Notas iniciais
boa tarde galera, obrigada por lerem! Vamos pra mais um capitulo!!!

Descendo a montanha os gêmeos preocupados com a intimidade de Elioth e Elizabeth que haviam acabado de se conhecer e já estavam tão chegados, os dois conversavam, riam e se divertiam muito com pouca coisa, pareciam duas crianças em plena infância.
Edward se aproximou de Elioth e lhe propôs um corrida ate a base da próxima montanha, ele já sabia que iria perder mas o ciumes era muito grande para deixa-los tão próximos.
Elioth aceitou e os dois começaram, Edward pelo céu e Elioth por terra. Enquanto os dois se afastavam Estephan se aproximou de Elizabeth e disse.

– Nosso líder é bem engraçado não acha?
– Ele aceita nossos desafios mesmo sabendo que sera o vencedor.

E Elizabeth responde.

– Sim isso é um tanto engraçado mesmo, mas por que vocês o acompanham?

Edward fica impressionado com a pergunta e responde com firmeza na voz.

– Ele nos salvou, ajuda-lo com oque ele precisar é o minimo que nós podemos fazer por ele.

Mas a verdade é que eles começaram a acompanhar Elioth por ordens de seu pai para protege-lho e espiona-lo sem ele desconfiar de Eibon, mas após um tempo juntos eles se apegaram ao primo e realmente estavam ali por que queriam estar.
Os dois continuaram caminhando ate a base da montanha onde Edward e Elioth estavam esperando por eles e como já era de se esperar foi Elioth quem ganhou a corrida, os quatro então começaram a subir a montanha com os gêmeos chamando a atenção do primo o máximo possível para ele não ficar tão próximo de Elizabeth.
Enquanto caminhavam pela pequena estrada de terra da montanha eles avistaram uma bandeira do exercito japonês toda rasgada e mais uma 10 metros depois mais danificada, Edward mandou Estephan sobrevoar o local para ver se havia alguma base militar por perto e se havia algum soldado e os três continuaram por terra, não demorou muito tempo para eles chegarem a base militar que estava velha e abandonada, Estephan sinaliza para eles e eles se aproximam, as janelas estavam quebradas e prestes a cair, a madeira das paredes estava podre quase desmoronando e as bandeiras ao redor estavam todas rasgadas e caídas no chão.
Elioth entra na base para dar uma olhada e sai sem demora, ele olha ao redor e diz.

– Já vai anoitecer, Edward você derruba tudo para usarmos como lenha e Estephan você faz o reconhecimento pelo céu.
– Ah e Elizabeth você recolhe todas as bandeiras que encontrar... não quero ouvir barulho de pano ao vento durante a noite.

Todos começam a fazer oque lhes foi ordenado, Edward derrubou parede por parede, tabua por tabua até tudo estar a baixo, Elizabeth recolheu todas as bandeiras e as deixou ao lado da lenha para jogar ao fogo e Estephan sobrevoou a montanha inteira em pouco tempo, eles ascenderam a fogueira se acomodaram e passaram a noite ali.
Na manha seguinte Elioth acordou com uma vontade muito grande de treinar, ele arrumou suas coisas e decidiu subir a montanha sem acordar ninguém. Enquanto subia ele começou a sentir que estava sendo seguido bem de perto e continuou andando despreocupado, ele chegou a uma área plana e bem grande com algumas arvores e rochas ao redor que poderiam lhe ajudar a treinar, ele largou suas coisas e pegou suas armas, mas assim que deu o primeiro passo um raio de luz caiu bem na sua frente e levantou uma novem de poeira, ele se armou para atacar mais sentia que seja la oque fosse aquilo não estava ali para lhe fazer mal, de repente o raio de luz se atirou em sua direção e o arremessou longe, ele se levantou e antes de pensar no que fazer foi atingido novamente e arremessado contra uma rocha, antes de se levantar uma mulher pisa em seu peito e diz.

– Olha seja um bom menino e continue deitadinho ai ta bom? quando eu mandar você se levanta.

Ele fica sem entender oque estava acontecendo mas continuou deitado como a mulher havia mandado, ela se vira e da alguns passos para frente e para de costas para ele, ele olha para ela e fica encantado e paralisado ao ver tamanha beleza, lindos e longos cabelos loiros sobre uma jaqueta marrom, uma calça branca lisa e sapatilhas marrons para combinar com a jaqueta.
Ela se vira lentamente, caminha ate ele coloca suas mãos sobre os joelhos e se curva levemente, ele olha seu rosto e vê lindos e acolhedores olhos verdes claros em um rosto angelical e uma camisa branca por baixo da jaqueta, ela fala com ele mas ele não ouve nada por estar encantado por ela, ela percebe que ele não esta ouvindo e bate palmas perto do rosto dele e ele volta ao normal e ela diz.

– Pronto agora você já pode se levantar.

Ele se levanta e tira a poeira de suas roupas e pergunta.

– Quem é você e por que eu sinto que já lhe conheço?

Ela ri e responde.

– Meu nome é Yliriam filha de Gabriel líder do conselho angelical e sua guardiã.

Elioth fica sem saber oque dizer e oque fazer e pergunta.

– Mas eu nunca a vi e sinto que já lhe conheço, por que?

– Eu sempre estive próxima a você cuidando de você sem você ver, você não me conhece você conhece a minha presença.

Yliriam lembrava muito Anabelle por sua fisionomia e tom de voz baixo e confiante isso fez Elioth deixar escapar algumas lagrimas sem querer.

– O que foi?

Pergunta ela.

– Não nada, desculpa é que você me lembra muito a minha mãe.

Diz Elioth enxugando as lagrimas.


– mais porquê você me atacou ?

Diz Elioth.

– Você se armou primeiro, eu só me antecipei.

Ele então se aproxima dela e pergunta.

– Mas por que agora? Por que não antes, quando meus pais sumiram?

– Não posso intervir em momentos de sua incerteza, você tem de tem certeza do que quer para eu poder me envolver.

Diz Yliriam.

– Então por que esta aqui agora que tenho tudo sobe controle?

Pergunta ele irritado.

– Estou aqui para impedi-lo de seguir em frente, oque lhe espera em Tokyo é a morte sua e de seus amigos e como sua guardiã não posso lhe permitir seguir em frente.

Ela então o desmaia e o coloca sobre seus ombros e seu raio de luz os leva para o céu, enquanto isso Elizabeth e os gêmeos acordam e dão falta de Elioth e começam a procura-lo, eles se separam e Edward é quem encontra a bolsa e as armas de Elioth, ele então chama os outros e eles procuram no local quando veem duas crateras no chão e uma rocha quase destruída, eles então entendem que ouve uma luta e Elioth fora sequestrado pelo inimigo.
Elioth abre os olhos e vê que esta na sede do conselho angelical no céu, ele vê as bandeiras com os escudos brancos e as espadas douradas por todos os lados do saguão, ele se levanta e caminha pelo saguão esperando encontrar alguém para saber o por que de ele estar ali, quando Gabriel entra no saguão e chama seu nome, Gabriel com seus cabelos grisalhos sua barba branca sua capa cobrindo o lado esquerdo do corpo sem camisa usando uma calça branca e descalço, ele se aproxima de Elioth e diz.

– Creio que queira saber como veio parar aqui! Logo irei lhe explicar, por enquanto sente-se ao meu lado.

Eles caminham ate a mesa do conselho e Gabriel se senta em sua cadeira deixando Elioth de pé sem saber onde poder se sentar.

– Sente-se aqui rapaz não se preocupe.

Diz Gabriel pondo sua mão sob a cadeira do vice líder.
Elioth se senta e Yliriam entra no saguão acompanhada de Eibon que parecia irritado por Elioth estar ali.

– Trouxe Eibon como me pediu senhor!

Diz ela curvada diante de Gabriel.

– Oque eu estou fazendo aqui Gabriel? Você sabe muito bem que um conselheiro deve ser convidado e não forçado a comparecer a um local.

Diz Eibon com muita raiva.

Gabriel se levanta devagar e caminha para trás de Elioth e diz.

– Senhor Eibon, o senhor esta aqui por ser acusado de apoiar o jovem mestiço a buscar vingança por seus pais, o senhor confirma ou nega sua culpa?

– Eu o apoiei e apoio, coisa que você ¨anjos¨ não foram capazes de fazer por uma criança que só quer encontrar seus pais.

Diz Eibon irritado.

– O que esse jovem quer ou deixa de querer não interessa ao senhor e sim a guardiã dele e aos dois conselhos. Agora Yliriam tire-o daqui antes que eu mande prende-lo por quebras as regras da aliança.

Yliriam então se retira levando Eibon com ela. Gabriel se senta novamente e diz a Elioth.

– Pronto meu jovem pode perguntar oque quer saber.

Elioth se levanta e caminha em direção a saída do saguão, abre as portas e sai, Gabriel sai atras dele e o vê tirando sua jaqueta e abrindo suas asas pronto para voltar para junto de seus amigos perto de Tokyo, Gabriel o chama mas não obtêm sucesso e Elioth decola em uma grande velocidade.
Seus amigos ainda procurando por ele decidem esperar ali ate decidirem oque fazer, Edward desconfiava que fora seu pai quem havia raptado Elioth mas como não tinha certeza preferiu esperar para ver, Estephan sabia que seja la quem fosse que tinha levado ele teria de ser muito forte e rápido para ao menos conseguir toca-lo e Elizabeth só queria ver a hora de rever Elioth, pois ela ja havia desenvolvido nesses dois dias um amor tão grande por ele que faria ela morrer por ele se preciso.
Eles esperaram por horas ate o anoitecer e decidiram montar acampamento ali para no dia seguinte começarem a busca fora da montanha.
Enquanto isso Elioth se aproximava mais e mais da montanha quando de repente foi derrubado, assim que ele se levantou e olhou para frente viu Yliriam de braços cruzados e balançando a cabeça.

– Você achou mesmo que conseguiria fugir da sua guardiã? O único ser que sabe onde você esta a qualquer momento?
– Isso é perda de tempo, eu não vou deixar você passar por mim.

Diz Yliriam se armando para atacar.

Elioth então se levanta, limpa o sangue da boca, da um sorriso e diz.

– Que bom, pelo menos assim serei capaz de ver o quão forte minha guardiã consegue ser.

Os dois começaram a lutar a uma velocidade inescapável, a unica coisa que se podia ver era um raio de luz e um vulto preto se encontrando e se separando no ar e um barulho estrondoso sempre que se encontravam, eles lutaram por apenas alguns segundos e param, Elioth estava sem sua jaqueta com suas asas abertas e com vários cortes no rosto e em sua camisa, Yliriam também estava sem sua jaqueta e com ferimentos no rosto e nos braços.
Eles tomaram um pouco de ar e ele disse com um sorriso em seu rosto.

– Só fazem dois dias desde que alguém conseguiu me deixar tão ferido, não sei se fico feliz ou com raiva.

Yliriam cospe um pouco de sangue e diz.

– Eu lhe dou os parabéns, pois ate hoje ninguém havia conseguido arrancar uma gota de sangue de mim.

Ela respira fundo e voou para o alto, ele estala seu pescoço e faz o mesmo.
Os dois começam a lutar novamente a mesma velocidade de antes como se nenhum dos dois estivessem feridos, mas dessa vez o barulho de seus encontros era ainda mais alto e os dois começaram a se mover ainda mais rapidamente.
E assim continuaram a noite toda.

Notas finais
Obrigada por lerem ate aqui ... Deixem seus Comentários, criticas ou elogios! Quero saber o que acham.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.