O Irresistível Duque de Birmingham
10 Festa de aniversário!
Notas iniciais
- Me daria uma lembrança dessa noite?
...
POVS BELLA...
Quando saí da sala em que estava com Edward ainda tentava entender o que houve, meu corpo estava leve e relaxado e me sentia nas nuvens, tudo que aconteceu foi tão... Bom e tão errado, fomos longe demais, ou talvez não tão longe, mas o fato é que experimentei algo que nunca tinha provado antes, o prazer de uma forma tão delicada, Edward foi tão carinhoso e tão ardente, nunca estar nos braços de alguém tinha sido tão especial assim, ele não era como os garotos idiotas que me envolvi, ele sabia como me tocar, como me seduzir, oh deus! Ele é capaz de enlouquecer qualquer mulher, sim... Com certeza ele é o homem mais irresistível do mundo, e ele me deseja... Mas não foi até o fim, por quê? Talvez eu não passe de um brinquedo pra ele.
Eu devia estar me sentindo culpada, afinal estou traindo a confiança de meu pai, se ele descobrisse o que aconteceu ele nunca vai me perdoar e odiaria Edward pra sempre, mas não sinto culpa alguma, como posso sentir a culpa de algo tão bom e inesquecível, talvez pra ele eu seja só mais uma conquista, mas nem isso me importa mais, eu posso ir embora a qualquer momento, em breve eu me afastarei dele pra sempre, isso me machuca demais, mas não deveria, sei que ele não sentirá minha falta... Deus! Eu não posso estar me apaixonando, não posso, mas só isso explica o que estou sentindo, meu pai me avisou pra tomar cuidado, ele me avisou dos perigos que corria me aproximando do duque, mas é mais forte do que eu, não consigo mais evitar.
Agora como voltaria pra sala de jantar e fingir que nada aconteceu? Era impossível, ele com certeza conseguiria, mas eu... Eu não... Sou transparente demais, ia acabar me entregando, então dei uma desculpa qualquer e subir pro meu quarto, me joguei na cama ainda lembrando de tudo, principalmente das mãos dele em cada pedaço de mim, me provocando, me enlouquecendo, fechei os olhos dando um suspiro de pura felicidade, e resolvi não pensar no amanhã e deixar a consciência um pouco de lado, e aproveitar o momento, se ele disse que tudo que senti era só o começo, fico imaginando o que pode ser melhor então, sei que nunca vou esquecer a estadia em sua castelo... Nunca.
Dois dias se passaram e eu quase não o vi, ele ficava quase o dia todo no senado e confesso que morria de saudades, eu sentia tanta falta dele, e às vezes me pegava imaginando se ele sentia a minha, sonhava todas as noites com ele e com nossos momentos, cheguei até a desejar ficar aqui pra sempre, mais isso seria impossível, tenho minha vida na América e papai vai precisar voltar pra cuidar de sua empresa, porque me afastar dele me assusta tanto? Eu sabia que seria assim, mas agora... Me sinto tão confusa, tão perdida, porque tinha que me interessar pelo homem mais atraente e sexy da Inglaterra? E porque ele tinha que ser impossível pra mim? Mas talvez eu ainda possa vê-lo depois que for embora... Se ele quiser... É claro, Não! Não vou pensar nisso agora, não quero sofrer antes do tempo.
E pensar que semana que vem é meu aniversario, vou ser um ano mais velha, será que ter um ano a mais tem importância pro Edward? Com certeza ele gosta de mulheres mais velhas, mas o que estou dizendo? Ele nunca vai querer nada sério, pelo menos não comigo, talvez se eu tivesse a idade da tal Victória, e falando nela ela bem que mereceu aquele vinho no vestido, será que Edward falou a verdade quando disse que só queria fazer negocio com ela? Droga! E se eu estraguei tudo? Preferia ter estragado tudo do que imaginar que ele tem alguma coisa com aquela... Com aquela... “mulherzinha”, Porque fui me lembrar dela agora? Espero nunca mais vê-la novamente, e espero sinceramente que Edward nunca mais chegue perto dela também, como se eu pudesse exigir algo dele, isso não tem sentido, o que eu sou pra ele afinal? Talvez a filhinha do seu amigo que ele está seduzindo, é acho que sou só isso mesmo, e porque ao pensar assim senti um trago de amargura? Voltando a pensar em meu aniversario, papai sempre me deu lindos presentes nessa data, mas agora ele está passando por uma crise financeira por isso não vou exigir nada, não quero lhe dar mais preocupações, já basta... Bom... Deixa pra lá.
E no dia seguinte pela manhã decidi procurá-lo e dizer isso, soube que ele estava no escritório do castelo estão fui até lá, mas quando ia bater na porta pra entrar ouvi vozes, ele estava com alguém, e pelo timbre sexy e rouco sabia muito bem quem estava com ele, era Edward, pensei que o duque já tinha ido pro senado, já pretendia ir embora, pois não era correto ouvir a conversa dos outros, ainda mais porque pareciam falar de negócios, quando dei meia volta pra me afastar ouvi Edward pronunciar meu nome e fiquei curiosa pra saber o que falavam de mim, então colei meu ouvido na porta e não pude acreditar no que diziam.
- Você já contou a verdade para Isabella meu amigo?
- Ainda não Edward, ainda não me sinto pronto pra dizer que perdemos tudo e que nunca mais vamos voltar pra América.
Senti meu corpo gelar ao ouvir aquilo, não era possível! Meu pai me enganou? Sem mais me conter abrir a porta e disse a ponto de chorar.
- O que foi que disse papai?
Ele e Edward me encararam de forma surpresa, e meu pai disse num tom nervoso:
- Filha... O que faz aqui?
Agora as lágrimas transbordavam quando disse:
- Não minta mais, eu ouvi, eu ouvi quando disse que perdemos tudo e não vamos mais volta pra casa, é verdade, diga!
Meu pai suspirou e disse de maneira tristonha:
- Eu devia ter contado antes, sinto muito Bella, mas... É verdade sim.
Olhei pra Edward e ele parecia triste por mim, em seguida saí de lá pisando firme, precisava ficar sozinha, meu pai não podia ter feito isso, nunca vou perdoá-lo, nunca! Senti passos atrás de mim e disse num tom alto sem me virar e sem parar de andar:
- Não quero falar com você pai, me esquece!
- Sou eu Bella, Edward.
Senti um arrepio na nuca ao ouvi-lo, parei e me virei devagar e quando encarei seus olhos verdes ele apenas abriu os braços pra mim num gesto silencioso de consolo, não pude recusar seu convite e o abracei, seu corpo quente e seu perfume me deixavam tão calma e eu estava tão triste, ele acariciou meus cabelos e disse num tom suave, enquanto eu só conseguia chorar.
- Fique calma, converse com seu pai, tudo vai se ajeitar.
- Não vai não, não vou mais voltar pra casa, não vou fazer minha faculdade.
Disse entre soluços e ele respondeu:
- Claro que vai, aqui na Inglaterra também tem ótimas faculdades, sabia? E pensei... Que gostasse daqui.
Enxuguei minhas lágrimas o encarei e disse:
- Eu... Gosto sim... Só que... Estou tão confusa.
- Eu sei.
Ele disse num tom baixo e acariciou meus lábios com os dedos, senti um calor me percorrer, meu pulso acelerou e eu disse:
- Edward... O que está fazendo?
- Não sei... Ao certo... Mas é que... Estou com saudade.
Ele disse se afastando de mim, e o encarei mordendo dos lábios sem saber o que dizer, e ele falou num tom normal:
- É melhor você ir agora, vá conversar com seu pai, ou posso voltar atrás e beijar você como quero, e ai... Alguém pode nos ver.
Minhas pernas ficaram moles com suas palavras, como queria que ele voltasse atrás, isso é uma loucura! E quando respondi minha voz saiu trêmula:
- Vo... cê está certo, mas não vou perdoá-lo... Tão cedo.
Ainda lhe dei um sorriso tímido antes de ir. A conversa com meu pai não mudou muita coisa pra mim, ele me explicou que a empresa foi à falência e que não podia mais voltar por isso, e que também não queria me expor à vergonha da decadência, mas que com a ajuda do duque em breve ele entraria como sócio em uma nova empresa e poderíamos deixar o castelo e ter uma vida juntos como antes, isso não me animou muito, mas era o que iria acontecer, de qualquer forma sentiria muita falta dos meus amigos, foi ai que meu pai disse algo que me surpreendeu:
- Eu e o duque Conversamos sobre outras coisas antes de você entrar no escritório, Edward soube do seu aniversario semana que vem e sugeriu uma festa no castelo pra comemorar, e disse também que pode convidar seus amigos pra se despedir deles.
Isso realmente não esperava e disse com surpresa:
- Como? O duque quer dar uma festa de aniversário pra mim?
Meu pai sorriu e disse:
— Sim, e fiquei feliz com sua oferta, isso só prova que ele não tem interesse em você, e que ele lhe vê como uma garota e como minha filha.
Engoli em seco e dei um sorriso nervoso, pois sabia que meu pai estava errado, mas o que me preocupava mesmo era não saber até quando esse interesse duraria.
- Eu... Não sei o que dizer.
- Então você aceita?
Ele perguntou num tom animado:
- Claro, claro que sim.
Meu pai se aproximou me dando um abraço e disse:
- Eu sei que ainda está magoada comigo por não voltar mais pros estados unidos, mas vai gostar de morar aqui, e se não te contei tudo antes... Foi pra te poupar filha.
Dei um suspiro e disse:
- Me dê um tempo pai, ainda preciso digerir tudo isso.
- Está bem, querida.
Depois dessa conversa pensei com mais clareza sobre os fatos, e realmente existia um lado bom em não voltar pra casa, eu iria ficar perto do duque, mas isso era bom mesmo? Edward nunca se apegou a ninguém, e depois... Que nós... Se é que nós... Oh deus! Ele não é pra mim, não passa de um sedutor incorrigível, e sei que vou sofrer quando ele não me quiser mais, só que... Não consigo mais me afastar, e se sofrer for o preço pra passar alguns momentos ao seu lado, vou correr esse risco.
Dentro de poucos dias tudo foi arranjado, os convites pros meus amigos foram enviados, Esme cuidou da festa com alegria e satisfação, foram contratados novos empregados, garçons, DJs pra tocar a noite inteira, sem contar com a decoração requintada e o bufê que foi cuidadosamente planejado, a segurança do castelo também foi reforçada pra ter certeza que ninguém além dos convidados entrasse. Sentia-me uma verdadeira princesa, e no dia treze de agosto tomei um longo banho, optei por um vestido verde sem alças com um leve decote e na altura dos joelhos, coloquei sapatos de salto da mesma cor, mantive os cabelos soltos que chegavam à cintura, e caprichei na maquiagem, queria me sentir bonita na festa, e também queria me sentir bonita... Pra ele, sim, eu queria isso, será que ele me acharia atraente? Eu espero que sim.
Ás sete e meia da noite desci ao salão que estava tão lindo e tão bem arrumado que me fez perder o fôlego, a maioria dos convidados já haviam chegado, os garçons andavam de um lado pro outro servindo refringente aos meus amigos e bebidas alcoólicas aos mais velhos, a musica era alta e da moda, os DJs eram muitos bons, o jogo de luzes na pista de dança era fantástico e já atraía muitas pessoas, logo me reuni com meus amigos que assim como eu pareciam encantados com tudo, realmente fazer uma festa de aniversario em um castelo era Inigualável, Esme estava muito elegante num lindo vestido creme, papai também estava impecável em seu terno cinza, mas ninguém se comparava com ele, com o duque de Birmingham, e hoje mais do que nunca ele fazia jus ao título.
Edward estava do outro lado do salão, ele vestia um terno negro requintado, e sapatos da mesma cor, seus cabelos como sempre num “desalinho arrumado” rssss! Sim, não havia beleza maior, nem mais elegância ou poder do que o que exalava dele, ele falava com outros convidados e segurava um copo de uísque, e cada gole da bebida que sorvia fazia com charme e sensualidade, não soube dizer quantos minutos fiquei olhando pra ele, mas foi tempo suficiente pra me dar conta de que não era a única a fazê-lo, a maioria dos convidados e principalmente as mulheres faziam o mesmo, ele pareceu notar meu olhar e virou a cabeça na minha direção, ele pousou o olhar sobre meu decote e quando me encarou levantou seu copo num comprimento com a cabeça e mexeu os lábios de maneira silenciosa pra que só eu entendesse:
- Linda!
Oh deus! Será que entendi certo? Ele disse linda? Em seguida ele abriu um sorriso tão maravilhoso que fez meu coração disparar e retribuí sorrindo também, mas logo tive que desviar a atenção dele, pois já estava na hora de cantar os parabéns e cortar o bolo, ao cortá-lo ofereci o primeiro pedaço pro meu pai, e aos poucos todos vinham me cumprimentar e entregar os presentes, Edward foi o último a vir, e confesso que não via à hora, ele me deu um abraço fraternal me dando os parabéns como os outros, só que antes de se afastar sussurrou em meu ouvido:
- Está uma linda noite lá fora, perfeita para um passeio no labirinto verde ao lado do jardim, não acha?
Ele se afastou mais me olhou firmemente, sim, eu entendi o que ele quis dizer de modo disfarçado, era um convite, conhecia o tal labirinto verde, mas nunca entrei pois era muito extenso e tinha medo de me perder, nunca soube de fato porque ele foi criado, olhei em volta e a festa esquentou ainda mais, todos curtiam o castelo e dançavam como nunca, se eu sumisse agora com certeza iam demorar um bom tempo pra perceberem que saí, e acho que era isso que Edward estava esperando, uma oportunidade pra ficarmos sozinhos, mas porque no labirinto verde? Talvez porque fosse o lugar mais escondido do palácio.
Respirei fundo, olhei pro meu pai e ele conversava alegremente com uma mulher que eu não conhecia e parecia não se lembrar de mim, isso o manteria ocupado até eu voltar, esse jogo estava ficando perigoso, eu estava arriscando muito e Edward também, mas porque nem isso poderia me parar? Depois do nosso ultimo encontro só consigo pensar em voltar pros braços dele e mais nada, então fui até o banheiro retoquei a maquiagem e ajeitei meu vestido, sem saber o que me esperava no labirinto, e se ele dissesse que foi um erro e deveríamos parar por aqui? Oh não! Mas talvez... Não seja isso... Talvez ele ainda me queira, vou acabar ficando louca com isso, mas confesso que não sabia que o gosto pelo proibido pudesse der tão excitante, sim... É muito, e quando me dei conta já tinha saído do palácio me certificando que não era seguida, em pouco mais de dez minutos já tinha atravessado o jardim e chegado ao labirinto verde.
Entrei no labirinto devagar e o chamei baixinho:
- Edward! Já estou aqui, cadê você?
Cada vez que entrava ficava com mais medo, a única luz que havia ali era a da lua, só espero que Edward já esteja aqui dentro, ou não conseguirei achar a saída sozinha.
- Edward! Onde está? Já está aqui?
Já estava andando pelo labirinto por quase dez minutos e nada dele aparecer e pensei:
“Deus! ele não está aqui, talvez eu tenha interpretado mal suas palavras, o pior é que acho que já não vou encontrar a saída.”
O pavor já tomava conta de mim quando senti alguém me abraçando pela cintura, acabei dando um gritinho de susto, mas logo relaxei, pois já imaginava quem era, Edward sorriu contra meu ouvido e disse:
- Assustei você?
Acabei sorrindo também e disse:
- Um pouco.
Tentei me virar e ficar de frente mais ele falou:
- Ainda não... Você entendeu meu recado e veio, achei que não viesse, isso é uma loucura, sabia?
Ele mordiscou minha orelha, me arrepiei inteira e disse num tom fraco:
- Sim, eu sei, mas... Queria estar aqui.
- Eu que deveria ter juízo e me afastar, e, no entanto... Peço pra se encontrar comigo, quem deve agir como um adolescente é você e não eu.
- Então nunca fez isso antes?
Perguntei com um sorriso e ele disse num tom ameno:
- Sim, já, mais não aos quarenta anos.
Ele começou a beijar meu pescoço de maneira lasciva e sussurrou:
- Deveria fugir como fez naquele dia no corredor do castelo, lembra? Deveria fugir de mim.
- Eu sei... Mas não consigo.
Meu tom saiu arrastado e rouco, ele começou a acariciar minha cintura e senti meu sangue ferver.
- Ainda não lhe dei seu presente, não é?
Fechei meus olhos, pois ele apertou meu corpo ainda mais ao dele.
- Presente? Mas já me deu uma festa, e ainda nem te agradeci direito, a festa já é um presente.
- Hum... Não é não.
Ele acariciou meus ombros nus e meus braços e mordi os lábios com força, Edward se afastou um pouco, e quando voltou a colocar os braços a minha volta uma caixa de veludo quadrada com aproximadamente vinte centímetros de largura foi colocada entre minhas mãos e ele disse:
- Abra.
Hesitei por alguns segundos e quando a abri vi um lindo colar de esmeraldas, perdi o fôlego diante de tanta beleza e disse:
- É lindo... Eu... Não posso aceitar.
- Claro que pode! Combina com seu vestido.
Ele disse com gracejo, tirou o colar da caixa e colocou sobre meu pescoço, nunca tive uma jóia assim, meu pescoço chegava a pesar.
- Obrigada... Eu não sei o que dizer.
-Não diga nada.
Ele me virou de frente e me tomou os lábios, nesse instante a caixa da jóia caiu da minha mão, quando ele separou nossos lábios me senti tonta e entregue e disse baixinho:
- Você sabia que roupa eu usaria... Não é?
- Digamos que sim.
Ele sorriu mordiscando meus lábios e disse:
- Quase me deixou louco quando a vi nesse vestido, sabia?
- Sério?
Perguntei como se duvidasse e ele já começando a beijar meu colo disse:
- Sim, minha menininha.
Não sei dizer, mais cada vez que ele me chamava assim, me deixava ainda mais louca por ele, senti sua ereção perto de minhas coxas mais uma vez e disse algo que nunca pensei que diria um homem, mas naquele momento procurei deixar o pudor de lado.
- Eu... Posso tocar você?
Ele me encarou com a sobrancelha levantada e disse:
- Me tocar aonde? Aqui?
Ele colocou minha mão sobre seu rosto e eu neguei com a cabeça.
- Aqui?
Agora ele colocou minha mão sobre seu peito forte e eu repeti o gesto de antes, ele estava brincando comigo, sabia onde eu queria tocá-lo e confesso que estava adorando a brincadeira.
- Aqui?
Sua voz ficava cada vez mais rouca conforme ele ia abaixando minha mão que agora ele pousou sobre seu abdômen rijo, ele demorou mais tempo ali como se quisesse aumentar minha agonia, Edward levou minhas mãos aos seus lábios as beijou antes de pousá-las sobre seu membro que estava rijo e pulsante, a principio fiquei tímida, mas ele começou a acariciar meus seios por cima do vestido e aos poucos fui me soltando, ouvia ele dar pequenos gemidos e mal pude acreditar que estava dando prazer a um homem como ele, e não podia acreditar também que tinha a masculidade do homem dos meus sonhos nas minhas mãos, nunca quis fazer isso antes em ninguém mais em Edward isso parecia tão natural, como se ele se encaixasse perfeitamente a mim, mas queria mais, queria tocá-lo sem roupas sem pressa.
Mas quando me dei conta ele se abaixou na minha frente, o olhei sem entender, ele colocou as mãos pela lateral das minhas coxas, e foi subindo até alcançar minha calcinha que era preta e de renda e disse num tom sensual:
- Me daria uma lembrança dessa noite?
Ele a puxou arrebentando-a em seguida e a guardou no bolso, e achei aquilo tão erótico que dei um gemido alto, em seguida ele subiu e me beijou de novo, o beijo urgente, molhado, estava tão excitada e tudo piorou quando ele abaixou um pouco meu vestido e alcançou meus seios com a boca, meu deus! Ele ia me matar! Meu coração batia tão depressa e achei que ia morrer, ele também gemia e balbuciava coisas que não conseguia entender, então ele se abaixou novamente na minha frente e me lançou um sorriso lascivo, e quando percebi o que ele ia fazer já era tarde demais, sua língua quente e longa já estava na minha intimidade, senti minhas pernas fraquejarem e minha cabeça girou. o que era aquilo? O paraíso? Senhor! Está muito melhor do que da ultima vez, segurei-me em seus ombros pra não cair e me abri completamente aceitando sua caricia, sem vergonha alguma, ele me deixava sem controle, como conseguia? O duque me sugava e me estimulava ao mesmo tempo, sua língua era experiente... E comecei a mover os quadris em direção a sua boca sem controle e me agarrei aos seus cabelos, deus! Onde ele aprendeu isso? Quando alcancei o êxtase gemendo sem parar ele disse sussurrando:
- Hum... Minha menininha... Tão deliciosa, ainda vai me matar, vai sim.
Ele ficou de pé e me manteve em seus braços até que eu me recuperasse um pouco dessa loucura e eu disse:
- Edward... Isso... Foi muito melhor que antes... Foi incrível.
- Sim... E hoje minha consciência vai doer, sabia?
Seu tom estava serio, mas ele sorriu me dando mais um beijo e disse:
- Sabe como sair daqui?
Neguei com a cabeça, ele me ajudou ajeitar minhas roupas e eu perguntei um pouco tímida:
- Vai ficar mesmo com minha calcinha?
- Sim... Perdoe-me por isso... Mas não pude resistir.
Dei um sorriso sapeca e perguntei:
- Não me incomodo, mas... Nós já vamos?
Ele estreitou o olhar fingindo estar bravo e disse:
— Sim, já vamos, tem uma festa de aniversário esperando você, lembra? Portanto não me peça mais nada hoje, você é uma menininha muito apressada, sabia?
Sorri novamente, tudo que fizemos hoje foi maravilhoso, mas o queria por inteiro e sua resposta me frustrou, ele me deu um beijo rápido segurou na minha mão e disse:
- Vamos minha linda! Vou lhe ensinar a sair daqui.
CONTINUA...
Notas finais
comentem!
Robeijos!
thau!
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