O Escolhido

1 Dia bom, Noite péssima


Notas iniciais
Vamos começar a história!

Para um homem de 49 anos como o senhor Bennet até que ele era durão, ele passou muito para sustentar seus dois filhos. Depois que sua esposa faleceu durante o parto do segundo filho ele entrou em depressão profunda, desistiu de tudo que tinha por ela, ele a amava. Lara fora a única mulher por quem ele se apaixonou, nunca foi daqueles namoradores.

Tinha calos nas mãos, cabelos um pouco grisalhos por causa da idade, 1,70 de altura e usava óculos.

Sua única opção viável depois de ter enlouquecido com a morte da esposa e ter sido demitido por causa da mesma foi vender picolé, mas não era qualquer picolé, senhor Bennet era conhecido por vender os melhores e mais gostosos do bairro.

Todos os dias as 7h da manhã ele saia com seu carrinho atrás de seu sustento e só voltava de noite depois de ter vendido todos, nunca sobrava nenhum. Mas teve um dia diferente de todos os outros.

– Olha o picolé! Ele dizia como se fosse o mais feliz do mundo, como se gostasse do que faz.

– Eu vou querer um, moço!

– Aqui está garoto, hoje é seu dia de sorte, pois este é o último.

– Bem, com isso, termino mais um dia de trabalho. Estou morto de cansaço. Terei que voltar pelo caminho mais curto.

Depois de um tempo andando, viu um homem caído no chão e foi ajudá-lo.

– Ei, senhor! Acorda! Você está bem?

– Estou, é que eu só tava querendo uma coisa.

– Que coisa? Disse Bennet surpreso.

– A sua grana, otário!

O homem levanta de repente e saca uma arma. Era uma armadilha muito bem bolada, a maioria decide ajudar.

– Mas o que significa isso?

– Isso é um assalto! Sugiro que me dê o dinheiro se não quiser ficar cheio de buracos.

A rua estava deserta, não tinha ninguém pra quem pedir socorro.

– Aqui está o dinheiro, leva tudo mas não me mate.

– Ainda têm algum picolé sobrando? Essa noite tá muito quente.

– Não, eu vendi o último. Disse com desânimo.

– Foi o que eu pensei, até mais, velhote.

O ladrão sai correndo feliz com o roubo. E senhor Bennet se levanta do chão e toma seu rumo triste com o ocorrido. Mas a noite só estava pra piorar.

Bennet ouve um barulho de buzina e quando olha pra trás, vê uma luz forte de farol e não deu tempo nem de um piscar de olhos.

Estava lá, deitado no chão. Morto.

É isso que se ganha por tentar ser alguém honesto, trabalhador, por tentar ajudar as pessoas, fora roubado e ainda atropelado.

Mas não, aquela não podia ser a sua última noite, não até se vingar.

Notas finais
Obrigado por ler, não esqueça de comentar, não quero leitores fantasmas.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.