O Fugitivo

13 Cap 13 - Sem dizer Adeus


Notas iniciais
gentiii vou responder as perguntas aki de vocês XD
à Anninha, pois é, a fic tá no fim, acaba no cap 14 :s *medo*
à thaís, sim, essa é a michelle daki do Nyah e do forum mychemicalobssession :D hahahahaha é pq eu a amo demais e todas as minhas fics tem q tê-la lá e sempre com o papel de menina mááá kkkkkkkkkkkkk tadinha da minha bb
à Patty, será q eles vão ficar juntos???? será???? hehehehe
à Ana Paula, não vai ter NC :( num sei escrever essas coisas sou mt pura (caladinha michelle antes q diga besteiras de mim eu sou uma santa hehehe). to brincando, num vai ter NC pq num sei escrever NCs mt boas não, mas eu adoro lê-las hehehe XD

Bom gentiii é só, amanhã eu posto o final, ou depois, to esperando a decisão da minha miga Michelle pra dizer o q ela achou do final hehehe
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Karina acordou primeiro que Gerard e foi preparar o café da manhã. Estava contente por tudo está certo entre eles. Mas uma coisa a deixava preocupada e com muita pena dele. Gerard andava tão abatido, parecia sentir saudades de seus pais, claro que era isso, ele não pensou nas conseqüências antes de fugir de tudo. Quando ele acordou foi até ela e lhe deu um beijo depois se sentou à mesa.

G: o que tem pra comer hoje?

K: Preparei um misto quente pra você, pode ser? Fui na padaria comprar queijo e presunto assim que acordei.

G: Ta ótimo.

K: Gerard eu queria te mostrar uma coisa. – ele olhou para ela preocupado. Karina pegou o jornal sobre a mesa e estendeu para ele. Gerard ficou preocupado ao ver o que estava na capa do jornal. Olhou para Karina que olhava triste para ele.

Gerard tomou seu café calado e Karina só o observava do outro lado da mesa. Dessa vez ele era quem estava distante. Pensativo, muito pensativo. Karina daria tudo pra saber no que ele estava pensando, pelo menos pra poder ajudar se fosse algo que estivesse ao seu alcance. Até que Gerard resolveu se abrir com ela e dizer logo o que estava acontecendo.

G: Eu pensei muito no caso e...Resolvi que irei embora hoje mesmo.

K: Gerard...- Karina ficou triste com a notícia queria impedir que ele fizesse isso e falar pra ele ficar mais tempo, mas antes de falar ela pensou na situação e decidiu deixar que ele fosse já que ele estava com saudades da família e agora com aquela reportagem e a foto da filmagem flagrada pela câmera do shopping o momento em que Gerard pedia o endereço dela estampada em todos os jornais era muito arriscado para ambos continuarem com aquilo. Ele precisava acabar com tudo isso, rever seus pais, voltar a viver sua vida de antes. Se bem que Karina o queria ali com ela pra sempre, mas ela não deveria ser egoísta. Aquela idéia era absurda e principalmente impossível. – bom...Se for isso que você quer...Eu apoio você. – disse ela com dor no coração por ter que vê-lo partir talvez pra sempre. Ela forçou um sorriso encorajando-o.

G: Por isso que gosto tanto de você. Por ser compreensiva. Obrigado por tudo.

K: Quando precisar de ajuda, poderá sempre contar comigo, ta?

G: Vou subir. Vou arrumar minhas coisas. – ele levantou-se, mas antes de subir deu um selinho em Karina. – vai ser melhor pra todos. – e ela com as lágrimas escorrendo pelo seu rosto concordou com aquilo.

Ela ficou muito triste com o que estava acontecendo, mas não queria atrapalhar a decisão dele, lavou a louça e depois foi pra varanda, deitou na rede e ficou pensando na vida. Pensando em Gerard, em como seria depois da partida dele, pensando em todos os momentos vividos ao lado dele. Chegou há chorar um enquanto pensava nessa situação. Gerard apareceu na porta da varanda com a mochila já nas costas e então ela levantou-se.

G: Karina, já to indo.

K: Já? – perguntou assustada. Ele ia assim e deixá-la?

G: Vem cá. – Karina aproximou-se dele e os dois foram conversar na sala. – você ficou triste, não foi?

K: Poxa Gerard. Triste eu fiquei sim, mas me conformo, pois, sei que será por uma boa causa. Você precisa fazer isso. Precisa voltar pra sua casa, voltar pros seus pais, voltar a viver a sua vida como antes, voltar a dar alegria aos fãs, voltar ao seu trabalho, viver como antigamente. Ser o cara que você sempre foi. Com uma vida muito melhor. Eu já sabia que isso aconteceria um dia. Já estava me conformando aos poucos.

G: Pra mim essa vida aqui ao seu lado foi a melhor que tive. Por mim não iria mais embora, mas você entende que não posso fugir pra sempre.

K: Claro.

G: seria perigoso demais até mesmo pra você. Ainda mais agora com aquela nossa foto em todos os jornais. – alisou o rosto dela. — Não quero que nada de mal aconteça a você.

K: eu entendo.

G: Eu antes pretendo passar na Michelle pra me despedir pra depois sim partir.

K: E como pretende fazer pra voltar pro seu país?

G: Não sei. Não sei se devo ir a polícia me entregar ou pegar um avião até a minha casa. Acho que nem isso eu conseguiria fazer, né? O pessoal irá me reconhecer lá mesmo.

K: Eu também não faço idéia do que você deve fazer. Se eu pudesse te ajudar em alguma coisa.

G: Não precisa, já me ajudou demais. Agora deixa que eu me vire. Preciso aprender a fazer as coisas sozinho.

K: OK. – ela suspirou em meio ao choro e ele a beijou.

A campainha tocou na hora em que os dois se beijavam. Um barulho de carro estacionado em frente à casa era ouvido pelos dois. Karina e Gerard se olharam em silêncio até a campainha voltar a tocar.

G: vai lá.

Karina se dirigiu à porta e quando a abriu não acreditou no que via. Era sua mãe chegando de viagem. E agora, como faria pro Gerard não ser visto? Sua mãe gritou seu nome do portão, Karina encostou a porta e foi até ela.

K: Mãe! O que ta fazendo aqui? – perguntou nervosa.

MK: Ué. Resolvi voltar mais cedo. Estava morrendo de saudades do meu bb que a mamãe deixou sozinho. – a mãe dizia espremendo as bochechas da filha com as mãos.

K: Não precisava, eu sei me cuidar direitinho.

MK: Isso é uma expulsão? Não ficou feliz em me ver? – colocou as mãos na cintura.

K: Não mãe, que isso. Eu estou adorando que a senhora esteja de volta.

MK: Ótimo. Obrigada. – agradeceu ao motorista do táxi que lhe trouxe as malas que estavam no porta-mala. – me ajuda aqui. – disse dando uma mala a Karina que estava bem pesada, ela levava com muito esforço.

A mãe dela ia à frente com uma mala na mão e Karina se tremia toda com medo de que a mãe visse o Gerard lá. Quando Karina entrou na casa após sua mãe olhou pra todos os lados e não viu Gerard, ele não estava mais por ali. Onde poderia estar? Perguntava distraída observando cada canto daquela sala.

MK: leva pro meu quarto ta?

K: Espera só um pouquinho pra eu descansar.

MK: Ta pesada?

K: Ta, mas tudo bem. Eu levo. Pode ir subindo na frente.

MK: Ta. Suba logo, pois eu quero te mostrar as coisas que eu comprei pra você lá.

K: ta bom.

MK: Você não sabe como aquele lugar é maravilhoso. Um dia vamos nós duas pra lá. Precisa conhecer paris. É muito lindo, tem cada coisa linda...- dizia subindo a escada até entrar no quarto.

Karina continuou ali parada com a mala no chão. Olhou pra todos os lados e nada. Foi até a cozinha e ele não estava lá, ele já tinha ido, mas por onde? Foi quando voltou à sala e viu as cortinas da varanda balançando com o vento. Devia ter saído pela varanda, era provável. Karina sentiu um aperto no coração, mesmo tendo sua mãe ali em casa ela sentiu-se tão sozinha. Como se não tivesse ninguém no mundo. Sentiu uma dor imensa como se parte dela tivesse sido roubada. Deixou algumas lágrimas caírem pelo seu rosto, foi até a varanda e olhou de um lado pro outro, mas não viu ninguém pela rua. Quando olhou na grade da varanda viu uma fita presa ali, a mesma que ele carregava no pulso. Era um sinal de Gerard. Ela começou a chorar ainda mais. Aquele era o fim. Desprendeu a fita e levou com ela. Pelo menos agora ele voltaria para sua família, tudo que ela queria agora era que ele estivesse bem. Mesmo que não fosse ao lado dela, ela desejava que ele fosse feliz. Tentou se acalmar e subiu pro quarto pra saber como fora à viagem de sua mãe. Apesar de estar muito chateada pela partida dele, não poderia deixar de saber como estava sua mãe nem mesmo de viver sua vida.

MK: Veja que linda essa pulseira que eu te comprei.

K: É...Bonita. — respondeu sem aprestar muita atenção.

MK: Não é linda?

K: Aham.

MK: Sabia que ia gostar. Tem mais peraí que eu vou procurar aqui na mala. Tem tanta coisa que até se perde aqui no meio dessas roupas.

Karina pegou a fitinha do seu bolso e ficou olhando pra ela e lembrando de Gerard. Aquilo estava servindo como um consolo. Tudo que ela desejava ali naquela hora era que ele estivesse bem.