P.O.V. Bo.

Meu nome é Izabo Mikaelson, mas todos me chamam de Bo.

Eu sou telepata como minha mãe e meu avô e um escudo como a minha avó. Assim como minha mãe eu sou portadora da Força Fênix, ela potencializa todos os meus poderes.

Eu posso controlar as mentes alheias, forçá-las a minha vontade.

Por muito tempo eu tive medo dos meus poderes, mas não me esconderei mais, não terei mais medo. Eu serei quem eu escolher ser.

Recebi um convite do Clã Volturi e eu vou passar uma temporada no Castelo de São Marcus.

A guarda veio me buscar.

P.O.V. Alec.

Aquele bebê virou uma bela duma garota. Uma patricinha de primeira.

Ela parece ser mimada, filhinha do papai.

—Só isso? Geralmente as garotas levam várias malas, você só está levando uma.

—Eu gosto de fazer compras.

—E onde vai colocar as suas compras?

—Você não sabe nem da metade das coisas que eu posso fazer.

O cabelo ruivo dela estava preso num moicano feminino, ela estava usando um vestido básico vermelho e sapatos de salto de camurça.

—Me diga que não vamos precisar correr. Não estou vestida adequadamente.

—Não. Há um carro esperando.

—Ótimo.

Nós entramos no carro e nos dirigimos para o local onde o jato estava pousado.

Ela sentou no lugar dela e ficou olhando pela janela.

—Com licença, aceita champanhe senhorita?

—Sim. Obrigado.

O servo ficou surpreso.

—Eles não são gentis não é? Eles não sabem fazer isso. Qual é o seu nome?

—Ezequiel.

—Sabia que é o nome de um anjo? O anjo Ezequiel é o portador da chama violeta. Inimaginavelmente sábio.

O servo sorriu.

—Você tem família?

—Sim senhorita.

—Eles ameaçaram sua família?

—Não senhorita.

—Sim. A resposta é sim. Não se preocupe Ezequiel, nenhum de seus entes queridos vai se ferir.

Quando o avião começou a descer ela colocou chiclete na boca e começou a mascar.

Ela foi reunida com os Mestres. Caius e Marcus.

—Você ainda consegue fazer a magia das flores?

—Consigo. Dálias.

As flores começaram a brotar.

—Vamos dar um baile para comemorar a sua chegada.

—Obrigado. Imagino que você deve estar louquinho para me exibir para todos os vampiros que conhece.

Mestre Caius sorriu.

—Vamos, eu vou levá-la para o seu quarto.

—O que vou usar?

—Vai usar onde?

—No baile.

—Jane vai te arrumar um vestido.

P.O.V. Bo.

Os homens quando não se gostam, quando brigam eles se atracam, socos e pontapés, mas com as meninas as brigas são por baixo dos panos.

—E então?

Aquele era o vestido mais horripilante que eu já tinha visto.

—É lindo. Obrigado.

—Escolhi especialmente para você usar na sua grande noite.

Era preto, mas todo cheio de uns babados super cafonas. Mas, eu tenho o poder de criar e isso a vadia Volturi nem imagina.

—Quer que eu venha te pegar?

—Não. Consigo chegar lá sozinha.

—Ok então.

Jane saiu.

—Game on bitch!