O Melhor Amigo Do Meu Irmão

11 Nós podemos ser amigos não podemos?


Notas iniciais
Capítulo chato!


Eu acordei com um pai me chamando calmamente, eu me sentei na cama abraçando meus joelhos enterrando minha cabeça entre eles, dede ontem à noite eu estava preocupada com Peter, eu tinha que admitir que o que eu fiz foi horrível principalmente com ele que era mais branco que algodão doce.

Meu pai afagou meus cabelos em modo que eu me perdoa-se e fosse ir pedir desculpa para Peter mais o que ele não sabia era que já havia pedido e muitas vezes mais ele fora grosso comigo.


– Pai eu juro que pedi desculpa pra ele, mas não adiantou – eu disse em meio aos soluços.


–Nós ouvimos. – meu pai falou me puxando para seu colo, eu deitei minha cabeça em sua perna enquanto ele afagava meus cabelos ondulados e eu ri sozinha, voltei a me sentar na cama enquanto meu pai se levantava e ia em direção a porta e antes de sair ele virou para trás – Desça o café já esta na mesa.


Não deu tempo nem de eu responder por que logo só havia eu e a menina que cintilava no espelho, Peter e eu nunca brigávamos quando éramos criança apenas pelo ultimo pedaço de bolo de chocolate, eu podia jurar que eu era mais amiga dele que meu irmão, desci de pijama e encontrei todos na mesa mais nem se quer um deles olhava para minha cara, principalmente meu irmão, minha mãe não bateu contado visual e meu pai sorriu.


– Onde está o Peter? – eu perguntei me sentado na mesa mais nem um pouco a fim de comer não sei se era por causa do calor ou por causa da culpa.


– Ele está na cama, ontem a noite ele teve uma crise de dor – minha mãe falou olhando para mim dessa vez, me fazendo olhar para baixo.


– Às vezes eu fico me perguntando o que você tem contra o Peter, quando éramos crianças ele preferia brincar com você e ao comigo sendo que você era um pirralha – meu irmão se meteu na conversa e a minha vontade era tacar café naquela criatura para ver se pelo menos a cara melhora porque o cérebro nunca.


Eu sub as escadas pesadamente enquanto eu ouvia minha mãe chamando meu nome, abri a porta de Peter devagar para que não chamasse a atenção dele e me deparei com uma das mais torturantes imagens, ele estava meio que se contorcendo e gemendo baixo por causa e suas costas que agora estavam em vermelho vivo.


Eu sabia que aquilo era me culpa e o pior de tudo ele estava sentindo muita dor, caminhei rápido até o banheiro e tateei os balcões até achar uma toalha limpa, quando encontrei encharquei ela na água gelada da pia.

Voltei ao quarto dele e estiquei a toalha nas suas costas ele se encolheu mais depois eu vi que toda tensão sumiu.


– Você tá melhor? – eu perguntei o fazendo virar o rosto pra me encarar ajoelhada do lado da cama.


– Obrigado – ele sussurrou


– O que eu preciso fazer para você me perdoar Peter? Eu faço tudo que você quiser!


– Tudo mesmo? – ele perguntou arqueando uma das sobrancelhas.


– Tudo.


– Então você vai para de andar com aquele moleque novo, o tal de Daniel- eu solei uma risada pelo nariz, mais a real era que eu queria saber o porquê dele queree isso.


– Okay eu paro, mas você ainda tem um divida comigo de todas as vezes que me fez jogar vídeo game com você, então pelo menos bom dia para ele eu posso dar. – ele deu um riso irônico


– E todas as vezes que você me fez brincar de Barbie com você, isso não conta – nós rimos – vestir aquela roupas, pentear aquele cabelo e eu me lembro que você sempre me dava a que tinha o cabelo pior só pra me ver sofrer penteado aquela bosta.


– Então porque você fazia isso? – eu perguntei, com mais curiosidade que o normal.


– Porque eu gostava de você, ainda gosto – ele gostava de mim como assim? Ele deu uma pausa e depois continuou – Como irmã é claro já que sou filho único, eu sempre tive vontade de ter uma irmã.


– Eu sempre quis ter um irmão como você, porque o Douglas bem o Douglas não se conta nem como ser humano muito menos como irmão.


– Eu gosto de você como irmã e acho que não tem o porquê nós vivermos brigando – ele apertou minha mão o que fez todos os pelos de minha nuca arrepiarem.


– Mas você às vezes também coopera.


– Nós podemos ser amigos não podemos?


– Amigos não – ele se assustou – Você é meu irmão substituto, quem sabe se comportar direitinho e me dar chocolate eu não te passo para irmão permanente.


Ele não falou nada apenas me puxou pelo braço me fazendo enterrar o rosto na curva do pescoço dele que ainda estava deitado, não tinha como abraçá-lo então eu agarrei seus cabelos carinhosamente, enfim nós seriamos amigos novamente.