Notas iniciais
espero que Gostem!

Que horas será?

E porque o despertador não tocou?

Me levanto da cama em um pulo, pois já devo esta atrasada para o trabalho.

Corro para o banheiro em busca de um belo banho. Depois, volto pro quarto à procura de uma roupa e opto por um vestidinho, não muito curto, florido e de alcinha.

-Cadê aquela sapatilha? – Pergunto para o nada e faço uma careta para a bagunça do ambiente.

Definitivamente, meu quarto precisa de uma boa faxina!

Saio à procura e encontro a bendita sapatilha debaixo da cama.

Ótimo! Bom Esconderijo.

Volto para o banheiro e termino de pentear meus cabelos que ainda estão molhados, optando por deixa-los soltos. Passo só um batom cor de boca e estou oficialmente pronta.

Jogo um beijo para o espelho e desço a escada, indo em direção à cozinha.

Abro os armários e... É preciso me lembrar de passar no mercado na volta para casa.

Tomo café na livraria.

Isso é o que dá viver sozinha: casa bagunçada, dispensa vazia e conversa com cães.

-Cadê o Amor da Mamãe? Cadê, cadê?_ Falo com a voz engraçada e lá vem Bear, surgindo de algum lugar e pulando em cima de mim.

-Calmo Garotão... Assim você me derruba, mocinho._ Falei, acariciando sua orelha e ganhando uma lambida como retribuição._ Mamãe já vai, e mais tarde eu chego com alguma coisa bem suculenta pra você, certo?_ Ele late em resposta e eu rio, me achando uma idiota por realmente acreditar que ele me entendia.

Ela era irracional, afinal.

Certifico-me se ele ainda tem comida e água e me preparo para sair.

-Tudo ok. Agora tenho que ir, pois já está na minha hora.

Saio rumo ao jardim e entro na camionete que foi de meu pai, Não é lá grande coisa, mas foi ele quem me deu, e tem um valor sentimental muito grande.

Meu pai, Charlie Swan, xerife dessa cidade deixou em cada cantinho um pedacinho de si, e é dessa maneira que tento superar a sua morte.

Charlie era um grande pai e sua falta ainda me dói.

Ele Morreu tentando salvar uma linda menina que estava em uma casa pegando fogo. Ele conseguiu retirá-la da casa em chamas e a protegeu com o seu próprio corpo, mas infelizmente ele não resistiu, tendo 85% de queimadura pelo corpo.

Fizeram de tudo para salvá-lo, mas foi em vão!

Mesmo depois de sua morte, continuei em Forks.

Não quis voltar para Phoenix, onde minha mãe mora e é casada com Phil Dwyer, que joga na segunda divisão de Beisebol.

E dessa forma, eu seguia minha vida, que apesar de um pouco solitária, era normal.

Mas, quem sabe, assim como nos filmes e novelas, algo não aconteceria em breve e mudaria tudo?

Sorri com o pensamento e sigo rumo à livraria.

O que de tão extraordinário poderia acontecer em Forks?

Nada.

Essa era a triste verdade.

Mas, já que sonhar era de graça, mesmo...

Continua...



Notas finais
E ai Oque vcs Acharam em!?