Notas iniciais
Pessoal este é o primeiro capitulo estou começando minha primeira fic, então vamos lá!

POV. Clark

Numa noite eu estava caminhando no meio do mato a procura de abrigo, encontrei uma cabana no meio do nada, já com a pintura descascando e as telhas quebradas, decidi ir ver se tinha algo lá dentro, quando fui chegando perto comecei a sentir um cheiro de bicho morto estranhei, mas continuei andando, ao entrar na cabana fiquei em estado de choque, me deparei com três corpos no chão, já em decomposição. Segui em frente e subi as escadas para o segundo andar da casa e quando cheguei lá fiquei ainda mais boquiaberta. Encontrei duas camas com lençóis branquinhos e organizados sem nenhum pó e ao lado das camas tinha uma pilha de roupas lavadas e dobradas, na mesma hora me veio uma grande preocupação, uma coisa era certa, tinha gente morando naquele lugar.

Fui até a janela para ver se encontrava alguém envolta do chalé, e percebi dois vultos vindo em direção a cabana, ao longo consigo identificar um homem alto, de aparência jovem e forte, e ao seu lado uma mulher magra, esbelta muito bonita. Imagino o que estariam fazendo em um lugar como aquele, desço as escadas correndo para me esconder, no andar de baixo tenho um flashback do avião caindo, de todas as pessoas gritando, chorando e rezando por suas vidas.

Voltando a realidade atual, percebo que as pessoas que estavam vindo da floresta estão me olhando, para mim, havia muitas perguntas, as primeiras que vieram na minha mente foram:

-Quem são vocês? Onde estou?

O rapaz vem em minha direção e sou apunhalada por trás.

Desmaio

...

Estávamos na cabana, Acordei com os gritos de um rapaz que estava sendo atacado por zombies, estava tudo acontecendo muito rápido, o homem pegou seu machado e rachou o crânio de quatro errantes, pelo choque da situação acabei desmaiando de novo, assim que acordei novamente me deparei com o cara na minha frente perguntei a ele o que havia acontecido, ele disse que havíamos sidos atacados por zombies, e disse que sua mãe tinha sido mordida, e me avisou para tomar cuidado caso encontrássemos errantes no nosso caminho pois se fossemos mordidos algo muito ruim aconteceria conosco.

-Oque pode acontecer?

-Tem coisas que é melhor não ficarmos sabendo!

Saímos da cabana e tive outro flashback, neste aparecia imagem de meu pai se despedindo de mim no aeroporto, eu embarcando no avião e me veio na cabeça uma sensação estranha e ao mesmo tempo ruim, a sensação de que aquela pode ter sido a ultima vez que vi a imagem de meu pai...

Voltando a realidade sinto uma tremenda dor de cabeça.

Saímos à procura de um abrigo que não tivesse pessoas mortas, achei o cara louco, estávamos no meio do mato onde acharíamos abrigo por aqui além desta cabana? Na hora fiquei com muito medo de sair da cabana, medo de ser mordida ou devorada por alguma daquelas criaturas, mas crie coragem e sai.

Caminhamos muitos quilômetros, até que encontramos outro grupo de sobreviventes do chamado apocalipse do fim do mundo ou chamado por alguns de apocalipse zombie-Mark me explicou tudo durante nossa longa caminhada- fiquei confusa, pois nunca tinha ouvido falarem sobre o tal apocalipse nem cientistas nem nada do gênero das áreas de pesquisas do país.

Chegando ao grupo de sobreviventes, um pequeno grupo de 6 pessoas, fomos muito bem acolhidos, quando chegamos nos apresentamos:

-Oi eu me chamo Mark esta é a...

-Clarke! Me chamo Clarke

Um Garoto de uns 17 anos saiu da cabana que estava e venho se apresentar:

— Prazer, sou Thomas!

Os outros se apresentam:

-Oi me chamo Lucke!- Lucke já tinha a aparência de uns 23 anos>

-Eu sou Annie!- Annie já tinha a cara de adolescente emburrada, uns 17 anos também.

Da cabana sai outra menina, que me surpreendo com o tamanho dela, e pergunto:

-Oi garotinha qual seu nome? Quantos anos você tem?

-Oi meu nome é Brenda, tenho nove anos.

Atrás dela vêm um casal, talvez os pais dela?

-Oi prazer somos os Kollings, eu sou o Breno e esta é minha esposa Katia,

Agora é a vez de Katia falar:

-Sejam bem-vindos.

-Muito obrigada a todos vocês- falo quebrando o silêncio que tinha se formado entre as pessoas ali presentes- faremos oque for preciso para ajuda-los nas tarefas, somente precisamos de um lugar para nos instalar e um grupo para nos ajudar e para podermos ajudar, né Mark?

Olho pro lado e percebo que Mark esta com a cabeça longe daqui, e fico pensando, tentando formular na minha cabeça oque ele esta imaginando.

-Né Mark?- falo um pouco mais alto dando uma pequena cutucada de leve com o cotovelo nele para chamar sua atenção.

-A... sim, sim, faremos tudo pra ajudar.

-Ok, vocês estão aceitos por enquanto mas não é definitivo veremos como vocês agem.- Breno fala se dirigindo a mim.

-Muito obrigada novamente somos muito gratos- comento em agradecimento ao pequeno grupo que nos acolhe.

Notas finais
Gente este foi o primeiro Capitulo se gostarem vou fazer os próximos! Bjs valeu!
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.