O Gato Vampiro
7 Capítulo 7-- Parte 1
O tempo não abrandou nos seguintes dias, choveu e houve bastante trânsito na estrada. Nathaniel quase perdeu a paciência com a lentidão dos carros, querendo chegar o mais rápido possível à casa da sua amiga Marinette, que por algum motivo esteve em casa de repouso durante varios dias.
Ele está muito preocupado, pois lembra-se de ter ligado, perguntando se estava tudo bem, mas, durante a chamada, ela pediu para ele ir à casa dela para poderem conversar melhor.
O que será que aconteceu....Desejou que não fosse nada de grave....
Soltou um suspiro de alívio ao ver que chegou finalmente na paragem, depois caminhou até a casa dela.
A mãe de Marinette deixou entrar.
—Olá Nathaniel, como estas? Podes subir. Mais tarde levo Croissant para vocês.
—Estou bem. Obrigada. — respondeu e subiu as escadas para o quarto da sua amiga.
Ele bateu na porta.
—Entre. — assim que ouviu a voz de marinette, abriu a porta reparando que ela estava sentada na cama.
—Como estás Marinette? — Questionou, sentando-se na cadeira ao lado da cama.
—Estou um pouco melhor em relação a antes. — Disse Marinette sorrindo para ele.
Corou enquanto olhava timidamente para Marinette. Ele secretamente ama-a, e apesar de não ter coragem para declarar, até agora ela não notou a forma como age ao redor dela. Infelizmente, quase todos da turma tinham reparado, até a Alya provocou-o quando viu os retratos que fez de Marinette no seu diário gráfico. Embora houvesse provocações, eles apoiavam e as vezes davam dicas, por exemplo deram a ideia de convida-la para o museu.
—Hm...Naquele dia...— falou olhando para as suas mãos— Eu também tenho algo para contar sobre esse dia.
—O quê? —pergunta ela, receosa.
—Espero que um vampiro não tenha atacado também...—pensou ela, atenta quando Nath começa a contar
FlashBack On --Nathaniel POV--
"Faltam minutos, vou chegar atrasado." Pensei, enquanto olhava o cenário pelo vidro do autocarro. Tudo passa lentamente e sinto-me ansioso para chegar na escola. Não sei porque tenho um mau pressentimento...Era como se fosse acontecer algo durante esta viajem.
As minhas inseguranças foram confirmadas, o autocarro parou de funcionar. No inicio nao tinha apercebido, porem o som do motor deu um estrondo e o condutor, que tentou continuar a condução, murmurou: Merda!
Depois houve murmúrios de todos, uns assustados e irritados que iriam chegar atrasados. O condutor diz para nos acalmar:
—Vou abrir a porta para saírem. Não estamos muito longe da paragem então o melhor é correrem. Por enquanto vou chamar um técnico....
Todos aceitaram a ideia e começaram a sair. Mas, antes que eu pudesse sair, o senhor condutor parou-me e perguntou se podia lhe emprestar o meu telemóvel pois o dele não tinha saldo.
—Claro. -disse entregando-lhe o telemóvel. Aguardei por uns minutos à espera que a chamada terminasse. Olhei ao meu redor, o autocarro ja estava vazio.
—Obrigado jovem. -Agradeceu o senhor, devolvendo o telemóvel.
Despedi-me e iria sair pela porta, todavia a porta fechou-se antes que chegasse lá. Voltei o meu olhar para o senhor, preparando-me para questionar-lhe....
—Não vais sair, mesmo que queiras. -disse o senhor olhando-me. Os olhos dele tornaram-se vermelhos como sangue e de repente tenho muito medo, minhas pernas tremiam ao lembrar que havia vampiros.
Corri para o fundo do autocarro, fugindo do vampiro que vinha até mim.
"Ele vai me matar...."
"Nao tenho saida....!"
"Por favor...Quero que alguém o pare!"
Nunca tive tanto medo na minha vida....
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