O sonho de Maria Clara, sempre foi conhecer a cidade de Forks, mais era complicado, pois, ela morava no Brasil e não podia realizar o seu sonho, por causa de sua mãe que sempre ficava no seu pé.

Mais quando fez dezoito anos, vende o carro que seu pai havia de dado de presente e pegou o avião pra Washington.

Ela iria realizar o seu sonho. Como ela não veio a lazer, e sim morar nos EUA, ela estava eufórica.

Alugou um carro e foi seguindo as placas até chegar à pequena cidade.

MARIA CLARA... BEM-VINDA A FORKS. – ela fez questão de te dar boas-vindas. Ela foi para o pequeno hotel da cidade, tomou um banho, e como queria aproveitar a tarde vestiu uma calça Jeans preta, uma regata, uma blusa xadrez e uma blusa de moletom por cima. Calçou seus tênis Converse, pegou seu telefone e saiu.

Deixou o cabelo bagunçado, pois detestava arrumar seus cabelos lisos castanhos claros. Entrou no carro e fui dar uma volta na cidade.

O cheiro da floresta, a terra úmida por causa de poucos minutos da chuva, o frio, o ar gelado e gostoso. Tudo era como nos livros. Tudo. Ela dirigiu até La Push e estacionou na entrada da reserva Quileute.

Desceu do carro e fui andar pela reserva. As ruas estavam desertas. Mais era chuva, o povo devia estar nas suas casas. Ela sabia a vontade de conhecer a praia e lá foi. Caminhou até a praia.

As águas escuras batiam nas areias escuras. Caminhou até o famoso tronco e cravou seu nome ali. Escorou-se e ficou vendo a praia e o infinito mar. As horas iam passando e o cansaço atingiu. Levantou-se pra voltar para o carro.

Voltou a caminhar pelas ruas até chegar ao seu carro, mais tinha uns rapazes acariciando o carro.

Posso... – ela parou de falar em português e se concentrou em falar inglês.

Posso ajudar vocês? – os rapazes notaram que ela era estrangeira.

Carro bonito. – um dos meninos disse devagar.

Obrigada. – ela destravou a porta e ia entrar, mais eles a impediram.

De onde você é? – um garoto de pele bronzeada perguntou. Na verdade, todos eles eram.

Brasil. – eles deram um sorriso.

Veio passear? – o mesmo rapaz perguntou.

Não. Eu vim morar. Mais vou morar em Los Angeles. – eles sorriram.

Sozinha? Por que... Vim de longe e sozinha é complicado. – ela abaixou a cabeça e deu um sorriso forçado. Sozinha.

Vendi meu carro lá no Brasil só pra me mudar pra cá. É complicado. – ela não queria contar o motivo da vinda dela. FORKS... A cidade dos lobos e vampiros...

Sonho? – um garoto de uns dezessete anos e de pele branca, entrou na turma. Ele perguntou. Parecia que lia sua mente. Ela se lembrou de...

Qual é o seu nome? – ela respirou e evitou pensar.

Edward. – MEU DEUS.

E vocês? – confirmação pelo amor de Jesus Cristo.

Esse é Jon, Harry, Paul, Jared e Embry. – Jesus. Ela tentou olhar nos braços deles mais não tinha a tatuagem, mais não tinha e sim uma pulseira no braço de cada um. Meu Deus... não pode ser... eles são... – ela cortou os pensamentos pra evitar que o Edward lesse.

Os olhos dele era um dourado forte, chegava a ser cor de mel.

Ela sabe. – o branquelo disse olhando pros meninos.

Como? – ela perguntou acompanhada por um coro de adolescentes.

Ela sabe sobre nós. – ele disse e Maria Clara recuou um passo.

Jesus Cristo. Dai me piedade. Acho que colei chiclete na cruz, só pode ser... Devolva o chiclete e estamos quites. – Edward começou a rir e ela o olhou, mais depois riu junto.

Você sabe o meu idioma. – ela disse em português.

Claro. Afinal... Sou um vampiro de cento e dezoito anos. – ele disse em um português perfeito.

Legal... – os lobos a nossa frente não entendiam nada.

Da pra traduzir? – Jon disse meio irritado.

Ela me perguntou se eu sei o idioma dela... – fomos interrompidos por três grandalhões.

Edward. Meninos... Quem é a visita? – ele tinha olhos para o corpo dela.

Ela sabe. – um deles travou na hora.

Como assim? – o grandalhão que tinha olhos pra Maria, perguntou e deu um sorriso de lado.

Sobre nós. Ela sabe. – o grandão olhou pra Edward e eles pareciam conversar mentalmente.

CHEGA. – Maria Clara se irritou e abriu a porta do carro. Não. Você ainda não pode ouvir.

Você te... – ela o olhou mortalmente.

Segredo é segredo. E eu não sou linguaruda. E aposto que você é... – ela olhou pra ele de cima em baixo e notou que ele tinha a tatuagem.

Cristo.... SAM.- pelo bico que formou no seu rosto ela acertou. Como... – ela parecia sentir uma ligação com os lobos, mais não sabia como.

Mais uma coisa ela sabia... Era descendente de índios brasileiros e americanos. Será? Essa ligação era mais forte com um deles... Ele estava atrás de Sam e um rapaz à frente. Ele estava meio que excluído.

Jacob. – ela olhou pra Edward e ele parecia que sentia a mesma ligação. Uma ligação muito forte. Como se eles dois estivessem no topo da linhagem e unidos num só. Como se fossem um. Mais sentia uma ligação com os outros também, mais como se eles fizessem parte da sua vida.

Por favor. Da pra sossegar essa mente? É a mente que me dar mais dor de cabeça.

Eu acho que... – ele falou baixo demais. Mais ela escutou mesmo assim. “ela é uma de vocês” mais ela escutou alto e claro. Ele disse só pros outros ouvirem.

O que? Repete. – ela pediu e parecia que ele era ordenado pela sua voz.

Parece que você é uma descendente de Quileute. Pronto falei. – ele ficou emburrado.

Fica assim não Edwdinho. – ele fez cara feia.

No livro tem esse apelido. Emmett? – ele ficou serio. É. – ele abaixou a cabeça.

Preciso ir. Estou cansada. Estou morrendo de frio. – ela abriu a porta, mais o tão Jacob fechou antes dela entrar.

Espera. – ele e sua voz rouca. CRISTO TENHA PIEDADE DE MIM... Ed sorriu pelo seu pensamento.

O que? Preciso dormir. Cheguei de viajem hoje cedo. Passei a tarde inteira na praia e estou morta de cansaço e morrendo de frio. – ele chegou mais perto dela, mais o calor do corpo dele a deixou mais arrepiada e o frio aumentar, mais só bastou ele tocar na sua testa e ela escorar mais no carro.

O cheiro amadeirado com musgo era forte e delicioso e jurou pra ela mesma que se EDWARD falar algo ela acaba com ele.

Você esta com febre? Ou é impressão minha? – ela ergueu as mãos até a testa, mais suas mãos estavam geladas demais pra sentir.

Não sei. Minha mão esta fria e não consigo diferenciar as temperaturas. – ela respirou fundo.

Edward... – “Ed” chegou mais perto o suficiente pra sentir a temperatura.

Esta com febre. Acho melhor ela se deitar. – Maria Clara encostou-se ao braço de Jacob antes de quase cair na inconsciência.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.