- Claro que sim filho, se você tá feliz eu tô! Abraço triplo?- Ela perguntou mas não esperou resposta e nos abraçou.

- Mãe? Pode nos largar? Eu não tenho 5 anos! – Ele disse.

- Ah filho, você é um estraga prazeres, sua namorada vem aqui pela primeira vez. E você não quer que eu aproveite o momento? Não posso. Estou realmente feliz, achei que esse dia nunca ia chegar, o Justin sempre foi muito paquerador mas nunca trouxe nenhuma menina aqui! — Ela disse super animada!

- Mãe, sério, você vai ter todo o tempo do mundo. – Ele disse extressado.

Eu não ligava pra nada, estava apenas sorrindo, hoje o meu dia tava sendo perfeito. Eu era oficialmente namorada do Justin, sua mãe aprovava o nosso namoro e ao que parecia me adorava também! Ou seja: Mais feliz que isso? Não dá!

- Tamara o que você acha... – Ela foi interrompida. O seu telefone tocou e depois de 3 minutos na linha ela veio nos dizer: — Ah isso é realmente muito chato, estava pensando que nós 3 poderíamos sair pra jantar, mas como dona do restaurante novo não tenho sossego, nesses primeiros dias sempre tem algum probleminha! Vocês me desculpam, mas tenho que ir. –Ela correu até seu quarto pegou algumas coisas e sua bolsa e já ia em direção a porta, quando parou e olhou pra gente. – Ei meu casala favorito! Juízo hein? Justin prometo voltar mais cedo. – Ela voltou deu um beijo nele e um em mim, e saiu pela porta super apressada.

- Sua mãe é uma figura. – Eu disse.

- Ela só quer me ver feliz, e eu vou ser muito feliz, agora. Não é? – Ele me abraçou e começou a beijar as minhas bochechas. – É o que eu pretendo. – Eu respondi, lhe dando um longo selinho.

- Ei, — eu interrompi o nosso beijo. – O que você disse pra sua mãe sobre essa garota sortuda que você tá apaixonado. – Ele pegou minha mão e me levou até a varanda. Lá tinha uma poltrona bem espaçosa, ele sentou e me colocou no seu lado.

- Bom, eu estava tentando entender o que eu sentia por essa garota, eu estava com muito medo de fazer algo errado que pudesse machucá-la, mas ela me ajudou bastante com conselhos, e agora eu tô aqui, com a minha linda que é o meu lugar! – Ele sorria enquanto afagava os meus cabelos.

- Você poderia me responder algo então? – Eu estava tentando não parecer ciumenta e nem possessiva.

- É claro, linda. – Ele disse.

- O que você estava fazendo com a Pamela no ginásio? Aquela cena me deixou mal. – Eu disse tentando não deixar nenhuma emoção transparecer. Acho que não funcionou.

- Eu sabia que em algum momento você tocaria no assunto, me desculpa mesmo, eu só não sabia o que sentia, a minha vida inteira eu só fiquei com as garotas e nunca gostei de ninguém, achei que com você seria o mesmo, mas não foi. E além de eu estar apaixonado por você, você me rejeitou. Eu não sabia o que fazer, então tentei ver se aquilo era só algo passageiro, me desculpe mesmo, mas você me forçou aquilo. – Ele disse sério.

- Ãn? – Eu disse de boca aberta! – Eu? Eu não, J, você é responsável pelo que faz. Não tente colocar a culpa em mim. – Eu disse estranhando aquilo.

-Bem, se você não tivesse sido tão durona e me rejeitado tantas vezes, aquilo não teria sido necessário. – Ele resmungou.

- E se você não tivesse a fama de mulherengo eu não teria que evitá-lo. – Eu rebati.

- Nós vamos brigar por causa da Pamela? Eu não acredito. E não admito.- Ele pulou em cima de mim, e segurou meus braços. – Admita a culpa é sua. – Ele disse dando uma de valentão.

- Não, eu não vou admitir. – Eu falei séria.

- Ah você vai sim, ou não vai sair daqui tão cedo! – Ele sorriu malicioso. – Posso te torturar de várias maneiras. – Ele passou a língua nos lábios.

- Será? – Eu disse o derrubando de cima de mim e sai correndo, era bem divertido na verdade. Eu olhei pra trás e vi ele se levantar e disse: — Eu nunca vou admitir. –Eu não sabia pra onde correr, e não pude mesmo por que ele já me agarrou por trás.

- Admita vai! – Ele sussurrava no meu ouvido, ele sabia como me deixar louca. Ele começou a morder minha orelha e beijar meu pescoço. – De quem é a culpa, ein? – Ele sussurrava em meu ouvido.

Eu já estava louca apenas com o seu toque, mas mesmo assim disse bem baixinho – É sua, a culpa... – Eu mal conseguia falar. – É toda sua.

Enquanto ele me beijava no pescoço desceu a mão até minha cintura e foi subindo sua mão pela minha barriga, me deixando muito excitada. Eu me virei e comecei a beijá-lo, enfiei minha mão devagar de sua blusa e arranhei suas costas, ele gemeu baixinho e me apertou mais pra perto do seu corpo, ele estava excitado, percebia pelo seu membro que rapidamente crescia, desci minha mão pelas suas costas até sua bunda e apertei, ele foi me empurrando até a parede mais próxima e me bateu com força nela, aquilo já estava me deixando louca, ele desceu a mão até a minha bunda a apertou, desceu mais um pouco agarrou minha perna e envolveu na sua cintura, e voltou a mão até minha bunda e bateu, eu apenas gemi baixinho.

Peguei nos seus cabelos com força e o beijei, nossas línguas entraram em uma disputa deliciosa, senti sua mão voltar até minha blusa e começar a tirá-la.

- Justin – Eu parei o beijo. – Eu preciso ir. – Quem disse que ele ligou? Ele parecia estar dominado por uma força superior, ele me ouviu falar mas parecia não entender a língua que eu falava e continuou me beijando. Era muito difícil ter que parar aquilo mas era o certo. – Sério Justin, já faz mais de uma hora que estou aqui, acho melhor ir embora. –Eu o afastei e dei apenas um último selinho. Quando virei as costas ele me puxou de volta e me beijou me pressionando mais ainda seu corpo contra o dele, eu podia sentir seu membro extremamente rígido, aquilo estava me dando um tesão enorme.

- Você não vai me deixar na mão, vai? – Ele disse.

Eu fui descendo minha mão pela sua barriga bem devargazinho e ele começou a gemer baixinho, enfiei minhas mãos dentro da sua box e peguei seu membro pela base, seu corpo se contraiu e ele deu um gemido alto. –Porque eu te deixaria na mão? – Fiz isso enquanto acariciava seu membro. – Você pode se cuidar sozinho meu lindo, quem sabe da próxima? – Eu sussurrei no seu ouvido e dei uma mordidinha. Sai andando e o Justin resmungou: — Isso é muita maldade da sua parte. — eu apenas sorri e saí. Quando fechei a porta eu não estava acreditando no que eu mesma tinha feito. Sorri feito boba e peguei o elevador, ia pra praçinha.

Notas finais
HAHAHA, muito contente com as leitoras novas *.*
Vocês realmente me deixam muito feliz, a cada dia que eu vejo as reviews eu fico com um sorriso de orelha a orelha. Muito orbigada!
JBeijos :*