O Irresistível Duque de Birmingham
18 O único dono do meu coração
Notas iniciais
COMENTEM!
POVS BELLA...
Bom... O que posso dizer? Que eu e Edward estamos... Juntos? Na verdade não sei o temos, o fato é que depois que tivemos aquela briga por causa do Mike, e fizemos amor de maneira desesperada, passamos a nos encontrar todas as noites, ele sempre dorme comigo e saí só quando o sol já está nascendo, oh deus... E tudo entre nós é tão intenso e maravilhoso, e meu amor por ele aumenta mais e mais, e sei que não deveria, pois ele nunca falou disso comigo, e porque o homem mais mulherengo da Inglaterra falaria de amor comigo? Se ele não é do tipo que se apaixona, ainda mais por mim, uma menina que poderia ser filha dele.
Mas cada vez que estou delirando de prazer em seus braços, eu imagino que ele também me ama, não posso evitar, esses pensamentos impossíveis sempre dominam minha mente, cada vez que toco nele, cada vez que olho pra ele acredito que ele também assim como eu gostaria de ficar comigo pra sempre, mas não deveria pensar essas coisas eu sei, pois quanto mais pensar assim mais vai ser doloroso quando for embora, e sinto que nunca vou poder esquecê-lo, é como se Edward fosse uma parte vital de mim, e não posso viver sem essa parte, não posso.
E nesses dias algumas coisas mudaram também, Mike, por exemplo, se afastou de mim, agora só fala comigo o necessário usando sempre um tom formal, e tenho quase certeza que Edward tem algo a ver com isso, afinal na noite que brigamos ele deixou bem claro que queria que eu ficasse longe dele, mas porque? Se ele não sente nada por mim, e o que passou pela minha cabeça foi a apenas uma palavra “ciúme”, mas logo tratei de tirar isso da cabeça, Edward nunca teria ciúme de mim, a não ser que... Ele gostasse um pouco de mim, será? Mas sei que não e deveria aceitar a verdade.
Já papai melhorava a olhos vistos e ficava muito feliz com isso, e numa determinada noite, quando fui lhe dar um beijo antes de ir pro meu quarto, ele parecia muito animado, mas suas palavras foram como um punhal certeiro no meu coração.
- Tudo está indo melhor do que esperava filha, os negócios estão indo muito bem, já acertei quase tudo com Mike, poderemos nos mudar em uma semana, ele disse que já viu uma casa ótima e...
Senti o sangue escapar de meu rosto e perguntei:
- Como assim ele viu uma casa?
- Isso mesmo meu amor, falei pra Mike que já estamos aqui a mais de três meses e disse que já pensava em me mudar, pois não queria mais importunar o Edward, afinal ele é um homem solteiro, precisa de privacidade, e sempre foi muito namorador... Você sabe. Então Mike disse que poderia ver isso pra mim, foi muito gentil da parte dele, não acha?
Estava em pé ao lado da cama dele, mas no momento que ele falou isso, fiquei magoada, me aproximei da janela fingindo que olhava o jardim lá fora, e só de imaginar outras mulheres com Edward sentia meu estômago embrulhar, mas meu pai tinha razão, ele era muito namorador mesmo e nunca mudaria, ainda sim perguntei:
- Edward já sabe dos seus planos?
- Ainda não, queria contar primeiro pra você, não está contente?
- Sim... Estou.
Ainda mantinha o olhar na janela, pois se o encarasse ele saberia que estou mentindo.
- Mike lhe teceu elogios, acho que ele está interessado em você filha, não percebeu?
E nesse momento perdi toda a simpatia que sentia por Mike, primeiro porque a idéia de ajudar a comprar a casa foi dele, e segundo por pensar que estava interessado nele, nunca estive só quis ser gentil e como me arrependo disso, mas sei que ele não tinha culpa, iria embora mesmo de qualquer jeito, ainda sim não gostei de sua intromissão, talvez tenha sido por isso que Edward quis que me afastasse dele, talvez seu caráter não fosse dos melhores.
- Faria muito gosto se namorasse com ele, Mike parece ser um homem sério, poderia dar um bom genro.
Fechei os olhos e me senti a beira da histeria, e tive uma vontade imensa de dizer que nunca me interessaria por Mike e nem por homem nenhum, porque estava apaixonada por Edward, pelo seu maior amigo, pelo namorador incorrigível, o homem que nunca seria o genro dos seus sonhos, estava cansada de guardar isso tudo dentro de mim, estava me matando, então meu tom saiu mais ríspido do que esperava quando respondi:
- Mas não estou interesada nele, e nunca vou estar.
Meu pai deu um meio sorriso, como se tivesse estranhado minha reação e disse:
- Calma filha, não quis te aborrecer.
Respirei fundo tentando me acalmar, me aproximei de novo de sua cama e disse:
- Não me aborreceu, só estou cansada, é isso, boa noite pai.
- Boa noite filha.
Lhe dei um beijo de boa noite e saí do quarto, as lágrimas já escorriam do meu rosto sem que pudesse segurá-las, e no corredor acabei encontrando com Esme, ela viu meu estado e perguntou:
- O que houve querida?
E enxugando meu rosto disse:
- Não foi nada Esme, estou bem.
Ela franziu o cenho com preocupação e disse:
- Não me parece bem Bella.
E sem que ela esperasse a abracei chorando como nunca, já não agüentava mais essa situação, ela afagou minhas costas com ternura e disse:
- Fique calma querida, porque não tomamos um chá na cozinha? Vai lhe fazer bem.
Resolvi aceitar,mesmo sabendo que não poderia me abrir com ela, me sentia segura com Esme, sabia que meu choro não chegaria aos ouvidos de ninguém, muito menos aos de Edward, quando sentamos na mesa da cozinha, Esme pois o chá que havia acabado de fazer em minha xícara e disse com um sorriso doce:
- É de camomila, ajuda a acalmar.
Deu um sorriso triste, e sorvendo um gole do chá fumegante disse:
- Está muito bom.
Ela se serviu também, e me encarando disse:
- Diga o que houve Bella, sabe que tem em mim tem uma amiga, não sabe?
Sim, eu sabia, Esme sempre me tratou muito bem, desde o dia que cheguei aqui, ainda sim resolvi lhe contar só aquilo que podia e disse:
- É que... Meu pai disse que vamos embora em uma semana.
- Em uma semana? Ele não estaria se precipitando?
Era bom saber que não a única que pensava assim e ela continuou:
- Edward concorda com isso?
- Na verdade... Meu pai ainda não contou a ele.
- Porque você não conta? Acho que Edward não vai concordar com isso, uma semana é muito pouco tempo.
Eu não sei se Edward seria contra, mas se Esme disse isso é porque o conhecia e disse:
- Na verdade foi uma Idéia de Mike Newton, ele disse que encontrou uma casa e que daria pro meu pai mudar em uma semana.
- Porque isso não me surpreende.
Senti uma ponta de ironia em suas palavras, e tive a impressão que Esme também não ia muito com a cara dele, ela então me lançou um olhar firme e perguntou:
- Então era por isso que estava chorando?
E mais uma vez tive a impressão que Esme sabia muito mais do que perguntava, então desviei o olhar do seu, tomando mais um gole do chá e disse:
— Sim... É que me acostumei com Birmingham, o castelo, enfim... Vou sentir muita falta inclusive da senhora.
- E de Edward? Não vai sentir falta?
Ela disse tomando um gole do chá, e engolindo o nó que se formou em minha garganta com sua pergunta disse:
- Claro, o duque é uma ótima pessoa.
Sim... Quis dizer bem mais, na verdade ele era tudo pra mim, e quando ele veio em meu quarto naquela noite, não lhe contei nada e me entreguei como sempre fiz, se eu lhe contasse o que ele diria? Se nós dois sabíamos que seria assim, não é? E no fundo aposto que ele estar louco pra ter sua privacidade de volta como disse meu pai, sentia meu coração tão exprimido dentro do peito, e tinha a impressão que não teria mais ar pra respirar.
E no dia seguinte enquanto tomava o café da manhã, sentia minha cabeça ferver, me via num beco sem saída, eu não queria ir embora, mas não tinha jeito, e se eu falasse com Edward? Dissesse que o amo e que não quero ir embora, não... Ele com certeza me desprezaria, afinal o que ele sente por mim deve ser só atração física nada mais, mas quando estamos juntos as vezes parece ser bem mais que isso, mas claro que isso é apenas a imaginação de uma mulher apaixonada que não é correspondida.
De qualquer forma eu precisava fazer alguma coisa, ainda que não soubesse como agir, e nesse momento uma voz conhecida me comprimentou:
- Bom dia!
Em seguida Mike sentou na minha frente na enorme mesa de café da manhã, ele me encarou que me dando um sorriso lento que antes me parecia encantador, mas hoje só me causou repulsa.
- Bom dia Mike.
Tentei ao máximo esconder minha raiva, continuei tomando meu café ainda mergulhada em pensamentos, quando a pergunta que ele me fez a seguir me levou a encará-lo com surpresa.
- Então vai sentir falta do duque quando for embora?
Senti uma certa ironia em suas palavras, e tive quase certeza que ele sabia de tudo, será que foi por isso que ele convenceu meu pai de sair daqui tão depressa? Ele viu meu interesse pelo duque e como está interessado por mim... Não, isso deve ser loucura da minha cabeça, isso seria sórdido demais, ainda sim não contive a rispidez e disse:
- Tem muito interesse em me ver longe daqui não é?
- Só acho que você precisa de um homem que possa lhe dar tudo que você merece, e esse homem sou eu.
Mas que atrevimento! Desde quando lhe dei tanta liberdade pra falar esse tipo de coisa? Não, nem em sonho eu teria algo com esse homem, se Edward não servia pra mim o que duvido muito, ele muito menos, num nível de comparação Edward seria o “leão”, e ele não passaria de um “ratinho asqueroso”, o olhei com raiva e quando levantei pra sair ele segurou minha mão e disse:
- Garanto que sou muito melhor de cama do que ele.
Naquele momento não pensei em nada, só a raiva me dominava, e quando vi o copo de suco na minha frente, o impulso foi mais rápido e o joguei na cara dele, saindo em seguida, mais ainda pude ouvir sua risada debochada como se meu desprezo por ele o divertisse, senti meus olhos arderem e quando dei por mim, já tinha saído do castelo e caminhava pelas ruas frias de Birmingham, e vi que era loucura seguir adiante com Edward, e até o arrogante do Mike sabia disso, ele nunca seria meu, nunca.
E naquele momento tomei a decisão de me afastar dele logo, dizer que não quero mais aquilo, não quero ser só mais uma, não posso mais, meu coração não agüenta, então peguei um taxi e parei na frente do prédio do parlamento, soube onde ficava pois tinha passado de carro ali antes com meu pai, e por mais que aquilo que pretendia fazer me doesse, não podia voltar atrás.
Corri meus olhos pelas portas que ficavam emparelhadas, até que encontrei a que eu queria emfim, e na grande porta de maneira escura estava escrito com letras formais:
“Sala 109 – Duque Edward Cullen – Senador Parlamentar.”
Respirei fundo e já estava a ponto de desistir, afinal não devia ter vindo não tinha permissão pra entrar, tive que despistar a recepcionista e os seguranças, se me pegam aqui posso até ser presa, e isso pode ser muito ruim pra Edward, mas ainda acho que aqui é o melhor lugar pra conversarmos, pois pretendo ter com ele um conversa definitiva, mas não sei se vou ter forças pra isso, mas precisava, depois do que meu pai disse quanto mais cedo der um basta nisso será melhor, não, não seria melhor, me sentia despedaçada, mais que escolha eu tinha?
Olhei novamente pra porta, meu peito se apertou, e minha coragem murchou, não, não teria coragem de fazer, e decidi ir embora antes que me pegassem aqui, ainda mais agora que lágrimas já ameaçam descer dos meus olhos, e quando me virei pra ir embora, ouvi a porta sendo aberta e paralisei no lugar quando ouvi a voz rouca e melodiosa de Edward dizer:
- Bella? O que faz aqui?
Virei-me lentamente pra encará-lo, tentando reprimir minha tristeza, será que ele sabia que estava aqui fora? Ele sorria lindamente, e eu só queria sair dali, afinal não tinha desculpa pra minha apararição, então disse num tom nervoso:
- Eu? Nada... Eu já vou.
- Se veio até aqui e porque quer falar comigo, e deve ser sério, pois nunca veio antes, afinal... Como conseguiu entrar aqui? É um lugar restrito.
Levantei os ombros sem jeito, ele me encarou franzindo o cenho e disse:
- Entre minha linda.
Decidi entrar então, não tinha mesmo como fugir, pois ele já havia me visto, ele fechou a porta com chave se virou de frente pra mim e disse tocando meu rosto:
- O que houve? Aconteceu alguma coisa com Charlie?
Ignorando o arrepio que seu toque me causou, me afastei ficando de costas pra ele e disse:
- Não, papai está cada vez melhor, desculpe... Não devia ter vindo... Aqui é seu trabalho e...
Minha voz morreu quando senti suas mãos enlaçarem minha cintura aproximando meu corpo do seu, em seguida ele sussurrou em meu ouvido:
- Então quis me fazer uma surpresa, é isso?
Um arrepio percorreu minha espinha e senti meu corpo amolecer, eu tinha vindo pra dizer que queria terminar o que tínhamos, sei que pra ele eu não significava nada, e não podia me deixar levar, sairia do castelo em poucos dias, continuar com ele só aumentaria minha dor na hora da partida, não... Eu tinha que me afastar, e buscando força pra isso disse:
- Edward... Por favor... Pare.
Mas ele não parou e disse num tom provocante:
- Parar o que? Isso por exemplo?
Em seguida ele sugou o lóbulo de minha orelha, e beijou meu pescoço, minhas pernas tremeram e mordi os lábios pra não gemer, ele deu uma risada rouca e escorregou a mão por dentro de minha blusa, meus seios se intumesceram na hora quando sentiram o toque másculo e suave de suas mãos, ainda sim pedi de novo num fio de voz:
- Não... Não.
Senti ele rebolar sua potente ereção próxima ao meu bumbum e soube que estava perdida, ainda mais quando ele gemeu e disse sensualmente:
- Hum... Minha menininha... Você me deixa... Louco.
Minha intimidade inchou ficando úmida, e meu coração disparou, não podia fugir dele, não conseguia, não tinha forças, ele não me amava eu sei, mas era o único dono do meu coração. Ele me virou de frente e me perdi em seu lábios, e sem me desse conta ele me arrastou pro pequeno sofá que havia ali, se deitou por cima de mim, beijando meu pescoço e disse arfando:
- Edward... Alguém pode entrar e...
- Ninguém vai entrar, tranquei a porta, e ainda que não tivesse trancado, sou um duque esqueceu? Quem manda aqui sou eu.
Ele disse com uma piscada maliciosa e voltamos a nos beijar, de repente ele se levantou e disse num tom rouco:
- Fique em pé minha linda, quero olhar pra você enquanto tira a roupa pra mim.
Meu coração disparou e soube que mais uma vez meu amor por ele era mais forte que tudo, porque mais que quisesse nunca poderia me afastar, então levantei e comecei a desabotoar minha blusa, meus dedos tremeram sob o olhar cheio desejo que ele me lançava, ouvia ele suspirar mordendo os lábios enquanto ficava nua na sua frente, quando me livrei da única peça que faltava que era a calçinha ele disse:
- Agora é minha vez de dar espetáculo.
Ele disse sorrindo maliciosamente e começou a tirar seu terno lentamente, e meus olhos não perdiam nenhum movimento, e quando ele tirou sua boxer preta e vi sua potente ereção, meu corpo tremeu, e meus seios se intumescerem na hora, ele pareceu notar, se aproximou e olhando diretamente pra eles disse:
- Acho que eles precisam de um pouco de atenção, assim como ele.
Ele disse apontando pro seu membro, ele tomou meus seios na boca de forma gulosa, e quando colocou minha mão em cima de sua ereção que antes reclamava minha atenção, dei um gemido, minhas pernas enfraqueceram, e teria caído se ele não tivesse me segurado, ele gemeu dando uma risada rouca e sussurrou em meu ouvido:
- Adoro a forma que reage a mim, isso me deixa ainda mais louco... Minha “menininha”.
Acelerei os movimentos de minha mão sob seu membro, Edward escorregou a mão pelas minhas costas e quando acariciou meu bumbum mordeu meu pescoço, me fazendo gemer ainda mais alto, ele gemendo também disse:
- hum... Pare minha linda... Não é assim que quero explodir de prazer.
Entendi na hora o que ele disse e fiz o que pediu, Edward então escorregou sua mão em minha intimidade e disse:
- Sempre tão molhada... Tão quente, vire-se e coloque as mãos no encosto do sofá, quero você assim.
Sua voz sussurrada fez meu corpo todo se arrepiar, e quando fiquei na posição que ele queria Edward veio pro trás e segurou firme em minha cintura, depois envolveu meus seios com as mãos, e mordendo novamente meu pescoço, deu uma estocada forte penetrando seu membro todo de uma vez em mim, o prazer que senti foi tão grande que dei um grito, Edward começou a se movimentar e sussurrou:
- É assim que gosta, é assim? Diga! Quero... Ouvir.
- Sim... Oh... Hum...
Mal conseguia falar, tamanho o prazer que me envolvia, Edward gemia também e disse:
- Hum... Assim... Tão gostosa.
Seus movimentos se tornavam a cada vez mais rápidos, e rebolava com vontade contra seu membro, Edward beijava minhas costas, pescoço, ombros, enquanto suas mãos ainda se encontravam massageando meus seios me levando a loucura, quando ele virou meu rosto me dando um beijo molhado, a ápice nos atingiu quase ao mesmo tempo, deus... Não, não podia me afastar dele, ainda que soubesse que minha felicidade estava com os dias contados, e que quando fosse embora meu coração se partiria em mil pedaços, não importa, quero ele perto o tempo que puder ficar, mas sei que mesmo quando estivermos longe, ele vai viver pra sempre dentro de mim.
CONTINUA...
Notas finais
QUERO AGRADECER A BINALOIRA PELA INDICAÇÃO, E AGRADECER TAMBÉM A TODO MUNDO QUE COMENTA OU QUE APENAS LÊ A FIC, VS SÃO DEMAIS, É POR VCS QUE TENHO TANTA INSPIRAÇÃO.
VALEU MESMO! O DUQUE GOSTOSÃO MANDA UM BEIJO MOLHADO NO PESCOÇO DE TODAS VCS! OH! RSSSSS!
E POR FALAR NA FIC O MIKE MERECEU AQUELE SUCO NA CARA! CHUPA MIKE! RSSSSSSSSS!
MAIS ELE AINDA VAI LEVAR UMA LIÇÃO, GARANTO A VCS, RSSSSSSS!
E PRA QUEM ACOMPANHA MINHA OUTRA FIC DO PRINCIPE MUI ROMANTICO E MUI QUENTE, O SPOILER DO PRÓXIMO CAP SAI NA SEGUNDA.
E NÃO POSSO ESQUECER DA CLAU SWAN QUE TEVE A SUA IDEIA ESCOLHIDA PRA ELES FAZEREM AMOR NO SENADO, PARABÉNS!
ROBEIJOS!
BOA LEITURA!
THAU!
Fale com o autor