O Melhor Amigo Do Meu Irmão

15 Festa do pijama isso mesmo?


Notas iniciais
Desculpem os erros é que eu estou na praia e fica complicado de postar, mais quando as aulas começarem eu posto com mais frequencia como antes.

Eu acordei como sempre com sono, parecia que vinte mamutes haviam passado por cima de mim eu não sei de onde veio tanta preguiça, quanto mais eu durmo mais com sono eu fico mais falando sobre eu estar passando na frente do espelho e ter me deparado com a mulher na versão mais horrenta chuchy e ter gritado varias vezes sai coisa ruim, volta pro buraco do inferno eu percebi que era a minha imagem sendo refletida naquele maldito espelho.

Desci as escadas devagar e toda queimada de ontem e abri a geladeira fuçando ela para ver se eu achava algo e me deparei com uma caixa de leite, o não era uma caixa de suco disfarçada de leite eu bebi aquilo no bico mesmo e quando fui fechar a geladeira me deparei com dois pares de olhos azuis me observando eu instantaneamente cuspi a cara dele que se agachou e começou a gritar que nem uma mulherzinha com medo de barata.

- Que porra Eduarda, você é uma cavala – ele disse limpando o rosto com uma toalha e olhando para mim que devia estar com a cara de uma retardada em estado de choque misturada com “ O gato do amigo do meu irmão tá com a camisa toda molhada de leite e da de ver o peito meio sarado dele” – A proposito o que você fez com a caixa de leite foi totalmente nojento.

- Falo o cara que sempre usa o copo, você entrou por onde criatura? Por debaixo da porta ou você usou seus super poderes de homem amendoim?

- É por isso que eu gosto de você Duda – ele falou em um tom divertido

- Como assim? Eu ainda não aprendi a falar com jumentos.

- Você esta olhando para o meu corpo gostoso, me desejando nu mais mesmo assim usa o sarcasmo – quando eu me dei conta que eu falava olhando para a blusa dele toda grudada no peito corri pelas escadas sem falar nada, coloquei um roupa decente e desci calmamente como se nada estivesse acontecido e lá estava ele sentado em cima da pia com uma maçã enfiada na boca e com a camisa totalmente seca.

- Aonde você conseguiu essa camisa? – eu perguntei curiosa

- Seu irmão, certo que ele não tem a metade do meu corpo gostoso mais essa camisa ficou meio boa em mim – ele disse pegando a mochila e descendo da pia – Seu irmão está doente não vai poder ir hoje, então somos só nós dos baby.

- Qual é o ser que vai para a praia em uma calor de 40 graus e quando volta está doente? O claro o babaca do meu irmão.

- Vamos antes que você tenha que trocar as suas fraudas novamente eu não quero presenciar isso – eu dei um soco naquele babaca e ele começou a rir igual a uma mula, nos saímos de casa e começamos uma caminhada lenta sem um trocar olhar com o outro até que eu senti algo quente entrelaçando em meus dedos e percebi que eram os dele ou de um fantasma.

— Peter você está segurando a minha mão — eu disse indicando com o olhar nossas mão entrelaçadas.

– Eu sei, nós somos amigos — ele falou em um tom quase obvio mais ele não havia se tocado que amigos não seguravam a mão do outro ainda mais se fossem do sexo oposto e mais uma coisa, estávamos na frente da escola — A menos que você queira ser mais que minha amiga Duda.

– Você se drogou essa manhã Peter? Usou oque? Cocaína, Heroína ou crack? — eu estava com a expressão indignada ele estava delirando, quer dizer desde ontem que voltamos da praia ele me mandou mais de 10 SMS com “Tenha uma boa noite” ou “ Durma com os anjos"

– Eu estava brincando, deveria ter visto a sua cara foi hilária — antes de eu dar um tapa naquilo que ele chama de cabeça uma voz feminina me interrompeu e quando olhei para trás vi Angelina e sua prole de projetos de vadias.

– Veja se não é o gatinho do segundo ano com a esquisita do oitavo — ela ficou olhando com curiosidade para mim e para ele, nossas mão por sorte se soltaram antes de ela perceber, eu quase estava enfiando aquele troco que ela chama de calcinha na boca dela, pensando bem eu acho que de manhã em vez de ela usar o Fio dental ela enrolou e usou como calcinha porque né. — Você está fazendo trabalho voluntario Peter? Em uma creche talvez.

– Eu acho que uma surra não foi o bastante para você Angelina — eu disse entre dentes — Estou vendo que vou ter que te dar mais um pouco de educação.

- Garota você cheira a leite ninho – Uma das amigas de Angelina falou.

- E vocês cheiram a camisinha usada – eu rebati e a vadia da Angelina deu uma passo para frente, eu estava pronta para grudar no pescoço dela mais o babaca do Peter se meteu na frente nos separando.

- Vamos parar com isso, você parecem duas galinhas brigando por um galo – que comparação estupida, a Angelina galinha era mais nós duas brigarmos por causa do deus grego do Peter já era demais, ele me puxou pelo braço fazendo todos do lado de fora da escola olharem. Eu permaneci em silencio mais ele logo se quebrou com o sinal para que entrássemos na sala de aula todos começaram a andar correndo enquanto eu e Peter caminhávamos devagar.

Nós dois paramos na frente da minha sala e nos olhamos sem nada para falar, eu queria formular uma frase mais não tinha condições pois me perdi naqueles olhos azuis claros, ele foi chegando mais perto e quando me dei conta já estava totalmente prensada contra a parede meu medo foi amentando na medida em que o sorriso dele cresci e ele chegava mais perto.

- Peter o que você vai fazer? – meus olhos se arregalaram

- Não fala nada, só fica quietinha – eu fechei meus olhos e minhas mão começaram a suar, o alivio tomou conta de mim quando senti os lábios dele prensando minha bochecha levemente e desmoronei totalmente quando suas mãos acariciaram minha cintura. Ele partiu o beijo e se afastou eu não falei nada porque ainda estava em estado de choque, ele começou a andar em direção a sua sala mais virou para gritar algo para mim – Nós nos vemos no intervalo.

Olhei para o lado de vi aquele bando de idiotas da minha sala espremidas na porta.

- O que foi? Perderam algo aqui ou só estão admirando a minha beleza? – eu falei empurrando todas elas e entrando na sala de aula, como de costume eu sentei ao lado de Amanda que ficou falando milhares de coisas ao mesmo tempo eu me equilibrei na cadeira apenas com as dos ferros de trás escorando o apoio de trás dela na parede eu não estava prestando atenção em nada mais quando o professor falou algumas palavras chaves minha cadeira escorregou e eu cai de costas.

- Nós oque fessor? – eu disse me levantando rapidamente e ignorando as risadas.

- Professor Eduarda, professor fale de uma forma corretamente, e eu falei que haverá um tipo de festa do pijama na escola com esta turma e a turma do segundo ano B.

- Festa do pijama isso mesmo? Vocês acham que temos quando anos oito ou nove? E porque com o segundo ano e não com a outra turma do oitavo?

- É uma forma de interagir com os mais experientes – eu estava quase metendo a minha experiência de tacar apagador na cabeça dos outros nele, que filho de uma égua,

- Devemos levar camisinha? Porque eles são do tipo experientes mesmo – eu disse levantando o tom de voz.

- Você está levantando a voz para mim Eduarda?

Notas finais
Então a historia O meio meio irmão ganhou mais depois que eu terminar ela u até mesmo enquanto eu estiver escrevendo eu posto a Meu professor de Biologia.