pudesse dormiria até o próximo dia, não queria conexão nenhuma com o mundo exterior.

Mas nem tudo sai como nós planejamos. Eu apenas senti minha cama chacoalhar e tomei um susto e me levantei de uma vez, larguei o celular e os fones no chão e me virei pra tomar um susto:

- Justin, seu maluco... Você quase me matou. — Eu falei tentando recuperar o ar.

- Ei, ei... Calma, sou eu linda. — Ele disse se levantando e vindo me abraçar.

- Por que vocês fez isso? Eu quase morri. — Eu falei quase chorando, eu realmente estava com medo, o que esperar se você esta na sua casa, sozinha e sua cama começar a tremer, me veio logo na cabeça, várias cenas de filme de terror.

- Desculpa, queria te dar um susto, mas não tanto assim. — Ele me abraçou mais apertado. — Quer um pouco de água? — Ele perguntou preocupado.

- Não, eu tô bem, é só que não tava esperando mesmo. — Eu falei sorrindo, eu já tinha me recuperado do susto. — Como foi sua tarde? — Eu peguei sua mão e o puxei até sentarmos na cama.

- Nada boa, eu só andei por lugares chatos, fazendo coisas chatas e o pior: Voê não estava lá comigo. — Ele fez cara de triste.

- Ei seu exagerado, eu tô aqui, você tá aqui. E isso me lembra de quem também esteve aqui. — Eu falei abaixando a cabeça.

- Quem esteve aqui? Alguém especial? — Ele falou mas eu não respondi. — Espera, não me diz que aquele idiota veio aqui? — Ele começou a ficar andando no quarto de um lado para o outro resmungando.

- Justin, Justin, eii... — Eu me aproximei peguei seu rosto e olhei nos seus olhos. — Me escuta: Ele veio aqui e pediu meu caderno emprestado, só. — Eu tentava fazê-lo entender. — Você não acredita em mim? — Eu me virei meio decepcionada.

Ele me abraçou por trás e sussurrou no meu ouvido: — Ei linda, é claro que acredito. Me desculpa tá? Foi só isso que ele veio fazer aqui? — Ele estava bem mais calmo.

- Sim, mas ele me disse uma coisa que me deixou com um pouco de raiva. — Eu me virei de frente pra ele. — Justin você bateu nele? — Eu não queria acreditar naquilo.

- A história não é bem essa! — Ele revirou os olhos.

- Então você não o bateu e não o ameaçou? — Eu o questionei.

- É... Eu fiz isso sim, mas... — Ele me olhou nos olhos. — Ele falou primeiro que eu era um pirralho e que você não era pra mim, e que ele ia te tirar de mim, e me empurrou. O que você queria, que eu escutasse tudo calado? — Ele me olhava com tristeza.

- Justin, você não devia batê-lo, o Freddie é... — Ele me interrompeu.

- Uma boa pessoa? Para de falar isso, ele não é. Não é. — Ele me deu as costas, passou as mãos no cabelo bufou. — Ele está conseguindo. Ele quer pôr nós dois um contra o outro e quando você não acredita em mim torna as coisa mais fáceis. — Ele olhou pro chão.

-Eii, — eu peguei sua mão e com a minha outra mão massagiei seus cabelos. — eu acredito. Enquanto você acrediatr em mim eu prometo que acreditarei em você.

Ele sorriu. — Foi isso que eu queria te pedir na escola, pra não ficar perto dele, ele vai fazer algo. Ele vai tentar nos separar. Por favor, não fica sozinha perto dele, ele vai fazer sua cabeça, ok?

- Ok, não se preocupa tá. — Eu lhe dei um selinho, e nossos lábios ficaram colados por alguns segundos e eu os separei.

- O que foi? — Ele me puxou pra sentar na cama.

Assim que nos sentamos eu o abraçei, não queria que ele visse meus olhos cheios de lágrimas.

- Ei, ei, calma. O que foi? Pode me dizer se quiser. — Ele falou passando a mão nos meus cabelos.

- Minha bisa, está no hospital. — Eu falei prendendo o choro. — Estava indo tudo tão bem.

- Linda, calma. O que ela tem? — Ele perguntou beijando a minha cabeça.

- Ela já esta bem, só que a ideia de ela ter que ficar no hospital me assusta. — Eu falei.

- Você tem que pensar no melhor, e olha ela já esta bem. — Ele tentou me consolar.

- É... Pensamento positivo.

- Sua mãe já sabe? — Ele perguntou.

- Sim e ela vai passar a noite no hospital. Mas ela prometeu me ligar dando notícias. — Eu falei saindo dos seus braços e me levantando.

Eu fui até o guarda-roupa procurar alguma coisa pra vestir, eu precisava de um banho.

- Ei, porque não assistimos a um filme? Você vai esfriar a cabeça. — Ele falou me abraçando e me beijando na bochecha.

- É, é uma boa ideia. — Eu me virei e dei um beijo nele. — Que horas? — Eu perguntei.

- Depois que a minha mãe for embora, eu posso passar na locadora antes e alugar alguma coisa, e venho pra cá. — Ele falou sorridente.

- Você acha que alguém pode falar pra minha mãe? — Eu estava preocupada com essa ideia, e se alguém descobrisse e falasse pra minha mãe? Não ficaria nada legal.

- Ah não, né! Você já fugiu de casa e sua mãe estava aqui. Ninguém nunca descobriu, e o pior foi que você dormiu lá e ela nunca soube. — Ele começou a rir.

- Isso não tem graça. — E eu começei a rir.

- Urrun, sei.. Então rola ou não? — Ele fez biquinho. -Ah, qual é? É só um filme, nós assistimos, nos divertimos e tudo bem. Pode ser? — Ele perguntou.

- Tá ok. Você ganhou. — Eu sorri, ele me abraçou e passou suas mãos na minha barriga e me virou de frente pra ele.

- Que saudade do seu cheiro... Do seu corpo... Da sua respiração... De você. — Ele sussurrou e foi trazendo sua boca do meu ouvido a minha boca me beijando calorosamente. Suas mãos subiram da minha cintura e foram até o meu pescoço. Ele me puxava pra mais perto dele, eu o agarrei pela cintura e o puxei pra mais perto de mim até que não restasse mais nenhum espaço entre nós dois. Eu passava minhas mãos pelas suas costas e ele aprofundava mais o beijo, ele entre abriu os lábios e mordeu meu lábio inferior, o puxando de leve e abri os lábios. Apertou minha cintura e me puxou mais pra si.

- Justin, — eu interrompi nosso beijo. — Eu preciso tomar um banho. E você... — ele me interrompeu.

-Preciso ir pra casa... Um dia desses você não vai me escapar. Nada vai nos interromper. Isso é uma promessa. — Ele deu um sorriso malicioso e saiu pela porta.

Com certeza o justin jpa tinha transado antes, ele era um menino bem "levado" antes. O que eu ia fazer? Era muito bom ficar com ele, sentir suas mãos pelo meu corpo, eu poderia fazer aquilo o dia inteiro, mas isso acabaria em outra coisa e acho que a outra coisa não é necessária. Não agora.

Notas finais
Bom minahs divas, vou rezar pra que pelo menos uma das leitoras fantasmas apareça. Quero muito postar mais um capítulo, mas se elas não aparecerem não rola :/
Bom, as minhas divas que já me acompanham e mandam reviews o meu obrigado (:
Esse capítulo é dedicado pra todas que tão ai me ajudando, vocês são a minha inspiração :D
Deixem reviews falando o que acharam..
JBeijos :*