O Exterminador Do Futuro

40 O Extermínio - Plano parte 2


Notas iniciais
Volteiiiiiii Não consegui postar semana passada, não deu tempo de terminar o capítulo, mas aqui estou. Farei de tudo para postar já na próxima semana no sábado ou no domingo. Essa capítulo marca o final da terceira fase da fic, a próxima fase será a fase final, teremos ainda mais 10 capítulos, se tudo ser certo, mais ou menos uns 3 meses de fic... não fiquem tristes. Postarei uma fic derivada desse com apenas 5 capítulos que contará uma história que será introduzida no final dessa, espero ver todas você lá. Boa Leitura!

NOVEMBRO DE 2032
NESSIE

Nesses últimos tempos temos feito todos os preparativos para usar o Tom como meio de espalhar o vírus, o plano já foi repensado e discutido umas mil vezes, mas no final das contas tudo está indo bem. A base está finalmente pronta, os últimos alojamentos ficaram prontos alguns meses atrás. Agora temos 3 saídas, a do ligamento 3, que é a saída original que está conosco desde o início, a do ligamento 5 e a do posto de vigilância 4, todas elas bem equipadas com armas e munição em um arsenal para qualquer emergência e não pensem que elas ficam perto uma da outra, são bem longe, pois a base é muito grande, maior do que parece. Demos um upgrade nas nossas armas também, ainda temos as armas normais, mas agora temos uma que é mortal para um T-800... bom, mortal só se pegar no lugar certo como por exemplo a cabeça ou o tórax, onde ficam o chip e o reator de fusão respectivamente e são essenciais para as máquinas funcionarem. Se um tiro com nossas armas novas pegar num braço ou perna o máximo que vai fazer é arrancar, mas a máquina vai ser capaz de continuar tentando te matar mesmo assim, e acreditem quando eu digo que mesmo sem as duas peras elas vão dar um jeito de te matar, não estou brincando.

Estávamos todos juntos na sala de comando, Thomas estava fazendo 21 anos e nós nos juntamos para ter um momento entre amigos e família. Fazia tempo desde a última vez que fizemos algo assim. Bella e Edward também estavam aqui, eles deixaram a Renesmee de 14 anos com a Jéssica para passar esse momento com a gente, minha relação com eles era maravilhosa, embora eu seja teoricamente mais velha do que eles 3 anos, eles me tratavam como filha, principalmente a Bella... as vezes ela até me dá bronca... confesso que é estranho, mas nós sempre acabamos rindo da situação.

Quando eu digo que estamos todos juntos me refiro as pessoas de sempre e seus respectivos filhos. O que me lembra que eu preciso dar uma atualizada nessa lista pra vocês... Bom... vamos começar pelas pessoas que tiveram menos mudanças, ou seja meus filhos. Thomas como eu disse antes está fazendo 21 anos, Sarah tem 14 e Daniel 5. Carmem e Alec não tiveram mais filhos, Jane tem está com 20 anos, Dean com 17 e Damon com 15. Kim e Jared também não tiveram mais filhos, eles têm Celine de 18 e Jude de 16. Seth está com 34 anos o nome da mulher dele é Beth e eles tem uma menina de 10 anos chamada Shay e um menino de 8 chamado Scotty. Derek e Leah tiveram uma menina chamada Alice que está com 12 anos e o mais velho Alex de 16 anos. Todos são muito amigos independente das idades, pois foram criados juntos desde sempre. Ahhhh, quase me esqueci! Bella está grávida de uns 4 meses. Sim! Eu terei um irmão — ou irmã — em alguns meses... ISSO NÃO É INCRÍVEL?

— Eu queria aproveitar que estamos todos aqui e falar uma coisa – Jane disse se levantando, todos se calaram, inclusive as crianças e olharam pra ela.

— O que você quer fala? — Thomas perguntou fazendo cara de surpresa.

— Bom... — Jane estava aparentemente nervosa e claramente não sabia como falar o que queria, ela fez uma pausa longa que começou a nos deixar curiosos e até preocupados.

— Pelo amor de Deus, Jane. Fala logo! — Thomas disse – O que você tem pra falar que eu não sei! Não faz suspense mulher!

Tom, se você não parar de falar ela não vai começar nunca! — Sarah disse fazendo o irmão se calar.

— É alguma coisa séria, filha? — Carmem perguntou.

— Deixem ela falar! — Sarah disse de novo, algo me diz que ela sabe o que Jane tem a dizer... apesar da diferença de idade as duas são muito amigas, muito mesmo.

— Então... Tom... — Jane recuperou a palavra. Ela agora estava de frente para o Thomas e segurava as mãos dele.

— Eu?

— Você vai ser papai... — ela disse devagar, eu sorri ao processar o que ela havia dito, todo mundo explodiu em felicidade, mas Thomas permaneceu quieto, o que fez todo mundo se calar de novo. Observei meu filho adquirir uma cor dois tons mais clara que o normal – Tom? Você ouviu o que eu disse?

— Si... Sim – ele engoliu com dificuldade e olhou pra cima para achar o olhar da Jane que tinha o rosto vermelho como se estivesse prestes a chorar — Você... você — ele desviou os olhos para a barriga dela e a puxou mais pra perto ficando com o rosto próximo à barriga – Eu não sei o que dizer... eu... — ele olhou ela nos olhos de novo e quando viu que ela chorava se levantou rápido e a abraçou — Não pense errado... eu estou feliz, estou tão feliz que não cabe em mim... eu não sei o que dizer...

— Eu te amo é um começo seu idiota! — Sarah falou e eu a adverti com o olhar.

— Eu amo! Eu... — ele colocou a mão na barriga ainda inexistente dela — Vocês dois... eu amo muito! — ele sorriu e ele retribuiu, os dois se beijaram e a sala explodiu em bagunça, os irmãos dela se levantaram gritando parabéns e apostando se seria menino ou menina. Nós permanecemos ali em uma bolha de felicidade até bem tarde.

CINCO MESES DEPOIS
ABRIL DE 2033
THOMAS

Eu e Jane estávamos caminhando juntos para a ala vermelha, sorri pra ela observando-a caminhar ao meu lado com uma das mãos na enorme barriga. Ela me devolveu o sorriso e beijou a minha mão. Vi Dean acenar para nós assim que saímos da ala roxa para a vermelha.

— Posso falar com você rapidinho? — ele falou para a irmã quando nos aproximamos.

— Claro – Jane respondeu. Ele me olhou meio de lado e coçou o pescoço em sinal de nervosismo.

— Você... sabe dizer se a Sarah tá interessada em alguém? — ele me olhou de novo... peraí Sarah?

— Sarah a minha Sarah? — perguntei, Jane gargalhou.

— Ele está caidinho pela sua irmã — ela disse rindo.

— Por aquela maluca! Você é doido ou o quê?

— É claro que ele é doido... — Jane disse – Pela sua irmã...

— Não é assim... — ele falou.

— Claro... é por isso que você fala dela o tempo todo. Sarah isso, Sarah aquilo... Viu como ela estava bonita hoje no treino... fala sério ninguém está bonito no treino... NUNCA...

— Eu achava você bonita no treino. — falei

— E olha só onde é que nós estamos! — ela disse apontando para a barriga.

— É bom que não esteja pensando em fazer bebês com a minha irmã!

— Ah parem com isso vocês dois! Eu já disse que não penso nela assim... — ele fechou a cara e saiu andando em direção a ala de treinamento.

— Aposto com você que ainda esse mês eles se beijam...

— AAhh.. Credo! Eu não preciso dessa imagem na minha cabeça...

— O que é que tem... é só um beijinho, não é como se a Sarah nunca tivesse dado uns antes... — ela parou de andar e colocou as mãos na boca – Ops... Você não ouviu isso de minm! — ela disse e saiu andando na minha frente.

— Espera... a minha irmã anda dando beijos por aí? — ela não me respondeu e continuou andando – Jane volta aqui! Que história é essa? Quem é esse garoto? Jane? Jane?

JUNHO DE 2033

Moira havia anunciado que meus pais estavam me chamando na ala vermelha na sala do meio no corredor que vai para o ligamento 4 e eu caminhava despreocupadamente para lá, apertei o passo quando o anuncio soou de novo e logo cheguei a sala. Meus pais conversavam e pareciam concentrados. Em uma cadeira recostável jazia o esqueleto metálico que eu sabia ser do Tom. Eu nunca havia visto ele ligado antes, quando eu e minha mãe viemos morar aqui ele já estava desligado. Me lembro da primeira vez que o vi, aos 5 anos, ele estava parado num canto da sala de maneira assustadora, mas eu não assustei, pelo contrário andei até ele e o olhei curioso. Foi nesse dia que minha mãe me explicou que os humanos nem sempre viveram escondidos em baixo da terra, que estávamos aqui só por que essas máquinas começaram a nos atacar. A partir desse dia, todas as noites antes de dormir ela me contava alguma história sobre o meu pai e a minha avó Sarah, como eles se conheceram e várias outras coisas. É claro que ela deixava coisas mais complexas sobre viajem no tempo e derivados de fora, ela apenas me dizia porque o meu pai era o líder e como um dia eu assumiria o seu lugar e seguiria seus passos.

— Thomas! — olhei para minha mãe — Está tudo bem?

— Sim eu... só me distraí lembrando da primeira vez em que vi essa máquina...

— Eu fiquei muito surpresa com o fato de que você não se assustar com ele.

— É... eu também, parando agora pra pensar, qualquer criança de 5 anos se assustaria com ele. Mas, por que vocês me chamaram?

— Ele está pronto – meu pai disse.

— E como o plano de usá-lo foi seu, eu e o seu pai concordamos que você deve devolvê-lo ao lugar que ele pertence.

— Vocês querem que eu leve ele...

— Sim! — meu pai disse — É a sua missão, você está no comando!

NESSIE

Estávamos Jacob e eu na sala de comando, Thomas já havia saído na missão há algumas hora e nós esperávamos que ele fizesse contato. Eu não tenho duvidas de que ele é capaz de completar a missão, mas isso não me impede de ficar preocupada, afinal ele está lá fora com aquelas coisas e literalmente tudo pode acontecer. Jacob lia alguns papeis, enquanto eu apenas encarava o grande monitor da Moira.

— Você sabe que ele vai ficar bem, certo?

— Sim, não é nisso que estou pensando... Quer dizer é, mas não só nisso. – ouvi sua cadeira arrastar e logo minha cadeira era gira e parada para que ficássemos cara à cara.

— Em quê mais está pensando?

— Em toda essa situação, a guerra, eu e você, os nossos filhos... Nós não tivemos chance de uma vida normal, não vivemos as coisas que deveríamos na hora que deveríamos, tudo foi sempre muito intenso e perigoso para nós.

— Estamos trabalhando para garantir que os nossos neto não vivam isso.

— Eu sei, mas... tudo parece tão errado...

— Vem aqui – eles me puxou para sentar de lado em suas pernas – Nós vamos vencer essa guerra e tudo vai ficar certo – ele me beijou nos lábios e me abraçou.

— Thomas Black reportando sobre missão.

— Jacob e Nessie na escuta.

— Tudo correndo dentro do plano, nenhum confronto significativo até agora, previsão de chegada 18 horas.

— Muito bem, entre em contato imediatamente se houver qualquer mudança. – Jacob falou, vi Sarah e Dean entrarem na sala e pararem do outro lado da mesa. Sarah tinha me contado que ela e Dean estavam de casinho e que eles estavam planejando contar para o Jacob, vendo os dois ali presumi ser por esse motivo.

— Entendido!

— Tome cuidado! — eu disse.

— Não se preocupe, mãe! — pude dizer que ele sorria pelo tom da sua voz – Cuide da Jane pra mim.

— Não se preocupe – disse sorrindo e a ligação se desfez. Jacob virou a cadeira em que nós dois estávamos sentados em direção aos dois adolescentes.

— E vocês? Não deviam estar no treino?

— Sim, nós estamos indo pra lá, mas... o Dean tem algo a dizer.

— Eu tenho? — ela perguntou, os dois se olharam, eles faziam sinais com os olhos. Sarah segurou o braço de Dean e apontou com a cabeça em nossa direção.

— Está aqui pra me falar de você e minha filha se agarrando por aí?

— Você sabia? — Sarah perguntou surpresa, eu também estava, não imaginava que ele soubesse — Você contou pra ele, mãe?

— Eu não! — disse me levantando do colo de Jacob – Estou tão surpresa quanto você!

— Não há absolutamente nada que aconteça aqui e eu não saiba. Esperava que vocês viessem até mim mais cedo... — Jacob espremeu os olhos na direção do Dean — Não foi muito agradável ver você com as mãos na minha garotinha, acho que deve ter sido assim que o Alec se sentiu quando o meu filho foi atrás da filha dele.

— Você não é contra certo, paizinho?

— Não, mas também não sei se sou muito a favor da minha filha de 14 anos se agarrando por aí.

— Eu já faço 15... — ela deu a volta na mesa e abraçou o pai, fazendo cara de pidona – E não é como se eu fosse deixar de ser sua menininha.

— Maldita hora que a genética resolveu que você deveria puxar a persuasão da sua mãe! Tudo bem princesa... — ela beijou a bochecha dele dando pulinhos de volta para Dean.

— Eu te amo, papai! Vamos, estamos atrasados para o treino. — ela pegou Dean pela mão e puxou ele pela porta sem dar chance a ninguém de dizer mais nada. Jacob caiu sentado de volta na cadeira com a cara um pouco amarrada.

— Hora não fique assim! — eu disse voltando a sentar de lado no seu colo — Não é o fim do mundo!

— É, se for não conseguir para de pensar em um cara de 18 anos agarrando a sua filha de 14 e fazendo sei lá o quê — eu ri alto.

— Ela tem quase 15 e tenho certeza que não vai se deixar levar assim tão fácil.

— Como você pode saber?

— Por que ela é a minha filha e eu sei.

— Ela também é a minha filha!

— Mas você é o pai e não a mãe! Relaxe, sim. Eu vou chegar a Jane. — dei um beijo em seus lábios e levantei indo em direção a al roxa. Jane estava sentada na cama encostada em vários travesseiros

— Oi tia Nessie, o Tom deu notícias? — ela perguntou assim que me viu.

— Sim, está tudo indo como planejado.

— Que bom... estou um pouco preocupada com ele lá fora, como sempre fico quando ele sai em missão.

— Eu te entendo. — ela pôs a mão em seu baixo ventre e fez uma careta estranha — Está se sentindo bem?

— Estou... é só um desconforto, eu... — ela ficou séria de repente – Ai meu Deus! — ela olhou para o meio de suas pernas onde na cama uma grande poça se formava.

— Ok, ok sem pânico! — eu disse – Moira peça para a Kim vir aqui urgente.

— Sim sr. Black.

— Vamos tirar essa roupa e metade desses travesseiros – eu disse ajudando-a, quando Kim chegou Jane tinha apenas um lençol sobre o corpo.

— A bolsa dela estourou – eu disse – Ela ainda não teve nenhuma contração — foi só eu fechar a boca que Jane se contraiu e gritou.

— PUTA QUE PARIU.... isso doi demais.

— Respire sim eu vou dar uma olhada – Kim posicionou as pernas dela e levantou o lençol — ôH! Ok, já estamos prontos aqui...

— O quê? Mas já!

— O que espera que eu diga, você sabe que é diferente para cada mulher. Preciso que você...

— Empurre... eu sei...- Jane respirava com dificuldade – Eu não sei se eu posso! O Thomas nem sequer está aqui...

— Jane, você precisa se acalmar e respirar da maneira certa – eu disse – E é claro que você pode, eu tive o Thomas eu uma situação bem pior que o essa, eu era mais nova e estava desespera com as bombas que explodiriam logo. Se eu pude você também pode, então respire fundo, se controle e quando a contração vier, empurre! — e assim ela fez, depois de muito gritar ouvimos o choro forte ecoar pelo quarto.

— É uma menina – Kim disse, fui até ela com uma manta e peguei a pequena levando até uma banheira improvisada no quarto para lavá-la com a ajuda de Rose.

— Eu quero vê-la – Jane disse exausta.

— Só um minuto, querida, você sebe que temos que limpá-la e examiná-la antes.

— Eu sei, eu sei... AAAHHHHHH – desviei meu olhar do pequeno ser em meus braços ao ouvir o grito, Jane se contorcia na cama e Kim a olhava com os olhos arregalados.

— Eu preciso que volte a empurrar...

— O quê? Por que?

— Aparentemente nós temos mais um a caminho!

— Mais um? — eu disse, Jane começou a empurrar novamente e momentos depois mais um choro invadiu o quarto.

— Outra menina – Kim disse radiante – Essa é a primeira vez que gêmeos nascem aqui... isso com certeza é um bom sinal. — após limpar e examinar as duas crianças levamos elas para conhecerem a mãe. Jane pegou um dos bebês e sorriu.

— Ela é tão pequena... acho que é o menor bebê que já vi...

— Ela tinha que disputar espaço com a irmã — Kim disse enquanto eu me sentava ao lado de Jane para que ela pudesse ver o outro bebê, Jane sorriu pondo a mão na cabecinha do bebê em meus braços.

— Você já sabe os nomes? — perguntei

— Bom eu e o Thomas nunca conseguimos chegar num acordo quanto a isso – a porta se abriu e Carmem e Jacob entraram desesperados no quarto.

— Meu Deus! — Carmem arregalou os olhos – Dois?

— Duas – Jane disse e Carmem arfou chegando perto.

— Duas meninas – Jacob falou – Isso é incrível!

— E os nomes – Carmem perguntou.

— Bom eu tinha pensado em Elisabeth se fosse menina... esse era o nome da minha mão biológica...

— Sua mãe biológica tinha uma irmã gêmea... — Carmem disse.

— Sério?

— Sim, eu não era muito próxima a ela, mas a conhecia.

— Bom – disse Kim – Se eu soubesse disso, teria cogitado uma gravidez gemelar pelo tamanho da barriga...

— Qual das duas vai ser a Elisabeth? — perguntei

— Essa aqui – ela disse passando novamente a mão na cabeça do bebê em meus braços.

— E a outrra? — ela pensou por um momento e olhou pra mim sorrindo.

— Izabella... — eu sorri.

— Beth e Bella – eu disse – Sejam bem-vindas a família.

Notas finais
O que acharam? Comentem!