O Hokage Laranja Da Folha
8 Capítulo Oito
Notas iniciais
Espero que curtam o capítulo e não reparem os erros ortográficos! sem betagem e tal!
Uma longa noite começa...
Voei na direção dela usando toda minha velocidade, então deixei o machado sugar meu chakra, usei toda minha força para dar três golpes no ar, um chakra vermelho vivo se moldou na forma do corte e então voou na direção da Konan, nesse instante a areia prateada que era milhões de micro lâminas bateu de frente aos cortes, a explosão que se seguiu me empurrou alguns metros para trais – Estava ligado demais para perceber o contra ataque, as laminas voavam em minha direção em uma velocidade quase que surreal, voltei a golpear o ar e os cortes vermelhos de chakra voaram na direção das laminas, um segundo antes de uma nova explosão eu tirei um pequeno pergaminho da minha capa, o abri e dezenas de kunais marcadas com o jutsu-shiki voaram em todas as direções, a explosão aconteceu e eu usei o Hiraishin no Jutsu indo para uma das kunais. Olhei para cima e vi Konan, ela parecia me procurar enquanto as laminas a rodeava. Fiz o selo especifico da técnica e falei: “Kage Bunshin no Jutsu” trinta clones apareceram, marquei um deles com o jutsu-shik enquanto cada um dos outros vinte nove faziam um Rasenshuriken.
“Vão!” exclamei.
Os trinta voaram na direção da Konan, próximos o bastante soltaram os Rasenshurikens nela, as laminas trataram de bloquear os ataques fazendo nenhum deles acertar nela, mas a bagunça já estava formada, os vinte nove turbilhões em fúria de ventos causados pelo os Rasenshurikens deixava o céu em puro caos, em meio ao caos estava Konan sendo protegida pela as laminas, o clone marcado saltou por cima dela, a poucos centímetros de acerta-la com um soco as laminas o acerta em cheio na barriga o transpassando, nesse instante, antes dele desaparecer em meio a fumaça eu saltei para ele, pisei em seu ombro e tomei impulso, o clone desapareceu em fumaça impossibilitando qualquer visão, usei toda minha força e a golpeei, estávamos a poucos centímetros um do outro, mas mesmo assim senti como se estivesse golpeando aço puro, mas naquela distancia não importava se o golpe foi ou não bloqueado, pois aquele machado era uma Relíquia e ele tinha uma certa característica, uma bem explosiva.
Senti como se o ar ao nosso redor estivesse se incendiando, uma luz forte emergiu do machado, tão intensa que fui obrigado a fechar os olhos e então aconteceu à explosão, e ela foi algo incrível, Konan voou vários metros à frente e eu voei outros tantos metros para trais, tudo por causa da força da explosão. Puxei ar enchendo meus pulmões, procurei Konan e a encontrei a alguns metros, ela estava realmente machucada, saia sangue no nariz e no canto de sua boca, seu sobretudo estava destruído e tudo que sobrou de roupa foi um short preto curto e colado ao corpo, a blusinha que fazia conjunto ao short também havia sofrido danos, um lado dela estava destruída e isso deixava seu seio direito a mostra, e que seio lindo, era menor do que os seios da Hinata, mas isso não o deixava menos atraente, tinha um formato perfeito e parecia ser bem rígido, seu mamilo rosado fazia meu corpo entrar em combustão. Peguei-me completamente corado ao observa-la daquela maneira, estávamos lutando, mas era impossível não imagina-la na minha cama.
- Que fêmea – Falou Son Goku.
“Concentre-se na luta” falei para ele e para mim também.
Konan parecia irritada, ela limpou o sangue com a palma da mão e me lançou um olhar frio, então fez um gesto com o leque e logo as laminas que pareciam areia prateada ganharam forma na frente dela, se fundindo em centenas de milhares de pequenas flechas, tantas que fez escurecer o céu tampando os raios do sol.
“Vamos a suas ultimas palavras” falou Konan “Por que veio para a morte?”
“Não vim para a morte” falei “Vim acabar com a vila que alimenta armamentistamente a República”
“Por que luta contra a República?” ela perguntou “O governo do povo para o povo”
“Ilusões e mais ilusões” falei “Tudo para mascarar a realidade, que é um governo de poucos para poucos” lancei um olhar sério para ela “Essa república representa tudo de ruim, corrupção, mentira, elitismo” dei um pausa refletindo o que iria fazer para escapar do ataque dela “Lutarei pelo o meu Rei até meu ultimo suspiro”
“Monarquista” ela cuspiu as palavras como se eu fosse a pior coisa do mundo.
“Sou um monarquista” falei com sinceridade “Sou o que sou, acredito em meus ideais e acredito nas palavras do meu rei” dei uma pausa olhando para o belo rosto da Konan “Não somos inimigos, Nagato confio em mim, confio que eu traria a verdadeira paz e por isso que eu luto, só existirá uma verdadeira paz quando todas as nações se unirem em uma, assim todos seremos amigos, todos seremos compatriotas”
“Domínio, opressão” ela dizia em um tom sedento “Nagato nós traiu, quando Yahito morreu Nagato usou os sonhos de liberdade do Yahito para criar um reino de opressão”
“O que você estar falando? Enlouqueceu?” nada que Konan falava fazia sentindo.
“Eu tenho a chance de lutar contra isso aqui, a chance que eu não tive lá” ela dizia ensandecida “Limparei o mundo de ratos como você e Nagato, só quando isso acontecer que o mundo terá sua verdadeira paz”
“Não sei que lavagem cerebral fizeram em você” falei com firmeza “Mas talvez se eu socar bastante sua cabeça você volte ao normal”
“Morra!” ela gritou.
Konan fez um movimento com seu leque e todas aquelas flechas voaram na minha direção em alta velocidade. Usei o Hiraishin no Jutsu e fui para uma das kunais que havia lançado antes, demorou vinte segundos para elas me acharem novamente, voltei a usar o Hrishin no Jutsu indo para uma kunai mais distante, sabia que não poderia continuar brincando de gato e rato, tinha que pensar em algo, alguma coisa que me ajudasse contra aquela chuva de flechas, não podia usar aquele jutsu, pois prepara-lo levava tempo, além de não ter total segurança para usa-lo. Nesse instante uma luz se acendeu na minha mente e logo tinha um plano, um segundo depois as flechas voltaram a me encontrar, invés de eu saltar para outra kunai e sai voando em alta velocidade, enquanto voava enchia o machado com meu chakra, deixava a relíquia sugar meu chakra a vontade, sabia das consequências, mas era a única maneira de escapar daquele ataque guiado – Sentindo que tinha enchido o bastante concentrei todas minhas forças no ato de voar, subi na velocidade de um raio, logo o chão ficou distante e as nuvens próximas, em seguida eu ultrapassava as nuvens e a pressão de voar tão alta me dava dor de cabeça, o oxigênio se reduziu e eu senti meu corpo ficar dormente, sabia que iria desmaiar se continuasse subindo daquela maneira, foi nesse momento que parei de uma vez, as flechas subiam atrás de mim, estava a uns cem metros a baixo, concentrei minhas forças no Machado e então golpeei o ar, tudo ao meu redor ficou vermelho vivo, o ar esquentou, eu sabia que ele iria se incendiar e eu estava esperando isso, quando a explosão iniciou eu usei o Hiraishin no Jutsu e saltei a uma kunai longe dali, do chão pude ver a maior explosão que já vi em toda minha vida, no centro da explosão uma esfera imensa se fogo parecia parada no ar apenas queimando, como se fosse um pequeno sol, pois era impossível ficar olhando para ele durante muito tempo e o calor que vinha dele era algo incrível, um circulo branco de nuvens se formou ao redor do núcleo da explosão, era simplesmente gigante, tinha quilômetros de extensão.
Meu coração estava acelerado e minhas mãos suavam, aquilo em cima de uma vila ou grande cidade iria simplesmente destruir tudo, transformava pessoas em pó. Só de pensar que tinha mais um poder de tamanha destruição em mãos eu sentia ânsia de vomito, estava me tornando uma arma de destruição em massa, não era só o machado, mas aquele jutsu também, isso me fazia refletir, ninguém mais poderá ter esse poder, as relíquias eram poderosas demais e eu tinha que juntar todas, juntar e destruí-las – Continuei olhando para a bola de fogo que desci pelo o céu em alta velocidade, à medida que ela descia ia diminuindo, mas só ai me lembrei da armadilha que tinha feito, aquela vila iria explodir. Meus pensamentos foram para Amaya, ela estava lutando na vila, tinha que sair de lá rápido. Usei o Hiraishin para ir até a kunai que caiu na vila, encontrei ruas desertas e cheias de cadáveres, mas sem sinal de Amaya.
- Cuidado –Son Goku me alertou.
Saltei para o lado direito e a areia prateada passou rente ao meu rosto. Olhei para cima e vi Konan, ela transformava milhares de kunais em micro lâminas. Respirei fundo ao observar o céu ficar prateado, era simplesmente impossível fugir daquilo ali, ela finalmente estava usando tudo que tinha contra mim – Amaya apareceu ao meu lado, ela parecia bem, mesmo estando toda suja de sangue, afinal o sangue dela ainda não havia sido derramado naquele dia.
“Que explosão” Amaya dizia apontando para o núcleo de fogo que continuava descendo.
“Quando aquilo descer vai explodir a vila” falei.
“Por que não a explode antes” Amaya dizia “Uma boa maneira de pega-la de surpresa”
Puxei Amaya pelo o braço a abraçando, usei o Hiraishin para nós levar para longe da vila. Ao sentir o solo sobre meus pés de novo eu juntei minhas mãos a ativei a explosão, o chão tremeu como se estivesse acontecendo um terremoto e então a explosão aconteceu, a nuvem de fumaça que subiu tinha o formato de um cogumelo. Konan e sua nuvem de laminas desapareceram em meio a fumaça, sabia que a explosão não era o suficiente para mata-la ou deixa-la desacordada, mas era o suficiente para um ataque cego, algo que poderia dar certo. Encostei minha mão direita nas costas da Amaya e a marquei com o jutsu-shiki.
“Preciso que chame a atenção dela” falei com firmeza.
“Vai usar aquele jutsu?” Amaya perguntou com um sorriso de canto nós lábios.
“Vou tentar” a respondi.
Um sorriso de lobo se formou nós lábios dela, sabia que a maldade da Kyuubi ainda existia dentro dela, não iria desaparecer só por que entramos em acordo, tanto que ela criou o caos na vila com prazer, pensar nisso não me deixava bem, podia imaginar seus inimigos diante de sua fúria e isso me trazia arrepios – Amaya nada mais disse, ela saltou e saiu voando em direção a fumaça, guardei o Machado no selo do meu braço, nesse momento o núcleo se fogo já estava bem próximo e a visão que tinha parecia à visão do inferno, mas sabia que aquela visão poderia piorar. Fiz o selo especifico da técnica e falei: “Kage Bunshin no Jutsu” cinquenta clones apareceram, ordenei que eles fizessem Rasenshurikens, um minuto depois os cinquenta já tinham feito, então mandei que soltassem elas no núcleo de fogo que continuava a descer, queria que o fogo as incendiassem, ai sim eu traria o inferno verdadeiro a aquela batalha, duraria alguns segundos enquanto os Rasenshurikens em chama se expandisse – No momento que os Rasenshurikens se incendiaram um som altíssimo que parecia com o som de uma tempestade de ventos tomou conta do lugar, a fumaça da explosão da vila já estava a abaixar enquanto o céu se incendiava com com os rasenshurikens em chamas, eles se expandiam tomando todo o céu, observava Konan ser engolida por dois dos Rasenshurikens em chamas, enquanto isso Amaya desviava, ela voava acima deles na espreita, apenas esperando Konan sair, aquele era o momento de atacar, iria usar meu jutsu mais novo e destrutivo, em minha mente a memoria de sua criação, mais por acidente do que por genialidade minha.
₪ Flashback Onn ₪
Podia me lembrar do dia que o assunto veio à tona:
Estava deitado no campo de treinamento após um dia de treinamento, sentia-me cansado, Amaya me pegava de jeito em nossos treinamentos, e isso a ajudava a se adaptar a lutar como humana, como me ajudava a sair da vida sedentária que um Hokage leva – Olhei para o lado e vi Amaya fazendo algumas flexões, era incrível como ela era linda, ela estava usando um shortinho colado ao corpo e uma blusa igual, sua bela e sarada barriga a mostra, suas coxas bem torneadas, simplesmente uma das mulheres mais bonitas que eu já havia visto.
“O que tanto olha?” ela perguntou se sentando após termina a serie de exercícios.
“Nada não” falei tentando não corar.
“Devia parar de me encarar e continuar treinando” ela dizia em um tom mal humorado “Você estar parado no tempo, o ultimo jutsu que dominou foi o Hiraishin”
“Não sei mais o que apreender” falei com sinceridade.
- Conheci um shinobi há vários anos que não tinha ideia como desenvolver novos jutsus e então decidiu usar seu conhecimento para fazer coisas que ninguém jamais sonhou em fazer – Falou Son Goku em minha mente.
“Ele conseguiu?” perguntei.
- Sim, ele conseguiu criar um jutsu fabuloso, ele invocou raios usando seu chakra raiton e com isso criou esse jutsu, extremamente poderoso e sem precisar usar meu chakra.
“Isso quer dizer que eu posso jamais tempestades de ventos usando meu chakra?” perguntei.
“Claro” Amaya dizia.
Desde desse dia passei a treinar todos os dias tentando invocar tempestades, Hinata tinha viajado e o trabalho burocrático Hokage podia ficar em cargo da vovó, então me dediquei a aquele objetivo, à medida que o tempo passava eu comecei a ver resultados, logo pude invocar brisas, quando consegui eu empolguei e comecei a treinar com dezenas de clones, logo as brisas se tornaram ventos e os ventos tempestades. Então em uma bela tarde de domingo eu consegui invocar um furacão, aquilo me assustou e assustou a vila que viu do nada em uma bela tarde sem nuvens um furacão imenso surgir no campo de treinamento. Com a ânsia de faze-lo desaparecer eu despejei chakra com a intenção de manda-lo embora, então o inesperado aconteceu, eu o comprimi em uma pequena esfera negra opaca, só depois percebi que em meio ao desespero eu despejei chakra o moldando da mesma forma que fazia quando estava criando o Rasenshuriken.
Não sabia o poder que a esfera negra tinham decidi solta-la na floresta para ver seu poder, no momento que a lancei a esfera voou em uma velocidade incrível, algo mais rápido que a velocidade do som, era tão rápido que beirava a velocidade da luz. Mas só aconteceu isso, era apenas rápida. Foi ai que Amaya apareceu e pediu para eu tomar cuidado, pois sentia uma energia incrível dentro daquela pequena esfera, ela disse que aquela energia podia sustentar Konoha por uns cinquenta anos. Foi nesse dia que vi o verdadeiro poder de destruição daquela esfera:
Estávamos no campo de treinamento mais distante, havia cansado de brincar de jogar a esfera de energia e vê-la ganhar velocidade, ela sumia de vista em questão de meio segundo e em seguida aparecia novamente voltando a minha mão, ela sempre voltava para mim como se estivesse ligada a mim – Amaya observava a esfera negra opaca com um olhar preocupado, ela podia sentir a energia da esfera e sabia que era muita coisa, pela a primeira vez na vida alguma coisa deixava a Kyuubi insegura.
“Consegui senti-la” ela perguntou.
“Consigo” falei “Estranhamente a sinto”
“Faça o seguinte” Amaya dizia se levantando “Jogue-a longe, concentre-se a não atrai-la de volta e então faça ela liberar a energia”
“Não sei o ....” comecei a falar mais fui interrompido.
“APENAS FAÇA” ela gritou.
Queria dizer não só para arrumar uma encrenca, mas nunca tinha visto a Kyuubi em sua forma humana agir tão seriamente, então eu fiz, lancei a esfera e ela logo saiu de vista, não sabendo o que teria a centenas de quilômetros decidi me concentrar para faze-la liberar a energia, nesse instante um flash de luz tirou me tirou a visão por alguns segundos, no momento que pude ver meu coração se afundou em gelo, não podia acreditar no que estava vendo...
Desde então testei o jutsu umas três vezes, cada vez com uma intensidade maior, a medida que o desenvolvia, mas eu o temia, tanto que cheguei a prometer a mim mesmo que usaria ele se fosse em ultimo caso, se realmente precisasse dele, sabia que iria precisar tão cedo.
₪ Flashback OFF ₪
Voltei a voar ficando acima da batalha, observei Konan sair ilesa do Rasenshuriken em chamas, nesse exato momento ela e Amaya iniciava uma batalha feroz, o núcleo de fogo da explosão do Machado já havia descido e se juntado a vila que ardia em chamas, acima as duas belas mulheres duelavam em alta velocidade, Amaya decidiu que seria melhor uma batalha direta, mas aquilo não estava a ajudando muito, pois seus golpes eram bloqueados pela as micro laminas que pareciam areia prateada, e a cada bloqueio as mãos e pernas da Amaya sangravam devido as cortes que as laminas causavam. Tenho que ser rápido! Pensei vendo a situação perigosa que Amaya estava.
Ergui minha mão direita e me concentrei ao máximo, fazia meu chakra voar pelo o céu, ele iria atrair o vento como uma arvore atrai um raio em uma tempestade. Logo o céu escureceu acima de minha cabeça, logo tudo que eu podia escutar era o som do uivo do vento, o vento era tão forte que pensei que iria rasgar minhas roupas, logo acima da minha cabeça eu observei dois grandes furacões, eles estavam ligados a minha mão e eram tão fortes que me movia de um lado para o outro. Mordi meu lábio com força em puro esforço, senti o gosto salgado e amadeirado do meu sangue, despejei chakra iniciando o processo de comprimir a energia dos furacões, me senti tonto à medida que despejava meu chakra neles, tinha gastado chakra demais na batalha e se não fosse por Son Goku eu já estaria em meus limites. Nesse instante uma flash e os furacões se comprimiram em uma pequena esfera negra opaca de dez centímetros, podia sentir a energia girar dentro da esfera, era a primeira vez que fazia uma esfera de energia usando a energia de dois furacões.
“AMAYA” gritei.
Ela olhou para cima, em seguida fez um clone das sombras, o clone criou um Rasenshuriken e voou na direção da Konan, enquanto isso a verdadeira Amaya voava em alta velocidade para longe do campo de batalha – Nesse momento o tempo pareceu diminuir a velocidade, pude ver lentamente o rasenshuriken da Amaya se expandir e pegar Konan em cheio, mas a areia prateada a cobriu evitando que ela tivesse qualquer ferimento, segundos se passaram e quando o efeito do jutsu sumiu a areia se abriu e foi nesse momento que lancei a esfera.
“Fūton: Subete o kesu” falei baixinho.
A esfera voou em uma velocidade incrível, as laminas pareceu pressenti-la, mas não era rápida o suficiente. No momento que a areia começou a criar o casulo de proteção a esfera entrou entre ela e Konan, senti uma dor no coração, mas tinha que ser feito, concentrei-me e liberei a energia, o flash de luz foi algo tão grandioso que a centenas de quilômetros poderia ser visto, tampei meus olhos com o braço, mas não senti qualquer calor ou frio, não escutei qualquer som, apenas via toda aquela luz, mesmo estando com olhos fechados e com os braços protegendo meus olhos, eu ainda podia ver. Foram segundos de pura luz, quando ela cessou eu finalmente pude abrir os olhos, o que vi me fez perder o ar, uma cratera imensa a onde antes estava a vila que ardia em chamas, Konan havia desaparecido, o fogo havia desaparecido, a terra, tudo havia simplesmente sumido, apagado da face da terra. No momento que liberei a energia ela era tão grande que desintegrava tudo em seu raio de alcance, minha mão direita tremeu e suor frio escorria por minha face, feio nesse momento que vi o leque flutuando caindo pelo o céu, ele não havia sido destruído pelo o Subete o kesu, e isso só provava o tamanho do poder daquela relíquia. Apontei meu corpo e sua direção, no momento que peguei o leque senti meu corpo estremecer, meu nível de chakra estava baixo e após usar o Subete me sentia meio sonso, precisava de algum tempo para me recuperar completamente.
“Temos o que precisamos” falou Amaya “Vamos sair daqui”
“Vamos” falei.
Amaya veio para junto de mim passando seus braços ao redor do meu pescoço, me abraçando, demorei um tempo me concentrando pois me sentia meio tonto, quando finalmente me senti habito usei o Hiraishin no Jutsu para saltar paro o jutsu-shiki que estava na parede da minha sala em Konoha. Foram alguns segundos na mais completa escuridão até cair de bunda no chão da sala batendo meu rosto na parede, me sentei no chão passando a mão no machucado que se formou na cabeça, um segundo depois ergui meu olhar e vi a vovó Tsunade, ela estava em pé atrás da mesa, havia quebrado a garrafinha de saque que segurava na mão direita e amassava um papel na mão esquerda, provavelmente por causa do susto, seus olhos arregalados olhavam de mim para Amaya.
“O que aconteceu?” ela perguntou.
“Chegamos Vila Oculta do Artesão e encontramos Konan” falei “Não tenho ideia como ela sobreviveu, para mim tinha morrido” Dei uma pausa tomando fôlego, estava cansado como há muito não ficava “Ela enlouqueceu, nada que falava fazia sentindo”
“E o que aconteceu com ela?” Tsunade perguntava “E a vila?”
“Não consegui derrota-la sem mata-la” falei em um tom triste “A vila foi completamente destruída” falei com a responsabilidade das vidas tiradas em cima de meus ombros “Vai demorar trinta anos para ela voltar a existir e uns duzentos para voltar a fabricar armas”
“Entendo?” vovó dizia em um tom triste “Sinto muito Naruto”
“Não tive escolha” falei sentindo meus olhos encherem de lagrimas “É uma guerra, não existe heróis e vilões em guerras, apenas o mal em todos os lados... apenas o mal”
Notas finais
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