O Fim do Universo
18 A Bomba Relógio
Notas iniciais
— Eu não vou ficar aqui me sentindo inútil e vulnerável! — disse Kelly. — Se ao menos tivesse como poder ajudar.
— Accio braço de Cyberman! — disse Rony. No mesmo instante um braço de Cyberman entrou pelo "teto solar". — Diffindo! — a arma que os Cybermen usam se rompeu do braço robótico. Rony entregou a arma a Kelly.
— Agora eu tô parecendo a River — disse Kelly. River lançou um olhar a ela. — Desculpe.
Nico furou o peito de um Cyberman, arrancou-lhe a arma e entregou à Peeta. Will balançava a espada de um lado para o outro.
— Will, — disse Nico — Devagar...
— Nico, — disse Will — Sou um curandeiro, não um soldado.
Nico cortou o braço do Cyberman que tem arma e deixou cair até os prédios, pulou nas costas dele, inclinou-se para frente em direção à Cyber-nave. Will fez o mesmo.
Kelly e Peeta subiram no teto e se juntaram aos bruxos e Katniss.
— Não vai se juntar a nós, docinho? — disse River arracando a cabeça de um Cyberman com uma faca.
— De onde surgiu essa faca? — perguntou o Doutor.
— Sempre guardo uma arma reserva. — disse River furando o peito de outro Cyberman.
— Eu estou quase acabando de ajudar vocês. — disse ele.
O Doutor estava mechendo no painel que abriu e uniu um fio verde com um fio amarelo e nesse momento o carro fez um barulho parecido com o da TARDIS decolando.
— Terminei — disse o Doutor. — Agora vamos testar essa...esse carro. — o Doutor abaixou uma alavanca que foi feita com partes de Cybermen.
O carro fez um barulho parecido com o grito do R2D2 e chamas romperam de jatos de pernas de Cybermen e costas.
— Nada mau, Doutor — disse Kelly.
O carro voou em direção a Cyber-nave o Doutor abaixou a alavanca e pousou na "porta" da nave.
— Excelente — disse Harry. O trio de bruxos desceu do teto do carro e avançou para dentro da nave.
— Gale, Peeta... — disse Katniss fazendo um sinal para os dois saírem do carro e entrarem na nave.
— Volto em 5 minutos — disse River ao Doutor.
— Cara, aqui dentro é muito grande! — disse Kelly.
— Parece até o trenó do Noel... — disse o Doutor.
— Como assim? — perguntou Kelly.
— É um longa história. Aconteceu no Natal, sonhando e morrendo. — explicou o Doutor
— Parece com sua nave também. — argumentou Kelly.
— Não compare minha nave com Cyber-naves! — disse o Doutor.
— Não compare o trenó do Noel com Cyber-naves! — disse Kelly, rindo.
— Precisamos ir para a cabine de controle... — argumentou o Doutor.
Nesse momento Herbet entrou carregando um caminhão azul com chamas vermelhas. Herbet pousou no chão e soltou o caminhão que logo se transformou em um robô gigante.
— Eu nunca perco uma luta. — disse Optimus, ainda se transformando — A não ser que eu esteja morto.
Nico e Will apareceram, Nico estava carregando uma cabeça de Cyberman. O Doutor se lembrou da antiga cabeça de Cyberman que ele tinha. Com um estalo, Harry, Rony e Hermione apareceram ao lado deles trazendo as seis figuras que eles haviam visto.
— Quem são vocês? — perguntou o Doutor.
— Os Vingadores. — respondeu o homem com martelo.
— Vocês dois se parecem muito. — argumentou Katniss olhando de Gale para o homem com martelo.
— É...você tem razão — disse a mulher ruiva.
— Será que vocês poderiam dizer os seus nomes? Tipo...o meu é Kelly — disse Kelly colocando a mão aperta sob o peito.
— Ah...claro. — disse o homem de armadura. — Homem de Ferro. — A armadura estava se desmontando.
— Harry, esses são Rony e Hermione — disse Harry, mostrando os amigos.
— Thor — disse o homem com martelo.
— Nico, esse é Will — disse o filho de Hades.
— Capitão América — disse o homem de escudo.
— River Song — disse a mulher do Doutor.
— Gavião Arqueiro — disse o homem com arco e flecha.
— Katniss, esses são Gale e Peeta — disse Katniss apontando para os amigos.
— Hulk. — disse um homem com roupas frouxas — Sou aquele cara grande e verde que vocês devem ter visto.
— Optimus, esse é Herbet — disse o Prime.
— Viúva Negra — disse a mulher ruiva.
— Eu sou o Doutor. — disse o homem de cabelos grisalhos. — Todos vocês, voem para o carro.
— Não — disse Optimus — Eu ainda não lutei.
— E nem vai lutar. — completou o Doutor — Não arrisquem suas vidas.
— Vamos lutar com você! — gritou Kelly.
— Vamos perder nosso tempo destruindo os Cybermen. Tem muitos humanos na nave, eles vão atualizar todos. — disse o Doutor.
— Vamos lutar juntos. — disse Katniss.
— Se eu disser para correr, obedeçam. — disse o Doutor.
— Ok. — disseram todos.
— Optimus, — começou o Doutor — faça as honras.
Optimus ergueu seu braço direito, mirou a arma na parede ao seu lado e atirou, destruindo-a.
— Foi um prazer — disse Optimus, sua arma voltando para dentro do braço.
O tiro da arma de Optimus atingiu todas as parede e o vidro da cabine de controle. Cybermen se viraram e começaram a atirar.
— Vou criar uma auto destruição na nave. Me encontrem no carro em 5 minutos. — disse o Doutor.
— Leve isso — disse Nico, entregando um relógio ao Doutor.
— Um relógio? — perguntou o Doutor.
— Aperte-o — riu Will.
O Doutor apertou a lente do relógio, e no mesmo momento um escudo apareceu.
— Era do Percy, mas eu peguei. — disse Nico.
— Tá meio amassado... — disse o Doutor.
— Reparo! — disse Harry apontando para o escudo que se concertou — Pensei que o feitiço voltaria para mim.
— Vou com você. — disse Rony.
— Por que? — peguntou Kelly.
— Feitiço de proteção. — disse Rony erguendo a varinha.
O Doutor e Rony avançaram na multidão de Cybermen. O Doutor na frente empunhando o escudo e Rony lançando feitiços estuporantes nos Cybermen. Os outros lutaram contra Cybermen que apareceram nas laterais da entrada da nave.
— Salvio helxia! — murmurou Rony andando pela cabine protegendo ambos.
— Não vai demorar. — disse o Doutor. Ele abriu o painel e começou a programar para se auto destruir.
— Se Optimus não atirar aqui de novo, vai funcionar. — disse Rony.
Passaram-se três minutos e o Doutor não tinha acabado. Os outros estavam lutando com Cybermen maiores que os comuns.
— Temos todo tempo do mundo Doutor. — disse Kelly.
— Mais um minuto — disse o Doutor.
Passou um minuto.
— Pronto. Vai explodir em 1 minuto. — disse o Doutor.
— Vamos desaparatar. — disse Rony.
— Vamos o quê? — perguntou o Doutor.
— Vou falar sua língua. — disse Rony — Vamos nos teletransportar para a entrada da nave.
— Ah... — disse o Doutor — Como se faz isso?
— Bruxos fazem. Senhores do Tempo não. — disse Rony.
— Fazemos sim. — disse o Doutor — Olhe minha TARDIS.
— Mas isso é diferente. — disse Rony — Precisa de varinha. Agora, vamos. Estamos perdendo tempo.
Rony pega o cotovelo do Doutor e desaparata para a entrada.
— Não acredito no que eu tô vendo! — disse Harry e Hermione ao mesmo tempo.
— O que? — disse Harry tirando a mão do cotovelo do Doutor rapidamente.
— Um Cyberman...atrás de vocês. — disse Hermione.
— Ahm? — perguntou Rony.
O Doutor se virou e virou Rony que não entendeu o que Hermione disse.
— Oh... — disse Rony.
— O Cyberman estrunchou. — disse Harry.
— Harry, eles não são como a gente. — disse Hermione.
— Ah...desculpe. — disse Harry. — Se vocês forem olhar, o braço do Cyberman ficou na cabine. Rony não deve ter concentrado muito. E foi uma Aparatação Acompanhada, e o Cyberman estrunchou.
— Menos um Cyberman na lista. — disse River.
— Temos 20 segundos até virarmos o Cyberman estrunchado. — disse o Doutor.
Todos correram em direção o carro. Quando chegaram, Hermione murmurou:
— Engorgio!
— Entrem! — disse o Doutor abrindo as portas.
Optimus pulou, deu uma cambalhota no chão para amortecer a queda e se transformou em caminhão. Herbet começou a voar em sua forma robótica.
— O que estão esperando? Entrem! — berrou o Doutor.
Todos entraram, exceto o Doutor, que se virou e rumou para a nave.
— Doutor! — disse Kelly — Faltam 10 segundos!
— Eu esqueci minha chave de fenda! — respondeu ele.
Ele correu para dentro da nave desviando de tiros de Cyberman.
— A-ha! — disse ele pegando a chave de fenda sônica e a beijando — Não ia me esquecer de você. — ele colocou-a no bolso e correu para o carro.
Ele estava a 3 metros da van, quando o Cyberman estrunchado agarrou-o pelas costas.
— Agora não! — disse o Doutor pulando de costas no chão.
— 5 segundos! — gritou Kelly.
O Cyberman se descolou do Doutor, ele correu para o carro e girou a chave de ignição.
— Não quer pegar! — disse ele.
— 3 segundos — disse Kelly.
O carro ligou e o Doutor acelerou com o freio de mão puxado para aquecer o motor.
— 1...
O Doutor pisou no acelerador com os dois pés e o carro voou para o além.
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