O Internato
22 Momentos Caóticos de Um Pós-Beijo
Notas iniciais
Motivo? Eu fico sem inspiração durante as férias de julho! Sério! Agora que voltaram as aulas eu posso voltar a postar!!!
Primeiramente, eu gostaria de agradecer a todo mundo que me apoiou durante esse periodo sem criatividade, e segundo gostaria de agradecer à:
- LuluBook
- Malu Moon Black Cahill
-Angel Cassandra cahill
-Carol Adkins
Por recomendarem minha fic nesse momento em que eu não estava postando...
Lindas que recomendaram, esse capitulo é pra vocês!!
E se você que esta sentado,ajoelhado, deitado ou de pé( sem preconceitos) quer seu nome aqui, recomende!!!
Aproveitem o capitulo!!!
Um beijo.
Como uma simples palavra de cinco letras poderia mexer tanto com o mundo de alguém?
A menina não conseguia fazer nada além de retribuir o beijo e deixar a mente vagar pelo espaço.
Primeiro a mente dela viajou para a Coréia do Sul.
Uma pitada de ódio e remorso percorreu o seu coração.
Mas logo sua mente foi levada para outro lugar muito longe da caverna em Seul.
Um lugar e um tempo muito longe até sequer da busca pelas pistas, na noite em que uma versão reduzida de Ian Kabra havia lhe dado um presente, que mesmo ele não sabendo, ela guardou por muito tempo.
E aí a sensação de ódio foi substituída por uma sensação segura que ela sentia naquele tempo, antes de todos tentarem se matar mundo a fora.
Aquele momento parecia perfeito.
Mas por que ele a estava beijando?
Por que ele havia dito que ela era uma princesa?
E por que raios ela o estava beijando de volta? Ela deveria odia-lo!
A resposta parecia óbvia: Com os Cahills nada é claro ou simples, sempre com uma charada a ser resolvida. Um enigma a ser descoberto.
Ainda mais se tratando de um Lucian.
Um Lucian filho de Isabel Kabra.
Porém algo mais forte a fez continuar o beijando.
Por ambos, eles congelariam aquele momento para sempre.
Claro que eles tinham suas duvidas, mesmo as de Ian sendo muitas delas, sobre ele mesmo, afinal, por que ele estava a beijando?
Ian Kabra poderia ter QUALQUER garota, afinal, ele era Ian Kabra!
Mas algo mais forte a fez beija-la, ele não sabia o que era, porem foi mais forte que a sua capacidade de pensar, que em segundos, sumiu, dando lugar a uma vozinha irritante que martelava em sua cabeça dizendo:
“Beije ela! Beije ela seu idiota!”.
Essa vozinha às vezes tomava conta de seus pensamentos, mas ele normalmente a ignorava, porém era provável que a tal voz encontrou o controle sobre o cérebro de Ian.
Ian odiava ser controlado, mas acho que naquele momento ele pareceu não ligar (porque bem, ele estava beijando Amy Cahill e, além disso, ser controlado por você mesmo não conta.).
Como eu ia dizendo anteriormente, eles congelariam aquele momento para sempre, se não fosse por... Dan Cahill.
– O QUE RAIOS ESTA ACONTECENDO AQUI?? – fala ele em um tom tão alto que atraiu a atenção deles e certamente de toda a Londres.
Eles se separaram.
Primeiro trocaram olhares um com o outro, sem dizer nada, depois o encararam com uma cara de surpresa.
– D...D...Dan, o que voc...- tenta ela.
– O QUE EU ESTOU FAZENDO AQUI? O QUE ELE ESTA FAZENDO AQUI?- grita ele novamente.
– Daniel, — diz Ian tentando parecer calmo.- Você poderia tentar falar um pouco mais baixo?
– PRA QUE? – diz ele no mesmo tom.- PRA NENHUM DAS SUAS “NAMORADINHAS” POR AÍ ESCUTAR? ME POUPE IAN!
– Meu Deus Dan, -diz a menina.- Para de gritar!
– PARAR DE GRITAR?? EU TENHO UM ÓTIMO MOTIVO PRA GRITAR SE VOCÊ QUER SABER!
–Olha,- diz Ian saindo da cama onde ele estava apoiado na parede.- Eu não sou obrigado a ficar aqui ouvindo isso. Depois a gente se fala Amy.
– Tchau.- disse ela sem graça.
–TCHAU IAN!!
O Kabra pegou o paletó do colégio que havia tirado enquanto ocorria batalha das canetas coloridas e saiu.
Depois que ele havia saído Dan fechou a porta e arqueou as sobrancelhas.
– Ok, — diz ele pausadamente. — O que estava acontecendo aqui?
–Ah, agora você fica calmo? O que foi isso pergunto eu! Que escândalo foi esse aqui?
– Ha Ha Ha, falando assim parece que eu sou o culpado aqui! Nem me faça lembrar que estava beijando Ian Kabra! E só pra você ter uma ideia, ele já havia tirado até a jaqueta! Imagine o meu espanto!
– Dan,pare com isso. Pare de achar que é o papai e tentar me proteger!
–Não, eu não sou o papai! E sabe por que? Por que ele esta MORTO! E aquele rato sujo de topete e roupa de grife que você estava beijando era o filho da mulher que causou isso!
– E você acha que eu não sei disso?- agora lagrimas corriam por seus olhos. Ela odiava discutir de verdade com o irmão.- Você acha que eu não já havia pensado nisso Dan? Você acha que isso nunca se passou pela minha cabeça?Mas sei lá, ele só me beijou. O que eu poderia fazer?
– Não beijar ele de volta, bater nele, sair correndo, desmaiar, começar gritar dizendo que um desconhecido havia entrado no seu quarto e te agarrado, quebrar o abajur na cabeça dele, sei lá Amy!
– Daniel Arthur Cahill, eu já te disse que...
– DANIEL! Viu, já esta até me chamando do mesmo jeito que ele.
A menina pois a mão na cabeça que latejava.
– Dan, podemos esquecer esses últimos minutos? Por favor?
– Como se isso fosse possível! Mas eu posso não comentar mas esse assunto se você não mais rir da minha cara quando eu contar o motivo por eu vir aqui.
Ela ascentiu.
–Justo. –diz ela indo até o banheiro do quarto e lavando o rosto.- Mas fala, qual é o tal motivo?
– Toma cuidado pra não se afogar na pia do banheiro quando eu contar.
– Fala logo! – fala duplica ela.
– Eu e a Natalie vamos nos casar.
Notas finais
Bem, eu tenho que ir por que eu estou atrasada para ir fazer um trabalho na casa da minha inspiração para a Nellie.
Ah, eu quero rewiels de todos, inclusive dos fantasmas!!
Kisses Coloridos,
VikiCahill
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