Ao me deitar na cama, fiquei olhando para o teto com as mãos atrás da cabeça e pensando no que o Sr. Vanguardia o tenha dito hoje à noite a mim. Espero revelo novamente em breve Mateus. A noite demorava a passar.

Comecei a pensar na Pâmella e do dia maravilhoso que eu estive com ela a tarde, ainda sem sono e ansioso pra usar a máquina de escrever que ganhei do Sr. Vanguardia, então me levantei e fui até a cozinha e peguei um copo de água que eu bebi, fui até a sala onde estava a máquina de escrever e me sentei bem em frente a ela e coloquei uma folha branca e comecei a teclar devagar para não errar uma letra pra não ter que começar de novo.

E com o ritmo que eu tava indo comecei a pegar a pratica no negócio que nem notei que já tinha escrito mais do que a metade de meu texto. Já era 03h30min da manhã ainda e eu estava sem sono.

Dei uma pausa e voltei para cozinha tomar mais água e procurar algo para comer, depois de ter achado uns biscoitos peguei uns cinco biscoitos que me degustei sem pressa alguma. Quando terminei meu lanchinho improvisado o relógio batia 5h da manhã voltei para minha maquina onde eu terei que escrever mais umas trinta páginas ainda.

O sol já estava quase raiando quando eu dei o término ao meu texto pro editor e isso era sinal que ganhei muito tempo.

Minha mãe acaba de acordar e foi para sala onde me viu sentado em frente à máquina e disse.

-Bom dia meu filho, já está ansioso para escrever seu texto.

E olhei para ela e dei um sorriso de satisfeito onde eu apoiei minha mão num maço de folhas e disse a ela.

-Eu estava sem sono e resolvi vim pra sala para escrever um pouco e comecei a teclar devagar até pegar a prática, e quando eu peguei a prática nem dei conta que estava escrevendo rápido. E eu acabei escrevendo todo o texto.

-Que ótimo meu filho. Então você poderá acompanhar sua querida mãe aqui nas compras hoje de manhã?

-Claro mãe e vou aproveitar e já compramos algumas roupas para mim usar hoje e ver uma jóia em especial para dar á Pâmella.

-Tudo bem meu filho, vá lavar seu rosto e venha tomar café da manhã que eu irei preparar no capricho hoje. –disse minha mãe com toda alegria do mundo.

Fiz o que minha mãe pediu lavei meu rosto e o sequei e logo fui para meu quarto me trocar e chamar Lucas para tomar café e que depois íamos fazer compras com a mamãe.

Lucas não pensou nem duas vezes e deu um pulo da cama, por que quando se falava em compras com a mamãe ele era o primeiro a se oferecer ir junto, pois ele amava fazer compras com a mãe.

Tomamos nosso café e fomos escovar os dentes e a nossa mãe já estava nos esperando na porta para sair.

Andamos pela cidade toda pagando as contas atrasadas e colocando tudo em dia compramos muitas roupas e calçados novos.

E nós passamos por uma relojoaria e eu reparei num lindo colar banhados de ouro e com pedras de diamantes. Minha mãe estava logo à frente quando percebeu que eu parei para ver algo na vitrine ela fez questão de voltar e olhar aquele lindo colar.

-É lindo não é filho? –perguntou minha mãe com aquele sorriso de quem estava satisfeita pela minha felicidade de amar tanto a Pâmella.

-É sim mãe muito, estava aqui pensando como estaria mais bonito no pescoço da Pâmella. –eu a respondi.

Fiz um gesto a ela para chegar mais perto e a perguntei.

-Mãe quanto temos ainda?

-Filho eu acho que pelos meus cálculos uns quatro mil e pouco, você quer comprar esse colar para a Pâmella?

-Sim mãe eu quero esse colar pra dar a ela.

Mamãe me olhou feliz e fez que sim, e entramos na relojoaria e pedimos para que pegasse o colar da vitrine sem me importar muito com o preço pedi para que colocasse numa caixinha, pois eu irei levá-lo.

Minha mãe então pagou a jóia e fomos para casa.

Quando chegamos em casa peguei as sacolas com as roupas que comprei e os tênis e peguei minha caixinha com o colar.

Fui tomar um banho rápido, e minha mãe como sempre escolheu a roupa mais bonita que eu peguei e o tênis combinando.

Arrumei-me e fui ao encontro de minha mãe, ela estava na cozinha quando a chame ela se virou e viu um garoto todo estiloso e cheio de charme. Minha mãe começou a me aplaudir.

-Então mãe acha que a Pâmella irá gosta? –perguntei com um ar d duvidas.

-É claro que vai meu filho, antes que você saia pegue esse dinheiro e vá ao cinema com ela.

-Ta bom mamãe. Tchau fica com Deus.

-Você também meu filho.

Saindo de casa e indo em direção á Pâmella encontrei ela sozinha de novo e quando me viu saiu correndo em minha direção e me abraçou tão forte que deixei escapar um gemido de dor.

-Desculpa amor-murmurou ela.

-Não foi nada amor, é que o presente que te comprei hoje de manhã se apertou em meu peito, mais não foi nada não, eu vou sobreviver.

-Seu bobo.

-Sabe que é brincadeira amor, mais enfim se vire de costas amor.

-Ta bom.

Peguei o colar e coloquei em seu pescoço pedi que levantasse o cabelo atrás, sem fazer muito esforço fechei o colar e quando disseque podia se virar e olhar o presente em seu pescoço.

-Amor deve ter sido muito caro, não posso aceitar.

-Pois aceite esse presente como um começo de um longo relacionamento que estaremos juntos.

Ela sem o que falar olhou para mim com os olhos brilhando de tanta felicidade que tava sentindo, então á abracei e olhei em seus olhos e disse.

-Amor quero você que saiba que eu irei te amar para o todo sempre.

-Eu também te amarei para o todo sempre amor.

Ficamos se olhando e se acariciando e trocamos alguns beijos até que eu falei.

-Vamos pro cinema?

-Vamos sim meu amor, eu até queria dizer isso antes mais fiquei muito emocionada que me esqueci.

-Tudo bem meu amor, então vamos?

Ela sem me dar a resposta se levantou primeiro e pegou em minha mão e fomos pro cinema, comemos pipoca e tomamos muito refri e demos muitas risadas.

Saímos do cinema e fomos direto pro marinha ver novamente o pôr-do-sol e ficamos ali até escurecer.